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Cristiane da Silva Santos Villela
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Às 0:20 em 12 fevereiro 2009, Carlos Lopes disse...
Cristiane
Que legal que voce esta lendo o presença. (sobre seu comentario em meu post intinerario de leitura) Achei esse livro tão ótimo, que articulei um grupo de pessoas para dialogar a respeito do assunto. É um grupo formado por 10 pessoas e vamos + 5 encontros sobre o livro. Pena que esta em outro estado, se não poderia participar conosco. Vide nota que publiquei no meu blog em: http://carloslopes1.blogspot.com/2009/01/grupo-de-aprendizagem-do-presena.html .
Quanto a Bowling Alone esta em minha lista. Já saiu em portugues??
Às 16:24 em 8 fevereiro 2009, Clara Pelaez Alvarez disse...
Cristiane,

Desenvolvi o Neurocalc, que faz os cálculos do jeito que eu quero. Uso esse software para cálculo, o Netdraw para desenhar as redes e junto tudo num relatório.

Conheço o jeito da IBM e eles conhecem meu trabalho desde 2002....

Acho que o mapeamento via e-mails ou outros softwares é bem limitado, embora ótimo para descobrir o grau de utilização da tecnologia. Gosto mais das perguntas relacionais, embora o ideal fosse fazer os dois mapeamentos, por perguntas e via softwares de comunicação. A vantagem das perguntas é que se pode mapear várias coisas que não se descobre nos softwares.

Enfim, a construção de uma análise é contextual. Tem aí uma enorme quantidade de tecnologia que dá para usar. O pulo do gato é exatamente a estratégia de investigação.

Abraço

Clara
Às 10:42 em 7 fevereiro 2009, Clara Pelaez Alvarez disse...
Oi Cristiane, tenho o livro do Rob Cross, "The hidden power of social networks". Foi um dos primeiros livros que li quando descobri a SNA.

Não trabalho com entrevistas, acho que não são necessárias para capturar dados para uma análise. Coloco um site no ar, se a organização tem estrutura tecnológica, caso contrário os dados são colhidos via questionário em papel. Funciona muito bem.

A questão da energia que o Rob Cross coloca é interessante. Mas a questão é: um grupo sempre vai ter energizadores e "desernegizadores", até por uma questão de perfil de personalidade. Penso que um dos grandes desafios é aprender a conviver com a diversidade. Existe essa questão da auto-regulação do sistema, ou seja, haverá uma tendência a isolar os "desernegizadores".
O problema central é a estrutura hierárquica, coisa que o Rob Cross nem comenta, provavelmente pq perderia os clientes...rs rs

Por outro lado, tb não faz sentido chegar numa organização e propor um desmonte das estruturas hierárquicas. Isso não existe de fora para dentro. O que, penso que dá pra fazer, é encontrar estratégias para estimular o grupo levando-o a uma adaptação. Daí entra aquele conceito da complexidade que reza que sucessivas adaptações vão provocar uma transição de fase. Há que se notar, também, que durante todo o processo a imprevisibilidade é que vai desenhando a dinâmica.
É preciso estar preparado para mudar o rumo no meio do processo, dependendo do que for surgindo.

Outra questão é que a tendência é sempre trabalhar com os executivos ou com os nodos centrais, porém, existe aquela questão da força dos vínculos fracos... Enfim, esta questão tem várias nuances. E mereceria uma longa conversa.

Abraço,

Clara
 
 
 

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