Escola de Redes

Nesta seção vamos recolher comentários e propostas de detalhamento das seguintes ações:

1.1 - Palestras gerais sobre a Transição para o pessoal interno da organização e seus stakeholders

1.2 - Oficina específicas sobre a Transição com todos as unidades gerenciais da organização

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Respostas a este tópico

Vejo a forma de gestão por redes como a solução para o desenvolvimento sustentado da sociedade. Começar por lideranças empresariais, ou do governo e mesmo do terceiro setor, demorará muito, em minha opinião.
Os gestores são cobrados por resultados. Poucos se atrevem a mudar o modelo "que sempre deu certo" para uma inovação que pode representar, no íntimo da maioria das pessoas, em "perda de poder".
Quando tivermos um pouco mais de consciência de que as redes são meios de termos o desenvolvimento de trabalhos colaborativos, onde eu ajudo e recebo ajuda, as redes terão melhor definição quanto aos "padrões" que poderão ser seguidos.
Como se pretende desenvolver modelos para a ação em trabalhos colaborativos, sugiro uma avaliação no site: http://www.colaborativo.org/blog/ que apresenta ferramentas para atividades colaborativas.
Um exemplo que me ocorre, de sucesso com trabalhos feitos de forma colaborativa, com equipes transdiciplinares foi em relação ao Projeto Genoma, há algum tempo.
Um outro site interessante: http://www.augeeducacional.com.br/
Há que definir se as palestras e oficinas são presenciais ou não. Penso que deve haver uma combinação presencial/videoconferência.
Dentre outros, o trabalho tem sido sensibilizar, formar e capacitar professores e alunos de redes municipais para uma nova visão de mundo, as da ecoeducação e da sustentabilidade.
Educadores como trabalhadores são pessoas que incorporam uma dada visão de mundo. Como nós. Visão fragmentada, excludente, especializada, linear... Universo mecânico de Newton, lógico de Descartes, agressivo de Bacon...
Sensibilizar é mudar o olhar de si mesmo e do mundo. Passa pelo coração mais que pela razão. Mais vivencial que teórico. Mais interno que externo. Um quê de empoderamento pessoal, de se saber construtor do próprio caminho, de poderoso na transformação social à partir da transformação pessoal. Começa dentro e vai-se expandindo: eu, família, comunidade, cidade, país, planeta.
Anos atrás contei uma experiência, aprendizado, o Olhar Curvo: http://escoladeredes.ning.com/profiles/blogs/olhar-curvo
Aprendi a ver o outro lado das coisas, pessoas, seres.
Talvez sensibilizar seja mostrar outros lados, outras possibilidades, vivenciá-las mais que mostrar, com certeza. Quem sabe por aí possa colaborar?
Abs

Meu sentimento com relação a uma transição é a de que deve ocorrer com uma dinâmica bottom-up, atuando  primeiramente com as pessoas.

A maneira que estamos adotando em uma modesta tentativa de aprender uma estratégia de transição para um modelo híbrido (como etapa basilar para uma transição final), é a de incentivar a criação de conexões entre pessoas, que naturalmente ocorrem, permitindo um entendimento de que o conceito de público interno e externo não existe em um ambiente de rede.  Estamos percebendo o surgimento de uma sinapse entre grupos que antes eram segmentados, formando clusters compostos pelos profissionais da organização e seus clusters sociais. Na atual fase, estamos "lendo" a rede, sem nenhuma interferência, e acompanhando como o tema do estudo - Segurança Pública - está se inserindo nas discussões entre as pessoas que integram os novos clusters. O objetivo é criar uma cultura de atuação em um ambiente distribuído, não como protagonista mas como ator social, que possui autorização dos demais atores para uma atuação especializada na construção coletiva de um ambiente seguro. A estratégia adotada é a de criar um ambiente propício para que profissionais da organização, que foram condicionados a pensar e agir de forma compartimentada e verticalizada, passem a praticar uma atuação compartilhada.

A expectativa é de que o comportamento adquira características virais dentro da organização  (bottom-up), descortinando uma nova perspectiva para todos.

Organização-Alvo: Polícia Militar de Minas Gerais

Piloto: 21 munípios que integram a estrutura da Unidade PM no município de Manhuaçu/MG, com uma população total de 302.972 habitantes.

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