Escola de Redes

ESTUDOS SOBRE REDES COLABORATIVAS VIA CROWDFUNDING E CROWDSOURCING

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ESTUDOS SOBRE REDES COLABORATIVAS VIA CROWDFUNDING E CROWDSOURCING

Grupo de estudos sobre crowdfunding e crowdsourcing no Brasil e no Mundo.

 

Membros: 60
Última atividade: 26 Jan

O QUE É CROWDFUNDING E CROWDSOURCING?

CONCEITO RESUMIDO

 

Crowdsourcing é um modelo de criação e/ou produção, que conta com a mão-de-obra e conhecimento coletivos, para desenvolver soluções e criar produtos.

 

crowdfunding  - Ação de cooperação coletiva realizada por pessoas que contribuem financeiramente, usualmente via internet, para apoiar iniciativas de outras pessoas ou organizações.

 

Conceito via wikipédia:

http://en.wikipedia.org/wiki/Crowd_funding

http://pt.wikipedia.org/wiki/Crowdsourcing

Fórum de discussão

Mapeamento de Plataformas Digitais 10 respostas 

Meus caros, A idéia aqui desta discussão é mapearmos as plataformas de crowdfunding, crowdsourcing e troca social existentes no Brasil e no mundo: Crowdfunding Brasil…Continuar

Tags: crowdfunding, crowdsourcing, plataformas

Iniciado por Luis Fernando Guggenberger. Última resposta de Vivianne Amaral 9 Dez, 2011.

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Comentário de Vinicius Braz Rocha em 1 março 2011 às 19:56

João Paulo

 

Pode contar comigo no netweaving para o BEM COMUM-Golfinho Urbano > iniciativa mais-que-válida :-)

 

Enquanto isso vamos com o SELF CROWDFUNDING sem plataforma, intermediários do intrépido @jessedee >

 

The World's Greatest Opportunity
View more presentations from @JESSEDEE

Comentário de João Paulo Brandão Barboza em 1 março 2011 às 16:52
Olá Paulo e demais colegas do Grupo,

Paulo Ganns, compartilho imensamente da visão, sobre o PODER POSITIVO, que venha a ter as interações do:

“Crowdsourcing - Interação de muitos para inovar.

Crowdfunding - Interação de muitos para patrocinar.

Compras coletivas - Interação de muitos para consumir.”

Em prol disso, quero dizer que estou trabalhando/pensando há alguns tempos (Aff... quase 2 anos) isso com algumas pessoas amigas e lideres comunitários da minha localidade (e em janeiro com algumas interações com Daniel do Catarse e Rita monte da Sementeuna) sobre o idéia de criação de uma plataforma que seja uma rede social, com foco no local (comunidades/nichos) e que atue com dinâmicas de crowdfunding/sourcing e compras coletivas, onde o objetivo resumidamente e romanticamente falando é:

Criar novos modelos de MERCADO (serviços, consumo...) alicerçado pela CULTURA DA COLABORAÇÃO > ECONOMIA DA CONFIANÇA onde os processos socioeconômicos possam criar sinergias alquímicas daquilo que entendemos como BEM ou BENS, dentro do conceito: jurídico, econômico, filosófico e espiritual. A qual o resultado ou pedra filosofal/angular dessa alquimia de BENS só poderá ser o próprio BEM COMUM .

Nessa proposta que chama: CONSUMO DE VALORES, buscaremos atuar primeiramente no campo das COMPRAS COLETIVAS, linkado com o crowdfunding/sourcing, a fins de criar um modelo/segmento de consumo que chamamos de CONSUMO COLETIVO CONSCIENTE (INTELIGENTE), ao invés de compras coletivas.

Esse modelo terá o nome de GOLFINHO URBANO – Consumo Bem mais Inteligente e Feliz! (aproveitando o gancho da publicidade e, a transmissão de inteligência, boa comunicação e visão de felicidade/alegria que o Golfinho tem!)

Basicamente de vez de cobrarmos intermediações sobre os serviços e produtos ofertados, como fazem os modelos tradicionais de compras coletivas, iremos propor (firmar) investimentos sociais em favor de projetos/idéias, por parte dos prestadores de serviços, bem como dos próprios membros da rede (consumidores/cidadãos).

Resumindo: ao invés de taxa de intermediação, teremos investimentos em projetos inovador-inteligentes que favoreçam o BEM COMUM.

Isso, dentro de uma lógica que possa contemplar os dois grandes estímulos da natureza humana: interesse próprio (megadesconto) e cuidado com os demais (investimentos sociais) via CONSUMO COLETIVO CONSCIENTE. Visionando, de forma gradual, aperfeiçoar positivamente as dinâmicas das escolhas de consumo e da conduta dos produtores de bens de consumo e prestadores de serviços.

Daremos foco em causas de desenvolvimento local, já que o consumo coletivo ou compras coletivas, tende a funcionar melhor em caráter local (mas podendo também ter causas nacionais e globais) e sendo possível todos os atores poderem criar suas causas.

Depois de 2 anos repensando e aperfeiçoando as idéias e possíveis possibilidades (onde a E#R somou bastante), acreditamos que agora, por final de março ou abril, materializa o inicio do processo do CONSUMO DE VALORES (em fase BETA) segmento GOLFINHO URBANO. A idéia era divulgar em breve a proposta, mas como o Paulo já trouxe o assunto, peguei o gancho, antecipando a proposta.

Inclusive umas das intenções que tive de criar esse grupo, foi exatamente de interagir idéias, gerar conhecimento sobre tema e conectar pessoas com compatibilização de interesses comuns, visando melhorar a proposta do CONSUMO DE VALORES (GOLFINHO URGBANO) via crowdfunding/sourcing e agora weaving tb hehe

Em favor disso estou criando um fórum para interagirmos o tema: interações entre Crowdsourcing, Crowdfunding e Compras coletivas com foco na promoção de idéias que fomentem o BEM COMUM, onde podemos ter como objeto experimental (beta) a idéia do CONSUMO DE VALORES – Golfinho Urbano e as idéias do Paulo Ganns. O que acham?

Bem ficaria bem contente se pudesse ter os demais colegas do grupo somando para o entendimento e boa materialização das idéias nesse eixo.
Comentário de João Paulo Brandão Barboza em 1 março 2011 às 16:51
Acho valido reafirma aqui, que a intenção da presente proposta é somar no processo de remodelagem ou “engenharia reversa” ,que já vem acontecendo, sobre o atual modelo econômico (capitalismo selvagem), buscando assim, criar novas dinâmicas em favor de modelos de CONSUMO de caráter COLABORATIVO ligado a ECONOMIA DA CONFIANÇA e do CAPITALISMO SOCIAL/CRIATIVO. Quem em nosso caso (consumo de valores) busca reinvestir 100% dos lucros dos novos modelos de consumo, em favor de projetos que possam somar em prol do BEM COMUM por conseqüência da DEMOCRATIZAÇÃO DA FELICIDADE 

Entrem no fórum!

Saudações Fraternais,

João Paulo
Comentário de Ricardo Lima em 1 março 2011 às 12:22
Escrevi um post sobre o tema na HSM e é bem interessante o comentários dos proprietários dos sites de crowdfunding: 

http://www.hsm.com.br/blog/2011/02/o-crowdfunding-chega-ao-brasil/
Comentário de Augusto de Franco em 28 fevereiro 2011 às 14:37

Legal, tentar redesenhar o crowdSourcing Landscape beta na visão CrowdWeaving beta, Paulo.

Entretanto... percebo no seu arrazoado abaixo algumas coisas sobre as quais gostaria de ponderar.

Não é o padrão humano. É o padrão anti-humano ou desumanizante que cria obstáculos ao crowdweaving (ou #fluzz hehe). Os tais "líderes manipuladores de mentes" não passam de vítimas também. Não adianta inculpá-los. Eles são legião. Eles acham que estão fazendo o que deve ser feito. Eles são produto da estrutura hierárquica na qual vivem sua convivência.

Não é tudo uma competição. A competição é um atributo do padrão de organização centralizado e... nada mais! Se você represa ou tenta direcionar o fluxo, ele vai fluir por onde achar caminho.
Não tinha visto a resposta do Vinicius Braz Rocha. Mas concordo. É isso mesmo, a meu ver!

: )

Comentário de Vinicius Braz Rocha em 28 fevereiro 2011 às 13:12

PGC

 

Faltou comentar que este infográfico do Crowdsourcing Landscape é do início de 2010 - e dentro da própria comunidade já se discutiu esta percepção se de fato, na prática, caótico e institucionalmente falando, existe este "desentendimento sistêmico" - embora na "racionalidade algorítmica" são visíveis as plataformas & redes sociais que prezam verdadeiras reservas de mercado. 

 

" ...numa síntese bem darwinista clássica, isso tudo é uma competição. "

Permita-me discordar. Se realmente estivéssemos num grande "game global" com papéis bem definidos ( "nós já escolhemos o nosso lado, não é mesmo? ) no pior estilo clássico "WAR" não estaríamos praticando o netweaving no FLUZZ da sua essência e sim, derivações do cyberactivismhttp://theory.wikispaces.com/Cyberactivism ) - a exemplo do que estamos vivendo com o caso #Wikileaks ( http://bit.ly/fTPbx5 )

Competição invariavelmente leva a perpetuação da cultura de confrontação ( e de antagonismos geopolíticos) , uma das matrizes econômicas da escassez da era industrial.

Neste sentido e dentro da perspectiva processual da lógica de abundância ( http://www.slideshare.net/augustodefranco/a-lgica-da-abundncia ) , estas plataformas de crowdsourcing, mesmo que aparentemente estanques, estão produzindo redes distribuídas, que formarão nodos, hubs...."miríades de redes interconectadas".

Assim sendo vejo mais como uma "coopetição" , onde a própria emergente multiplicação das plataformas de crowdsourcing ( e seus inúmeros modelos de geração de riqueza) geraria um crowdweaving sem precedentes...com ou sem as marginalizações das desgastadas estruturas hierarquizantes dos "caras do topo"

Longe de negar o darwinismo natural, acredito apenas que no caso da nossa espécie, ele vem sendo produzido artificialmente nos últimos 400 anos não pela totalidade e sim pelas partes hierarquizantes ( Igreja, Estado..etc)

E sim, curioso, desde já, para conferir o infográfico de crowdweaving.

 

@VRSS ( qual o seu twitter ? )

 

 

 

Comentário de Paulo Ganns @pganns em 28 fevereiro 2011 às 11:57

Caros,

 

Augusto e Jaime: Obrigado pelo elogio!

 

Vinicius: Eu gostei do mapa, mas o que vejo nele é exatamente um desentendimento sistêmico da Zona@, que deve ser sinérgica.

Se entendemos que a partir de um "crowdweaving" tem que brotar uma sinergia em prol da sociedade, ela deve ter claramente como meta, um benefício social. 

Lendo o esquema, fica difícil, quase impossível, ver qualquer sinergia das plataformas com esse objetivo.

O que vejo é um monte de plataformas, cada qual com seu "business" compartimentado, muitos ainda sobre o antigo modelo industrial, sem integração, com as interações limitadas pelos seus algorítmos.

 

Como fazer isso?

Num papo com amigos do twitter, até já rolou essa dúvida e se a intregração, a construção do crowdWeaving, seria algo possível.

Pra mim, esse é o grande desafio.

 

============================

 

- A resistência político-social das estruturas (redes) de poder hierarquizantes que perpetuam a escassez ? Como o Estado, Ensino Tradicional .....

 

Fazer o que?

É o padrão humano, não é!

Acho até que estas visões já estão numa situação bem melhor do que no passado próximo. Antes era tudo tratado como um idealismo de visionários tecendo mais uma utopia idiota!

 

Hoje, o "papo furado" já tira a velha guarda da posição de conforto!

 

Imagina:

  • Porter falando de "Valor compartilhado"?
  • Capitalismo recebendo upgrade 2.0 com Umair Haque dando palestra em grandes corporações?

 

 

Então, o que mais importa, me incomoda mesmo, nesses movimentos marginalizantes, não são os caras que relativizam por não verem a sua temporalidade afetada.

São os caras dos topos, os líderes manipuladores de mentes, que sabem que o discurso deles perdeu valor, e que o "valor" deles, nas estruturas hierárquicas, é algo a ser mantido a qualquer custo.

 

Mas no fim de tudo, numa síntese bem darwinista clássica, isso tudo é uma competição. E neste "game", nós já escolhemos o nosso lado, não é mesmo?

 

[ ]s

 

PGC

 

PS: Vou gastar um tempo, uns 2 dias, e redesenhar o crowdSourcing Landscape beta na visão CrowdWeaving beta!

Comentário de Jaime Tak em 28 fevereiro 2011 às 9:55
Vinicius, gostei tb da representação gráfica do crowdsourcing! Pelo que estou entendendo crowdweaving é o capital social que será criado e a sinergia entre todos os processos: 'Na Zona@ - TudoTodosJuntos!' 
Comentário de Vinicius Braz Rocha em 28 fevereiro 2011 às 9:28
PGC, bom dia !

Já existe um entendimento sistêmico do que já seria o "pote de ouro" do Zona@ do "tudotodosjuntos" >

http://crowdsourcingresults.com/images/CrowdsourcingLandscape_v1.jpg

Assim sendo, o crowdweaving seria a própria sinergia social, o abundante óleo que já está desconstruindo o status quo Industrial

Algumas grandes questões de fundo >

- A resistência político-social das estruturas (redes) de poder hierarquizantes que perpetuam a escassez ? Como o Estado, Ensino Tradicional e Corporações ?
- Estariam estas redes hierarquizantes (dominantes) relativizando, marginalizando estes novos ambientes de negócios win-win-win como "tecnologia econômica alternativa" ( assim como os modelos econômicos das energias pré-conceituadas como "alternativas" ? )

@VRSS
Comentário de Jaime Tak em 28 fevereiro 2011 às 8:44
Paulo, muito legal a representação gráfica da sinergia! Se integrarmos os processos de financiamento, produção, distribuição e compra onde está a sinergia? Na Zona@ - TudoTodosJuntos!
 

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