Escola de Redes

Disparo a discussão deste papel, por achá-lo um dos mais críticos para assegurar o grau de distribuição da rede.

Imaginem se:
- cada novo inscrito na E=R for acolhido de forma personalizada por um de nossos membros, que o adote na sua fase de iniciação, pegando-o pela mão, identificando seus interesses, e levando-o para passear por recursos da biblioteca e discussões que tenham maior potencial de interessá-lo.
- que o apresente a outros membros que tenham interesses semelhantes
- etc, que mais?

Vejo isso como um PAPEL SOCIAL, que pode ser centralizado OU DISTRIBUÍDO. De qualquer forma, requererá uma coordenação, que também poderá ser centralizada ou rotativa ou distribuída conforme regras de rotação etc.

Abro a discussão. O que mais teríamos a dizer sobre esse papel? Temos papers, vídeos etc?

Sérgio

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Respostas a este tópico

Sérgio, deixo aqui um link para minha resposta a outra discussão que você propôs neste mesmo grupo. Por que creio que o que tinha a dizer já está ali.

Por ora acrescento apenas uma coisa: os novos papéis sociais em uma rede, os que forem mesmo necessários, emergirão da dinâmica da rede. Se começarmos a criar funções fixas - como essa de conduzir o neófito "na sua fase de iniciação" - teremos logo, logo, vários problemas. Aliás, esse é o papel do mestre => do instrutor => do preceptor => do professor... que deu no que deu. Funções atribuídas (por alguém que acha que elas são "necessárias": é sempre assim) vão sulcando caminhos para fazer por eles escorrer as coisas que ainda virão. As instituições da nossa civilização de predadores eco-sociais surgiram assim.
Oi Sergio,

Sou uma novata na rede e respondo a partir desta ótica seu questionamento sobre o "recepcionista", acho que no ambiente digital quem assume esse papel é a arquitetura do ambiente (o AI - Arquitetura de Informação) que terá de orientar e guiar até aos meus interesses levando em conta meu próprio interesse (cadastro) e meu tempo (perfil de navegação - cadastro) para dedicar a essa busca. quanto mais organizado o conteúdo, mais facilidade para um novato como eu achar aquilo que busca.

Eu confesso que o ambiente NING me deixa um pouco barata tonta naquilo que está rolando, talvez, porque eu ainda não entenda as regras de uso deste ambiente. E será que aí o "recepcionista" poderia intervir? Acredito que a resposta seja a mesma de cima e a própria dinâmica do grupo. O cara que tem hábito de navegar, tem interesse pelo tema, mas não tá entendendo a regra do jogo, vai perguntar...Aqui dentro sinto que os encontros presenciais serão meu primeiro passo. Vai ser lá que sentirei recepcionada. Essa pelo menos é minha expectativa.

Talvez, neste sentido, o papel dos "intelectuais orgânicos" (conceito de Gramsci que gosto muito de trazer para as redes sociais) é se identificarem como tal. Tenho navegado por aqui, mas quando abro o perfil de alguns membros não consigo ter as respostas que procuro, sobre suas experiências e interesses, o que dificulta minha trajetória pela busca do conhecimento comum. Talvez esse seja um primeiro passo para contribuir com os vários agentes que assumem o papel de recepcionista, do guia e do orientador, não?

Caro Sérgio. Acho a ideia ótima. Os mais experientes não precisam ser necessariamente gurus nem a rede ser impessoal a ponto dos membros serem meros periféricos. Sequer boas vindas são dadas aos novatos.

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