Escola de Redes

Informação

Nodo Campinas (RMC)

Este Nodo tem como objetivo difundir a cultura da ciência de redes na Região Metropolitana de Campinas (RMC), fomentando projetos de redes visando o desenvolvimento profissional, social e negócios

Local: Campinas
Membros: 18
Última atividade: 24 Jan

proposta

A proposta deste nodo é compartilhar estratégias e metodologias para que a ciência de redes seja difundida junto aos atores públicos, organizações não governamentais e privados na RMC. A difusão desta cultura e conceitos está em sintonia direta com o entendimento das novas tecnologias da informação. Este novo mundo que se descortina contribui com o reposicionamento profissional frente às novas possibilidades de comunicação 2.0.

Como jornalista, pretendo fazer a ponte com a classe profissional que busca firmar identidade na qualidade de categoria. Como vice presidente da Associação Campineira de Imprensa (ACI), estamos abrindo as portas para tecer relacionamentos institucional e repercutir a ciência de redes na região. Vamos desenvolver metodologias, sediar eventos, cursos e workshops.A Região Metropolitana de Campinas está no centro das decisões de desenvolvimento nacional e a ciência das redes tem muito que contribuir para fortalecer laços para consolidar sonhos.

A proposta deste nodo é justamente irradiar conceitos e gerar novas oportunidades fazendo a ponte entre o estado da arte das redes com os ambientes corporativos, governamentais e de organizações do terceiro setor, tendo a inovação e a sustentabilidade como valores de convergência.

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Iniciado por Josué de Menezes 11 Jul, 2010.

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Comentário de Josué de Menezes em 16 setembro 2009 às 19:31
Perfeito Sérgio, muito pertinentes as suas ponderações e dicas. Podemos sim formatar um seminário com estas pegadas. Quando me referi ao Ciatec, pensei com um elemento aglutinador para iniciar o processo, considerando que a gestão do Pólo Ciatec II está sob o seu comando. Trata-se de uma demanda real. Mas com certeza, a estratégia que você está propondo é a mais adequada para situar todos os atores envolvidos. Perfeito. Agora temos que pensar em como formatar este produto, consolidá-lo de forma estratégica. Quero ver se amanhã consigo conversar com o Presidente do CIATEC. Ele está saindo de viagem e ficará um mês fora. Mas de qualquer forma, podemos avançar com nossos estudos e consolidar uma estratégia de ação. Estamos falando de um projeto para acontecer no ano que vem. Porém, sempre é bom lembrar que o ano que vem é um ano político e o foco é outro. Enfim, com relação às pessoas que você indicou, convíde-as para participar. Estou formatando um outro projeto relacionado a este assunto e também gostaria que você participasse. Enfim, vamos tocando o barco...
Comentário de Sergio Storch em 16 setembro 2009 às 19:23
Me corrigindo, Josué

Eu disse que a gestão do conhecimento não é fator crítico, mas disse isso pensando na perspectiva de UMA EMPRESA. Se pensarmos na perspectiva regional, a resposta é outra. Porém eu não limitaria a gestão do conhecimento, e sim à promoção de conexões entre competências complementares na região. Vai além do conhecimento.

Veja este conceito da gestão do conhecimento:
Legitimate peripheral participation (Lave and Wenger)
Learning is more a process of social participation than a process of knowledge acquisition
Initially newcomers exist at periphery of “community of practice” (CoP)
Become more competent and move towards center of particular CoP
Comentário de Sergio Storch em 16 setembro 2009 às 19:03
Josué
Campinas tem características de Sillicon Valley, e acredito que vários clusters têm como brokers figuras da academia. Porisso acho que mapear apenas o CIATEC seria deixar de fora grande parte das conexões mais importantes. Eu incluiria os seguintes atores: grandes compradores (engenharia da CPFL, por exemplo), os empreendedores de base tecnológica, os formadores de opinião de alguns nichos (área médica, por exemplo), a academia.
Claro que é muita coisa, e perderia o sentido se não fosse segmentado. Acho que uma boa segmentação seria por cadeia produtiva. Mas só isso já dá um belíssimo seminário, o que vc acha?

Temos aqui na Escola o Edgar Reyes, que algumas vezes referiu-se a seu trabalho em mapeamento de redes empresariais no Rio Grande do Sul. Que tal formar um time para um seminário? Eu incluiria o pessoal de Inovação da Economia da Unicamp. E outra pessoa, que convidei recentemente aqu pra Escola é a Clarisse Dal´Acqua, que tem teses e livro publicado sobre o assunto.

Sobre sua pergunta: "o DNA da inovação no ambiente de tecnologia é a gestão do conhecimento"? Não, de forma alguma: o DNA é a paixão e o "animal spirit" do empreendedor keynesiano. Gestão do conhecimento é um processo que pode contribuir para o sucesso, mas não a vejo como fator crítico de sucesso para a inovação, e sim como fator crítico de sucesso para a sustentabilidade.
Comentário de Josué de Menezes em 16 setembro 2009 às 17:27
A linha mestra para nortear um projeto de rede social num pólo tecnológico pode ser centrada na difusão da inovação. Este é o espírito da rede? Dentro desta visão é possível estabelecer a análise do ecossistema industrial dentro de uma leitura de ampliação das comunidades de desenvolvimento econômico. Podemos dizer que o DNA da inovação no ambiente de tecnologia é a gestão do conhecimento? E como mapear e identificar os fluxos da informação neste ambiente onde os negócios devem emergir e fluir com consultores e advogados especializados em novas oportunidades? Enfim, estes pontos podem motivar um diálogo em nosso nodo.
Comentário de Nilton Lessa em 13 setembro 2009 às 17:39
Josué e amigos,
Lanço aqui uma semente para prospecção: Arranjo Educativo Local (AEL).
Augusto postou aqui na ER as primeiras ideias e há grupos interessados no conceito em duas outras redes mais focadas em aprendizagem/educacao.

- Grupo AEL no Rede Vivo
- Grupo AEL no RC

Abracos fraternos,
Comentário de Josué de Menezes em 13 setembro 2009 às 17:25
A Clara Pelaez perguntou se a idéia é desenhar uma coletivamente. A idéia inicial é fazer a ponte, tecer parcerias. A primeira frase da proposta do nodo define a essência desta iniciativa: A proposta deste nodo é compartilhar estratégias e metodologias para que a ciência de redes seja difundida junto aos atores públicos, organizações não governamentais e privados na RMC. É viável propor algo? para quem? com qual finalidade? já estamos colhendo conteúdos interessantes. Situei apenas uma possibilidade. Porém o nodo tem como cenário a Região Metropolitana de Campinas. Quero saber se existem oportunidades a serem exploradas. O Sérgio pontuou bem: Josué, temos que ter cuidado com a síndrome da "solução em busca de um problema". Articular redes requer um norte. Para que? Com que objetivos? Com que escopo? Para resolver quais problemas?" Faria mais uma pergunta: potencializar o que? Na realidade a motivação de se propor uma rede social não precisa estar necessariamente para resolver um problema. Ela pode ser proposta para potencializar o fomento? A proposta é identificar oportunidades e caminhar. Se o grupo achar interessante desenhar propostas pontuais podemos abrir fóruns para atender essa demanda. A primeira resposta que queria foi respondida. Procede a idéia de formar uma rede social no pólo Ciatec II, por exemplo? Agora como encaminhar esse assunto é um outro momento...
Comentário de Josué de Menezes em 12 setembro 2009 às 16:10
A Agência de Desenvolvimento está sendo formatada nos bastidores. Existe um forte componente político nesta decisão. O time político faz total diferença. Mas o Prefeito é simpático a este modelo. Com relação à política industrial ou de desenvolvimento, existe iniciativas de incentivo fiscal para atração de base tecnológica, mais especificamente de P&D. Vou conversar com o presidente da Ciatec para fazer o alinhamento de demandas. Este assunto está diretamente envolvido no escopo do meu trabalho na Prefeitura de Campinas. Sou coordenador de projetos especiais do Centro de Negócios e Informação de Campinas. Só estou analisando os melhores caminhos e avaliando como agregar mais valor a esta iniciativa e adoção de novas ferramentas para potencializar a vocação natural da cidade.
Comentário de Sergio Storch em 12 setembro 2009 às 16:04
Josué, temos que ter cuidado com a síndrome da "solução em busca de um problema". Articular redes requer um norte. Para que? Com que objetivos? Com que escopo? Para resolver quais problemas?
O ideal seria partirmos de algum esboço de diretrizes estratégicas e de política industrial para o desenvolvimento da região. Qual o programa de governo do Prefeito? A RMC tem uma Agência de Desenvolvimento. O que ela tem sinalizado? Sugiro você nos municiar com alguns documentos de referência, para então pensarmos de forma mais direcionada.
Comentário de Josué de Menezes em 12 setembro 2009 às 15:57
interessantíssimo!!! referências assim são pérolas. Tenho um amigo que mapeou todo o pólo tecnológico de Campinas na sua tese de doutorado. A tese foi desenolvida em parceria pela MIT e a partir deste momento o potencial de Campinas teve reconhecimento internacional de forma sistematizada. Atualmente o Gean é consultor em projetos no Ministério de Ciências e Tecnologia. Com essas referência já podemos pensar em um modelo de projeto com fases e atividades. Mas acredito que temos uma fase de sensibilização, talvez promover uma palestra desse assunto do Mark Granovetter. Sérgio, você pode falar dessa experiência, contar esse "case"?
Comentário de Josué de Menezes em 12 setembro 2009 às 15:38
outro detalhe importante neste trabalho é encontrar o melhor caminho. Como estamos falando com especialista, acredito que podemos encurtar caminhos. estou à disposição para direcionar da melhor forma possível e definir os parâmetros corretos das conexões acertivas
 

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