Escola de Redes

(1) Cf. FRANCO, Augusto (2011). Fluzz: vida humana e convivência social nos novos mundos altamente conectados do terceiro milênio. São Paulo: Escola de Redes, 2011. Sobretudo a primeira seção do capítulo 8 intitulada Ensinadores. “Os primeiros ensinadores – os sacerdotes – ensinavam para reproduzir (ou multiplicar os agentes capazes de manter) seu próprio estamento”. Disponível em:

http://www.slideshare.net/augustodefranco/fluzz-book-ebook

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(2) OLIVEIRA, Terezinha (2007). Origem e memória das universidades medievais: a preservação de uma instituição educacional in Varia Historia v. 23. n. 37 Belo Horizonte jan./jun 2007. Disponível em:

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-87...

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(3) LUSIGNAN, S. La construction d'une identité universitaire en France (XIII-XV siècle). Paris: Publicacions de la Sorbonne, 1999, p.9-10.

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(4) Para entender a diferença entre democracia no sentido “fraco” (como regime de governo ou forma de administração política do Estado) e democracia no sentido “forte” (como modo de vida, na acepção de John Dewey), cf. FRANCO, Augusto (2007-2010). Democracia: um programa autodidático de aprendizagem. São Paulo: Escola de Redes, 2010. Disponível em:

http://www.slideshare.net/augustodefranco/democracia-um-programa-au...

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(5) Os itens elencados já foram abordados, em grande parte, no texto de FRANCO, Augusto (2010). Buscadores & Polinizadores. Disponível em:

http://www.slideshare.net/augustodefranco/buscadores-polinizadores-...

O texto acima foi reescrito e incorporado no capítulo 7 de Fluzz: ed. cit.

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(6) Cf. excertos de Fluzz (ed. cit.) compilados em Fluzz & Escola (2011). Disponível em:

http://www.slideshare.net/augustodefranco/fluzz-escola

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(7) O mito de que o ensino precede a aprendizagem foi forjado na noite dos tempos em que apareceram as sociedades hierárquicas. Cf. a primeira seção do capítulo 8 de Fluzz (ed. cit). Há uma edição separada, intitulada Ensinadores, disponível em:

http://www.slideshare.net/augustodefranco/fluzz-pilulas-63

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(8) Cf. excertos de Fluzz (ed. cit.) compilados em Fluzz & Escola (ed. cit.).

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(9) Os textos mencionados, a título de exemplo, são os seguintes. De Platão, A República, O Político e As Leis. De Aristóteles: A Política e A Constituição de Atenas (atribuído). De Althusius: Política (1603). De Spinoza: Tratado Teológico-Político (1670) e Tratado Político (1677). De Rousseau: Discurso sobre a origem da desigualdade dos homens (1754) e o Contrato Social (1762). De Paine: Direitos do Homem (1791). De Tocqueville: A Democracia na América (1835) e O Antigo Regime e a Revolução (1856). De Stuart Mill: Sobre a Liberdade (1859) e Sobre o Governo Representativo (1861). De Dewey: O Público e seus problemas (1927), Velho e novo individualismo (1929), Liberalismo e ação social (1935), A democracia é radical (1937) e Democracia criativa: a tarefa diante de nós (1939). De Hannah Arendt: O que é política? (c. 1950), As origens do totalitarismo (1951), Que é liberdade (1954), A condição humana (1958), Sobre a revolução (1963).

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(10) Cf. nota 4: supra.

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(11) Cf. Castoriadis, Cornelius (1986/1999).  Sobre ‘O Político’ de Platão. São Paulo: Loyola, 2004.

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(12) Cf. minha discussão sobre as relações entre política e ciência no texto Ciência: Pílulas Democráticas 3 (2010), disponível em:

http://www.slideshare.net/augustodefranco/pilulas-democraticas-3-ci...

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(13) “O conceito de educação – ao contrário do que parece – é um conceito totalizante e regressivo. Não é a toa que tenha surgido juntamente com o conceito de sociedade. Não pode existir ‘a’ educação, assim como não pode existir ‘a’ sociedade. Não há uma educação e sim uma diversidade de processos de aprendizagem. Não há uma sociedade e sim uma diversidade de sociosferas. O consenso que se generalizou sobre ‘a’ educação é paralisante. A crença de que a educação vai resolver todos os problemas está tão generalizada que as pessoas sequer percebem que, se isso fosse verdade, países como a Bulgária ou Cuba seriam considerados desenvolvidos”. Trecho transcrito de Fluzz & Escola: ed. cit.

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(14) Cf. excertos Fluzz (ed. cit.) compilados em Fluzz & Estado (2011). Disponível em:

http://www.slideshare.net/augustodefranco/fluzz-estado

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(15) Idem.

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(16) Cf. FRANCO, Augusto (2011). É o social, estúpido! Três confusões que dificultam o entendimento das redes sociais. Disponível em:

http://www.slideshare.net/augustodefranco/o-social-estpido

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(17) Plínio Sussekind Rocha, filósofo da ciência, em comunicação pessoal ao autor, um ano antes da sua morte, em reunião do grupo que constituiu a sua última geração de “discípulos”, no seu apartamento na Cruz Vermelha (RJ), nos idos de 1971. Desse grupo faziam parte Alexandre Sérgio da Rocha (Diretor do Instituto de Física da UFRJ), Sérgio Murilo Abrahão (professor), Augusto de Franco, Marco Antonio Sperb Leite e Fernando Buarque de Nazareh (alunos). Depois de ser cassado pelo Ato Institucional 5, Plínio começou a zombar da universidade, a tal ponto que chegou a traduzir o livro de Carl Hempel, Filosofia da Ciência Natural (Rio de Janeiro: Zahar, 1970), assinando-se como professor da Universidade Federal da Guanabara, instituição que nunca existiu.

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(18) Cf. FRANCO, Augusto (2010). Desobedeça: uma inspiração para o netweaving. Disponível em:

http://www.slideshare.net/augustodefranco/desobedea

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(19) Cf. GORDON, Deborah (1999). Formigas em ação: como se organiza uma sociedade de insetos. Rio de Janeiro: Zahar, 2002.

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(20) Cf. “O Experimento de Duncan”, post do autor na Escola-de-Redes, disponível em:

https://escoladeredes.ning.com/group/estudandoduncanwatts/forum/top...

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(21) Como observou Lynn Margulis (1998) em O que é a vida? (Rio de Janeiro: Zahar, 2002), "os fungos são organismos realmente fractais", que fazem sexo por conexão ou conjugação de hifas (que são tubos que se assemelham aos cabos de rede que utilizamos hoje em dia para conectar nossos computadores) e existem "em extensas redes inacessíveis à visão, situadas abaixo do solo. Grandes micélios de hifas que saem em busca de alimentos prosperam sob as árvores das florestas. Os filamentos vivos chamados hifas tendem a se fundir. Depois de "praticar o sexo", acabam formando cogumelos ou tecidos bolorentos que, por sua vez, sofrem meiose e formam esporos... Toda rede miceliana é um clone fúngico, o filho distante de uma única linhagem genética. Acima do solo, os fungos produzem esporos que flutuam no ar, alguns dos quais você por certo está inalando neste momento. Quando pousam, os esporos crescem onde quer que seja possível. Fazendo brotar redes tubulares, as hifas, no substrato úmido, novamente os fungos produzem quantidades copiosas de esporos, os quais se disseminam, espalhando sua estranha carne pelo solo que ajudam a criar".

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(22) BEY, Hakim (Peter Lamborn Wilson) (1984-1990). TAZ. São Paulo: Coletivo Sabotagem: Contra-Cultura, s/d. Disponível em:

http://www.slideshare.net/augustodefranco/taz-zona-autnoma-temporria

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(*) Augusto de Franco e Nilton Lessa são livre-discentes em várias experiências antecipadoras de Multiversidade.

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