Escola de Redes

Minha experiencia em interatividade vem da análise prática de interações humanas em diferentes planos relacionais a um só tempo: intrapessoais, interpessoais e coletivos/sociais. Quando estudo o fluxo de redes , de acordo com o modo Augusto de Franco nos oferece, abrem-se universos ( tecidos enquanto multiversos) de possibilidades, bastante complexas (no sentido de Morin) de interação. Aí, no meu entender a necessidade de dialogismo, compreendido como a prática real de interatividade entre diversos e inclusive antagonicos, de primeiro momento. Um espaço interativo precisa , alem disso avançar como espaço de práticas dialógicas.

Teremos condições tecnologicas nessa ou em outra plataforma de internet de intercambio de informações algo proximo ao intercambio de uma rede social em ato?

Sabemos, todos, que a interatividade sabida mas não praticada não gera conectividade.

Meu receio é o de produzirmos posts de comentários e metacomentários,num movimento de expansão em bolha, sem um movimento recursivo de sintese inclusivas, fazendo conversar momentos de análise e de sinteses, tal bolha possa se diluir e desvanecer-se antes mesmo de produzir seus melhores efeitos.

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