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Física Quântica e Espiritualidade - Laércio B. Fonseca

Para aqueles que pesquisam sobre física quântica. Nos ajuda a compreender porque tudo que é sustentável é em forma de rede. Atenção especial para o conceito de CORRELAÇÃO QUÂNTICA !!! Namaskar.

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Tags: correlação, física
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Comentário de Vivianne Amaral em 11 março 2009 às 9:05
Augusto, gostei muito do seu comentário final, pois a medida em que ia lendo teu texto comecei pensar": mas o taoismo... Me aproximei do taoísmo procurando entender a dinâmica dos opostos complementares e procurei respostas para isto em dois campos simultâneamente: um curso sobre Taoismo ( 9 meses, uma vez por semana) e participação no Grupo sobre Pensamento Complexo na Palas Athena, qdo era coordenado por Humberto Mariotti. Foi excelente, me livrei de muitos pesos mortos, inclusive a idéia de que nas redes não poderia haver competição. É fruto desta investigação a seguinte síntese http://nutriredes.wetpaint.com/page/princípios+para+gestão+e+nutrição+da+rede
abraços
Vivianne
Comentário de Guilherme de Barros em 11 março 2009 às 7:53
Amigos, pensei bastante antes de colocar este video aqui. Se outros veriam a relação do tema do video com as redes sociais com vejo. O video é bem longo e trata de vários assuntos 'malucos' e por isso coloquei a observação para o tema "Correlação"... acredito que a correlação entre partículas é a mesma que funciona para correlação entre pessoas, mudando apenas o nível de interação. Ainda assim, decidi deixar este video por algum tempo apenas. E apesar de ter adorado os comentários já postados vou remover o video ok. Vou fazer isso porque acho que a rede precisa de mais foco, principalmente neste início e acredito que certamente estes assuntos voltarão naturalmente com o tempo. Muita paz!
Comentário de Guilherme de Barros em 11 março 2009 às 7:19
É isso aí Augusto... essa da tigela pra encerrar foi fantástica ! Achei interessante o vídeo para o grupo por dois motivos: 1) Vai ao encontro das teorias monistas e 2) Confirma as previsões feitas por Ubaldi, que aliás enviou a ele duas cartas. Uma em 2 de Maio de 1951 e outra em 2 de Julho de 1952. Numa delas dizia: "Para o meu velho cérebro, treinado no racionalismo, tudo isto me parece estranho, porém agradável."

Veja na íntegra:

Cartas de Albert Einstein a Pietro Ubaldi
The Institute for Advanced Study
Princeton, New Jersey — May 2nd, 1951
School of Mathematics
Prof. Dr. Pietro Ubaldi
Gubbio, Italy
Caro Professor Ubaldi,
O senhor Lauck foi muito gentil trazendo-me seu livro e sua carta. Estudei parte dele e admirei a força da linguagem e a vas¬tidão dos assuntos ali tratados. Inicialmente, achei uma espécie de pessimismo em relação à filosofia de Herbert Spencer e uma ên¬fase bastante acentuada na evolução do homem através do esforço individual. Creio que este tipo de apresentação não faz justiça ao fato de que o homem é, predominantemente, um animal social. Com seu empenho para encontrar uma solução geral, em um nível mais abrangente, não me é fácil concordar ou discordar. O perigo de tais tentativas filosóficas está em que as palavras se tornam dis¬sociadas do campo experimental Toda a estrutura me impressiona mais como um trabalho de arte, independente, como uma interpre¬tação intelectual de alguma coisa a mais.
Cordialmente, seu
(a) Albert Einstein

The Institute for Advanced Study
Princeton, New Jersey - July 2nd, 1952
School of Mathematics
Professor Dr. Pietro Ubaldi
Gubbio, Italy
Caro Professor Ubaldi,
Muito obrigado pelos dois livros que o senhor Lauck, gen¬tilmente, me entregou. Tentei ler seu livro sobre filosofia da vida. Para meu velho cérebro, treinado no racionalismo, tudo isto me parece estranho, porém agradável.
Com minhas recomendações, Cordialmente seu,

(a) Albert Einstein.

Com relação a Einstein, Ubaldi afirmou: "Aproximando-me do Prof. Einstein e de seu pensamento, compreendi uma coisa: a alta matemática está muito próxima das especulações filosóficas. Isto, para mim, estabeleceu uma ponte entre a ciência e o espiritualismo. Desde então encarei os proble¬mas do espírito, não somente como biológicos, sociais, artísticos, mís¬ticos, espirituais, filosóficos, religiosos etc., mas também como problemas estritamente científicos.
Comparando os resultados atingidos por Einstein com os atingidos pelos outros cientistas modernos, cheguei à conclusão de que, de tanto aprofundar as suas pesquisas, a mais adiantada ciên¬cia materialista haveria de encontrar o espírito. Achei que a ciên¬cia, estudando sempre mais a fundo o nosso mundo psico-dinâmi¬co, não poderá deixar de descobrir nele o pensamento que o dirige, a inteligência que a lei dos fenômenos nos revela.
Einstein ensinou-me que a nova física deve confiar sem¬pre mais nos matemáticos, que elaboram sobre abstrações, afastan¬do-se do velho conceito do materialismo científico. A ciência atual, de fato, abstrai-se, cada vez mais, da realidade sensória, numa cons¬tante diminuição de contatos, construindo numa espécie de vácuo feito de uma realidade mais verdadeira, porque mais profunda, na forma da lógica matemática. Este progressivo afirmar-se do pensa¬mento puro, denota uma efetiva elevação em direção ao espírito; quer isto dizer que a ciência está chegando, por si só, sem inter¬venção espiritualista, a admitir que a última realidade do universo é o pensamento, um pensamento cósmico, em que o homem está mergulhado, de que faz parte, mas que existe independentemente dele.
Esta é a revolução que se está operando no próprio seio do materialismo; este é o maior valor das descobertas modernas, porque nelas se encontra completa a semente de um futuro desen¬volvimento da ciência no espiritualismo. Este não se apoiará mais apenas sobre a fé e a revelação, mas alicerçar-se-á em provas po¬sitivas, racionalmente demonstradas. Hoje chegamo
Comentário de Augusto de Franco em 11 março 2009 às 6:06
O problema com essas especulações espiritualistas é que elas tentam se apoiar em teorias físicas como a mecânica quântica (em geral sem tê-las digerido, pois que é muito difícil mesmo: até Einstein teve dificuldades com isso), para reeditar esquemas míticos, sacerdotais, hierárquicos e autocráticos de visão sobre o mundo e de interação com o mundo. Se você for investigar vai descobrir - é batata! - paradigmas de tradicionalidade aninhados como memes regressivos no interior desses discursos. Não é por acaso que eles vivem siderados por encontrar (ou demonstrar a existência de) um padrão de Ordem. A fronteira entre a saudável loucura criativa e as especulações fantasiosas (das quais, por exemplo, tivemos uma overdose na New Age) é muito tênue... Falo como um (ex) físico e como alguém que se dedicou durante alguns anos a estudar o confronto entre as vertentes utópico-proféticas e mítico-sacerdotais na invenção do Ocidente. Nas segundas a estrada para o futuro é pavimentada pela crença em uma origem ancestral na qual já estaria contida em germen tudo o que veio depois... O padrão é recorrente. Com o tempo imaginei ter encontrado um antídoto contra essas coisas: nada de leis, nada de ordem pretérita (nada de Platão no Timeu ou na Sétima Carta), nada de hierarquia, nada de um lado branco em guerra um lado negro (porque a guerra é em si o mal), nada de arquétipos como programas rodados pelas mentes dos indivíduos, nada de autocracia (tudo isso vem junto num pacote, é uma espécie de complexo). Sócrates foi condenado por um bom motivo (e Platão fugiu para não ser pego). Redes e democracia, imprevisibilidade, nenhuma segurança, nenhuma certeza apoiada em conhecimentos ancestrais ou em uma capacidade espiritual de comungar com schemas anteriores ao criado (por isso, aliás, gosto tanto do produto dessa simbiose casual entre o budismo e o taoismo que deu origem ao Zen, o melhor movimento de desconstituição de certezas que já vi: coma quando tem fome, beba quando tem sede, durma quando tem sono e, quando alguém lhe perguntar qual o segredo do universo, pergunte se ele já lavou sua tigela). É...
Comentário de Clara Pelaez Alvarez em 10 março 2009 às 21:58
Estou achando interessante que o pessoal por aqui está ficando cada vez mais ousado! (Acho ótimo, aliás!) Já rolou Pedro Ubaldi e agora colocaram a física quântica na roda! Este vídeo está falando inclusive de vida fora do planeta! he he he

Modelo matemático para falar com os mortos! Essa superou tudo que já tinha ouvido! O ET conhece meu espírito e sabe da vida após a morte! Céus, como esse cara sabe disso? Que figura peculiar!

Ele tem razão quanto à chatice dos físicos.... he he he (Vivi alguns anos no meio deles...)

Definitivamente esse cara é muito herege...rs rs Diz ele que o fenômeno da não-localidade explica como os espíritos se comunicam! Do jeito que vai a coisa, daqui a pouco ele se sai com uma fórmula matemática para explicar os espíritos!

(Em tempo, estou assistindo o filme e fazendo os comentários à medida que eles me ocorrem.) Aproveitando pra descobrir se tem algo que eu possa aproveitar nas aulas de física que dou, mas está ficando claro que sou muito tradicional quando dou aulas sobre isso... Hummm!

A consciencia como partícula! Uau!

Uma hora de palestra. Onde será que isso vai parar?

Ele quer explicar o mundo dos espíritos matematicamente! E, segundo ele, os espíritos lhe davam as dicas!

O tempo não é real, é uma invenção dos físicos... Já tive altas discussões sobre isso. Tempo é medida de movimento...acho.

Interessante o eletroencéfalo acusar a recepção de energia que outra pessoa está enviando! E a transmissão não é explicável através de sinais eletromagnéticos e sim através do entrelaçamento quântico! Interação não-local. A consciencia tem caráter ondulatório e obedece às leis da física quântica. Estados quânticos da consciência. Eis algo!

Comecei cética e acabo achando que pode ser que o cara tenha algo! Estou impressionada! Mas que a teoria é bombástica, é! Vou passar algum tempo digerindo o que esse cara disse!

© 2014   Criado por Augusto de Franco.

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