Escola de Redes

Recentemente li o livro O Poder das Conexões de Nikolas Christakis e James Fowler. Sempre vivemos em Rede e a escola não se reconhece como uma Rede, não exercita a conexão entre as pessoas. Por isso, reproduzo aqui um texto publicado pela Revista Época na web falando sobre o conceito do livro, vale a pena uma lida....

Vale também olhar o site dos autores

O poder da amizade

Novas pesquisas mostram que seus amigos – e até os amigos dos amigos de seus amigos – podem fazer você mais rico, mais feliz, mais magro, mais saudável...
David Cohen e Marcela Buscato. Com Andres Vera, Martha Mendonça e Peter Moon
André Arruda
ALONGAMENTO
Marcella (à esq.) levou a irmã, Jullie (ao centro), para o mundo da malhação. E Jullie convenceu a vizinha, Ana Paula
A ideia de que os amigos exercem influência sobre nós tem pelo menos 3 mil anos. É mais ou menos dessa época o registro de um ditado assírio: “Diga-me quem são seus amigos e eu direi quem você é”. (Que um ditado similar – “Diga-me com quem andas...” – seja comum no Brasil mostra quanto essa percepção resiste ao tempo e às diferenças culturais.) Mas só agora começamos a entender até onde a influência de nossos amigos se estende – é para bem mais longe do que supúnhamos.

Para o filósofo grego Aristóteles, um dos patriarcas da sabedoria ocidental, amizade era “uma única alma habitando dois corpos”. Ou, como disse o filósofo e político romano Cícero, três séculos depois, ter um amigo é ter um segundo eu. A escritora francesa Anaïs Nin definiu o mecanismo dessa influência de forma poética: “Cada amigo representa um mundo em nós, um mundo possivelmente não nascido até que ele chegasse, e é somente através desse encontro que um novo mundo nasce”. Com um pouco menos de poesia e um tanto mais de senso prático, milhões de pais compartilham essa opinião. E tratam de averiguar em que companhia andam seus filhos adolescentes – justamente por medo de que aflorem neles alguns mundos estranhos a seus valores.

É tão arraigada a noção de que as amizades ajudam a definir nossos caminhos na vida que um dos mais bem-sucedidos livros de autoajuda de todos os tempos (15 milhões de cópias vendidas no mundo inteiro) carrega o sugestivo título de Como fazer amigos e influenciar pessoas. Escrito em 1936 pelo palestrante motivacional americano Dale Carnegie, o texto resiste até hoje como um manual para se dar bem na vida. Mas finalmente está se tornando desatualizado.

Uma série de pesquisas começa a mostrar que o poder da amizade é bem mais amplo do que imaginamos. De acordo com dois pesquisadores americanos, não somos habitados apenas pelos mundos criados por nossos amigos. Temos dentro de nós também os mundos criados pelos amigos dos nossos amigos e pelos amigos dos amigos dos nossos amigos. Os argumentos deles estão no livro Connected – The surprising power of our social networks and how they shape our lives, recém-lançado nos Estados Unidos (a edição brasileira, O poder das conexões – A importância do networking e como ele molda nossas vidas, deverá ser lançada no dia 25 de novembro, pela editora Campus-Elsevier). A conclusão é desconcertante. Nosso comportamento é moldado, em boa medida, por gente que nem sequer conhecemos, da qual estamos afastados por 2, até 3 graus de separação. “Nosso ponto principal não é tanto mostrar que seus amigos o afetam. Isso é senso comum. Nós mostramos como pessoas que não conhecemos nos afetam”, diz o médico e sociólogo Nicholas Christakis, professor da Universidade Harvard e coautor do livro, junto com o cientista político James Fowler, da Universidade da Califórnia em San Diego (leia a entrevista)

Por mais surpreendente que pareça esse contágio, não é difícil encontrar evidências dele. Em 2001, o empresário paulistano Luis Carlos Cabernite viu um grupo de golfistas no aeroporto, indo para Punta del Este. Como ele também ia para lá, visitou o campo. Encantou-se e, de volta a São Paulo, começou a fazer aulas de golfe. Seu entusiasmo atraiu o irmão, Paulo. Paulo “contaminou” a namorada, Adriana (hoje sua mulher), e o amigo José Mauro Gabriolli, um publicitário. “Há uns três anos, fui ver o Paulo num torneio e decidi experimentar”, diz Gabriolli. “Não parei mais. Agora estou tentando trazer minha mulher.” Ele adquiriu um hábito semanal influenciado por Paulo Pimentel, um desconhecido – o organizador da turnê de golfistas que encantou o irmão de seu amigo.

Da mesma forma, a empresária carioca Marcella Tcheh, atleta convicta desde os 15 anos, influenciou sua irmã, Jullie, a fazer ginástica numa academia. E Jullie levou para a ginástica uma vizinha, a publicitária Ana Paula Perissé. O processo também ocorreu com um grupo de ciclistas de São Paulo. A analista de sistemas Flávia Grohmann convidou a colega de trabalho Cristiane Fogaça para participar de uma trilha de bicicleta. Cristiane chamou o marido, Marcelo Castro, e Marcelo levou sua irmã, Ana.

É provável que todos tenhamos não uma, mas algumas histórias desse tipo em nossa vida. Só não percebemos a influência dos desconhecidos porque, bem, eles são desconhecidos. Quando Fowler e Christakis analisaram estudos com dados de milhares de pessoas, ao longo de quase 50 anos, esses laços ficaram mais claros. Eis algumas de suas descobertas.

“Nosso ponto não é que seus amigos o afetam. Isso é senso comum. Nós mostramos como desconhecidos nos afetam”

1 . A felicidade do vizinho pode bater a sua porta

Segundo a análise matemática que os dois autores fizeram a partir de dados obtidos de uma ampla rede de relacionamentos, uma pessoa tem 15% a mais de chance de ser feliz se alguém diretamente conectado a ela (amigo, parente, vizinho, colega) for feliz. Até aí, nenhuma surpresa. Isso pode acontecer de várias maneiras: seu amigo “contamina” você com seu bom humor, ou você se sente feliz por ele, ou ainda a felicidade dele é causada por algo que também afeta você (o time de futebol para o qual vocês dois torcem ganhou o campeonato nacional, por exemplo). Mas Fowler e Christakis também descobriram que uma pessoa tem 10% a mais de chance de ser feliz se alguém com 2 graus de separação (o amigo do amigo) ficar mais feliz. E 6% a mais de probabilidade se o felizardo estiver a 3 graus de separação. O efeito da felicidade alheia sobre a sua, dizem os pesquisadores, dura cerca de um ano.

Uma chance extra de 6% de aumentar seu nível de satisfação com a vida pode parecer pequena. Não é. Basta compará-la com um estudo clássico feito em 1984, segundo o qual ganhar US$ 10 mil eleva em 2% a possibilidade de alguém se considerar feliz. “Mesmo pessoas a 3 graus de separação, que você pode jamais ter encontrado, têm um impacto maior sobre sua felicidade que um maço gordo de notas de US$ 100 no bolso”, escreveram Fowler e Christakis.

2 . Os amigos dos amigos são decisivos para sua renda

Esse é um dos primeiros achados dos estudos de redes sociais, feito na década de 70 pelo sociólogo Mark Granovetter, da Universidade Stanford. A pesquisa de Granovetter consistia em perguntar às pessoas quem as havia indicado para o atual emprego. Em 17% dos casos, eram amigos próximos (que eles viam com frequência); em 55% dos casos, os indicados viam ocasionalmente as pessoas que os referendaram; em 28% dos casos, raramente. Ele mostrou que as pessoas mais importantes, quando queremos conseguir emprego, são as mais afastadas. Isso acontece porque esses laços mais fracos, como os chamou Granovetter, abrem outro universo. Seus amigos próximos sabem mais ou menos as mesmas coisas que você sabe, veem as mesmas oportunidades, conhecem a maioria das pessoas que você conhece. Então, não o ajudam a sair de seu círculo imediato. Os laços mais fracos funcionam como janelas para as oportunidades de emprego – e de romance, ou satisfação de novos interesses, ou de negócios. É bem estabelecido, por vários estudos, que pessoas bem conectadas ganham melhor. Por isso, quanto maior for a rede social, quanto mais diversificados os papéis encontrados, mais qualidade de vida ela nos oferece.

3 . Os amigos engordam juntos

Fowler e Christakis descobriram que há uma espécie de atração entre obesos nas redes sociais. Uma pessoa gorda tem mais chance de ter relações próximas com gente obesa do que uma pessoa magra. Há várias explicações possíveis. Uma delas é o que os sociólogos chamam de homofilia – gente parecida conosco nos atrai. Assim, indivíduos gordos tenderiam a se aproximar de gente gorda com mais frequência que indivíduos magros. Outra explicação é que a obesidade de pessoas próximas tenha uma causa comum, como a abertura de uma lanchonete perto do local onde moram. Finalmente, há a explicação de que um indivíduo influencia o outro. “Isolamos o efeito da homofilia porque temos informações de como a rede social que estudamos muda com o tempo. Assim pudemos descartar os casos em que havia indicações de escolha dos amigos”, diz Fowler.

Caio Guatelli
QUADRILHA
Flávia Grohmann (à dir.) levou Cristiane Fogaça (a seu lado), que levou seu marido, Marcelo Castro, que levou a irmã, Ana Castro, a entrar para o time das pedaladas

Quanto à obesidade de dois amigos ter uma causa comum, ele diz ser possível descartar a hipótese porque as amizades são desequilibradas – às vezes uma pessoa cita outra como grande amiga, mas não é citada de volta. Os dois autores dizem ter constatado que a influência para se tornar mais obeso é muito mais forte entre amigos mútuos. Se uma pessoa que cita você como amigo, mas a quem você não cita, engorda, o efeito dos quilos extras dela sobre sua cintura é nulo. “Se eu o escolho como amigo e você não me escolhe, eu provavelmente o estimo mais, me preocupo mais com o que você faz”, diz Fowler. “Quer dizer que você tem um efeito sobre mim, mas não o contrário. E foi exatamente isso que nós encontramos. Se fosse culpa de uma lanchonete que abriu na vizinhança, nosso peso aumentaria e diminuiria junto, sem importar quem se considera amigo de quem. O fato de haver essa orientação do efeito sugere que existe uma relação de causa.”

E como se explicaria esse contágio? Uma das possibilidades é que ele se dê pela imitação de hábitos. Se você almoça com gente que enche mais o prato, pode passar a encher o seu, também. Fowler e Christakis preferem outra explicação. Acham que a proximidade de pessoas obesas muda nossa percepção do que é um corpo normal. “O que passa de uma pessoa para outra é o que os cientistas sociais chamam de norma, uma percepção compartilhada sobre o que é apropriado”, escreveram. Por isso, seria possível a influência pular um elo da cadeia, como no seguinte caso hipotético. Se Maria engorda, e Ana é amiga de Maria, pode adaptar sua percepção do que considera ser um corpo adequado. Assim, quando Madalena, outra amiga de Ana, começa a ganhar peso, Ana não exerce pressão para que ela faça regime. Portanto, Maria influenciou Madalena, mesmo sem conhecê-la, e mesmo que a intermediária desse contágio, Ana, não tenha engordado.

Nossos amigos veem as mesmas oportunidades que nós. Os amigos deles é que servem de janelas para oportunidades

4 . Os fumantes vão para fora juntos

Os dois autores detectaram o mesmo fenômeno em relação ao cigarro. Em 1971, fumar era um ato independente da posição social. Era tão provável um fumante estar no centro da rede social (ter mais conexões, ser socialmente mais importante) quanto um não fumante, ter tantos amigos quanto um não fumante. Conforme os anos foram passando, os fumantes migraram para a periferia das redes, do mesmo modo como têm sido forçados agora a ir para fora dos prédios para fumar. “Eles não apenas ficaram menos populares, seus amigos são menos populares”, escreveram Fowler e Christakis.

Christakis começou a se interessar pelo contágio nas redes sociais porque, como médico, esbarrou num desses episódios. Uma de suas pacientes era uma doente terminal. A filha, que cuidava dela, estava exausta. O marido da filha começou a se sentir doente, por lidar com o estresse da mulher. E, um dia, Christakis recebeu o pedido de ajuda de um amigo do marido, que se dizia afetado pela situação toda. Em 2002, Christakis conheceu Fowler, um estudioso de redes sociais, e ambos decidiram trabalhar juntos. Sua ideia inicial era realizar uma pesquisa que acompanhasse os hábitos de 31 mil adultos durante seis anos. Mas, sem verba, tiveram de procurar dados de pesquisas já feitas. Foi então que a sorte os ajudou.

Christakis conhecia o estudo sobre coração de Framingham, uma pesquisa célebre de que deriva grande parte do conhecimento médico sobre os hábitos que interferem em doenças coronarianas. Framingham é uma pequena cidade no Estado de Massachusetts, com cerca de 15 mil habitantes. Em 1948, autoridades americanas iniciaram ali um estudo de acompanhamento da saúde dos cidadãos. Quase dois terços dos habitantes concordaram em ser voluntários do estudo, que checava sua saúde e outras informações a cada dois ou quatro anos. Muitos dos filhos e netos desses voluntários aceitaram continuar o estudo, a partir de 1971 e 2001, respectivamente. A sorte de Christakis e Fowler é que, em meio aos registros da pesquisa de Framingham, havia cadernos com anotações à mão listando quem eram os amigos, parentes, colegas e vizinhos de cada participante. O objetivo das anotações era que os voluntários pudessem ser encontrados, caso se mudassem. E, como a cidade é pequena, vários desses amigos ou parentes também eram voluntários, o que permitiu coletar dados sobre eles.

Christakis e Fowler montaram uma equipe para coletar essas informações e, ao fim de alguns anos, conseguiram estabelecer um conjunto de mais de 5 mil indivíduos, com mais de 53 mil conexões (entre amigos, parentes, vizinhos e colegas de trabalho). Então puderam analisar os dados, primeiro de como os habitantes de Framingham foram ficando mais gordos com o passar dos anos.

Em seguida, testaram sua hipótese de contágio em relação à felicidade. Descobriram que, quanto mais amigos você tem, maior a chance de ser feliz (independentemente de seus amigos estarem ou não satisfeitos com a vida). Poderia ser um efeito, em vez de causa: gente feliz tende a atrair mais amigos. Mas eles dizem ter checado. Ao longo dos anos, as pessoas mais felizes não assumiam postos mais centrais na rede.

Parece uma conclusão óbvia: afinal, amigos fortalecem nossa estrutura emocional. Mas geralmente as pessoas apontam para os benefícios de um círculo de amigos íntimos como a fonte da felicidade. Fowler e Christakis dizem que o maior efeito não vem desse primeiro círculo, e sim dos outros. Talvez o número de amigos importe mais que a força de cada amizade porque a grande quantidade de interações aumenta a chance de você ter experiências boas. Esse é o raciocínio da psicóloga gaúcha Aline Daronco, que mora no Rio de Janeiro e cultiva um círculo grande de amizades. “As amigas são meu elixir da felicidade. Nós nos divertimos muito. Se uma de nós está sozinha ou cansada numa sexta-feira, é comum as outras irem buscá-la para sair”, diz. Aline afirma que todas da turma têm em comum o alto-astral. “Talvez estejamos sempre juntas por isso ou talvez tenhamos alto-astral porque estamos sempre juntas. O que vem primeiro eu não sei. Só sei que na minha vida não há lugar para tristeza ou depressão.”

As teses de Fowler e Christakis não foram recebidas com unanimidade. Um de seus principais críticos é Jason Michael Fletcher, professor da Escola de Saúde Pública da Universidade Yale. “Eles mostram que ter um amigo feliz (ou gordo) está associado a sua felicidade (ou obesidade), não que essa é a causa”, diz Fletcher, um estudioso das redes sociais na educação de adolescentes. Na mesma edição, no fim do ano passado, em que o British Medical Journal publicou um artigo sobre a felicidade escrito por Fowler e Christakis, havia outro, de Fletcher, alertando sobre o perigo de estabelecer relações de causa e efeito sem os devidos cuidados. Aplicando os mesmos métodos de análise dos dois, Fletcher chegou às improváveis conclusões de que altura, dores de cabeça e acne também são fenômenos contagiosos.

Outra crítica é que na pesquisa de Framingham as pessoas só tinham de apontar um amigo. “A maior parte da rede social estava invisível para os cientistas”, afirma o matemático americano Steven Strogatz, pesquisador da Universidade Cornell e um dos mais respeitados especialistas em redes complexas. Com isso, os pesquisadores podem não ter conseguido enxergar influências ambientais que afetassem um mesmo círculo de amigos.

Renato Stockler
LONGA TACADA
Cabernite (à frente) e Gabriolli, num campo de golfe em Cotia, São Paulo. Eles só estão aí porque um conhecido do irmão de Paulo começou a jogar

Apesar das críticas, vários estudiosos de redes consideram o trabalho de Fowler e Christakis promissor. O cientista húngaro Albert-László Barabási, professor da Universidade Notre-Dame, nos Estados Unidos, diz que o debate em torno da metodologia é saudável porque é assim que se faz ciência. “É sempre bom ter cautela, os dados nunca são perfeitos. Mas as descobertas importantes são feitas quando os dados ainda estão incompletos e não muito claros. Se eu tivesse de apostar na conclusão desse debate, diria que os resultados de Fowler e Christakis sobreviverão mesmo quando tivermos desvendado toda a rede social.”

Se estiver correto, o livro de Fowler e Christakis abre campos novos para a compreensão de como tomamos decisões e mesmo para as políticas de saúde pública. Eles sustentam, por exemplo, que em vez de vacinar 95% da população contra uma gripe, bastaria imunizar 30% das pessoas mais conectadas para atingir a mesma eficiência no combate à epidemia. Também afirmam que a generosidade é contagiosa. Num experimento que fizeram, voluntários recebiam dinheiro e tinham de dar uma parte ao grupo. Quando as pessoas caíam num grupo de gente mais generosa, na rodada seguinte elas doavam mais – mesmo tendo sido transferidas para um grupo diferente.

Mas o livro também levanta questões morais difíceis. Se você não quer ficar obeso, deve se afastar dos amigos que engordaram? Ou deve despender esforços para migrar para o centro da rede social – lá onde as pessoas são mais felizes e mais ricas? Fowler diz que esses esforços teriam sucesso limitado. “Nossa posição na rede social é influenciada não só pelo ambiente, mas também por nossos genes”, diz. “Isso significa que algumas pessoas são naturalmente mais propensas a ocupar um lugar central.” Mais importante que isso é a conclusão inversa: perceber que, se somos influenciados por desconhecidos, nós também os influenciamos. Nosso impacto no mundo é, portanto, muitas vezes maior do que conseguimos perceber. É uma baita responsabilidade.

Algumas pessoas são naturalmente mais propensas a ocupar um lugar central nas redes de relacionamento

Link para a matéria: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI100540-15224-1,00...

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Comentário de Line Mayer em 9 novembro 2010 às 22:39
O universo é uno e estamos todos envolvidos, o que acontece no Japão nos afeta, o que fazemos na nossa casa, afeta o mundo todo, e o segredo é esse, responsabilidade pelo mundo compartilhada.Como diria Gandhi sejamos a mudança que queremos no mundo. Viver é um ato extremamente político.
Comentário de Robson Barros em 22 junho 2010 às 0:19
... Gentileza gera gentileza...

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