Escola de Redes

Acabei de ler de novo o texto do Augusto:

http://www.slideshare.net/augustodefranco/o-social-estpido

onde ele coloca que a rede não é o site da rede. Não entendo nada de programação e desconheço se existe mas penso que se houvesse uma plataforma de interatividade que funcionasse na base to peer to peer como o Napster e outros funcionavam, só que nesse caso não seria para a troca de arquivos e sim para formar e manter links de forma distribuída. Não sei se isso é possivel estrutralmente ou se os nossos PCs domésticos tem capacidade e são seguros para isso. Nessa estrutração cada um seria responsável por sua conectividade e possivelmente por trafego. Posso estar pensando o obvio, o já pensado ou o impossivel, mas seria algo mais ou menos assim. Cada nó manteria um espelhamento da rede a partir do seu ponto com 2 ou 3 graus de profundidade, e possivelmente uma redundância de informação. Os registros de timelines e compartilhamentos seriam mantidos de forma mais inteligente e conveniente, e os nós teriam possibilidade de ter suas proprias caracteristicas internas, cada nó sediado num pc ou numa array de pcs, ou virtualmente na nuvem seria mais que apenas uma web page com hipertexto, mas teria sua caracteristica e feel particular, poderia oferecer inteligencia, processamento, memória, conexão, opinião ou o que seja. Isso seria mais interativo não é? Alguem imagina que seria possivel? Já existe algo assim? A arquitetura da net impediria que se estruture essa meta net p2p? Estou falando algo muito "fora" e irrelevante?

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Comentário de Guga Casari em 8 agosto 2013 às 19:23
Eu estou dando pitaco numa seara que nāo conheço muito. Vou estudar mais o assunto antes de sair falando muita besteira...
Comentário de Augusto de Franco em 7 agosto 2013 às 9:27

Não Guga, não quis dizer isso. Mas muita coisa mudou mesmo, embora ainda não tenhamos uma internet distribuída ou P2P. Há coisas interessante em termos de Redes Mesh. Serão muitas "internets" (abreviatura de interconnected networks).

Comentário de Guga Casari em 7 agosto 2013 às 7:42
Oi Augusto, o texto é de 2011, mas o que tem isso? Vc quer dizer que algo mudou? No sentido dessa "plataforma" p2p estive vendo que é tecnicamente bastante complexo. Pelo que vi uma das principais centralizaçōes que ocorre na rede, senāo a mais fundamental, é a do registro dos dominios e atribuiçāo dos IPs, bem como a sistemática de busca e memória do que linka com o que. Ou seja parece que tecnicamente, posso estar enganado, existe uma certa eficiencia em centralizar algumas informaçōes por facilitarem a velocidade de acesso. Será que é possivel superar essa limitaçāo de modo que os hubs se tornem efetivamente auto sustentáveis? Será possivel que a net se sustentasse apenas com cada nodo sendo o registro de seus proprios links? Pois é curioso que uma estrutura da qual se diz distribuida consiga funcionar sobre uma arquitetura fisica que nāo tem uma forma exatamente descentralizada. Tem vário problemas aí que devem ser muito evidentes pra quem conhece esse assunto a fundo. Um deles é exatamente o controle estatal, espionagem dos fluxos, ou apropriaçāo indevida do fluxo via data mining e etc.

Posso estar pensando de modo meio obtuso, por que hoje tem a nuvem. Será que Uma internet "natural" que pudesse existir fora de googles e facebook obrigaria aos hubs receberem e direcionarem os fluxos, provavelmente por intermédio dos aparelhos fisicos, pcs e etc, e nāo roteados por fora, via a virtualizaçāo dos links. A internet primitiva era assim, penso...
Comentário de Augusto de Franco em 5 agosto 2013 às 17:31

O texto é de 2011, Guga.

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