Escola de Redes

Ser sucinto, na rede, é convidar a colaboração

Os textos longos são do meio da colaboração acadêmica, a colaboração em rede ganha quantidade e qualidade por muitos posts de muitas pessoas.

Quanto mais extensos os textos de um fórum menos gente participa e principalmente a geração que cresce na rede, essa então passa longe.

Tentemos a síntese, mesmo que alguns conceitos fiquem imprecisos ou deselegantes como o caso deste post.

Longas desculpas pela crítica, mas foco curto no sucesso da comunidade

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Comentário de Rafael em 23 dezembro 2008 às 14:36
impossível ser sucinto e iluminista. hehehe

Grato pleo papo e tão log tenha tempo de ler sobre seu texto sobre genética dou um feedback.

Grande abraço
Comentário de Augusto de Franco em 23 dezembro 2008 às 5:09
O que quis dizer, caro Rafael, é que não temos que mudar a sociedade para alguma coisa que ela não é e sim vivê-la como sempre foi desde quando não é invadida por programas verticalizadores... Mas essa é uma conversa longa, que implica um questionamento ao modelo transformacional da mudança que surgiu com o iluminismo.
Comentário de Rafael em 22 dezembro 2008 às 22:55
Discordo.
É um engano confundir a inexorabilidade da revolução da rede com a constituição real das novas interfaces das redes distribuídas. A rede é instrumento da possibildiade de construirmo uma nova sociedade. Mas ainda n vivemos sob valores instiudos da rede, ou vivemos? até lá temos muito o q mudar e aqui volto a origem do tópico, se soubermos nos apropriar de uma nova estética de comunicação teremos mais força para acelerar as mudanças.
[]´s
Comentário de Augusto de Franco em 22 dezembro 2008 às 20:11
Isso mesmo, caro Rafael! Agora, quem sabe, está chegando o dia que a gente vai debater a tal "transformação". Essa idéia de que a gente tem que se transformar ou transformar a sociedade foi uma coisa ruim que colocaram na nossa cabeça (he he). Por isso a rede não é um instrumento para fazer a mudança (a transformação): ela já é a mudança. Abraços.
Comentário de Rafael em 22 dezembro 2008 às 18:53
Olharei sim Augusto.
Mas por favor não confunda meu pensamento como patrulhamento. Somente acredito que a estética da web será a cada dia mais seletiva de postagens que favoreçam a colaboração.
Me atrevo a uma assertiva provavelmente errada: "uma forma de expressão humana constituirá tanto mais poder de transformação quanto estimular a colaboração sobre e a partir dela mesma e portanto toda manifestação de idéias será mais conectada a estética da rede quanto fácil for editá-la e transformá-la dentro da mesma”.
Por isso odeio PDF e por isso prego a busca da síntese.
Mas viva a seleção não natural evolutiva da rede. Cada uma escreve como quiser.
Comentário de Augusto de Franco em 22 dezembro 2008 às 17:18
Sim, é uma boa conversa. E o Raulino mais uma vez tem razão ao salientar - conquanto insista na tal 'dialética' - que "fica difícil ser sintético com tema desta densidade". Mas vamos prosseguindo e construindo significados na rede. Rafael, que citou Dawkins (que não é sintético, he he), poderia dar uma olhadinha nos meus comentários sobre a visão neodarwinista (é um pouco grande para os padrões atuais, mas, garanto, é bem menor do que os livrinhos do Dawkins). Recomendo vivamente tal leitura porque tem a ver com regulação na rede por emergência versus seleção por variação no mercado e, supostamente, na natureza. Não é propriamente uma leitura de Natal (ou, quem sabe, talvez seja, já que a grande descoberta ali é que os deuses existem sim - quem disse que não? - como softwares que "rodam" na rede-mãe. Êpa!
Comentário de Raulino Oliveira em 22 dezembro 2008 às 17:06
A conversa está boa, mas é uma conversa não uma comunicação instantânea.
Óbvio que as redes possibilitam novas linguagens. É isto, me parece que o Rafael quer dizer, mas fica difícil ser sintético com tema desta densidade. O tema do Poder aparece meio torto e o Darwin passa enquanto a caravana discute.
Os milhões de garot@s online provavelmente fugiriam de uma conversa como esta. Eles são construtores criativos de novas dimensões para a comunicação humana. Mas a Internet não é só deles. Velhinhos também se empolgam com a novas tecnologias da comunicação e da informação. São parte desta nova aldeia do virtual que é real.
O tema do Poder nas redes vai precisar de muitos terabites até suas novas formulações se constituírem em todas as possibilidades. O que vai ser real nestes possíveis?
Com o advento da internet, a linguagem escrita sofreu mudanças - principalmente pela característica de agilidade conferida à comunicação instantânea, utilizada por dispositivos on-line.
Os Comunicadores instantâneos são mais ágeis que o e-mail e menos invasivos
que o telefone, os programas de mensagens de texto, como MSN-Messenger, Google
Talk e ICQ Lite, já são parte do cotidiano da sociedade contemporânea.

A linguagem deve ser vista como parte integrante da vida social. Esta visão de interação social, em que o OUTRO desempenha papel fundamental na constituição do significado, integra o indivíduo num contexto mais amplo, revelando relações dialéticas entre a linguagem e o social.

Só não é permitido esquecer que o signo é sempre alguma coisa que substitui outra. E o nosso Rafael há de convir que neste ambiente Wiki onde as relações assíncronas são mais efetivas do que as síncronas, aki naum sria legal eu tentar dzer que ele é :-) ou ke estou :,(
Abraço
Comentário de Rafael em 22 dezembro 2008 às 16:17
Só uma brincaderia para completar o post anterior:

Richard Dawkins:

"A vida resulta da sobrevivência não-aleatória de replicadores aleatoriamente mutantes".

Rafael Oliveira:

“A rede resulta da sobrevivência não-aleatória de replicadores humanamente postantes”
Comentário de Rafael em 22 dezembro 2008 às 14:15
Caro Augusto,
Sobre seus cometários
1) se o meio não muda a mensagem, a mensagem dificilmente impactará o meio.
2) Não quero Ibope, quero colaboração. Poder não centralizado de transformação. Textos longos, em geral (veja isso não é nem quer ser regra), dificultam a colaboração.
3) Aceito a critica, Mas não há algo Darwiniano em indivíduos (nós da rede) escolhendo como gastaram seu tempo em sinergias e simbioses? o tempo de cada nó é finito.

Evoluindo: Viva a seleção não natural evolutiva da rede.

abraços
Comentário de Augusto de Franco em 21 dezembro 2008 às 9:11
Sim, caro Boyle. Mas deixe eu lhe explicar o meu ponto de vista. O princípio aqui é a liberdade (em termos pluriárquicos: ou radicalmente democráticos). Cada qual vai publicar - dentro dos objetivos da Escola-de-Redes e de suas pouquíssimas regras - o que bem entender, em termos de conteúdo, grau de complexidade e até mesmo "abstrusidade" e, inclusive, tamanho. Lerá quem quiser, o quê quiser. Embora seja uma escola, não vamos pretender "educar" os conectados. Ou, em outras palavras, a educação que queremos é aquela ensejada pela interação com a diversidade e com as escolhas do autodidata num ambiente de communityscooling... Acho que, no que tange à regulação dos posts - evitados aquelas poucas regras já estabelecidas no esforço fundante da Escola-de-Redes - o melhor comportamento é: "patrulha zero". Cada qual cuide de si. Não estamos conduzindo nada, não queremos levar o povo pela mão, não somos uma publicação que deve tenha que levar em conta as características do público leitor (que, na verdade, não nos interessa aqui e sim as pessoas que se conectaram porque querem de alguma forma interagir: como leitoras-e-"publicadoras", como "consultadoras"-experimentadoras, como "espiadoras"-e-sintonizadoras etc. Por outro lado, conquanto tenhamos o www.redes.org.br (o mesmo www.vintequatro.com) como uma espécie de blog coletivo, talvez seja bom manter as contribuições em um mesmo ambiente. Grande abraço.

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