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Profa Lia Diskin emociona as pessoas falando de Cultura de Paz, em Londrina.

Profa. Lia Diskin emociona as pessoas falando de Cultura de Paz em Londrina durante a "celebração" de 10 anos de Movimento Pela Paz e Não-Violência.


FOTO 1 Delegado da P. Civil, Sec. Municipal de Defesa Social, Lia Diskin, Reitor UEL, Coordenador FIEP, Comandante Policia Militar.
FOTO 2 Conselheiros da COMPAZ- Conselho Municipal de Cultura de Paz de Londrina, homenageando palestrante
FOTO 3 Público de alunos, professores liderança de ONGs, representantes do Governo, Rotarianos e comunidade em geral
A escritora, conferencista e coordenadora do comitê paulista para a década da Paz, Lia Diskin, fez palestra em Londrina neste dia 24 -quarta, a partir das 8h30, no Rotary Clube. Ela veio à cidade a convite da ONG Londrina Pazeando e do COMPAZ - Conselho Municipal de Cultura de Paz de Londrina, participar a 1° pré-conferencia de Cultura de Paz 2010, e celebrar os 10 anos do movimento na cidade.

Profunda conhecedora do tema "Cultura de Paz", e da alma humana, a Professora Lia Diskin (instituição Palas Athena) deixou as pessoas que assistiram sua palestra muito emocionadas.

Cultura de Paz no direito, na saúde, na educação, nas diversas áreas do saber humano; e como ser pró-ativo e colaborar para a construção de uma "Cultura de Paz", uma vez que estamos tomando consciência em quanto humanidade como somos perigosos para manutenção da VIDA no planeta. Construímos uma cultura de violência ao longo de milênios, que é insustentável para co-existência com um Planeta Vivo e pulsante. Não somos violentos pois isto está em nosso biologia, e muito menos transmitimos isto geneticamente, mas através de condicionamentos sócio-educativos ( veja Declaração de Sevilha/UNESCO/89 - http://www.comitepaz.org.br/sevilha.htm ). Não nascemos sabendo qual é nosso papel na sociedade, temos que aprender, assim "nos tornamos humanos" ao longo da "pequena" existência humana.

O fenômeno da violência (que vem de violar) não é natural, assim com a Paz também não é. Compreender e desnaturalizar as manifestações da violência, faz parte de nosso processo humano. Se construímos uma "cultura de violência" na qual atualmente estamos mergulhados, podemos (e devemos) construir uma "cultura de paz". Só através da reflexão e vivência sobre o tema é podemos sonhar e desejar esta sociedade.

Afirmou a Profa Lia o "papel que estão usando para anotar o que falo, vem da natureza, são milhares de anos de evolução destas plantas, para cortarmos e usarmos sua celulose", o resto de comida que sobra de nossas refeições podem alimentar outras espécies (os passarinhos do quintal) outras VIDAS que estão a milhares de anos evoluindo e se mantendo nesta nossa biosfera. Se tivermos esta consciência, de que cada um de nós é responsável pelos recurso do Planeta, e assim devemos ajudar a preservar e manter o equilíbrio para todos.

O que você deseja Ser : - O melhor do Mundo ou o Melhor para o Mundo. A vida só é possível se manifestar em Rede. O quanto nosso modo de viver, nossa cultura tem no momento contribuído para o desequilíbrio desta Rede da Vida no Planeta? Mas também, se através da reflexão e da ampliação de nossa consciência, desejarmos "mudar", transformar esta cultura (de violência) em uma cultura de paz, quanto podemos contribuir para esta harmonia, para o desenvolvimento sustentável, justo para todas "as vidas" no Planeta, para a Paz em seu significado mais profundo.

VEJAS AS FOTOS na Rede Social pela Paz e Não-Violência.
http://londrinapazeando.ning.com/photo/albums/dez-anos-de-movimento...

Cartilha em PDF em www.foma.am/jobs/senac/Cartilha_CulturaDePaz.pdf



VEJA ENTREVISTA REALIZADA NA RÁDIO UEL FM http://www.uelfm.uel.br/arquivo.php?id=3355

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Comentário de Angela Regina Pilon Vivarelli em 25 fevereiro 2010 às 15:05
“A agressão vai muito além do uso de palavras agressivas ou do ato de agredir fisicamente. Quando não há compreensão há violência... A atual cultura de violência baseia-se em desconfiança e na intolerância; na incapacidade de interagir construtivamente com todos aqueles que são diferentes” (Muller,1995).

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