Escola de Redes

"Temos medo do movimento universal das ondas do Oceano da Mídias porque, ao contrário dos nossos filhos, não reconhecemos os padrões maiores em sua estrutura global.

As políticas antigas tentam erradicar injustiças institucionalizando-as  e incentivam a visão não orgânica da estrutura social. Seus advogados trabalham conscientemente para conter a progressão natural do organismo cultural, admitindo que, sem um conjunto  de disciplinas impostos artificialmente, as coisas ficariam fora de controle.

A política do estilo "screenage" incentiva uma abordagem mais aberta da governabilidade. Em vez de instituir políticas de controle de nossos comportamentos naturais - que até hoje são  considerados egoístas e maus - devemos erodir essas políticas criando uma atmosfera de positivismo irreverente. O ativista "screenage" admite alguma inteligência da parte da população em geral e procura disseminar a informação, promover a interligação e provocar ações de forma tão natural quanto possível. Isso representa uma restauração do otimismo jovem e arrogante.

Os "screenagers" acreditam que os indivíduos que formam nosso mundo devem receber a informação e os instrumentos para analisá-la.

Graças a mídia e a disposição de usá-la, pessoas reais estão ganhando a capacidade de influenciar a direção da política corporativa. A única escolha é armá-las com as habilidades necessárias para administrar com sucesso essa capacidade".

Texto extraído do livro: Um Jogo Chamado Futuro - Como a cultura dos garotos pode nos ajudar a sobreviver na era do caos - Douglas Rushkoff - Editora Revan .

Exibições: 59

Comentar

Você precisa ser um membro de Escola de Redes para adicionar comentários!

Entrar em Escola de Redes

© 2019   Criado por Augusto de Franco.   Ativado por

Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço