Escola de Redes

Que nos falta para ser comunidade?
Temos o lugar, temos a comunicação, talvez tenhamos a resiliencia necessária.
Falta-nos uma identidade comum.
E quando vamos tê-la ?
Quando os outros não reconheçam como tais, como escolares de redes que somos.
E como nos fazemos de uma identidade comum?
Conversando, deixando de ser eus para ser nós.

Em termos de redes isto se traduz em tejindo a rede, densificando os laços. Configurando idéias comuns.

Para isso existe uma outra ferramenta: a wiki, onde possamos ir construindo um universo de definições comuns e que a "dialética" passe a ser algo comum.
-Que cada vez que tenhamos que dizer algo façamos referência a essa wiki e a suas palavras e definições configuradas por todos.
-Que não seja necessário que sejamos espertos para poder interpretar o que aqui se diz.
-Que só teremos que recorrer a nosso wiki dicionário para compreender.
-Que a linguagem da mesma se o de todos.
-Que tenhamos que cambiár as definições um milhão de vezes, se é necessário, mas que cheguemos ao concenso de uma resposta estável e que nos envolva a todos.

Só assim, queridos irmãos, a escola podra entender-se. Como bem recorda Humberto Maturana, Babel não fracassou pelas diferentes línguas que falavam seus construtores, fracassou porque Deus não permitiu que se entieran entre eles

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Comentário de Pedro Caiado Ferrão em 21 abril 2009 às 8:10
Caro Carlos
Sim, mediawiki é um software que se instala num servidor.
Pelo contrário, as plataformas que referi fornecem serviços de wikis no mesmo sentido em que o ning.com fornece serviço de redes sociais ou o blogspot.com fornece serviço de blogues.
Comentário de Carlos Boyle em 20 abril 2009 às 19:12
Si yo conozco mediawiki la paltaforma de wikipedia pero a estas hay que buscarles un servidor
Comentário de Pedro Caiado Ferrão em 20 abril 2009 às 17:54
E, contudo, os wikis seriam a ferramenta ideal para a escrita coletiva de livros e projetos. E nada impede de criar projetos wiki fora do ning e hiperligar para eles aqui no ning.

Sugiro duas plataformas 'gratuitas': http://www.wikispaces.com e http://www.wetpaint.com/

A primeira é mais simples de usar e a segunda mais versátil. Tenho larga experiências de uso da primeira plataforma no apoio às minhas turmas de estudantes universitários (exemplo: http://utad0809epm.wikispaces.com) e acho-a muito prática e fácil de utilizar.

Esta plataforma, já com cerca de 800 mil wikis e 2 milhões de utilizadores, tem uma excelente reputação de apoio aos projectos escolares. Os termos de prestação do serviço, nomeadamente quanto a direitos de autor, podem ser vistos aqui: http://www.wikispaces.com/terms
Comentário de Augusto de Franco em 18 dezembro 2008 às 8:20
Além disse, como aventou o Rafael, nodos também podem ser criados por campanhas, ações etc.
Comentário de Augusto de Franco em 18 dezembro 2008 às 8:20
Boa idéia, Boyle. Mas se trata, mesmo assim, de um ponto de vista da rede, de um grupo local, he he!
Comentário de Carlos Boyle em 18 dezembro 2008 às 8:00
Concordo con vc Augusto.
Então vou criar um nodo de párias cibernétcos para todos aqueles que queremos participar e temos não uma locação territorial
Comentário de Augusto de Franco em 18 dezembro 2008 às 4:57
Muito bem, caro Boyle. Você descreveu o conceito de contextopédia, uma wikipédia comunitária, de sentido compartilhado. Todavia, a Escola-de-Redes talvez seja mais uma rede de comunidades de aprendizagem do que propriamente uma única comunidade, um campo de convivência compartilhada a partir de um propósito. Não é possível conviver - e acompanhar - a atividade de várias centenas de pessoas (no caso, quando escrevo este post, já são quase 500). Estamos agora no tamanho máximo da bule ateniense - aquela que condenou Sócrates, a meu ver, aliás, com toda a razão do ponto de vista da democracia - mas esse número, ao que tudo indica, vai aumentar. Se somos realmente uma rede distribuída (ou mais distribuída do que centralizada), logo logo vai se manifestar aqui o fenômeno do clustering (já está ocorrendo, a rigor). Ou seja, comunidades (como clusters) formam-se "naturalmente" dentro de uma rede distribuída. Assim, "regiões" da rede mais tramadas do que seu entorno, vão criando suas identidades, compartilhando sentidos próprios. Talvez essas "regiões" (do espaço-tempo dos fluxos) coincidam com os nodos (territoriais, no espaço-tempo físico) ou, quem sabe, como sugeriu aqui o Rafael, campanhas, ações. Se tentarmos evitar a clusterização, corremos o risco de estabelecer "oligarquias participativas" (como percebeu Ugarte na sua crítica à chamada Web 2.0) em que um pequeno grupo de ativistas monopoliza a discussão e as iniciativas no seio de um grande contingente de membros. Ademais, precisamos da clusterização para ensejar a criatividade, a inovação, a invenção (como dizia Thompson, as idéias, como as uvas, dão sempre em cachos...). Quando um cluster desse tipo se forma, então ele compartilha um mesmo contexto interpretativo em relação aos termos, conceitos, definições e hipóteses com as quais todos os seus integrantes estão trabalhando.
Comentário de Raulino Oliveira em 17 dezembro 2008 às 20:04
Boyle, legal. Poderemos fazer o Terminologia lá no Media Wiki. Você já é usuário do software?
Crie logo o espaço e vamos convidar o pessoal daqui para participar do ambiente.
(talvez um portal na Wikipedia tb resolvesse).
Abç
Comentário de Carlos Boyle em 17 dezembro 2008 às 14:42
Comentário de Carlos Boyle em 17 dezembro 2008 às 14:39
Solo conozco la wiki de Media Wiki que corre bajo un servidor PHP version 5.0 or later y un servidor de base de datos MySQL 4.0 or later .
Este free soft reproduce la interfase de Wikipedia y es el mas común

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