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http://brucesterling.tumblr.com/post/45107871992/joi-ito-of-mit-med...



Joi Ito of MIT Media Lab:

From a Wired interview:

http://www.wired.com/business/2012/06/resiliency-risk-and-a-good-co...

Ito: There are nine or so principles to work in a world like this:

1. Resilience instead of strength, which means you want to yield and allow failure and you bounce back instead of trying to resist failure.

2. You pull instead of push. That means you pull the resources from the network as you need them, as opposed to centrally stocking them and controlling them.

3. You want to take risk instead of focusing on safety.

4. You want to focus on the system instead of objects.

5. You want to have good compasses not maps.

6. You want to work on practice instead of theory. Because sometimes you don’t why it works, but what is important is that it is working, not that you have some theory around it.

7. It disobedience instead of compliance. You don’t get a Nobel Prize for doing what you are told. Too much of school is about obedience, we should really be celebrating disobedience.

8. It’s the crowd instead of experts.

9. It’s a focus on learning instead of education.

We’re still working on it, but that is where our thinking is headed.

 

A TRADUÇÃO

Luiz de Campos Jr fez uma tradução. A partir da que ele fez, editei minha própria versão (com imagem e tudo). Ainda não está muito boa. Por favor, ajudem a melhorar!

 

 

Ito: Há nove ou mais princípios para trabalhar em um mundo como este em que vivemos:

1. Resiliência em vez de força, o que significa que você deve ceder e permitir falhas e aprender a se recuperar em vez de tentar resistir ao fracasso.

2. Você puxa em vez de empurrar. Isso significa que você puxa os recursos da rede quando precisar deles, ao invés de estocá-los de forma centralizada e controlá-los.

3. Você necessita correr riscos, em vez de se concentrar na segurança.

4. Você necessita se concentrar no sistema em vez de objetos.

5. Você necessita ter boas bússolas, não mapas.

6. Você necessita trabalhar na prática ao invés da teoria. Porque às vezes você não sabe por que algo funciona, mas o importante é que está funcionando, e não que você tenha alguma teoria sobre ele.

7. É desobediência em vez de conformidade (compliance). Você não ganha um Prêmio Nobel por fazer o que lhe disseram. Muito da escola é sobre obediência, quando nós deveríamos realmente estar celebrando a desobediência.

8. É a multidão (crowd) em vez de especialistas.

9. É o foco na aprendizagem em vez de na educação.

Nós ainda estamos trabalhando nisso, mas é nessa direção que estamos pensando.

 

A TRADUÇÃO "OFICIAL"
Eis a tradução que foi distribuída para os que compareceram no evento da HSM (onde ele esteve presente, na semana passada em São Paulo).

 

E agora a adaptação (com base nos títulos divulgados) das sentenças que foram aqui traduzidas:

Ito: Há nove ou mais princípios para trabalhar em um mundo como este em que vivemos:

1 - Resiliência mais que força, o que significa que você deve ceder e permitir falhas e aprender a se recuperar em vez de tentar resistir ao fracasso.

2 - "Pull" mais que "push". Isso significa que você puxa os recursos da rede quando precisar deles, ao invés de estocá-los de forma centralizada e controlá-los.

3 - Você necessita correr riscos, mais do que se concentrar na segurança.

4 - Você necessita se concentrar no sistema mais que nos objetos.

5 - Você necessita ter boas bússolas, não mapas.

6 -  Você necessita trabalhar na prática mais do que na teoria. Porque às vezes você não sabe por que algo funciona, mas o importante é que está funcionando, e não que você tenha alguma teoria sobre ele.

7 - É desobediência mais que observância (compliance). Você não ganha um Prêmio Nobel por fazer o que lhe disseram. Muito da escola é sobre obediência, quando nós deveríamos realmente estar celebrando a desobediência.

8 - É a multidão (incipiência do crowd) mais que especialistas (autoridade).

9 - É o foco na aprendizagem mais que na educação.

Nós ainda estamos trabalhando nisso, mas é nessa direção que estamos pensando.

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Tags: entrevista, inspiração

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Comentário de Luiz de Campos Jr em 13 maio 2013 às 7:06

acabou que ficou parecido com a sugestão que dei de "mais isso do que aquilo"...

Comentário de Augusto de Franco em 11 maio 2013 às 10:52

A TRADUÇÃO "OFICIAL"


Eis a tradução que foi distribuída para os que compareceram no evento da HSM (onde ele esteve presente, na semana passada em São Paulo).

Comentário de Gilberto Guimaraes Villela Junio em 7 maio 2013 às 12:44

Vou tentar contribuir a partir da ultima versao (do Augusto) mas usando a modalidade "transcriaçao".

Ito: Há nove ou mais princípios para trabalhar em um mundo caotico como este em que vivemos (com continuas e vertiginosas mudanças):

1. Resistencia flexivel em vez de força, o que significa que você deve ceder e permitir falhas e aprender a se recuperar em vez de tentar lutar obstinadamente contra o fracasso.

2. Você pega em vez de conter. Isso significa que você usa os recursos da rede quando precisar deles, ao invés de mante-los aprisionados e controlados de forma centralizada.

3. Você aceita correr riscos, em vez de se concentrar na segurança.

4. Você precisa se concentrar no sistema em vez de nos objetos.

5. Você precisa ter boas bússolas, não mapas.

6. Você precisa trabalhar na prática ao invés de na teoria. Porque às vezes você não sabe por que algo funciona, mas o importante é que está funcionando, e não que você tenha alguma teoria a respeito

7. Desobediencia em vez de submissao (compliance). Você não ganha um Prêmio Nobel por fazer o que lhe disseram. Grande parte da escola se baseia na obediência, quando nós deveríamos realmente estar celebrando a desobediência.

8. É a pluralidade e a heterogeneidade (crowd) em vez de especialistas.

9. O foco é na aprendizagem e nao na educação.

Nos ainda estamos elaborando isso, mas é nessa direção que estamos pensando.

Comentário de Augusto de Franco em 6 maio 2013 às 7:18

Não sei se melhorei ou piorei a tradução do Luiz de Campos Jr. Mas aqui vai minha versão (com imagem e tudo):

Ito: Há nove ou mais princípios para trabalhar em um mundo como este em que vivemos:

1. Resiliência em vez de força, o que significa que você deve ceder e permitir falhas e aprender a se recuperar em vez de tentar resistir ao fracasso.

2. Você puxa em vez de empurrar. Isso significa que você puxa os recursos da rede quando precisar deles, ao invés de estocá-los de forma centralizada e controlá-los.

3. Você necessita correr riscos, em vez de se concentrar na segurança.

4. Você necessita se concentrar no sistema em vez de objetos.

5. Você necessita ter boas bússolas, não mapas.

6. Você necessita trabalhar na prática ao invés da teoria. Porque às vezes você não sabe por que algo funciona, mas o importante é que está funcionando, e não que você tenha alguma teoria sobre ele.

7. É desobediência em vez de conformidade (compliance). Você não ganha um Prêmio Nobel por fazer o que lhe disseram. Muito da escola é sobre obediência, quando nós deveríamos realmente estar celebrando a desobediência.

8. É a multidão (crowd) em vez de especialistas.

9. É o foco na aprendizagem em vez de na educação.

Nós ainda estamos trabalhando nisso, mas é nessa direção que estamos pensando.

Comentário de Augusto de Franco em 6 maio 2013 às 6:42

Tradução de Luiz de Campos Jr

"Ito: Há nove ou mais princípios para trabalhar em um mundo como este:

1. Resiliência em vez de força, o que significa que você necessita ceder e permitir falhas e você se recupera em vez de tentar resisti
r ao fracasso.
2. Você puxa em vez de empurrar. Isso significa que você puxa os recursos da rede quando precisar deles, ao invés de estocá-los de forma centralizada e controlá-los.
3. Você necessita correr riscos, em vez de se concentrar na segurança.
4. Você necessita se concentrar no sistema em vez de objetos.
5. Você necessita ter boas bússolas, não mapas.
6. Você necessita trabalhar na prática ao invés da teoria. Porque às vezes você não sabe por que algo funciona, mas o importante é que está funcionando, e não que você tenha alguma teoria sobre ele.
7. É desobediência vez de submissão. Você não ganha um Prêmio Nobel por fazer o que lhe disseram. Muito da escola é relacionado à obediência, nós realmente deveríamos estar louvando a desobediência.
8. É a multidão em vez de especialistas.
9. É o foco na aprendizagem em vez de na educação.

Nós ainda estamos trabalhando nisso, mas é nessa direção que estamos pensando."

Comentário de Augusto de Franco em 5 maio 2013 às 14:35

Resiliency, Risk, and a Good Compass: Tools for the Coming Chaos

Joi Ito definitely not playing it safe at feeding time. Photo: Sebastien Filion/Stuart Cove

Diver, entrepreneur, investor, author, occasional DJ, and head of MIT’s Media Lab, Joi Ito is a man in constant motion around the world, spreading his ideas about the internet and technology — and absorbing just as much in the process. Ito told Wired what it’s going to take to maneuver through the next phase of disruption brought by technology.

Wired: Your role at MIT, and as a globetrotting entrepreneurial tech guy, puts you in the center of change on a daily basis. Where is technology wreaking the most havoc?
Joi Ito: The biggest change that Moore’s Law and the internet have caused is the decrease in the cost of innovation, and the decrease in the cost of collaboration and distribution. The amount of money, and the amount of permission that you need to create an idea has decreased dramatically, whether it’s Wikipedia, Yahoo, Facebook, or Google. They didn’t have to ask for permission, they didn’t even need to raise money to do it, they just did it. That pushes innovation to the edges so you no longer need money, power and control to innovate.

Wired: So what happens when innovation gets pushed to the edges?
Ito: There is freedom to innovate, freedom to connect, and freedom to access. It’s the core features of the whole Silicon Valley venture world.

Wired: How is that freedom exhibited outside Silicon Valley?
Ito: It turns out that you can use the same formula for startups and apply it to other things. For example, the personal landmine treaty would not have passed if it were not for the fact those NGOs could run circles around the United Nations by using email. It cost them nothing to collaborate. In the past it cost tons to collaborate.

Wired: And cheap is what matters?
Ito: Being able to do shit without money is a tremendously important thing. Whether you are talking about venture startups, nonprofits, a civic action, the overthrow of dictators, it all comes from diminishing the cost of access, and diminishing the cost of innovation.

Wired: Where are you seeing the effects of cheap most dramatically in the tech business?
Ito: Hardware. What’s interesting is that this year there are rumors of Facebook doing a mobile phone. HP is getting out of hardware lines because their 4- or 5-year-old road maps are no longer agile. What’s happening is you have all these big companies that used to have these assets needed in order to do hardware. You don’t need them anymore because supply chain companies, and the manufacturing side with new 3-D printers and laser cutters, are all coming to bear. Prototyping, building and distributing hardware has gotten so cheap that it is now being affected by that same democratization of innovation that we had with software and with media.

Wired: Where does that democratization of innovation head next?
Ito: Now hardware and physical stuff is going through the same transformation that happened to software and consumer internet services, and very soon that is going to happen to biotech.

Wired: What? Like cheaply grown body parts?
Ito: You still have regulatory issues. But the ability to print gene sequences, to design genetic material, to grow things is going to go through the same transformation. To me there is a general transformation of the power shifting from this centralized model, and it’s moving from software to hardware to biotech.

Wired: Healthcare is clearly due for a big dose of better, faster, cheaper, but that sounds a little creepy.
Ito: It’s not necessarily going to be all good. Just look at media. The transformation of media is rocking the business models of traditional media. It’s not necessarily a good thing to put newspapers out of business because we need them for democracy, but not all the stuff that happens when you overthrow dictators and push innovation to the edges is good. That fact is, it is [happening].

Wired: And in the face of that we ought to do what?
Ito: What you need to do is understand these changes are happening, and build systems and governments and ways of thinking that are resilient to this kind of destructive change that is going to happen. It’s a kind of change that is really hard to predict, it’s really hard to control, so how do you as a human being, or as an organization, survive in this chaotic, unpredictable system where planning is almost impossible?

Wired: Please tell me you have an answer.
Ito: There are nine or so principles to work in a world like this:

  1. Resilience instead of strength, which means you want to yield and allow failure and you bounce back instead of trying to resist failure.
  2. You pull instead of push. That means you pull the resources from the network as you need them, as opposed to centrally stocking them and controlling them.
  3. You want to take risk instead of focusing on safety.
  4. You want to focus on the system instead of objects.
  5. You want to have good compasses not maps.
  6. You want to work on practice instead of theory. Because sometimes you don’t why it works, but what is important is that it is working, not that you have some theory around it.
  7. It disobedience instead of compliance. You don’t get a Nobel Prize for doing what you are told. Too much of school is about obedience, we should really be celebrating disobedience.
  8. It’s the crowd instead of experts.
  9. It’s a focus on learning instead of education.

We’re still working on it, but that is where our thinking is headed.

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