Escola de Redes

Minha história com Redes

Meu contato com a terminologia das Redes Sociais na acepção usada neste ning é muito recente.
Como disse em minha postagem anterior, em setembro troquei a capital, São Paulo, por Catanduva, 387 km a Noroeste. Essa troca também foi realizada pela necessidade de cambiar um modo de vida, em que a conexão com as pessoas e os acontecimentos sociais dava-se, prioritariamente, por meio do estudo de pesquisas de mercado para a criação de campanhas de promoção de marca, por um outro, em que me colocasse como agente das transformações.
Iniciei um processo de aproximação dos artistas da cidade, com o objetivo de criar um coletivo de pesquisa, e, neste ínterim fui convidada a trabalhar no Senac, em um projeto que era corporativo, mas que tinha em seu cerne a ideologia da transformação do entorno, chamado Foco Comercialização, para o fomento do comércio local.
O Foco consiste em um diagnóstico do comércio com a devolutiva por meio de ações de consultoria.
Para a execução do relatório, precisei fazer um levantamento do histórico do comércio de Catanduva e fui orientada a procurar o mediador da Rede Social, Heveraldo Galvão, que tinha realizado várias ações com moradores que poderiam me ajudar nesse levantamento, uma vez que não existe um registro oficial organizado. Mal sabia que, neste contato, iria ser apresentada a um universo absolutamente fascinante que é o de Redes Sociais e de Desenvolvimento Local.
Eu já havia tido contato com várias organizações do Terceiro Setor, trabalhei como voluntária em muitas entidades, com destaque à ADEVA – Associação de Deficientes Visuais e Amigos, onde mistri oficinas de dramaturgia, – e participei na criação de projetos com a consultoria da ONG Mais Diferenças.
Eu já tinha ensaiado um trabalho em rede em vários momentos, no entanto, nunca houve um plano de ação sistematizado.
Em novembro fui convidada a atuar, ao lado do Heveraldo, como mediadora da Rede Social Catanduva.
Assisti à conferência de lançamento do Programa de Desenvolvimento Local para América Latina e Caribe na qual Augusto de Franco foi palestrante, aprofundando algumas questões que já me haviam sido apresentadas.
Quase que imediatamente após isso, passei a participar desse ning e pus-me a fazer dowloads de tudo o quando fosse possível sobre redes. Tenho feito fichamentos sobre o assunto. Reconheço minha atuação passiva (se é que a antítese é viável) na Escola de Redes, mas sinto-me pouco confortável uma vez que estou engatinhando neste universo.
Por outro lado, o aprendizado é um processo de troca, portanto é necessária a exposição.

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