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Facebook: Darth Zuckerberg e seu Cavalo de Troia

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Comentário de Augusto de Franco em 13 março 2013 às 11:43

The persona, for Swiss psychologist Carl Jung, was the social face the individual presented to the world — "a kind of mask, designed on the one hand to make a definite impression upon others, and on the other to conceal the true nature of the individual". Cf. C. G. Jung, Two Essays on Analytical Psychology (London 1953) p. 190.

Comentário de Paulo Ganns @pganns em 11 março 2013 às 21:07

Entenda melhor o misterioso caso dos posts do Facebook

Com um empurrão do "New York Times", a semana passada foi cheia de polêmicas envolvendo o Facebook.

O debate girou em torno de uma questão importante: quantos dos seus amigos de fato têm acesso ao que você posta na rede social?

Essa é uma pergunta difícil de responder. Um estudo recente afirma que cada post é visualizado por apenas 30% dos seus amigos cadastrados (nyti.ms/WNUjqP ).

Só que a situação fica ainda mais complicada. O Face introduziu recentemente a possibilidade do usuário patrocinar seus próprios posts.

Funciona assim: você paga cerca de R$ 13 e em troca o site amplia o alcance da sua publicação específica. Só que há muita gente reclamando.

Ao que parece, o Facebook está diminuindo o alcance dos posts para então cobrar para que eles sejam mostrados para quem já deveria ter acesso a eles.

O colunista Nick Bilton, do "New York Times", afirma que alcançava até 550 "likes" em suas publicações quando tinha 25 mil assinantes.

Mesmo depois de ter chegado a 400 mil, ele mal ultrapassava 30 "likes" por post. Ao pagar os R$ 13, ele viu o número subir novamente para 130, mas nunca voltar ao patamar original.

Isso mostra um desdobramento interessante nos modelos de negócio da rede. O Facebook está apostando que as pessoas querem pagar para serem ouvidas.

Faz sentido. O que não falta é gente falando e produzindo informação. A escassez é justamente de ouvidos e olhos para prestar atenção em tudo.

O Facebook está usando a carência universal por atenção para ganhar dinheiro. Na sua visão, viramos todos publicitários de nós mesmos.

Ronaldo Lemos - Folha

Comentário de Paulo Ganns @pganns em 5 março 2013 às 14:27

A pax Zuckerberg

"Nas redes sociais, os principais mediadores são os próprios aplicativos utilizados na plataforma de interação para essa socialização não presencial. A plataforma – isto é, a mídia – é sempre o principal filtro."

http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/2013/300/pdf_aberto/apaxzu...

Comentário de rafael ferreira de paula em 19 setembro 2012 às 8:44

Ajudem a compartilhar essa denúncia. Sou criador de um grupo no facebook e a administração era partilhada com mais algumas pessoas. Ocorre que houve algumas exclusões suspeitas e pedimos à plataforma para nos informar quem havia feito e não obtivemos resposta. Segundo já me alegaram, trata-se política de privacidade da empresa. Ora, política de privacidade em que são sonegadas informações fundamentais para administração?! A quem se está protegendo, jogando todo mundo na vala comum da falta de responsabilidade?

Comentário de rafael ferreira de paula em 4 setembro 2012 às 20:10

Você tem uma dica para uma denúncia mais eficaz?

Comentário de Augusto de Franco em 4 setembro 2012 às 10:26

Pois é, Rafael. Acho que não adiantará processá-los e sim denunciá-los.

Comentário de rafael ferreira de paula em 4 setembro 2012 às 9:52

Augusto, criei um grupo no facebook e a gestão era compartilhada com mais algumas pessoas. Ocorre que pelo tema surgido no decorrer, eleições, gerou bastante acessos e discussões, e houve algumas exclusões esquisitas. Pois bem, a suspeita recaiu, é claro, sobre os administradores.

Estamos tentando há algum tempo uma resposta do Facebook para o pedido nosso de esclarecimento sobre os fatos, considerando que a gestão de uma coletividade, no caso o grupo, deveria ser acessível a todos, não justificando o argumento da preservação da privacidade, no meu entender.

Gostaria de pedir ajuda a você ou a quem puder. Tenho conversado com advogado, mas não temos clareza se é cabível uma ação na esfera criminal ou cível e nem se ela teria força, dado que a sede da empresa não é no Brasil. Independente do recurso à justiça, queria repercutir o assunto aqui. Abraços.

Comentário de Augusto de Franco em 18 julho 2012 às 7:19

Três tweets matinais:

O caminho para o Google+ é simples. Basta permitir tudo o que o Facebook proíbe. Menos regulação heterônoma + autoregulação social = +rede!

Se Twitter e Google+ entendessem alguma coisa de rede poderiam aproveitar este momento para criar uma plataforma verdadeiramente interativa.

Facebook - empresa de dados e de vigilância disfarçada de "rede" - é um ambiente para protegê-lo da interação com o outro-imprevisível.

Comentário de André Gustavo de Araujo Barbosa em 15 julho 2012 às 20:00

Apesar de não concordar com vários aspectos do texto, achei interessante quando o autor fala que o Facebook e outras empresas de redes sociais estão matando a criatividade e engenhosidade do Vale do Silício. Vi lá no Link do Estadão:

Entre a ruína e a riqueza

O Facebook redefiniu a cultura de engenhosidade no Vale do Silício

Por Farhad Manjoo
Slate

O Vale do Silício está com ressaca de Facebook. Depois do gigantesco IPO (oferta inicial de ações) em maio, as ações da rede social caíram. Mas não é apenas o preço que aponta para uma estagnação do setor de tecnologia. Desde o início da ascensão do Facebook, pessoas inteligentes previam o que o boom das redes sociais arruinaria a cultura do Vale.

Lá costumava ser um lugar para criar coisas – microprocessadores, PC s com interface gráfica, sites para trocar bens com estranhos pelo mundo, etc. O Google não foi apenas financeiramente bem sucedido. Ele continua a ser inventivo, disposto a fazer mudanças importantes em nossas vidas. Entre outras coisas, quer digitalizar cada livro de cada biblioteca e ensinar carros a se guiarem sozinhos.

Mas e o Facebook? A Zynga? O LinkedIn? O Groupon? Será que realmente queremos que o viveiro de inovações dos Estados Unidos seja conhecido por esses fúteis sugadores de tempo? Para muitos, a resposta é não.

“O sucesso do Facebook tem a consequência indesejada de levar à extinção do Vale do Silício como lugar onde investidores assumem grandes riscos em nome da ciência e da tecnologia avançada que pode ajudar o mundo”, disse Steve Blank, empresário e professor das universidades Stanford e Berkeley, à revista Atlantic. Ele ainda acrescentou: “A idade de ouro do Vale do Silício acabou e estamos dançando sobre o seu túmulo.”

Jeff Hammerbacher, um ex-funcionário do Facebook, deixou a empresa porque não suportava a ideia de todos aqueles engenheiros bem formados gastando seu tempo em coisas tão irrisórias. “As melhores cabeças da minha geração estão pensando em como fazer as pessoas clicarem em anúncios”, disse ele à Bloomberg Businessweek no ano passado. “É abominável.”

Impacto. Ignorem a choradeira, porque boa parte dela é falsa. Seja qual for o futuro do Facebook, é ridículo argumentar que ele não está tendo um impacto profundo e positivo no mundo além de fazer a pessoa clicar em anúncios enquanto bisbilhota perfis de amigos.

A missão fundamental das redes sociais é conectar pessoas que, sem elas, não se encontrariam. Essas conexões podem ser extremamente valiosas, permitindo ideias comerciais novas, capazes de transformar o mundo. Isso incentiva o surgimento de novos modelos baseados no compartilhamento de recursos – serviços como Airbnb, que permite que você alugue seu apartamento a estranhos, ou o site de compartilhamento de carros RelayRides.

O Facebook também é essencial para lançar serviços novos que dependem de uma massa crítica. Um exemplo é o KurbKarma, um fantástico aplicativo que premia o motorista que alertar o mundo sobre a vaga de estacionamento de onde ele está saindo.

O Facebook é uma plataforma de marketing crucial para esse tipo de novidade, o mercado de pessoa a pessoa. Como ele só funciona se muitas pessoas estiverem no serviço, o usuário é incentivado a contar aos amigos sobre ele, criando um reforço viral que teria sido muito mais difícil numa era pré-Facebook.

Se você acredita que os recursos naturais são finitos, deveria vibrar com esses serviços. Segundo um estudo, os motoristas nas imediações da Avenida Columbus, em Nova York, emitem 325 toneladas de gases-estufa enquanto procuram vagas. Se as redes sociais podem ajudar a reduzir isso, não é ótimo?

Tempo. Claro, muita gente simplesmente desperdiça tempo no Facebook. Mas muita gente desperdiçava tempo antes dele também, e eu não vi evidências de que o Facebook tenha causado um aumento da indolência mundial. De mais a mais, há boas provas de que muitas tecnologias são usadas principalmente para fins pouco nobres. Cerca de 30% do tráfego na internet é para sites pornográficos.

O Facebook não é diferente dos outros avanços humanos. Pode-se dilapidar o dia nele, mas isso não o torna menos eficaz como ferramenta para dissidentes no Egito e na Líbia que queriam derrubar seus regimes.

Mesmo que se discorde da utilidade do Facebook, ainda há motivos para defender o boom tecnológico que ele inspira. O IPO do Facebook – assim como os o LinkedIn e da Zynga – representa uma transferência maciça de riqueza de Wall Street para o Vale. Para mim, o dinheiro está melhor no Vale que lá.

Sim, há uma boa chance de que toda essa riqueza infle uma bolha de tecnologia. Mas e daí? Não se obtém avanços sem fracassos. A última bolha produziu o Pets.com, mas também nos deu Amazon, eBay e PayPal. No Vale, cada boom cria riqueza que financia a próxima grande novidade. É esperado que isso ocorra com o Facebook também.

A rede social criou um punhado de novos bilionários e mais de um milhar de milionários. Eles são algumas das pessoas mais espertas e mais inventivas do país. Se você acha que elas estão perdendo seu tempo na rede social, espere só. Elas pagarão seus pecados inventando o futuro. / TRADUÇÃO DE CELSO PACIORNIK

Comentário de Paulo Ganns @pganns em 14 julho 2012 às 5:31


Facebook scans chats and posts for criminal activity

Facebook's monitoring software focuses on conversations between members who have a loose relationship on the social network.

  July 12, 2012 5:45 PM PDT

Facebook logo

Facebook has added sleuthing to its array of data-mining capabilities, scanning your posts and chats for criminal activity. If the social-networking giant detects suspicious behavior, it flags the content and determines if further steps, such as informing the police, are required.

The new tidbit about the company's monitoring system comes from aReuters interview with Facebook Chief Security Officer Joe Sullivan. Here's the lead-in to the Reuters story:

A man in his early 30s was chatting about sex with a 13-year-old South Florida girl and planned to meet her after middle-school classes the next day. Facebook's extensive but little-discussed technology for scanning postings and chats for criminal activity automatically flagged the conversation for employees, who read it and quickly called police. Officers took control of the teenager's computer and arrested the man the next day.

Facebook's software focuses on conversations between members who have a loose relationship on the social network. For example, if two users aren't friends, only recently became friends, have no mutual friends, interact with each other very little, have a significant age difference, and/or are located far from each other, the tool pays particular attention.

The scanning program looks for certain phrases found in previously obtained chat records from criminals, including sexual predators (because of the Reuters story, we know of at least one alleged child predator who is being brought before the courts as a direct result of Facebook's chat scanning). The relationship analysis and phrase material have to add up before a Facebook employee actually looks at communications and makes the final decision of whether to ping the authorities.

"We've never wanted to set up an environment where we have employees looking at private communications, so it's really important that we use technology that has a very low false-positive rate," Sullivan told Reuters. While details of the tool are still scarce, it's a well-known fact that Facebook cooperates with the police, since, like any company, it has to abide by the law. In fact, just a few months ago, Facebook complied with a police subpoena by sending over 62 pages of photos, Wall posts, messages, contacts, and past activi....

For more information about Facebook's stance on working with the police, I checked out these two pages: Law Enforcement and Third-Party Matters, as well as Information for Law Enforcement Authorities. It's worth noting that neither of these documents discusses the aforementioned tool (a quick search for the words "monitor" and "scan" bring up nothing).

Facebook likely wants to avoid discussing the existence of the monitoring technology in order to avoid further privacy concerns. Many users don't like the idea of having their conversations reviewed, even if it's done by software and rarely by Facebook employees.

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