Escola de Redes

Lanzamos la Escuela de redes de habla hispana http://escueladeredes.ning.com/ para todos los que quieran escribir y aportar en esa lengua, o para todos los que nos cuesta expresarnos en portugués o en inglés.
Vamos a seguir participando de Escola de redes y abrimos una sucursale en español.
Augusto, me guastaría si podes poner un link desde acá y por supuesto contribuir en esas páginas.
Desde ya muchas gracias por las contribuciones a todos los que se animen a escribir en español

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Comentário de Lía Goren em 4 janeiro 2009 às 16:44
Hola Carlos y hola Augusto
Los admiro y les agradezco vuestros esfuerzos por vuestra voluntad para generar espacios. Siento que estamos globalmente en medio de un momento crítico (desde la filosofía sabrán ustedes como catalogarlo) pues, como oyente-participante de vuestro intercambio me sinto 'ligada' a ambas posturas, por un lado poder ser parte más allá de la lengua, pues todos formamos parte de todo y, al mismo tiempo, leer en portugués y traducir todo el tiempo me produce tal desgaste que, cuando acabé de leer ya no tengo ni fuerzas ni tiempo para buscar materiales que me surge compartir o escribir temas que quisiera subir (al maragen de las dificultades de alfabetización de cómo funciona técnicamente el tema de las redes sociales).
Aprovecho para aclarar el tema de "la torre de babel", al que se viene aludiendo desde distintos espacios.
Según me lo explicara el R. Daniel Oppenhaimer, desde el Talmud, lo que los sabios relatan al respecto de este evento, fue que, con el afán de acercarse a Di-s, los habitantes de Babel trabajaron magníficamente en equipo, todo unidos y de acuerdo en el mismo objetivo de construir la torre, en eso no había desacuerdos. Nunca un grupo humano estaba tan unido y de acuerdo hasta ese entonces. El problema, según lo explican las discusiones talmúdicas, es que la torre pasó a ser más importante que las personas; alcanzar la meta pasó a ser más importante que el "prójimo".
Según explican, todos lloraban cada vez que un ladrillo caía y se perdía, pero cada vez que un hombre caía y moría, quien estaba más abajo en la línea de construcción pasaba a ocupar su lugar y no se lamentaban por ello.
Ese fue el motivo del enojo de Di-s y por eso "confundió las lenguas" y los separó. Porque tener la capacidad para entenderse y descuidar a quien se tiene como prójimo no era bueno. Ninguna meta es más importante que la persona que tenemos a nuestro lado.
Cuando cada prójimo y cada cosa que habita en este mundo pueda ser para todos tan sagrado y de la misma jerarquía entonces, probablemente, ya no haya más lenguas que nos distancien.
Gracias a ambos por la enorme posibilidad que me dan de experimentar-aprender el estar en red (distribuida).
Besos,
Lía
Comentário de Carlos Boyle em 23 dezembro 2008 às 7:34
De acuerdo con Ud. Folosóficamente totalmente de acuerdo. Estoy masticando su últiam carta, algo no me cierra, no quiero ser mal interpretado.
Lo que tiene que quedar claro que una Escu/ola de Red nodebe tener barreras de lengua, religión, nacionalidad, locación, clase social, nivel intelectual, nivel académico. En eso estamos perfectamente de acuerdo.
Comentário de Augusto de Franco em 23 dezembro 2008 às 5:03
Estimado Boyle: eu também me sinto limitado escrevendo em espanhol ou inglês (pior ainda). Por isso, só escrevo em português (a única língua que de fato domino, mais ou menos). Acho ótimo que você e os demais hispanoparlantes escrevam aqui em espanhol. Como você mesmo escreveu (em portunhol), citando Maturana, "Babel não fracassou pelas diferentes línguas que falavam seus construtores, fracassou porque Deus não permitiu que se entieran (sic) entre eles". Se tenemos barreras del idioma, está en nosotros borrarlas... Em coletivos cooperantes (amistosos, ou amorosos - no sentido em que Maturana emprega o termo 'amor') - quer dizer, em comunidades - fica mais fácil fazer isso, ao contrário de Babel (que não tinha nem a estrutura, nem a dinâmica comunitária e por isso seus construtores não se entendiam, não por causa da barreira da língua). Tive uma experiência nesse sentido com o próprio Maturana. Li toda sua obra em espanhol e até traduzi e sintetizei uma parte em Uma teoria da cooperação baseada em Maturana(2001). Ele já havia lido, em 1999, um livro que escrevi em português (cujo resumo está no capítulo 8 do meu Capital Social). Depois nos encontramos presencialmente no seu laboratório na Universidade de Chile e comentamos tudo: ele sempre falando em espanhol e eu sempre falando em português. Maravilha de entendimento!

Creio que você fez um magnífico trabalho ao traduzir para o espanhol o meu livro Alfabetização democrática e várias das minhas 'Cartas Rede Social'. Foi mesmo um excelente trabalho, voltado para o leitor espalhado na "Babel" em que vivemos, do qual não podemos esperar aquele esforço cooperativo de interação comunicativa que é próprio de comunidades de projeto, de prática e de aprendizagem como as que emergem na Escola-de-Redes.

Mas o que quis enfatizar no meu post é que não acho bom criarmos comunidades (redes distribuídas) tendo como critério a língua (o mesmo valeria para as nacionalidades e para outras diferenças herdadas e não-escolhidas que geram separações, como raça ou cor, cultura na acepção nono ou multiculturalista et coetera).

Fraterno abraço.
Comentário de Carlos Boyle em 22 dezembro 2008 às 20:40
Augusto, con todo el afecto que te tengo, debo decirte que no comparto con vos totalmente lo que dices. De hecho no hay muchos hispanoparlantes en esta red y creo, por que me lo han dicho que el lenguaje si es un problema para ellos. Está en nosotros que eso no siga sucediendo y que las múltiples escuelas esten muy interrelacionadas. El famoso campo de girasoles.
Te comento que participo de http://p2pfoundation.ning.com/y un último mensaje que me mandó Michel Bouwens me ofrece adicionar http://p2pfoundation.net/Argentina. Se que no es la idea pero lo importante es participar y trabajar en conjunto.
También se que hay muchos hispanoparlantes que sencillamente no quieren hablar en otro idioma, en mi caso me cuesta expresarme en Ingles o Portugues, los leo perfectamente y puedo llegar a escribir, pero me siento limitado.
Esto no quita para nada mi participación de este foro, también voy a animar a otros nuevos miembros a participar también, pero debes reconocer que la lengua es una gran limitante para muchos.
He leido algún post de David de Ugarte, donde desiste de escribir y de participar de espacios en ingles. Creo que bien vale el esfuerzo de postear en castellano, ingles, portugues. Es más, hay trabajos o post que tengo que son apropiados para discusiones actuales de este espacio o de otro, entonces tengo la intensión de copiarlo adaptarlo y pegarlo, de hecho lo he hecho muchas veces, ahora debo confesarte que siempre tengo la duda si se entiende lo que traduzco o si se entiendo cuando no traduzco.
En mi blog adisioné un traductor simultaneo al ingles y al portugues para los que quieran leer en esos idiomas, de hecho yo pienso en español, luego los traduzco.
Cuando traduje tu libro Alfabetización democrática lo hice para darle difusión a un trabajo que consideraba Muy interesante, regularmente lo cito desde mi blog y es leido por un promedio de 10 persona por día.
Todavía tenemos barreras del idioma.
Está en nosotros borrarlas
Comentário de Augusto de Franco em 22 dezembro 2008 às 17:42
Nosso sonho caro Boyle, era ter o espanhol como idioma na Escola-de-Redes. Tanto é assim que nosso primeira site, se você se lembra, era bilingue: o www.escoladeredes.org (hoje desativado por não oferecer boas alternativas de interatividade, dentre outros motivos). É muito importante ter você e vários outros hispanoparlantes escrevendo aqui em espanhol mesmo. Com isso não deixamos que a barreira da lingua nos separe e a criação de um outro site baseado no motivo do idioma, a meu ver, é um retrocesso em relação a essa idéia original. Entenda bem: acho ótimo a criação de uma escueladeredes.ning.com mas pelos motivos que coloquei no post de hoje cedo e não pela barreira da lingua. O objetivo da Escola-de-Redes é ser um fonte, um foco disseminador de escolas de redes... Garanto a você que os que falam português compreendem o que você escreve em espanhol (e o mesmo, imagino, deve ocorrer com os que falam espanhol em relação ao português). O que não acho adequado é que as pessoas entrem na Escuela-de-Redes simplesmente por falar espanhol: convenhamos, caro Boyle, esse não é um motivo considerável - do ponto de vista das redes, que estão adiante das nações e suas linguas e outros muros - para a criação de um nodo (quer dizer, de uma nova escola, em termos fractais). Em suma, se a lingua nos separa, ou mesmo nos clusteriza, ela não o faz a partir da escolha (projeto de futuro) e sim de uma herança (repetição de passado). Você não optou por ser hispanoparlante, assim como não optou por ser argentino. Preferiria, sinceramente, que você abrisse um Nodo (ou uma Escola: é a mesma coisa) a partir de um tema, de uma ação, de uma campanha ou da proximidade espacial, mas jamais baseado na barreira da lingua. Grande abraço.

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