Escola de Redes


Algumas pessoas conectadas à Escola-de-Redes mantivemos, como uma espécie de meta, para fazer um primeiro balanço da iniciativa e propor eventuais mudanças, atingir a marca de 5 mil conectados nesta plataforma http://escoladeredes.ning.com/. Achávamos - eu pelo menos achava - que isso ocorreria ao final dos primeiros 500 dias de atividades na plataforma (que começou a funcionar no dia 17 de dezembro de 2008). Na verdade atingimos a meta somente em 22 de julho de 2010, com 81 dias de atraso em relação ao previsto (um erro bem pequeno, convenhamos).

O número de membros registrados em uma plataforma interativa não diz muita coisa sobre a estrutura e a dinâmica de uma rede social. Mas talvez estivéssemos impressionados com uma das cinco atividades que pensamos para a E=R que foi descrita assim:

Estimulamos a conexão de uma pequena multidão de pessoas de sorte a criar uma efervescência capaz de ensejar a eclosão de certos fenômenos próprios de redes altamente distribuídas (um desses fenômenos, por certo, é o clustering, mas há outros, como o swarming, o crunching, a autoregulação emergente e, quem sabe, a capacidade de multiplicação em cadeia de hubs, inovadores e netweavers) e, ainda, a criação de uma base potencial de crowdsourcing que consiga intensificar a criação de novas tecnologias de netweaving.

Alguém disse que 5 mil era uma boa base para crowdsourcing (foi o Alpheus Bingham, fundador da InnoCentive). É possível que essa hipótese tenha ficado retida em nossa memória.

Pois bem, Atingimos a tal marca dos 5 mil e até agora, ao que parece, nada de tão surpreendente aconteceu. Ou, talvez, várias coisas já estejam acontecendo há algum tempo mas ainda não demos conta de percebê-las.


Continuando em 27/07/10 11h00


UM PROCESSO DE RELANÇAMENTO DA ESCOLA-DE-REDES

Minha idéia era propor um reloaded para E=R. Para tanto, imaginava fazer um balanço exaustivo de tudo que aconteceu aqui nestes 586 dias. Mas depois vi que era desnecessário. O importante é o fluxo. Conquanto a idéia de relançamento permaneça, não haverá um momento em que isso será feito. É um processo que está sendo desencadeado.

Na minha visão os textos (alguns fundantes, outros nem tanto) que estão reunidos na página Sobre a constituição da Escola-de-Redes, permanecem válidos.

Os textos mencionados dizem, entre muitas outras coisas, que não basta a alguém se registrar nesta plataforma para "pertencer" à E=R. É necessário interagir em rede, fazendo alguma coisa com outras pessoas, compartilhando agendas.

Mas como para se registrar em plataformas desse tipo (do Ning e outras) ninguém precisa fazer quase nada além de criar um perfil em menos de 2 minutos, toda essa conversa soa meio estranha, inclusive porque boa parte das pessoas não leu nada do que está lá na página Sobre a constituição da Escola-de-Redes. Ou, se leu, não prestou muita atenção. Ou não concordou, mas também não se deu ao trabalho de cancelar seu registro. Há uma tendência a encarar as plataformas abertas na Internet como uma espécie de logradouro público, onde qualquer um pode entrar e passear à vontade, sem dar satisfação a ninguém. Virou uma espécie de direito do internauta experimentar o que se lhe apresenta na web e se alguém lhe interpela é como se tivesse cometido uma impertinência, uma ingerência indevida, quase um atentado à sua liberdade de ir e vir. Isso ocorre, entre outros motivos, em virtude da confusão reinante entre redes sociais e midias sociais.

É claro que isso também acontece conosco, ainda que não haja na Escola-de-Redes nenhum tipo de direção. Sobre isso, acrescentei recentemente em um dos textos que estão reunidos na página Sobre a constituição da Escola-de-Redes:

Na Escola-de-Redes nunca se fala em nome da escola, nunca se promove nada pela escola e o seu "criador" (quer dizer, o "criador" - na linguagem do Ning - da plataforma interativa que serve de ferramenta de netweaving para a Escola-de-Redes) não pode empenhar, emprestar, parceirizar a sua marca para nada, nem mesmo para propor um simpósio ou uma conferência.

Ou seja, não há um ativo organizacional que possa ser apropriado (nem mesmo como patrimônio simbólico) por alguém porque as regras não permitem.

Dessarte, não há um "nós" organizacional que estabeleça uma fronteira entre os "de dentro" e os "de fora". Todos que estão fora podem entrar. Todos os que estão dentro podem sair (e podem voltar a qualquer momento; e sair de novo, quantas vezes quiserem). Entrar não significa pertencimento a algum corpo separado do meio por fronteiras impermeáveis, nem adesão (ou profissão de fé) a algum codex e sair não significa discordância, “racha”, deserção, traição, divórcio ou qualquer tipo de ruptura. E quem é da Escola-de-Redes afinal? Ora, quem quiser nela se conectar e interagir, aqui-e-agora. Quem saiu não é mais, mas não porque tenha se desligado e sim porque não está interagindo. Quem não entrou não é ainda, mas não porque não tenha sido aprovado e aceito e sim porque, igualmente, não está interagindo
.

Sim, mas tem muita gente que, tendo entrado (se registrado na plataforma), também não está interagindo. Do meu ponto de vista, essas pessoas não "estão" na Escola-de-Redes e isso não é uma cobrança, uma admoestação, uma chamada à responsabilidade (nada dessas besteiras) e sim uma constatação fáctica: você é nodo de uma rede nisi quatenus está interagindo.

Não aconselho nenhuma dessas pessoas a cancelarem seu registro. Esta plataforma é aberta. Cada qual que cuide da sua vida e faça o que bem-entender.

O máximo que podemos fazer é propor, convidar, tentar interessar os demais. É o que pretendo fazer em seguida.


Continuando em 28/07/10 08h00


SUGESTÕES PARA UM RELANÇAMENTO DA ESCOLA-DE-REDES

Minhas 8 sugestões para um relançamento da Escola-de-Redes - ultrapassado o patamar, ao menos simbólico e para mim, de 5 mil conectados - são as seguintes:


1 - Releia (ou leia) até o fim os textos reunidos na página Sobre a constituição da Escola-de-Redes.

Não é necessário fazer muitos comentários sobre isso. Quem não leu esses documentos, não deveria permanecer na E=R, nem mesmo registrado nesta plataforma.


2 - Dedique-se às 5 "TAREFAS" INICIAIS SUGERIDAS AOS MEMBROS DA ESCOLA-DE-REDES.

É simples, mas se a gente ficar deixando para depois acaba não fazendo. Consiste em contar um pouco a HISTÓRIA de como você chegou até aqui, ou seja, de como começou a se interessar por redes sociais; elaborar o seu próprio ITINERÁRIO DE LEITURAS, listando e eventualmente comentando as publicações que leu e os videos que assistiu sobre o assunto (redes sociais); apresentar um resumo da sua BIOGRAFIA e, se for o caso, da sua BIBLIOGRAFIA sobre o tema; e disponibilizar para download (ou colocando um link para) TEXTOS ou VÍDEOS com resultados de suas investigações ou experiências ou vivências com o tema. (A quinta "tarefa" vem a seguir).


3 - Entre em um grupo.

Todos as pessoas conectadas à E=R devem interagir em, pelo menos, um grupo. Ser membro da Escola-de-Redes não significa estar registrado nesta plataforma e sim integrar uma comunidade de aprendizagem, compartilhando uma agenda qualquer com outras pessoas. Se ainda não há um grupo cujo escopo atenda aos seus desejos ou interesses, proponha um novo (ou vários) e cuide dele(s) como um netweaver. Todos os membros da E=R devem ser netweavers (articuladores e animadores de redes).


4 - Ajude a construir a BIBLI.E=R - Biblioteca da Escola-de-Redes - atualmente com 773 textos para download free - entrando no Grupo BIBLIOTECA E=R.

Entre também também em algum "Grupo de Entrada" (são os grupos feitos para reunir e estudar as obras de algum autor relevante para os objetivos da E=R, chamados, às vezes, de BIBLIOTECAS) e se responsabilize por ele. Se não houver ainda um grupo de entrada para o autor de sua escolha, abra um (ou vários), mas é importante que os trabalhos desse autor (ou autores) tenha(m) a ver com os objetivos da Escola-de-Redes.

Até agora temos os seguintes grupos de entrada: Connected, Estudando Duncan Watts, Biblioteca Jure Leskovec, Biblioteca Jane Jacobs, Biblioteca Humberto Maturana, Biblioteca Ivan Illich, Biblioteca Pierre Levy, Bibliloteca Edgar Morin, Biblioteca Ralph Abraham, Biblioteca Albert Barabási, Biblioteca Hakim Bey, Biblioteca Fritjof Capra, Biblioteca Manuel Castells, Biblioteca John Dewey, Biblioteca Daniel Quinn, Biblioteca Steven Strogatz, Biblioteca Alexis de Tocqueville, Biblioteca Vega-Redondo, Biblioteca William Irwin Thompson, Biblioteca David de Ugarte, Biblioteca Augusto de Franco, Biblioteca Clay Shirky, Biblioteca Básica da Democracia, Bibliografia da Transição Organizacional, Bibliografia ARS (citei apenas os já indexados na homepage do Ning da Escola-de-Redes).

Se responsabilizar por um desses grupos significa ajudar a encontrar e fazer upload das versões digitalizadas das obras do seu autor, mantê-lo atualizado, propor alguma agenda de estudo ou pesquisa sobre essas obras; enfim, fazer o netweaving no grupo.

Salvo engano a BIBLI.E=R já é a maior biblioteca online de textos sobre redes sociais e temas correlatos (do Brasil com certeza, talvez do mundo).


5 - Ajude a organizar, de modo distribuído, atividades presenciais.

Essa atividades podem ser encontros, simpósios, conferências, propostos por algum membro da E=R. Ou então proponha alguma outra atividade (desde que o tema seja diretamente relacionado aos objetivos da Escola-de-Redes). E festas, principalmente festas!

Pessoas conectadas à E=R já propuseram e realizaram várias atividades presenciais importantes: cerca de meia dúzia de encontros de nodos locais, dois simpósios, uma Conferência Internacional sobre Redes Sociais (CIRS em Curitiba: março de 2010). Em maio de 2011 realizaremos, novamente por iniciativa de vários conectados à E=R, a CIRS2, também em Curitiba, com a presença de pesquisadores como Fritjof Capra (confirmado), Manuel Castells (a confirmar) e vários outros. Eis uma boa oportunidade para interagir.

Especialmente agora, comemore A FESTA DOS 5 MIL.


6 - Integre as iniciativas de crowdsourcing.

Essa iniciativas deverão surgir a partir de agora, espero. Ajude atendendo às chamadas para desenvolvimento de novas tecnologias de netweaving, sobretudo aquelas voltadas à invenção de novas plataformas interativas interaction-based para redes sociais.

Este poderia ser um primeiro grande objetivo coletivo concreto de P&D (pesquisa e desenvolvimento) da E=R.


7 - Proponha aos outros membros da E=R algum negócio.

Sim, negócio lucrativo mesmo. Já houve uma discussão densa e acalorada sobre isso nos comentários ao blogpost NEGÓCIOS E ESCOLA-DE-REDES. O tema é difícil, sobretudo para muitos de nós que não somos regidos pelo ethos de mercado. Ao fazer tais propostas leve em conta também a iniciativa de formular uma espécie de "Código de Ética" do empreendedor em rede.


8 - Ajude a organizar um conjunto de GUIAS para quem está entrando na Escola-de-Redes.

Para simplificar sugiro que essas propostas de guia contenham apenas dez textos e dez vídeos fundamentais. Esses guias podem ser publicados como tópicos de um grupo que será aberto para isso. Aí, quem está entrando, escolhe o guia que lhe parecer melhor. Atenção: a idéia não é afunilar tudo em um guia só (nada do espírito da Wikipedia) e sim oferecer uma diversidade de guias.


Continuando em 28/07/10 09h00


QUAL O SENTIDO DE TUDO ISSO?

Bem, o por quê de tudo isso poderia ser resumido na imagem que encima este post, de Alice desvelando The Matrix (uma pérola encontrada pelo Julio Carvalho) e que replico abaixo:



A parte abaixo foi introduzida em 14 de agosto de 2010, pouco mais de dois anos depois de ter sido escrita, por ocasião do lançamento da Escola-de-Redes (no La Dolce Vita, nos arredores de Curitiba, em junho de 2008). Naquela época tinhamos apenas um site (já desativado), onde o texto foi publicado (a plataforma Ning só começou a funcionar em 17 de dezembro de 2008).

“Não reunir é a derradeira ordenação”

Augusto de Franco (17-20/06/08)

Não estou participando da fundação, para usar a feliz expressão de David de Ugarte, de uma “nova burocracia associacionista” (como a das ONGs). A Escola-de-Redes não é mais uma ONG e nem uma frente ou coligação de organizações hierárquicas da sociedade civil.

Ainda bem. Sim, pois boa parte dessas organizações que se dizem defensoras de uma democracia supostamente mais substantiva, mais social ou mais participativa, raramente pode praticar o que prega no seu interior. Por que? Ora, porque são, via de regra, organizações piramidais, quase sem rotatividade em suas direções: pequenos castelos, igrejinhas, feudos de algum cacique (muitas vezes de famílias), quando não ligadas ao sistema clientelista de governos populistas.

A Escola-de-Redes, no que depender de mim e dos meus parceiros iniciais, não terá financiamentos governamentais. Poderá, sim, sempre por meio de seus membros conectados, prestar serviços a governos, empresas e organizações da sociedade civil. Ainda por meio de seus membros conectados, poderá fazer trabalhos voluntários e trabalhos remunerados. Mas não viverá de verbas públicas conseguidas a partir do apadrinhamento político, do lobby, daquela intermediação profissional de recursos na qual se especializaram os agentes dessas verdadeiras “empresas de coligações” em que se transformaram vários partidos do nosso velho sistema representativo.

Desnecessário dizer que não poderá ser usada para fins partidários ou corporativos, nem mesmo poderá ser, de qualquer forma ou por qualquer meio, direto ou indireto, associada a esses fins.

Não imagino, igualmente, que devamos organizar qualquer novo tipo de “religião laica”, de instituição filosófica baseada em princípios ou valores, como parece estar em voga nos dias que correm. Nada de princípios e valores definidos top down, nem mesmo os chamados princípios de sustentabilidade (tão em moda na atualidade). Nada de divulgar princípios e valores para fazer a cabeça dos outros, para educar os semelhantes ou guiá-los por alguma senda. Nada de possuir a “proposta correta” ou a “ideologia verdadeira” para alcançar qualquer tipo de utopia, seja ela o império milenar dos seres superiores ou escolhidos, o reino da liberdade e da abundância para todos, para redimir a humanidade ou parte dela ou para salvar de algum modo a espécie humana ou o planeta. Quem quer afirmar princípios e valores deve vivê-los na prática da sua experiência social. Já foi o tempo dos proselitismos de qualquer natureza.

Se nos dedicamos à pesquisa e à experiência com redes sociais, temos que tentar nos organizar e trabalhar em rede. Para mim, isso basta.

Não é trivial assumir as conseqüências dessa opção pessoal. Significa banir da “wikipedia memética” aquele conjunto de programas verticalizadores (que fica lá arquivado no subsolo da nossa consciência gerando pulsões de morte: de obstruir, separar, excluir) que infundem virtudes autocráticas, ainda muito valorizadas em alguns meios, como ordem, hierarquia, disciplina, obediência, controle, vigilância (ou patrulha) e punição e fidelidade impostas de cima para baixo. Por incrível que pareça, algumas empresas inovadoras — que não têm vergonha de assumir que o lucro é uma obrigação (não um objetivo) — estão conseguindo se desvencilhar dessa herança cultural autoritária com mais facilidade do que as organizações sem fins lucrativos (ditas progressistas e democráticas) da sociedade civil.

Bom, é isso aí. Para participar da Escola-de-Redes ninguém é obrigado a concordar com meus pontos de vista. Mas cumpro aqui a obrigação de declará-los.

A Escola-de-Redes, no que depender de mim, nunca será um grupo com um propósito que não possa ser público e compartilhado por todos os que dela participam. Já faz muito tempo que não organizo nem me agrego a grupos, patotas, igrejinhas, conventículos que adotam dois programas — um para dentro e outro para fora — e, assim, pensam sua atuação no mundo de forma tática, procurando cativar pessoas ou captar sua confiança, “fazer amigos”, usar a diplomacia para atingir seus objetivos. Depois de muitos anos de batalhas infrutíferas e de algum sofrimento, cheguei à conclusão de que esse tipo de atuação não é, vamos dizer assim (e não apenas porque sustentabilidade seja o tema da hora), eticamente sustentável, pois que leva necessariamente à utilização das pessoas como instrumentos, manipulando-as em prol de desideratos que elas não tiveram a chance de compartilhar.

Não temos nem que ganhar as pessoas para a nossa causa, nem de usá-las como escadas para a realização de nossos objetivos. Para quê? Isso é uma ilusão egóica: não vamos mesmo a lugar nenhum sem os outros. Por isso, imagino que devamos sempre estimular a diversidade de opiniões, de visões, de pontos de vista. O objetivo coletivo deve ser a polinização mútua de idéias e comportamentos. Somente assim será possível permanecermos abertos à mudança das nossas próprias opiniões, visões e pontos de vista e atitudes.

Não-alinhar. Não-reunir (como dizia Frank Herbert, numa passagem do “Messias de Duna” que não me canso de citar: “Não reunir é a derradeira ordenação”). Não criar espaços internos mais-estratégicos do que os externos (ou seja, não-separar).

Não traçar caminhos para os outros. Não criar sulcos para fazer escorrer por eles as coisas que ainda virão. Não tentar administrar o futuro. O desafio do novo nomadismo que está emergindo – não o nomadismo de grupos, de pessoas reunidas, e sim o nomadismo de pessoas conectadas em rede – é saber aceitar ou suportar a incerteza e a imprevisibilidade.

Toda rede é um conjunto de caminhos. Todo caminho é uma caminhada para o futuro. E cada caminho é uma possibilidade diferente de futuro. Se alguém está conectado a duas pessoas, tem dois caminhos, duas possibilidades diferentes de futuro. Se estiver conectado a dez pessoas, são dez possibilidades de inovação, são dez oportunidades, são dez portas diferentes para o futuro. São dez pílulas de cores diversas que — para lembrar a excelente metáfora do filme The Matrix — Neo pode tomar.

Ainda que a Escola-de-Redes possa ter nodos formados por grupos locais de pessoas, penso que a conexão mais importante — o principal constituinte da escola — é aquela feita por pessoas dispersas que querem cooperar.

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Comentário de Alexandre Maia Pina em 22 setembro 2010 às 7:13
Parabéns a Escola pelos 5000. Estou chegando agora e preciso de um tempo para conhecer melhor o objetivo da escola. Mas o que o Augusto de Franco relato no texto acima realmente temos que aproveitar o conhecimento de cada membro para lucrarmos com isso. Todos podemos ajudar um ao outro; acho que em redes sociais isso e fundamental, pois aqui somos todos amigos e amigos ajuda o outro. Vamos nos empenhar mais, já esta bom mas precisamos de mais.
Comentário de Roberto Jorge Regensteiner em 31 julho 2010 às 8:51
Saudações aos 5000 da E=R deste membro vagalume (mais vaga que lume)
Comentário de Guilherme Oliveira Carneiro em 29 julho 2010 às 22:05
Ainda não consegui assimilar muito do que é debatido aqui.
Mas escola de redes já está na minha monografia, na minha experiencia de vida e no que eu acredito!
Vamo nessa, parabéns!
Comentário de Mário Salimon em 29 julho 2010 às 12:39
na verdade, queria dizer "estruturada como (não) desejamos"...
Comentário de Mário Salimon em 29 julho 2010 às 11:38
Diria que o que mais me motiva a seguir com o tema é o grau de liberdade da proposta, que evita ser mais uma igrejinha. Tenho aproveitado oportunidades formais e informais para tratar do tema e sugerir as leituras, inclusive em treinamentos sobre estratégia e aulas de pós-graduação. As pessoas ficam chocadas com as provocações, sobretudo as que lidam com desconstrução dos modelos tradicionais de governança, mas depois se animam para estudar. Os alunos de pós vêm em massa qurendo escrever trabalhos finais sobre o tema mas acabam mudando de idéia ao ver que redes sociais são algo mais que algo de moda, plataformas de troca de mensagens e narcisismo. Vamos em frente augusto, nem sempre de forma estruturada como desejamos, mas vamos em frente.
Comentário de Anderson Jubanski Balan em 29 julho 2010 às 9:30
um viva para a escola de redes
abraço a todos !!!
Comentário de Nilton Lessa em 29 julho 2010 às 8:56
Augusto,

Vc citou no texto a possibilidade de uma agenda compartilhada para tocar o projeto da CIRS 2011. Achei a ideia ótima!

Não seria legal algo também como Arenas de interação distribuídas geograficamente pelos locais em que houver interessados dispostos a tocar o barco? (nos moldes do que está nascendo lá no II Seminário Vivo Educa?
Eu e outros aqui de Niterói e Rio temos muita vontade de ajudar no projeto. O bom é que há bastante tempo até lá para cada grupo interagente batalhar,cada um a seu modo, pela infra adequada a cada realidade/necessidade local.

Abs.
Comentário de Augusto de Franco em 29 julho 2010 às 8:51
Me parece relevante o fato de muitas pessoas encararem o post acima como uma espécie de cobrança de participação. O artigo não tinha tal intenção. Mas a forma como ele é entendido, isso sim, significa alguma coisa.

Não imagino que redes sejam ambientes de participação e sim de interação. Meu ponto de vista está expresso no texto abaixo:


Sobre a participação (em midias sociais) evoca-se freqüentemente a "teoria" 90-9-1. Sobre isso estou propondo uma conversação no novo post SOBRE A TAL DE "PARTICIPATION INEQUALITY". Convido a todos a se dirigirem também para lá (depois de deixarem algum comentário aqui).
Comentário de Claudio Estevam Próspero em 28 julho 2010 às 19:46
Boa noite a todos.

Terminei de ler todos os comentários postados aqui neste momento.

Reforço o pedido do Augusto para que tenhamos um local para a comemoração presencial em SP e para que esta também ocorra em outros pontos geográficos. Creio que assim a comemoração terá calor humano, impossível de ocorrer se apenas nos encontrarmos virtualmente.

Um grande abraço a todos.

5.035 PESSOAS CONECTADAS

\o/ \o/ \o/ \o/ - olha a ola comemorativa => \o\ \o/ /o/ \o\ \o/ /o/ \o\ \o/ /o/

Claudio
Comentário de Augusto de Franco em 28 julho 2010 às 18:19

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