Escola de Redes

Olá a tod@s
Como sair dessa engrenagem que reafirmam um corpo, uma linguagem, como máquinas que a cultura faz desaparecer num ideal de funcionalidade e obediência: máquinas-veículo que não devem se ver ou notar, recipientes eficazes da res cogitans? Emergência de novas formas, penso numa escritura que refuncionaliza elementos de organizações viciadas, sem as garantias que traz a manutenção de uma identidade, investindo em processos de singularização: uma menina um cão radiantes como a tarde de sol, uma mulher um cego entrada num jardim úmido. Intensidades apresentadas na literatura de Clarice Lispector.
Que permitem a saída dos blocos totalizantes, das estratificações geridas pela Lei, pela Literatura (gêneros), pela Informação (fatos atuais), pela História (fatos sociais, políticos) – assim outros espaços, para viver, para sentir, para respirar.
(os valores, as morais, as pátrias, as religiões e as certezas privadas – se um teve a revelação da deriva misteriosa, já não se suporta mais viver nas falsidades da morada).
Mas a atenção bem está voltada a múltiplas possibilidades aqui postadas, apostadas.

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