Escola de Redes

Conversando sobre a Proposta de Constituição

Meu grande amigo
Seu texto como sempre traz grande contribuição ao entendimento das Redes Distribuídas. Entretanto, volta a repetir aquilo que apresentou na “Proposta Inicial do Grupo Transição Organizacional”, (este nome parece coisa do Planejamento Estratégico). Tem algo de Secretaria de Organização neles.
Uma Constituição nos institui! Deixaremos de ser o que somos – uma força instituinte para nos cristalizarmos em instituído. As redes distribuídas são pela sua natureza, instituintes contra todo o instituído que aí está.
Exatamente como diz seu texto na introdução do curioso Documento: - Em um sentido amplo, trata-se de uma não-escola. Como mostra a logo escolhida para a escola: E = R, quer dizer: a escola é a rede. Em palavras: se a escola já é a rede, para que escola? Se a própria rede é uma escola…

A Escola-de-Redes não é uma organização hierárquica nem uma articulação centralizada ou descentralizada de instituições ou organizações formais. Em última instância, são “apenas” pessoas, conectadas em rede, que cooperam entre si para desenvolver os temas acima, compartilham voluntariamente seus conhecimentos, divulgam e aplicam os produtos que desenvolveram.
Poderia encerrar o comentário aqui, mas vamos caminhar um pouco mais:
Publicações – A Escola de Redes é livre para publicações e sugestões de quaisquer assuntos. Seus mediadores são os nodos.

Texto Dois – Logo no início, depois de citar Lynn Margulis, vc entra falando em energia e matéria. Seria melhor energia e massa, para não parecer que existe alguma coisa além da matéria. (brincadeirinha que não resisti, eh eh). Aqui eu deixo um espaço para vc convocar os Deuses das redes e bater firme na Dona Dialética.
PERTENCER À ESCOLA-DE-REDES É REALIZAR AS SUAS ATIVIDADES
Será? Participar como espectador também pode ser proveitoso. Não tenho nada contra certo voyerismo intelectual nas redes distribuídas.
Além do fato que sou a favor de tentarmos alguns projetos concretos, por exemplo, na área de Educação. Sonho com projeto de Português interligando e-mails e um projeto de Matemática para o chamado Ensino Fundamental com vídeos no Youtube.
E como diz a Clara Pelaez Alvarez em alguns de seus Blogs, seria uma bela alternativa tentarmos algumas iniciativas pelo Twitter. No meu caso seriam educacionais.
Grande abraço do Velhinho Raulino.

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Comentário de Raulino Oliveira em 22 abril 2009 às 18:18
Minha física terminou no fim do curso secundário. É portanto, muita petulância querer debater tal tema com vc. Mas, penso que massa e energia são formas de existência da matéria. Assim quando estabeleco uma relação matéria/energia, pode levar a uma confusão de natureza aristotélica do tipo: matéria tem características diversas da energia que as anteporiam. Fica pra vc explicar melhor esta aparente contradição entre matéria e energia que não consigo imaginar, claro que sem as complexas equações matemáticas que tudo podem mas pouco tem de comum com a realidade concreta.
Grande abraço e bom que eu esteja novamente por esta escola para colocar minhas ranzinzices de velhinho com vc sempre tendo a paciência de me aturar.
Comentário de Augusto de Franco em 22 abril 2009 às 15:20
Salve, Velhinho! Como sempre, você está coberto de razão (talvez até no que chama de dialética, he he). Não temos mesmo uma Constituição (e espero que nunca tenhamos). Temos uma coletânea de textos sobre a constituição da Escola-de-Redes. Também não tenho nada contra o voyerismo... Mas se você não despertou a ira dos deuses das redes quanto à dialética, despertou a ira dos ex-físicos (como eu) quando propôs trocar matéria por massa. Massa é uma propriedade da matéria que só se revelou, em termos clássicos, pela propriedade de certos corpos de manterem o seu estado. Não é, pois, uma coisa que possa atravessar membranas (xiiii). Grande abraço do velho (não tanto) Augusto.

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