Escola de Redes

COMPARTILHAR AGENDAS (Segunda edição: 19/02/09)

Foto NASA: Hubble Image of the Quintuplet star cluster
Como prevíamos, já vamos caminhando rapidamente para 1 mil conectados. Não são mil pessoas na Escola-de-Redes: são mil pessoas registradas neste site - escoladeredes.ning.com - que está servindo de plataforma interativa para o netweaving na Escola-de-Redes. O site é a ferramenta. A ferramenta não é a rede. A rede são as pessoas conectadas umas-as-outras, interagindo.

Já escrevi muitos textos dando minha opinião sobre a construção da escola:

500 dias: uma meta para a Escola-de-Redes?

A lógica da abundância

Não há desculpa para não-estudar

Por que ainda não somos uma escola de redes

Construindo a Escola-de-Redes: algumas sugestões

Uma escola de autodidatismo

O que vai acontecer com a Escola-de-Redes em 2009?

Redes sociais não são sites de relacionamento

Mais uma vez sobre os nodos da Escola-de-Redes

Se continuar assim corro o risco de ser confundido com uma espécie de mestre-escola ou bedel. E, por outro lado, não tenho muito a ensinar: também estou tentando aprender com essa experiência.

Mas por mais que estejamos todos aprendendo e não saibamos realmente no que vai dar isso tudo, não consigo me afastar de uma convicção original: não há como construir a Escola-de-Redes sem agendas (no plural) compartilhadas. Por isso, nosso futuro depende, a meu ver, do funcionamento de nossos nodos (sejam territoriais ou temáticos). O motivo é simples: não podemos constituir comunidade sem identidade. Não podemos construir identidade sem interação. Não podemos manter uma interação suficientemente densa ou freqüente para construir identidade e constituir comunidade com mil pessoas. Ninguém consegue. No máximo conseguimos manter um relacionamento estreito com uma centena de pessoas (e já é muito).

Para manter uma interação suficientemente densa ou freqüente com outras pessoas temos que ter uma agenda compartilhada com elas. A agenda compartilhada é o que constitui um nodo (no sentido coletivo, de cluster, na linguagem aqui da escola, pois as pessoas conectadas também são nodos).

É por isso que nodos, nesse sentido, não podem ser apenas os Grupos abertos aqui no NING que, de vez em quando, fazem uma reunião. A reunião - no início - é boa, sobretudo para as pessoas se conhecerem e se entrosarem (ainda que, como nossa rede é aberta, estamos sempre no início, quer dizer, sempre estará entrando gente nova, que precisa conhecer as outras e se entrosar). Mas a reunião pela reunião acaba virando um troço cacete e um perigo. Todos sabemos o que acontece com reuniões convocadas sucessivamente quando não há alguma coisa que dê organicidade ao coletivo: na primeira aparecem 30 pessoas, na segunda 12, na terceira 3... ou menos!

A escola só existirá se existirem os nodos. Aliás, no modelo fractal que adotamos, a escola são os nodos. E os nodos só existirão de fato se as pessoas que os compõem compartilharem agendas. Pode ser agenda para promover algum evento, para fazer uma investigação, para executar uma ação, para relatar experiências ou vivências, para trocar livros ou, mesmo, para beber-e-conversar (ΣΥΜΠΟΣΙΟ: o simpósio, no seu sentido original). Em outras palavras, a tal agenda compartilhada não pode ser apenas participar da reunião. Reuniões, ainda vou ficar rouco de dizer, são, em geral, péssimos instrumentos de netweaving.

Em geral fazemos reunião ou quando não sabemos o que fazer ou quando até sabemos mas não queremos, nós mesmos, fazer o que deve ser feito. Então, na reunião, decidimos que tal ou qual coisa precisa ser feita e nos pomos a arrumar um sujeito responsável pela sua execução (90% - senão mais - das reuniões dos chamados "movimentos sociais" são para isso). Ou então as reuniões servem para organizar ou planejar alguma coisa, ou seja, para tentar impor, top down, algum padrão de ordem que está na nossa cabeça (e esperamos que os outros se enquadrem nessa ordem que achamos que será a melhor coisa do mundo para eles; ou para nós).

Para compartilhar agendas não é necessário, a rigor, fazer reunião. Basta ir direto ao ponto e... compartilhar uma agenda qualquer. Por exemplo, eu combino com o Fulano, o Beltrano, o Sicrano e mais uma dezena de Nanos que vamos nos dedicar com afinco a desenvolver um modelo de rede baseado nas cordas (como propôs o Boyle). Ótimo então. Construímos um grupo aqui, publicamos uma hipótese de trabalho, todos fazem sugestões, produzimos um texto-base, dividimos entre nós as tarefas e... pronto. Estamos trabalhando juntos, quer dizer, co-operando.

É. É isso mesmo. A Escola-de-Redes foi construída como um ambiente para ensejar e ampliar a cooperação.

Ou então, para dar um outro exemplo, arrumamos um grupo decidido a experimentar a hipótese de que 1% de pessoas conectadas (dentro de certos limites) em uma rede com grau máximo de distribuição-conectividade, é capaz de encurtar o tamanho do mundo de uma localidade para 1 grau de separação. Escolhemos a partir daí um bairro pequeno e vamos a campo: fazemos então reuniões de trabalho (aí sim) para discutir a metodologia et coetera. Pronto, eis outra agenda - prática - compartilhada.

Um terceiro exemplo, menos ambicioso, poderia ser o seguinte: resolvemos ler e comentar - até entender - um livro ou um artigo difícil (como este do Vega-Redondo) sobre o tema da escola. Para isso procuramos algum matemático que nos auxilie e constituímos, com a sua ajuda, um grupo de estudos. Novamente aqui estamos compartilhando uma agenda que dá sentido à escola.

Poderíamos ficar aqui aventando dezenas de exemplos de como é possível compartilhar agendas em torno dos mais variados assuntos conexos ao objetivo da escola, desde a implementação de projetos de redes de desenvolvimento comunitário, de governança local em rede, de aplicação de um roteiro de transição da empresa-pirâmide para a empresa-rede, até a organização coletiva do I Simpósio Anual da Escola-de-Redes e da futura Conferência Internacional sobre Redes Sociais. Mas não é preciso conhecer dezenas de alternativas para tomar a decisão de compartilhar uma agenda com quem quiser compartilhá-la conosco.



Acrescento agora (19/02/09) uma nova parte ao post acima. Esta parte - que virá a seguir - foi apresentada originalmente como um comentário, mas ficou muito confusa, como logo notou a Clara Alvarez. Prometi reformatá-la, o que estou fazendo agora.

Coloco duas perguntas:

1) Afinal, o que faz a Escola-de-Redes?

2) Se toda rede social já é uma escola, por que precisamos de uma Escola-de-Redes?

Vou tentar dar uma resposta para essas perguntas. Esclareço que, como sempre, trata-se apenas da minha opinião, com a qual ninguém está obrigado a concordar só porque eu tomei a iniciativa de abrir este site aqui no Ning. Também devo dizer que não tinha as coisas tão claras quando começamos, ou seja, o que vai abaixo já é o resultado de um caminho que percorremos coletivamente.

O QUE FAZ A ESCOLA-DE-REDES?

Consegui divisar cinco tipos de atividades (que já fazemos ou pretendemos fazer):

a) Conectamos pessoas interessadas em conhecer mais sobre redes sociais (seja pelo estudo, pela investigação teórica, pela experimentação ou, inclusive, pela vivência-em-rede) e em compartilhar tal conhecimento com outras pessoas interessadas em conhecer mais sobre redes sociais;

b) facilitamos a livre interação horizontal entre as pessoas e estimulamos a criação de nodos (clusters territoriais ou temáticos) voltados aos objetivos da escola, os quais – em virtude do compartilhamento de agendas – podem vir a se tornar verdadeiras comunidades de aprendizagem (de vez que a rede geral composta pelos registrados neste site não conseguirá ter a densidade de interações suficiente para gerar comunidade);

c) organizamos uma biblioteca que contém textos e vídeos de estudiosos das redes, itinerários pessoais ou coletivos de leitura e histórias de vida com depoimentos de nossas relações pessoais com as redes;

d) Promovemos cursos (inclusive on line) e atividades presenciais como encontros, simpósios e conferências sobre redes sociais e temas diretamente relacionados; e, por último,

e) estimulamos a conexão de uma pequena multidão de pessoas de sorte a criar uma efervescência capaz de ensejar a eclosão de certos fenômenos próprios de redes altamente distribuídas (um desses fenômenos, por certo, é o clustering, mas há outros, como o swarming, o crunch, a autoregulação emergente e, quem sabe, a capacidade de multiplicação em cadeia de hubs, inovadores e netweavers) e, ainda, a criação de uma base ativa de crowdsourcing que consiga intensificar a criação de novas tecnologias de netweaving.

Tudo que fazemos é atividade de escola, seja no sentido de think tank, seja no sentido de ambienta favorável à interações educativas. Trata-se, portanto, de uma escola. Uma escola para quem quer estudar redes sociais e produzir conhecimento sobre redes sociais. Ou, dizendo pelo inverso, não se trata, assim, de uma rede social para quem quer participar de uma rede social qualquer. Isso nos leva à segunda pergunta:

POR QUE UMA ESCOLA-DE-REDES?

É certo que, quando foi fundada, a Escola-de-Redes adotou o logo e o lema E = R: A Escola é a Rede. Conquanto isso tenha sido bastante legal, um achado mesmo, gerou uma certa confusão: a de que estamos fazendo aqui apenas mais uma rede social. A inferência é quase direta: se toda rede é uma escola, a Escola-de-Redes é uma escola porque é uma rede social. Mas tal inferência obscurece a identidade em construção da Escola-de-Redes.

A meu ver, a Escola-de-Redes é uma escola que se organiza como rede distribuída e não uma rede social qualquer que, como qualquer rede (ou pelo fato de ser uma rede), também é uma escola. A diferença é sutil e pode dar a impressão de que estamos fazendo um jogo com as palavras.

Do ponto de vista do compartilhamento de agendas (tema deste post), a diferença fica mais clara. Na Escola-de-Redes, diferentemente do que poderia acontecer em outras redes sociais, não é qualquer agenda que deve ser compartilhada e sim aquelas agendas que são próprias de uma escola (nos dois sentidos, de think tank e de ambienta favorável à interações educativas). Já em outras redes sociais podem ser compartilhadas outras agendas, relacionadas aos seus objetivos.

Em outras palavras: na Escola-de-Rede as atividades são explícita e diretamente as de uma escola (nos dois sentidos) e não implícita e indiretamente (com base na idéia de que toda rede é uma escola).

Quem quer participar de uma rede social não precisa se conectar à Escola-de-Redes. Pode se conectar a qualquer rede social voltada para outros objetivos. Só deve se conectar à Escola-de-Redes aquelas pessoas que estão interessados no seu objetivo: a investigação e a experimentação sobre redes sociais e à criação e transferência de tecnologias de netweaving. Uma pessoa que deseja, por qualquer motivo, participar de uma rede social, não precisa entrar na Escola-de-Redes. Somente quem estiver motivado para estudar (lato sensu) as redes sociais deve se conectar aqui. É uma escola mesmo.

Repetindo: o objetivo da Escola-de-Redes, o seu propósito, aquilo que constitui o seu "DNA" e que poderá ser desenvolvido como uma identidade é ser uma rede distribuída de pessoas dedicadas à investigação e experimentação sobre redes sociais e à criação e transferência de tecnologias de netweaving. Foi assim desde o início.

Bom, isso significa então que nossas agendas a compartilhar devem ser sobre isso. Quando disse que sem agenda compartilhada não tem escola não pensei em dizer que devemos compartilhar qualquer agenda. Por exemplo, se decidirmos constituir um grupo (nodo) para aplicar uma metodologia de indução de desenvolvimento local por meio da formação de redes de desenvolvimento comunitário, isso pode ser feito por uma rede específica que tenha tal objetivo. É claro que na Escola-de-Rede esse objetivo também caberia. Sim, caberia. Mas nesse caso esse processo de indução do desenvolvimento local deveria se realizar do ponto de vista da investigação ou da experimentação sobre redes sociais ou, ainda, da criação e transferência de tecnologias de netweaving. Seria uma atividade própria de um think tank (investigativa ou experimental) ou uma atividade educativa (ou educadora) com um objetivo claro: conhecer mais sobre redes sociais e compartilhar tal conhecimento, seja pelo estudo sistemático, pela elaboração teórica, pela experimentação.

Espero ter conseguido me explicar melhor nesta segunda edição - revista e aumentada - do post "Compartilhar agendas". Mas se ainda não consegui não tem problema. Vou continuar tentando ser mais claro e preciso.

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Comentário de Cynthia Fior em 23 fevereiro 2009 às 18:10
Augusto, custei muito a responder a esse seu texto.
Confesso que entrei muitas vezes, li e reli, tentando entender, não o conteúdo do texto, mas a verdadeira motivação e talvez angústia que lhe movia a escrevê-lo.
Tentava me sentir solidária com ela, comparando um pouco com o que me ocorre na experiência de mobilizar a rede do Pacto, que sempre me levam a fazer as mesmas perguntas: Quantos realmente entendem o que significa essa Rede? Quantos estão realmente interessados e/ou preparados para entender o seu significado? Porque tantas pessoas se propõem a entrar na rede e depois não se manifestam, não interagem, como se apenas constar "na lista" fosse suficiente (talvez aparecer em mais uma citação no google)?
Depois pergunto a mim mesma: Até que ponto, nós que alimentamos uma rede, somos responsáveis pela continuidade de uma certa mediocridade de pertencimento em um grupo apenas por ser "mais um"? Enfim, estamos realmente contribuindo para a melhoria ou estudo do que nos propusemos ou apenas criando mais uma dentre tantos canais que já existem de interação pessoal?
Nessa tentativa, de incorporar um pouco esse sentimento que você transmite no texto e sentir um pouco da sua angústia, confesso que não cheguei a grandes conclusões, mas mesmo que preocupante o número de adesões (nesse momento são 1005 participantes), não há muito o que fazer quanto a isso. Temos que buscar movimentar o cerne do que pensamos ser a Escolade-Rede e deixar que os que não se encaixam resolvam sair. Afinal essa é uma escola aberta. Também não vejo muita autonomia na rede por enquanto e o seu papel de animador/motivador/disparador/indicador de conteúdo... continua sendo fundamental. Esses "toques" temporários são fundamentais para que todos repensem: o que estou fazendo aqui? Posso contribuir? Estou disposto a aprender?
Acho importante voltar a esse assunto em outras ocasiões. Nunca é demais lembrar os objetivos e a motivação da Escola-de-Redes para quem chega. Talvez fosse possível incluir um mecanismo que possibilite que todos que entram, que leiam o texto inicial da Escola e marquem "assinem" um Termo de Aceite das condições e tarefas iniciais... não acho que seria muito controlador, mas uma forma de aviso aos forateiros-sem-objetivo...
No mais só posso lhe dizer que sou solidária ao seu sentimento e que todo os dias entro no site passo o mouse sobre os novos conectados, vejo se conheço alguém e fico pensando: o que levou essa pessoa a se conectar? Quem será que convidou? Será que explicou o que era? Confesso que acho essa uma ação muito interessante. Gosto muito de tentar saber o que motiva as pessoas a agirem e se relacionarem... Grande abraço
Comentário de Clara Pelaez Alvarez em 19 fevereiro 2009 às 17:45
Como bem colocou o Boyle:
"Augusto es el orfebre, trabajador incansable, y a veces hace de papá nuestro, poniendo un poco de orden".... Nesse sentido dá para entender porque o discurso de como tudo deve ser no meio da discussão do tema das agendas compartilhadas.
Ok, Augusto, creio que estamos todos alinhados!

Abraços

Clara
Comentário de Augusto de Franco em 19 fevereiro 2009 às 15:13
Muito bem resumido, Busatto.
Comentário de Cezar Busatto em 19 fevereiro 2009 às 15:05
Li o comentário do Augusto e dos demais, participo do nodo Porto Alegre, na última reunião creioque começamos a acertar o passo. Vamos começar a compartilhar com os demais a nossa experiência na rede ou redes sociais de que participamos. Como disse o Silvio, temos pessoas que trabalham em redes de empresas e organizações não governamentais, outras em redes de empresas e outras em redes de cidadãos na área política. Nosso propósito é aprendermos uns com os outros sobre como melhor fazer a tecitura de redes, como avançar para desobstruir canais de comunicação que estão bloqueados, como horizontalizar estruturas verticais, como desenvolver a confiança, o diálogo, o espírito de cooperação, como enfim facilitar a criação de ambientes de interação, comunidades de prática, de aprendizagem e de projeto. Ou seja, como no fundo ir rompendo com a sociedade autoritária, hierárquica, verticalizada, top down que temos à nossa volta e ir constituindo espaços de sociedade radicalmente democrática, horizontalizada, bottom up. Acho que o papel específico da escola-de-redes deve ser o de compartilharmos nossas experiências e conhecimentos sobre redes sociais para melhor fazermos tecitura de redes nos nossos ambientes de vida.
Comentário de Augusto de Franco em 19 fevereiro 2009 às 14:37
Continuando, Belbute...

Se uma pessoa se conecta aqui, lê os textos, interage com outras pessoas, adquire conhecimentos básicos de netweaving e resolve, a partir daí, organizar a rede dos promotores do Carnaval de Olinda, ótimo, mas essa ação prática resultante não pode ser considerada uma ação da Escola-de-Redes, a menos que ela resolva fazer tal ação como uma experiência para testar uma hipótese ou uma vivência para descobrir alguma coisa da vida-em-rede e, ao final, colocar aqui os resultados do seu experimento ou de sua vivência.

As duas coisas são válidas, mas a Escola-de-Redes não deve perder seu objetivo. É uma escola, não uma incubadora de redes sociais (embora seja desejável que dela surjam muitas redes sociais conectando pessoas-com-pessoas em uma padrão de organização cuja topologia seja mais distribuída do que centralizada).
Comentário de Augusto de Franco em 19 fevereiro 2009 às 14:21
Caro Belbute:

1) Experimentação e investigação implicam ações práticas. Mas nem todas as ações práticas são feitas com tal objetivo (de investigar e experimentar redes sociais para conhecer mais sobre elas e compartilhar esse conhecimento = o objetivo declarado da Escola-de-Redes).

2) Aplicar os conhecimentos obtidos na Escola-de-Redes em experiências práticas - de indução do desenvolvimento local e outras - é desejável e é ótimo. Se essas experiências gerarem novos conhecimentos a ser compartilhados aqui, é este mesmo o objetivo da Escola-de-Redes. Se forem experiências em rede não voltadas para o objetivo precípuo da Escola-de-Redes, isso gerará novas redes. Bacana!

A Escola-de-Redes não pode ser a rede-tudo, a organização total, o guarda-chuva capaz de cobrir o mundo inteiro. É apenas uma escola estruturada em rede que conecta pessoas que querem conhecer mais sobre redes e compartilhar tal conhecimento.
Comentário de Augusto de Franco em 19 fevereiro 2009 às 9:58
Vejam a segunda edição, revista e aumentada.
Comentário de Augusto de Franco em 18 fevereiro 2009 às 17:53
Vou reescrever Clara, em um espaço mais adequado. Não, não estamos nos distanciando do objetivo da escola. Estamos apenas compreendendo-o à medida que caminhamos. Vou remover o comentário para esclarecer melhor, OK? Abraços.
Comentário de Clara Pelaez Alvarez em 18 fevereiro 2009 às 17:00
Pois é... ficou muito grande e não consegui entender o ponto central do comentário!
Perdão, dá para ser mais direto? Ainda não entendi porque estamos nos distanciando do objetivo da escola!
Comentário de Amarildo Batista em 18 fevereiro 2009 às 14:01
alo. Os nodos derepente não terminariam se tornando "ilhas" que por estarem ligadas umas as outras se consideram continentes? E isso poderia comprometer a visão de rede, ou seja seriamos mais funcionais do que "estruturais"? Ajude-me caso esteja comentendo um contrasenso.

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