Escola de Redes

compartilhando conhecimento & experiência & perguntas sobre redes

Redes operativas.pdf
produzido em abril de 2008. Integra publicação do Governo do Estado do Rio Grande Norte ainda não lançada.

oqueproduzimosnasredes.pdf
produzido e apresentado no III Encontro Estadual de Educação Ambiental, organizado pela REPEA - rede Paulista de Educação Ambiental, em julho de 2007.

gc&redes.pdf
Conteúdo de mini-curso sobre estratégia rede e gestão do conhecimento realizado em novembro de 2008, para a Escola de Governo de de Mato Grosso.

estrategiarede.pdf
Conteúdo de mini-curso sobre estratégia rede e gestão do conhecimento realizado em novembro de 2008, para a Escola de Governo de de Mato Grosso.

contextoemerg.pdf
Conteúdo de mini-curso sobre estratégia rede e gestão do conhecimento realizado em novembro de 2008, para a Escola de Governo de de Mato Grosso.


Caros,
atendendo à sugestão do Augusto de compartilharmos nossas produções, trago algumas apresentações recentes sobre o tema.

As apresentações em powerpoint ( contextoemerg; estrategiarede; gc&redes) são parte do conteúdo de minicurso semipresencial oferecido a uma organização que pretende acionar redes de colaboração e comunidades de prática internamente. A cada módulo temático há sugestão de leituras.

A apresentação O que produzimos nas redes é um momento da reflexão que estou fazendo na elaboração de monografia do curso de Coordenação de grupos operativos - Instituto Pichon-Rivière. O tema da monografia é a possibilidade de aplicar os indicadores de produção grupal desenvolvidos por Pichon-Rivière em interações sociais telemáticas.

O texto Redes operativas foi produzido no contexto da consultoria para a Rede Gestão Pública RN, é uma síntese de minha abordagem sobre redes, em abril de 2008.

Abraços
Vivianne

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Comentário de Regina Ferreira Vieira em 8 junho 2009 às 12:17
Segue a referência à lei mais recente que actualiza o programa de redes social em Portugal : Decreto-Lei n.º115/2006 de 14 de Junho que configura os princípios, finalidades e objectivos da rede social, assim como sua constituição, funcionamento e competência dos seus orgãos.

Que possibilidades e limitações pode ter este programa de implementação de rede(s) social (ais) nas redes de resposta aos abusos sexuais de crianças, que é o meu objecto. Qual o efeito da formalidade (decreto) na constituição de redes?

Obrigada

Regina Vieira
Comentário de Regina Ferreira Vieira em 8 junho 2009 às 12:05
Olá Vivianne, sou Regina Vieira, assistente social emPortugal e estou a realizar uma tese de doutoramento sobre redes de intervenção no abuso sexual intra-familiar de crianças. Pretendo identificar se a intervenção que é realizada expressa um trabalho em rede ou apenas a existência de fluxos muito sectorizados nas áreas de promoção, atendimento e defesa/responsabilização. A minha área de pesquisa é a cidade de Lisboa (capital). Temos legislado (dispositivo) um programa intitulado "rede social" (Resolução nº 197/97 de 18 de novembro) e na cidade de Lisboa está a ser implementado mas ainda sem avanços na área de protecção a crianças, em especial ao que respeita aos abusos sexuais. Envio o site (http://195.245.197.202/preview_pag.asp?r=12828) sobre a configuração deste programa para que possa ter um conhecimento mais esclarecido e pergunto:
- A estrutura da "Rede de Protecção de crianças e adolescentes" que existe no Brasil, e ao que sei integra outras redes de garante dos direitos das crianças, como a "rede de enfrentamento da violência sexual contra a criança e adolescente", está definida por declaração legal? Tem configuração como o nosso programa "Rede social"? Qual a sua opinião sobre o decreto "rede Social" e qual o impacto desta aparente rigidez legal na configuração de uma rede de resposta ao abuso sexual de crianças? Que possibilidades e limites para a implementação de uma rede social para enfrentar este problema?

Vou-me debruçar sobre os textos que recomenda para conhecer melhor o conceito de redes operativas.

Também me estou a ambientar à Escola de redes, daí que peço desde já desculpas pelo meio de contacto consigo (também contactei a Célia Schlinther) dado que não sabia qual o melhor meio de vos contactar.
Sobre o tema redes e redes sociais tenho lido vários artigos vossos; apesar de todas as políticas sociais em matéria de infância e juventude em Portugal terem um discurso organizado para a intervenção articulada e partilhada, a acção não parece caminhar para este sentido, havendo a duplicação de areas de acção, deixando outras áreas a descoberto ou não havendo continuidade no processo de intervenção ao problema dos abusos sexuais. O ponto de partida do meu estudo foi um trabalho desenvolvido pelo CECRIA sobre circuitos e curto-circuitos da intervenção no abuso sexual de crianças e adolescentes (Faleiros, Vicente de Paula; e Faleiros, Eva)

Obrigada
Regina Vieira (srafvieira@gmail.com)
Comentário de Vivianne Amaral em 14 abril 2009 às 10:02
Oi Carla, como está? Bom que gostou do texto. :-)
Vc fez o trabalho de conclusão do Pichon? estou fazendo o meu que é uma experiência de aplicação dos indicadores de produção grupal num lista de discussão de uma rede. Por conta disto tenho estudado muito. E vc, o que anda fazendo?
abraços
Comentário de Carla Cabrera Duarte em 14 abril 2009 às 8:28
Oi Vivi,
Adorei o Redes Operativas. Indiquei para leitura em uma palestra que fiz. Obrigada!
Beijos,
Carla.

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