Escola de Redes

Estou trabalhando no projeto e desenvolvimento de uma plataforma de rede social, concebida em cima dos conceitos e ideias inovadoras, discutidas na Escola de Redes. O foco principal, é o compartilhamento de experiências de toda natureza, sejam acadêmicas, pessoais, profissionais, que de alguma forma contribua para o processo de livre aprendizado das pessoas. O projeto está incluído na pesquisa de meu mestrado, e como sou da área de TI, serei um dos principais desenvolvedores da plataforma, que será aberta para a comunidade. Gostaria de receber ideias, dicas, sugestões, sobre funcionalidades e espaços a serem criados. Sempre que possível, atualizarei o status do projeto. Como me identifiquei muito com as ideias do livro FLUZZ, de Augusto de Franco, seria realmente estimulador conseguir implementá-lo, e disponibilizá-lo à sociedade.

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Comentário de magda aparecida bueno maciel em 31 julho 2011 às 6:51
QUE LINDO PROJETO ME INTERRESSO MUINTO PELA ÁREA DE TI, ÓTIMA IDEIA ESTAR ABERTO A COMUNIDADE, PARABÉNS DEMOCRACIA VERDADEIRA É CRIAR E DEIXAR QUE A SOCIEDADE COMO COMUNIDADE POSSA TAMBÉM EXPRESSAR SUAS IDEIAS!!!!!
Comentário de Jaime Tak em 22 julho 2011 às 15:30
Obrigado Ericsson!
Comentário de Ericsson Santana Marin em 21 julho 2011 às 12:20
Comentário de Ericsson Santana Marin em 21 julho 2011 às 12:17

Obrigado Augusto, pela importante informação que já acrescentei na nova versão do artigo, que acabei de publicar. Aproveitei para fazer algumas pequenas mudanças. Sugestões, dicas, críticas, ou qualquer orientação, por favor não hesite em repassar, pois são realmente importantes para o amadurecimento das ideias em si. Já iniciei a escrita de mais um artigo científico, que pretendo publicar no segundo semestre. Todos farão parte de minha dissertação final de mestrado. Caso, exista algum veículo de comunicação que o Sr. ache interessante a publicação deste artigo, por favor me comunique. Deixei o tamanho do artigo em 6 páginas por questões de limites de alguns congressos que estou pleiteando.

 

abs

Comentário de Augusto de Franco em 19 julho 2011 às 12:06

Embedei o seu artigo abaixo Ericsson. Acho, entretanto, que valeria a pena registrar - no seu paper - como surgiu a idéia de FLUZZ. Reproduzo abaixo:

Fluzz nasceu a partir de reflexões intermitentes do autor (Augusto de Franco) durante a última década. Talvez tenha surgido do espanto com a palavra ‘Entidade’, tal como foi usada – com maiúscula – por Jane Jacobs (1961), em Morte e Vida das Grandes Cidades Americanas: “As inter-relações que permitem o funcionamento de um distrito como uma Entidade não são nem vagas nem misteriosas. Consistem em relacionamentos vivos entre pessoas...” Difícil saber agora, quase cinco anos após sua morte, tudo que ela queria realmente dizer com ‘Entidade’ (com maiúscula) e ‘relacionamentos vivos’ (que é diferente de relacionamento entre vivos). De qualquer modo, isso foi interpretado aqui como ‘viver a convivência’. Quando vivemos nossa convivência (social) produzimos um novo tipo de vida (humana). Essa é a idéia básica.

Tal como as reflexões que o originaram, este é um livro que se repete. Vários capítulos repisam o que já foi dito em capítulos anteriores. Quem não está preparado para a redundância pode ficar incomodado com o estilo recursivo do texto. Uma explicação para isso, baseada no tipo de interação chamado cloning, está no Capítulo 0 – Tudo é fluzz. Mas essa explicação, provavelmente, não será suficiente diante da cultura, ainda predominante, da escassez.

Muitos tópicos inseridos aqui foram escritos com outros propósitos, em épocas e circunstâncias diversas. Alguns, inclusive, já foram publicados como artigos autônomos ou fizeram parte de outros livros do autor. Isso também é redundância.

Quando uma parte do material aqui contido foi escrita pela primeira vez, não havia surgido a idéia de fluzz. Depois que tal idéia surgiu, surgiu também a impressão de que tudo o que já estava escrito, havia sido escrito como prefiguração. Fluzz apenas consumou.

A palavra ‘fluzz’ nasceu de uma conversa informal do autor, no início de 2010, com Marcelo Estraviz, sobre o Buzz do Google. O autor observava que Buzz não captava adequadamente o fluxo da conversação, argumentando que era necessário criar outro tipo de plataforma (i-based e não p-based). Marcelo Estraviz respondeu com a interjeição ‘fluzz’, na ocasião mais como uma brincadeira, para tentar traduzir a idéia de Buzz+fluxo. Ulteriormente a idéia foi desenvolvida e recebeu outros significados, que não têm muito a ver com o programa mal-sucedido do Google, como se pode ver neste livro.

No início de cada capítulo estão grafadas em itálico as doze partes de Coda – uma espécie de “código-fonte” de fluzz. Pode-se começar lendo essas partes, fazendo um tour pelo livro antes de começar a leitura.

Por último, uma advertência. Fluzz contém material altamente prejudicial às instituições da sociedade hierárquica: às escolas (e ao ensino), às igrejas (e às religiões), às corporações (e aos partidos), aos Estados (e às comunidades imaginárias por eles engendradas, as nações-Estado e suas ideologias produtoras de inimizade no mundo, como o nacionalismo e o patriotismo) e às empresas-hierárquicas. Cabe ao leitor decidir se, mesmo assim, deseja continuar lendo este livro.

(O texto acima constitui a apresentação do livro Fluzz: vida humana e convivência social nos novos mundos altamente conectados do terceiro milênio)

Comentário de Ericsson Santana Marin em 12 julho 2011 às 13:33

Os dois livros que já li e estou reelendo, pois são fantásticos para o antes meu, e agora, nosso projeto sâo:

Fluzz: Vida humana e convivência social nos novos mundos altamente conectados do terceiro milênio.

(Augusto de Franco)

De Onde Vêm As Boas Ideias (Steve Johnson)

 

Na minha opinião, são livros que nos deixam várias pistas, e nos remetem a uma verdadeira reflexão, para encontramos respostas às indagações apresentadas.

Comentário de Carlos Boyle em 12 julho 2011 às 8:13

Acá hay libros de Ball http://library.nu/docs/JO9K8T13IR/Flow%3A%20Nature%26%23039%3Bs%20P...

y saben qué uno se llama Flow


Vejam aqui = http://goo.gl/kbD3a
Comentário de Maria Thereza do Amaral em 11 julho 2011 às 16:12

.

Êta monte de comentários bons !

 

Agora: "A chave destas respostas estará na tecnologia? Na minha humilde opinião acho que não. Para mim a chave ainda está nas pessoas."

 

Essa sua observação não tem resposta fácil. A chave está nas pessoas, por que elas tem que decidir sua demanda e daí usar tecnologia para isso. Ou pessoas fazerem isso para outras pessoas. 

Tem que se ter cuidado para não cair no "ou isso ou aquilo", ainda é tão fácil isso...

 

E seus questionamentos estão muito bons, concordo com a Vivianne.

.

.

 

Comentário de Vivianne Amaral em 11 julho 2011 às 15:57
Concordo Augusto. Boas perguntas Ericsson. abraços
Comentário de Ericsson Santana Marin em 11 julho 2011 às 15:52

Sim Augusto, concordo plenamente com os conceitos compatilhados de interação e de plataformas de rede. O que falta para minha concepção, é a criação de um recurso canalizador, para as atividades inovadoras geradas por estas atividades de interação. 

 

Kleiber provou que, à medida que se torna maior, a vida se torna mais lenta, obedecendo à proporção da 3/4 potência. Fato que podemos observar com o crescimento da energia e do transporte da vida urbana. Como afirma Johnson, sobre esta perspectiva, se um elefante é apenas um camundongo em escala maior, uma cidade é apenas um elefante ampliado.

 

Porém com a descoberta de West, de que todos os itens de informação que envolvem a criatividade e inovação, como patentes, orçamentos de pesquisa e desenvolvimento, profissões supercriativas, inventores, seguem a lei da 1/4 potência de forma positiva, Johnson afirma que uma cidade 10 vezes maior que a vizinha não será dez, mas 17 vezes mais inovadora que a outra.  Como disse Janes Jacobs a 50 anos atrás, grandes cidades não são como vilas apenas maiores. Algo acontece no ambiente dessas cidades, tornando seus residentes significamente mais inovadores que o das cidades menores, e como sabemos com a ajuda das características presentes em sistemas complexos, como autoadaptação, clustering, swarming.

 

Tudo isso cria um escalamento superlinear, provido pelas atividades humano interativas. O projeto Fluzz, na minha concepção, deveria entrar neste ambiente, promovendo recursos inteligentes, para que este escalamento possa atingir patamares exponenciais, sem precedentes. A pergunta é como?

  • De que forma podemos usar os recursos provenientes da internet, a fim de melhorar e tornar ainda mais eficientes e eficazes as atividades humano interativas?
  • De que forma podemos criar um ambiente com um campo mórfico máximo, que realmente seja importante e acolhedor às pessoas?
  • De que forma podemos fazer que as pessoas pessoas vejam, assim como Augusto de Franco cita em Fluzz, que toda pessoa é uma nova porta que se abre para novos mundos, ou é uma pequena sociedade?
  • Como criar um ambiente que conduz a níveis incomuns de inovação e criatividade?
  • Como criar sistemas, que permitam que as ideias se unam, e se tornem algo maior, do que eram em partes independentes?

A chave destas respostas estará na tecnologia? Na minha humilde opinião acho que não. Para mim a chave ainda está nas pessoas. Precisamos focar mais sobre as mesmas, e compreender a nossa natureza de “gholas sociais”. Acho que assim teremos respostas...

 

Reflexão: (Fluzz) Tudo que flui é fluzz. Tudo que fluzz flui...

 

[]s

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