Escola de Redes

"... após o derrame, algumas células cerebrais que sofreram o trauma interrompem suas conexões com outras células e ficam num estado de dormência, mas não estão mortas. As células que morrem são aquelas que entram em contato direto com o sangue do derrame. Os grupos de células que ficam adormecidas isolam-se para se proteger. Com o tempo, conforme aumentamos a estimulação, eles podem crescer, conectar-se à rede e voltar a funcionar. Isso sem falar na capacidade de adaptação das células cerebrais. Quando as células responsáveis por uma tarefa não podem mais realizá-la, passam a contar com a colaboração de outros grupos de células, desenvolvendo novas habilidades e compensando aquela que foi perdida. Quando se perde um dos sentidos, os outros tendem a ficar mais aguçados... Nos últimos dez anos, houve duas grandes contribuições científicas à crença na capacidade de recuperação constante do cérebro. A primeira vem do conceito de neuroplasticidade, em que o cérebro altera suas conexões conforme o tipo de estímulo. Antes, pensava-se que a estrutura do cérebro era definida na primeira infância, e não mudava. A segunda vem da descoberta de que novos neurônios crescem em locais estratégicos". Trecho da entrevista concedida pela neurocientista Jill Bolte Taylor, da Universidade de Indiana, à Vanessa Vieira e publicada na VEJA desta semana (Edição 2089 de 03/11/08). Clique aqui para ler a íntegra.

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Comentário de Augusto de Franco em 1 dezembro 2008 às 11:59
Nosso amigo Carlos Boyle postou no www.redes.org.br um vídeo com a Jill Bolte Taylor que vale a pena assistir.

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