Escola de Redes

Conforme meus planos, este post deveria tratar do "autodidatismo". Sim! Essa foi minha idéia inicial para o BLOG, meu espaço mais pessoal na Escola de Redes. Fiz o "post permanente" com o título Banquete dos Inesqueciveis, plagiando o mentor desta rede, em seu site. A partir do meu post banquete, eu faria minhas reflexões e estas também estariam linkadas nele. Eis minha tentativa de organizar publicamente, as leituras que tenho feito aqui, e que obviamente já fazem parte do meu HD e do meu DELICIOUS. Estão seguras. Explicitar minhas leituras, não é uma manifestação "egotrip", mas sim, um jeito de apresentar caminhos do meu aprender. Fazemos isso nos portfólios, ou faziam isso nos portfólios, antes deles virarem catálogos. PROCESSFÓLIOS eu prefiro! Como define Gardner. Ao apresentar meu "post banquetes processfólio" estou autorizando ( talvez pedindo) que os demais contribuam no meu caminho. Cooperação? Colaboração? Redes! Espaços diferentes daqueles regidos pela politica dos Chimpanzés! Porém, como já devem estar percebendo os que leram até aqui, rompi com o plano inicial. E não tratarei, neste post, exatamente imediato ao do banquete, do meu ponto de vista sobre autodidatismo. Surpreendentemente, comento a REDE, algo que não meu autorizaria a comentar quando nesta ingressei. Os motivos da não autorização? Os mesmos de tantos e tantos comentários que li... "não conheço bem o assunto, mas estou aqui pra aprender, então futuramente..." Bem, meu futuramente chegou. A reciprocidade numa rede que informa e promove, certamente ultrapassa as mensagens de obrigada, parabéns e saudades de você.Não estou numa rede de relacionamentos. Borboleteando por alguns espaços, reconheço pessoas que neles se "instalam" para disparar mensagens de puro afeto. Isso vale tanto que às vezes ganhamos o dia com um recado amigo. Por outro lado, quando nos interessamos por redes como esta, esperamos além dele, do afeto, um conteúdo diferenciado que nos leve a reflexão e às transformações pessoais. Transformações são possíveis sempre, ainda prefiro acreditar que o "Homo Sapiens Demens" é sujeito de constante transformação e se assim não for, ou não estiver disposto a ser, será apenas "Homo Sapiens". Direito dele o de ficar imóvel e intocável no seu próprio tempo. Talvez por isso, por preferir-se intocável, não participe das redes. Talvez navegue nela, escondido, porque permanece irresistível para ele, a possibilidade de "espiar"de alimentar-se do outro, sem nada a oferecer. Nem afeto, nem conteúdo, nada que dê pistas de sua presença. Nada que abra a possibilidade de aproximação, porque isso lhe parece ameaçador. Ele tem tantos segredos guardados, tantos saberes, ele é o dono da razão. Chega de comentar o "Homo sapiens besta ' quero o "Homo Sapiens Demens'. Que se aproxima, que olha, que tem perspicácia e entende, que oferta, que ajuda a revelar caminhos. Sem reciprocidade, não há rede. E pra não dizer que não falei de flores... depois de tentar contatos, depois de tentar pedir comunhão pra entender, depois de tentar falar no bate-papo, eis que!!!! Enquanto eu digitava aqui, um balão de fala cinza, aparece no rodapé do meu monitor...alguém falando comigo...o que será? Queria falar sobre análise de redes, queria saber sobre um curso no Chile...ele deve procurar e vai encontrar o que busca. Isso sempre acontece no WWW. Como sou integrante da rede, também farei a busca, ou por acaso, nas minhas buscas, encontrarei o que ele quer encontrar. Lembrarei dele...Almir da Cruz Sousa, que ao me dar Boa Noite e me lançar essa pergunta, me fez voltar a acreditar que sim, pode haver vida por aqui ou que ela ressurge sempre. "Não se desespere: em redes abertas muito numerosas apenas 1% das pessoas interagem de modo recorrente. " Diria Augusto!

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Comentário de Cristian G. Baechtold em 8 março 2010 às 23:26
"Smooth, mind, floating like a butterfly..."
Espiei. Sem nada a oferecer (até futuramente).
Nova porta agora aberta.
Namaste.

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