Escola de Redes

Além da Civilização - recomendação de leitura

Foi uma grata surpresa encontrar na Biblioteca E=R um link para esta obra de Daniel Quinn.
Tive a oportunidade de ler, já há alguns anos, alguns livros deste autor.
Recomendo a leitura para os membros da Escola de Redes.
Como aperitivo copiei abaixo um trecho do livro.

DO LIVRO:

Uma das crenças mais fundamentais da nossa cultura é a de que a civilização deve continuar a qualquer custo, sejam quais forem as circunstâncias. Implícita nessa crença está outra: a de que a civilização é a mais importante invenção humana e jamais deve ser abandonada.

Daniel Quinn, conhecido por seu transformador romance Ismael, adotado em escolas e universidades de mais de vinte países, questiona em Além da Civilização a forma como o homem se posiciona em relação ao restante da comunidade da vida, orientando-nos a viver como membros dessa comunidade, e não como senhores dela.

Em uma prosa densa, mas leve e agradável, ele nos apresenta uma série de pequenos ensaios de uma página, com idéias e reflexões que nos fazem vislumbrar uma nova alternativa para salvar o mundo, que envolve a desconstrução da civilização e a revisão de antigos paradigmas de nossa sociedade.

Por que a civilização planta o alimento para trancá-lo e depois obriga os indivíduos a ganhar dinheiro para comprá-lo de volta?

Por que não progredimos além da civilização e abandonamos o estilo hierárquico de vida que causa grande parte de nossos problemas sociais?

Usando metáforas criativas e bastante eficazes, Quinn desfila para nós suas idéias sobre os problemas da sociedade humana e aponta caminhos rumo a um novo território, “além da civilização”. Esse território não é um espaço geográfico, mas um inexplorado espaço cultural, social e econômico situado “do outro lado” da organização hierárquica da civilização.

A jornada que conduz a esse território não representa um modo de demolir a hierarquia da civilização, mas, antes, apresenta uma maneira de deixá-la para trás. É a “rota de escape” para um futuro no qual as pessoas comuns podem reinvidicar sua dignidade, alegria, igualdade e autoconfiança. Essa rota está, é claro, escondida; de outro modo, teria sido descoberta
anteriormente. Mas, como Quinn demonstra, está escondida onde se encontram todos os grandes segredos: bem à vista de todos.

O Autor
Daniel Quinn nasceu em Omaha, Nebrasca, em 1935. Estudou na Universidade de St. Louis, na Universidade de Viena e na Universidade Loyola de Chicago. Em 1975, Quinn abandonou uma longa carreira de editor para tornar-se escritor free lance.

A primeira versão do livro que veio a ser Ismael — seu livro premiado — foi escrita em 1977. Seguiram-se seis outras versões até o livro encontrar sua forma final, como ficção, em 1990. Quinn passou a aprofundar as origens e experiências de Ismael numa autobiografia altamente inovadora, com o título:
Providence — The Story of a Fifty Year Vision Quest.

A respeito de sua nova obra de ficção, Quinn escreveu: “Durante anos, preocupei-me com a possibilidade de jamais igualar — muito menos ultrapassar — o que consegui em Ismael. Essa dúvida apagou-se, para mim, com A História de B. Ismael certamente aprovaria esse livro”.

“A articulação de um modo de vida mais simples (feita por Quinn) vai conquistar aqueles que a globalização deixou de fora”. Publishers Weekly

O que aconteceria se forjássemos
deliberadamente nossas soluções
sociais nas chamas do caos criador?
John Briggs e F. David Peat


Os moradores de rua e os jovens estão convergindo rapidamente para o território sócio-econômico que identifiquei neste livro como um território que se encontra “Além da civilização”. A maior parte dos moradores de rua foram lançados nele involuntariamente, ao passo que muitos jovens anseiam inconscientemente por ele, como qualquer pessoa que deseja mais da vida do que apenas a chance de comer na manjedoura onde o mundo está sendo engolido. É a eles e a suas esperanças que este livro é particularmente dedicado.

Uma fábula para começar

Há muito, muito tempo, a vida evoluiu num certo planeta, produzindo muitas organizações sociais — alcatéias, matilhas, cardumes, manadas, bandos, rebanhos, e assim por diante. Uma espécie cujos membros eram particularmente inteligentes desenvolveu uma organização social singular chamada “tribo”.

O tribalismo funcionou bem para eles durante milhões de anos, mas chegou um momento em que decidiram experimentar uma nova organização social (chamada “civilização”), que era hierárquica e não-igualitária. Não se passou muito tempo e aqueles que ficavam no topo começaram a ter uma vida de grande luxo, usufruindo de um lazer perfeito e tendo o melhor de todas as coisas. Abaixo deles, uma classe formada por um número maior de pessoas vivia muito bem e não tinha do que queixar. Mas as massas que viviam na base da hierarquia não gostavam nem um pouco daquilo. Trabalhavam e viviam como animais de carga, lutando só para continuarem vivos.

“Isso não está dando certo”, disseram as massas. “O modo de vida tribal era melhor. Deveríamos voltar a viver daquela forma”.

Mas o chefe, que ficava no ponto mais alto da hierarquia, disse:
“Abandonamos para sempre aquela vida primitiva. Não podemos voltar a ela”.

“Se não podemos voltar”, responderam as massas, “então vamos em frente — na direção de algo diferente”.

“Não, não pode ser”, disse o chefe, “porque nada diferente é possível. Nada pode existir além da civilização. A civilização é um invento final, insuperável”.

“Mas nenhum invento é insuperável para sempre. A máquina a vapor foi suplantada pelo motor a gasolina. O rádio foi suplantado pela televisão. A calculadora foi suplantada pelo computador. Por que seria diferente com a civilização?”

“Não sei por que é diferente”, disse o chefe, “mas é”.

Mas as massas não acreditaram — nem eu.


Manual de transformação

Minha primeira concepção deste livro refletiu-se no título original — O manual de transformação. Pensei nele porque não há nada que as pessoas de nossa cultura desejam mais do que transformação. Querem desesperadamente transformar a si mesmas e o mundo que as cerca. Não é difícil descobrir o motivo disso. Sabem que algo está errado — algo está errado nelas, algo está errado no mundo.

Em Ismael e em meus outros livros, apresentei uma nova forma de entender o que há de errado por aqui. Achava ingenuamente que seria o bastante. Em geral, é o bastante. Quando você sabe o que está errado em alguma coisa — o carro, o computador, a geladeira, a televisão — o resto é comparativamente fácil. Achei que seria a mesma coisa, mas está claro que não é. Muitas e muitas vezes, literalmente milhares de vezes, as pessoas me disseram de viva voz ou me escreveram: “Entendo o que você está dizendo — você mudou minha maneira de ver o mundo e o nosso lugar nele —, mas o que acha que devemos FAZER a esse respeito?”.

Eu devia ter perguntado:

“Não é óbvio?”.

Mas, obviamente, não é — nem remotamente óbvio.

Neste livro, espero que isso fique óbvio.

O que está em jogo é o futuro da humanidade.

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Comentário de Claudio Estevam Próspero em 27 fevereiro 2011 às 20:18
Para ALÉM DA CIVILIZAÇÃO? Para além do CONTROLE que contaminou a Rede Mãe? "Horizontalização" das relações "verticalizadas" pelos CEO´s / Generais / Reis / Sacerdotes?
A Primavera Árabe (Globonews Painel) pode ser um passo coletivo para Além da Civilização - essa que nos últimos ~10.000 anos se baseia no CONTROLE (manipulação de relações humanas através de armas, dinheiro, informação, etc.) para ter o poder de IMPOR SEUS DESEJOS / sua VISÃO DE MUNDO aos DOMINADOS / CONTROLADOS. Será que o Poder da VIDA está se infiltrando pelas frestas do poder de manipular?
Em meus Tweets de hoje proponho a ligação do que está ocorrendo no Norte da África e Oriente Médio (só?) com as idéias aqui discutidas.
Claudio E. Próspero
@prosperoclaudio São Paulo
Comentário de Clara Pelaez Alvarez em 8 abril 2009 às 9:05
Enquanto procriarmos como coelhos não há civilização sustentável possível, penso eu! Ao ritmo que vamos indo, já quase 7 bilhões, com a medicina estendendo o tempo de vida individual, vamos precisar de três planetas... Não consigo imaginar uma revolução tribal com essa cifra!
Comentário de Claudio Estevam Próspero em 8 abril 2009 às 8:36
Augusto, mais uma vez obrigado.

Li e reli o texot recomendado e reforço a sua recomendação para leitura deste texto:Sociedades de parceria e sociedades de dominação.

Um abraço.
Claudio
Comentário de Augusto de Franco em 2 abril 2009 às 5:25
Boa temática para uma "filosofia das redes". Minha abordagem dessa discussão, escrita há 11 anos (e republicada em 2001), é a seguinte: Sociedades de parceria e sociedades de dominação.

Depois, é claro, "descobrimos" as redes. E aventei a hipótese da "rede-mãe".
Comentário de Marcelo Estraviz em 1 abril 2009 às 21:14
Simplesmente assino embaixo!
Comentário de Claudio Estevam Próspero em 31 março 2009 às 21:44
[Inovação necessária] Tribalismo étnico => Civilização de conquista => ?

Período funcional (mais benefícios que prejuízos) de cada Modo de Vida dominante da espécie humana:

Tribalismo étnico – 3 milhões anos

Civilização de conquista – 10.000 anos

? - próxima grande aventura da Humanidade

Sugiro ler:
PARTE QUATRO
Rumo ao novo tribalismo
Paginas 96 a 119
«Somos inclinados a pensar nos caçadores e coletores como pessoas pobres porque eles não têm nada; por essa razão mesma, talvez fosse melhor pensar neles como pessoas livres.»
Marshall Sahlins


Uma parábola sobre a durabilidade
Um inventor levou seus projetos de um aparelho para um engenheiro, que olhou para eles e disse:
“O que você tem aqui é sistematicamente defeituoso, o que significa que vai quebrar depois de apenas alguns minutos de funcionamento”.

“Não, se for bem feito”, replicou o inventor. “Toda peça deve ser feita com o melhor material que existe com as especificações exatas”.

O engenheiro mandou construir o aparelho, mas ele quebrou depois de apenas quatro minutos de funcionamento. O inventor não desanimou.

“Você não fez o que lhe disse para fazer”, disse ele. “Você vai ter de usar materiais bem melhores — os melhores de todos — e fabricar as peças seguindo as especificações da maneira mais exata possível”.

O engenheiro tentou novamente, e o novo modelo funcionou durante oito minutos.

“Viu?”, disse o inventor. “Fizemos um progresso tremendo. Tente de novo, agora com materiais melhores ainda e seguindo as especificações de maneira mais fiel ainda”.

O último aparelho durou dez minutos. O inventor pediu ao engenheiro que fizesse outro modelo, usando materiais bem melhores e sendo mais fiel ainda às especificações. O novo modelo durou onze minutos.

O inventor queria continuar indefinidamente o processo, esforçando-se por ter peças perfeitas, mas o engenheiro recusou, dizendo:

“Não está vendo que estamos tendo melhorias cada vez menores? É um desperdício de tempo tentar fazer um projeto defeituoso funcionar melhorando suas peças. Traga-me um projeto viável que lhe garanto um aparelho que vai

172
funcionar durante anos, usando peças de materiais comuns com especificações comuns”.

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Por que o que temos não é durável
É um princípio fundamental de nossa mitologia cultural que a única coisa errada conosco é que os seres humanos não são suficientemente bem feitos. Precisamos ser feitos com materiais melhores, com um conjunto de especificações melhores (criados, talvez, pelas versões ecológicas de nossas religiões tradicionais). Só precisamos ter mais bondade, gentileza, carinho, amor; menos egoísmo, mais visão, e assim por diante, e aí, então, tudo vai ser ótimo. É claro que ninguém conseguiu nos melhorar no ano passado, nem no anterior, nem no outro antes deste, nem no anterior a este último — aliás, em ano nenhum da história documentada —, mas talvez este ano a gente tenha sorte... ou talvez o próximo, ou o outro depois dele.

O que tentei dizer em todos os meus livros é que o defeito da nossa civilização não está nas pessoas, mas no sistema. É verdade que o sistema tem feito um barulhão nos últimos dez mil anos, que é um tempo bem longo segundo a escala de uma vida individual, mas, visto segundo a escala da história humana, esse episódio não é notável por sua duração épica, mas por sua trágica brevidade.

Em Ismael, comparo o nosso aparato civilizatório a um avião que está no ar há dez mil anos — mas em queda livre, não em vôo. Se ficarmos dentro dele, vamos nos espatifar com ele, e logo. No entanto, se a maioria de nós diminuir sua carga abandonando-o, ele talvez consiga manter-se no ar durante muito tempo (enquanto o resto de nós tenta alguma coisa que faça mais sentido).

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Vamos saltar de pára-quedas e passar para o outro lado do muro!
James W. Fernandez, professor de antropologia, escreveu o seguinte:

“Os antropólogos, ao contrário dos filósofos, acham que os mundos culturais nascem com o uso (a promulgação) de metáforas combinadas” (itálicos meus).

É isso aí. Estou satisfeito por combinar algumas metáforas em prol da criação de um novo mundo cultural.

Depois de várias horas de discussão sobre o movimento que deve levar para uma vida tribal além da civilização, um dos membros do seminário de que participei disse que ainda não entendia por que essa proposta serviria para tornar a vida humana mais sustentável. Já se passou um bocado de tempo desde a última vez que falei dessa questão e por isso acho que devo abordá-la de novo. É uma questão válida e importante. A Nova Revolução Tribal pode dar uma vida melhor às pessoas, mas, se não servir para perpetuar a nossa espécie além de algumas décadas, qual é o problema?
Neste exato momento, há cerca de seis bilhões de seres humanos no que chamei de “cultura do prejuízo máximo”. Só dez por cento desses seis bilhões de pessoas estão sendo prejudiciais ao máximo — esgotando recursos a toda a velocidade, contribuindo para o aquecimento global a toda a velocidade, e assim por diante —, mas os outros noventa por cento, sem nada melhor em vista, só querem ser como os dez por cento. Invejam aqueles dez por cento porque estão convencidos de que viver de um modo que seja prejudicial ao máximo é o melhor de todos os modos de vida possíveis.
Se não lhes oferecermos algo melhor para querer, estamos fritos.

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Uma mudança sistêmica
A Nova Revolução Tribal é um plano de fuga da prisão da nossa cultura. Os muros da nossa prisão são econômicos, isto é, a necessidade de ganhar a vida nos mantém dentro deles, pois não há como ganhar a vida do lado de fora. Não podemos empregar a solução maia — não podemos desaparecer num mundo de tribalismo étnico. Mas podemos desaparecer numa vida de tribalismo ocupacional.
Isso vai transformar a nossa civilização em ruínas fumegantes? Claro que não. Vai diminuí-la. À medida que um número cada vez maior de pessoas entender que pular o muro significa conseguir algo melhor (não “renunciar” a alguma coisa), um número cada vez maior de pessoas vai abandonar a cultura do prejuízo máximo — e quanto mais essa cultura for abandonada tanto melhor. O plano de fuga leva para além da civilização, para além daquilo que, segundo a nossa mitologia cultural, é a invenção suprema, a última invenção da humanidade.

O plano de fuga leva para a próxima invenção da humanidade.

Mesmo assim, será que essa próxima invenção vai dar-nos um modo de vida sustentável? Eis aqui uma forma de avaliar isso: os seres humanos que viviam em tribos eram tão estáveis ecologicamente quanto leões ou babuínos que viviam em bandos. A vida tribal não foi algo que os humanos se sentaram e ficaram imaginando. Foi o presente da seleção natural, um sucesso comprovado — não a perfeição, mas difícil de melhorar. A hierarquização, por outro lado, mostrou ser não somente imperfeita, mas catastrófica, em última instância, para a Terra e para nós. Quando o avião está caindo e alguém lhe oferece um pára-quedas, você não faz questão de ver sua garantia.

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Mas por que próxima grande aventura da “humanidade”?
Em A história de B e em outras obras, fiz questão de deixar bem claro que nós — os conquistadores, o povo dessa cultura — não somos a humanidade e, com toda a certeza, nunca refutei essa afirmação. Não é a humanidade que está convertendo a biomassa deste planeta em massa humana, são os membros da nossa cultura — nossa. Não é a humanidade que está levando milhares de espécies à extinção todos os anos com sua expansão, são os membros da nossa cultura — nossa.

Por que então descrever a Nova Revolução Tribal como próxima grande aventura da “humanidade” em vez de “nossa” próxima grande aventura? A resposta é simples: a civilização não foi “nossa” aventura.

Como disse muitas e muitas vezes neste livro, a civilização foi uma aventura da qual muitos povos participaram. “Nós” não fomos os únicos; fomos apenas os únicos que a mantiveram próximo da auto-imolação. E, se a civilização não era apenas a “nossa” grande aventura, como a próxima grande aventura poderia ser apenas “nossa”?

A Nova Revolução Tribal não pretende ser nossa apenas — afinal de contas, qualquer um pode participar dela. Mas também não é compulsória. O velho tribalismo com o qual a humanidade se tornou humanidade é tão bom quanto sempre foi. Nunca vai se desgastar, nem ficar obsoleto. Pousar na Lua foi uma grande façanha da humanidade, mas não significa que todos os seres humanos têm de ir até lá.
Comentário de Claudio Estevam Próspero em 31 março 2009 às 20:54
Ver em:

http://www.bancodoplaneta.com.br/profiles/blog/show?id=1741754%3ABlogPost%3A123646

Daniel Quinn Publicado por Walter Antonio Pereira em September 3, 2008 às 11:17am

Ver posts

Saiba porque Gaia, nossa casa, o Planeta Terra não tem mais jeito!
Leia os Livros de Daniel Quinn.
Tenho 4 no formato de e-books.
Envio grátis, peça pelo e-mail:
wpereira1951@gmail.com

Os livros são:

Ismael- Um Romance da Condição Humana
Meu Ismael
A História de B
Além da Civilização

Você depois de ler Daniel Quinn vai ser outra pessoa.
Imperdível!

Abraços

Prof. Walter Pereira
http://aprendersempre.no.comunidades.net/
Tags: civilização, gaia, meioambiente, planeta, terra
Comentário de Claudio Estevam Próspero em 31 março 2009 às 20:52
Marcelo e demais interessados no assunto.

Os livros de Daniel Quinn lidos por mim - e que recomendo, por ter tudo a ver com o que temos discutido aqui (hierarárquia => redes (Nova Revolução Tribal, na proposta de Quinn) foram:

-----ISMAEL - UM ROMANCE DA CONDIÇAO HUMANA (em Portugues) (1998)
-----MEU ISMAEL - O FENOMENO CONTINUA (em Portugues) (1999)
-----ALEM DA CIVILIZAÇÃO (em Portugues) (2001)
-----HISTORIA DE B, A (em Portugues) (2000)

Após ver o link para download de Além da Civilização em:

BIBLIOTECA E=R
na coluna da direita textos importantes sobre redes para download | E ainda na coluna da direita: 35 preciosas indicações bibliográficas sobre redes.
QUINN, Daniel (Data ?): Além da civilização

estou relendo o livro (em 4 horas de leitura, estou na pagina 175/207: são pequenos artigos de geralmente 1 página ou menos, mas de uma profundidade enorme para mudar nosso modo de ver a Nossa Civilização - segundo Quinn, a que busca maximizar o prejuízo).

Um abraço
Claudio
Comentário de Marcelo Estraviz em 31 março 2009 às 10:41
Olá Claudio! Gostei de saber que mais gente leu esse livro. JUnto com Ismael, foram 2 livros que mudaram minha percepção de mundo. Passo aqui pra você e pram mais quiser, a iniciativa de um amigo de goiânia, que vem postando em um blog todo o livro. è uma delícia acompanhá-lo em pilulas:
http://alemdacivilizacao.blogspot.com/

abs,

me

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