Escola de Redes

O poema

Não é livre

Nem é teia

É uma língua

Me enreda na cadeia



O poema

esse canto de sereia

Tece, sobe e desce

E esse ‘s’ que acontece

O alívio me enleia.



Poema

Só poema

Só tonteia

Nada mais

Mais é tudo

Mais que nada

Verso livre não tem peia



Poema é asa

álea e lis

sem céu e sul

uma verdade e meia

puro sangue azul

Poeta não tem veia.



Pepe, 23 de agosto de 2009

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Comentário de José Eduardo Chaves em 24 agosto 2009 às 11:20
Clara,
o poema (REDE) saiu do forno ontem, quando terminei de ler o Linked do Barabási.
Fico feliz que tenha gostado.
abraços
Comentário de Clara Pelaez Alvarez em 24 agosto 2009 às 11:07
Caro José Eduardo, poetas são sempre bem vindos! Sempe nos salvam pela beleza...

Abraços

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