Escola de Redes

Roselene Candida Alves
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20 Maio
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"Olá! Sou arquivista do Ministério da Saúde e pretendo iniciar meus estudos no ano que vem. Interessei-me muito pelos assuntos de redes sociais, devido à importância aplicada à minha profissão."
28 Mar, 2011
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"Olá!   Sou arquivista, graduada pela Universidade de Brasília e interessei-me pelos conceitos de rede social, tão importantes ao aprendizado e à prática da minha profissão."
28 Mar, 2011
Roselene Candida Alves é agora um membro de Escola de Redes
27 Mar, 2011

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A informação arquivística e o conceito gerencial de Administração Pública

Texto autoral próprio
Hoje,  vou discorrer sobre o relacionamento entre a informação arquivística e a administração pública gerencial. Lembro-me da época em que entrei na universidade e eu escutava muito o advento da administração pública gerencial como uma nova abordagem de gerenciamento no serviço público.
Após anos de enfoques patrimonialistas e burocráticos, a visão gerencial surgiu para que o resultado fosse privilegiado em detrimento das relações político-burocráticas muito presentes nos órgãos e entidades públicas. Desta forma, as ações governamentais pretenderiam diminuir a distância entre o indivíduo e a Administração Pública. Além disso, pretende-se criar um paradigma de uma sociedade da informação, cujo fluxo não tenha tantos obstáculos de compartilhamento e contatos.
A informação encontrada nos arquivos entra neste contexto em aspectos importantes que justamente se relacionam com o  objetivo desta visão administrativa, especialmente no que concerne à transparência das ações governamentais. Diante de um país com variações geográficas e culturais bastante diferenciadas, a informação arquivística está inserida ou deveria incluir-se em políticas públicas mais próximas ou não dos objetivos desejados pelo enfoque gerencial.
Como bem afirma José Maria Jardim, pesquisador e professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), a diversidade não pode ser compreendida sem que seja esquecida a desigualdade que permeia as relações sociais no país. A partir do momento em que existe uma política de gestão documental, direcionada a gerir a informação arquivística, busca-se um resultado que seja direcionado à transparência das ações governamentais, ao atendimento de demandas sociais, à ligação efetiva entre o governo e a sociedade civil e entre os próprios integrantes, e ao fomento de ações necessárias ao desenvolvimento científico e tecnológico.
Porém, ao falarmos de uma verdadeira administração gerencial, torna-se necessário que a informação arquivística esteja próxima, de fato, ao verdadeiro beneficiário dos serviços, que é o cidadão. De nada adianta explicar a importância de uma sociedade da informação e dos conceitos de rede social se, na prática, o usuário tem seu direito à informação negado de forma obscura pelo órgão ou entidade que a custodia. Uma rede social é uma ligação entre pessoas, sem hierarquias.
Tal elo torna-se poderoso a partir do momento em que o fluxo da informação caminha sem obstáculos. O indivíduo liga-se a um outro de forma distribuída, sem caminhos hierárquicos ou dificuldades parecidas. Tal conceito está ligado diretamente ao fortalecimento de uma democracia, tão ensejada a partir do fim da Ditadura Militar brasileira.
Além disso, a Constituição Federal de 1988 surgiu no advento democrático brasileiro, quando houve a transição entre o conceito de uma administração focada em processos de trabalho para uma outra que privilegie os resultados e o cidadão. Os dispositivos constitucionais trouxeram os direitos e garantias fundamentais de forma explícita, após longos anos de chumbo. Ao elaborar uma política pública de gestão documental eficiente, a Administração Pública não apenas otimizará os processos de trabalho, mas também facilitará ao cidadão o acesso aos direitos, além da estruturação de uma ou várias redes sociais. Uma verdadeira sociedade da informação ocorre quando não há obstáculos no compartilhamento de informações necessárias para todos.
Este alerta é feito para contextualizar a situação que se encontra as políticas de gerenciamento da informação arquivística. Não se pode ter o enfoque nos documentos, mas na informação, pois é esta última que é solicitada pelo usuário na execução de várias atividades.  A tomada de decisão eficiente mediante a utilização da informação arquivística torna-se fundamental não apenas no enfoque à Administração Pública Gerencial, mas também ao desenvolvimento da sociedade e do país como um todo.

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Às 8:46 em 28 março 2011, Roselene Candida Alves disse...

Olá!

 

Sou arquivista, graduada pela Universidade de Brasília e interessei-me pelos conceitos de rede social, tão importantes ao aprendizado e à prática da minha profissão.

 
 
 

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