Escola de Redes

Robinson Borba
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Últimas atividades

Robinson Borba entrou no grupo de Augusto de Franco
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MULTIVERSIDADE

Grupo para conversar sobre o tema do artigo Multiversidade. Da Universidade dos anos 1000 à Multiversidade nos anos 2000 de Augusto de Franco em colaboração com Nilton Lessa. Versão preliminar de 1 de janeiro de 2012.Ver mais...
12 Fev, 2012
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DOJO Nave Estação X

Grupo para reunir os que querem se juntar ao Projeto DOJO Nave Estação X | Campos de Co-Creation, Ensaios de Multiversidade e Programas de AprendizagemVer mais...
9 Fev, 2012
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CO-CRIAÇÃO

Grupo para discutir o draft de Augusto de Franco (29/01/2012): CO-CRIAÇÃO: REINVENTANDO O CONCEITOVer mais...
30 Jan, 2012
Robinson Borba respondeu à discussão ACERVO DA ESCOLA-DE-REDES AMEAÇADO de Augusto de Franco
"Talvez a solução possa ser esta mesmo, distribuir entre os participantes da rede. Uma solução de fato distribuída, não sei como. Quem se habilita? Abs e força a toda Escola nesta luta…"
6 Jan, 2012
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NOTÍCIAS DO TERCEIRO SIMPÓSIO E=R

Veja aqui comentários, fotos, eventualmente vídeos do Terceiro Simpósio de Inverno da Escola-de-Redes em Campos do Jordão (Pizzaria A Arte da Pizza, no bosque do Grande Hotel e alhures de 5 a 7 de agosto de 2011).
5 Ago, 2011
Robinson Borba entrou no grupo de Augusto de Franco
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GAMES, SOCIAL GAMES, CREATIVE GAMES

Grupo para estudar os games e os processos de gamefication, hehe.
2 Ago, 2011
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O MELHOR LUGAR DO MUNDO

Um social game para promover o desenvolvimento da sua localidade transformando-a em seu próprio país.O jogo está sendo desenvolvido por Augusto de Franco e Cacau Guarnieri, duas pessoas físicas e não pertence a nenhuma organização.Ver mais...
30 Jun, 2011
Robinson Borba respondeu à discussão MULTRIBUIÇÃO de Augusto de Franco no grupo PENSANDO UMA PLATAFORMA DE NETWEAVING
"Obrigado, Nilton, por sua colocação. Ainda estou aqui com vcs aprendendo. "
13 Jun, 2011
Robinson Borba respondeu à discussão MULTRIBUIÇÃO de Augusto de Franco no grupo PENSANDO UMA PLATAFORMA DE NETWEAVING
"Por favor, Alberto, trocar o "Como se sabe" por "Até onde eu pude perceber". O texto em espanhol que vc indicou é muito bom, servindo para minha reflexões sobre a estigmergia, assunto que investigarei…"
13 Jun, 2011
Robinson Borba respondeu à discussão MULTRIBUIÇÃO de Augusto de Franco no grupo PENSANDO UMA PLATAFORMA DE NETWEAVING
"Talvez na forma em que as formigas se comunicam, através de feromônios, utilizando órgão sensitivos olfativos, esteja um bom caminho para um algoritmo genético que pudesse representar a interface do cérebro…"
12 Jun, 2011
Robinson Borba comentou o grupo Análise de Redes Sociais de Clara Pelaez Alvarez
"Já deu pra sentir que o conceito é pertinente à procura de um sentido não hierárquico na distribuição e formação do conhecimento. Achei interessante este caminho de…"
11 Jun, 2011
Robinson Borba respondeu à discussão MULTRIBUIÇÃO de Augusto de Franco no grupo PENSANDO UMA PLATAFORMA DE NETWEAVING
"Muito boa a apresentação da interação cognitiva. O conceito de  Multribuição está indicado nela de forma sucinta, mas clara. Como eu ja havia visto, de acordo com o WikiNext. Vamos lá…"
11 Jun, 2011
Robinson Borba respondeu à discussão MULTRIBUIÇÃO de Augusto de Franco no grupo PENSANDO UMA PLATAFORMA DE NETWEAVING
"grato, Augusto! e Alberto, parabéns pelo artigo aceito!"
11 Jun, 2011
Robinson Borba comentou o grupo Análise de Redes Sociais de Clara Pelaez Alvarez
"Encontrei! Está no site da RSA: http://bit.ly/ma28bh Merci, Clara! Vou aproveitar bem o final de semana. Lots of (good) things to read!"
11 Jun, 2011
Robinson Borba comentou o grupo Análise de Redes Sociais de Clara Pelaez Alvarez
"Imagino que como eu, muitas pessoas do grupo devem desconhecer o termo Multribuição. Então aí vai o link para a Wiki Next que tem excelente material sobre o conceito: http://bit.ly/lqeOm8 Gracias, Alberto!"
11 Jun, 2011
Robinson Borba comentou o grupo Análise de Redes Sociais de Clara Pelaez Alvarez
"Alberto, obrigado pela sugestão. Já estou circulando pelo site do Next. Não sabia que a Fiocruz estava envolvida em projetos desta natureza. Tomo a liberdade de postar, para que vc ou outros membros do grupo que se interessarem,…"
11 Jun, 2011

Informações do Perfil

Você está disposto(a) a ler até o fim o texto Sobre a constituição da Escola-de-Redes?
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Blog de Robinson Borba

Participação na Conferência Internacional

Será ótimo participar da conferência sobre as redes sociais.

Postado em 14 novembro 2009 às 6:28

Caixa de Recados (4 comentários)

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Às 9:22 em 23 setembro 2009, João Roberto P. Fava disse...
Robinson, bom dia e feliz primavera!

Gostaria de saber se por acaso encontramos alguma sistematização, relato do "Ideias, Caminhos e Desenvolvimento da Região da Lapa em SP", teria como sociabilizar algo para os que não foram?

Obrigado querido...abraços
Às 11:34 em 18 agosto 2009, Clara Pelaez Alvarez disse...
Olá Robinson, li um tanto da sua tese. Gostei muito!
Parabéns por suas frases curtas e precisas.

"Serão necessárias reflexões de como se deve compreender o sistema econômico como parte de um sistema mundial social com limitações de ordem estrutural, com grupos, membros e regras de convivência, buscando a coerência possível do resultado de forças conflitantes que mantém o sistema sócio-econômico equilibrado.

Dessa maneira entendido, assemelha-se a um organismo, onde há um tempo que define o percurso da vida, ao qual se pode assistir mudar em alguns aspectos enquanto outros se mantém imutáveis em sua permanente evolução.

Penetra-se no âmago do urbanismo do fim de século, com questões urgentes como a destruição da estrutura familiar que ocasiona o surgimento de novos seres criados pela própria cidade: a cidade mãe, um lugar onde se drogam com a velocidade, com o álcool e agora com a Internet.

Conectada, a sociedade mundial pensa e trabalha ciberneticamente, tecendo uma rede física e emocional que extravasa territórios. Estar aqui ou mais adiante, lá onde se encontra alguém como nós, é uma questão de estar on-line.

A dinâmica da vida torna-se global, entretanto o universo cotidiano dos seres humanos está no locus. Portanto a grande questão é a cidade. Funde-se no local todos os desejos, todas as expectativas para nossas curtas existências enquanto seres temporais.

Tempo. Tirânico, impõe temporalidades conflitantes, convergentes. Nesse sentido todos os tempos são globais, mas não há um tempo mundial. "O espaço se globaliza, mas não é mundial como um todo, senão como metáfora. Todos os lugares são mundiais, mas não há um espaço mundial. Quem se globaliza mesmo, são as pessoas e os lugares", diz Milton Santos (1998).

Como trabalhar com este persistente labirinto de nossa sociedade pluralística moderna e seus valores cada vez mais autônomos, onde se cria uma ampla incerteza não apenas econômica? Certo é que se vai cruzar por mares nunca dantes navegados com uma necessidade de enfoque econômico comparável à incerteza quântica do físico Max Planck.

Desenvolvimento é um processo, cujo planejamento jamais deve ser um produto entregue engessado e definitivo. Inserido neste contexto, a globalização com seus emergentes paradigmas, deve ser entendida como desafio contínuo decorrente da necessidade do homem de ir além de seus limites físicos e territoriais. Algo que vem ocorrendo desde o início da civilização, mas agora com velocidade antes nunca vista.

Verifica-se que este processo se altera e sofre mutações operacionais constantes em função das inovações tecnológicas empurradas pela ansiedade do homem em abandonar o velho sítio em busca do rompimento com o passado, com o conquistado.

Estar em muitos lugares simultaneamente, colocando por terra o mais antigo dos temores: o tempo. Talvez seja esta a verdadeira conquista que a globalização, forjada pela civilização do século XX, deixa como legado para o próximo século.

Tempo. Velocidade. Suportes para a onda de uma competição no nível global baseada no crescimento da tecnologia de informação, viabilizando uma "Nova Economia" que emerge célere fazendo florescer comunidades que se conectam às transformações, competentes que são para compreender o processo complexo que esta conectividade exige.

A localidade propicia as ocasiões em um mundo que oferece as possibilidades e que "globaliza pessoas, seus lugares e suas regiões". Mas é na diversidade dos locus e na criatividade que suas culturas podem oferecer que está o berço do conhecimento e novas perspectivas para o futuro do desenvolvimento sustentável global. "

Fico me perguntando se tudo não se resumiria a criar espaços de interação entre as pessoas e simplesmente deixar que as idéias emerjam e tomem forma... Mas, claro, essa é uma visão simplista da coisa. Mas por outro lado, penso que devemos olhar o complexo sempre em busca do simples.

Obrigada por compartilhar sua tese!

Abraços
Às 21:42 em 17 agosto 2009, Clara Pelaez Alvarez disse...
Robinson, obrigada pelo retorno.

Muito interessante o nome que vc deu à tese: "cidade cognitiva", estaria disponível para leitura? Vc poderia compartilha-la conosco?
Às 16:03 em 17 agosto 2009, Clara Pelaez Alvarez disse...
Olá Robinson,

Bem vindo ao grupo de ARS!
Você já pesquisa o tema?

Abraços
 
 
 

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