Escola de Redes

Paulo Mineiro
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Às 12:17 em 28 abril 2011, Carolina Sudati disse...

Olá Paulo, após nossas conversas no ano passado eu também fui me dedicar a entender a profundidade do estar em rede, conectado, íntegro, estando multi-conectada.

Segue um texto que deixei no blog, copiado aqui para você e que tem a ver com nossas conversas no ano passado.

Grande abraço!

Carol

 

Olá queridos nós,

Após uma flutuação por vários espaços, estou me dedicando à interação efetiva aqui nesse espaço que é a Escola de Redes. Como alguns sabem, sou atriz e o ano passado fui chamada para facilitar um grupo na sua articulação em rede mais distribuída do que centralizada. Participei muitos anos de uma rede de pesquisa estudando as possibilidades, desafios, aventuras de se entregar à rede. Essas experiências do ano passado mexeram muito comigo.
Muitas provocações povoaram a minha mente, e depois o meu coração, como:
"semente de rede é rede", "não existe coach para netweaver", "não é possível atuar na articulação de rede se não vivermos em rede" (Augusto) e também, "não é preciso recurso para agir" (Estraviz).
Fui então buscar o que faltava na minha disponibilidade de entrega em estar / viver em rede. E descobri que não é fácil mesmo, estar entregue à rede para mim significou/significa se perder, para se encontrar na relação. Mas antes eu achava isso na teoria, hoje eu posso sentir.
Apesar do medo decidi encarar a aventura e conviver com o frio na barriga. E é nesse momento que estou, ainda um pouco atrapalhada, mas decidida a INTERAGIR para além do monólogo num processo de encontro. E aqui aprendi muito e espero poder também colaborar. Também estou percorrendo as leituras fundamentais, alinhando os meus conhecimentos sobre rede com o que é proposto por esse espaço. Muito amor na fluição :) Abraços!

Às 20:23 em 11 julho 2010, Carolina Sudati disse...
Oi Paulo,
na verdade essa é a minha sensação.
Acredito que estar em rede ou não não é algo que possa ser identificado tão facilmente. É esse um dos debates, né? Como é dificil saber o que é a rede e se estamos ou não e mais: porque queremos saber se estamos ou não estamos...
Na CIRS o Clay Shirk falou algo como "O usuário que mais contribui está em caos total, quem está na Comunidade age". Era em um momento em que estava falando sobre o wikipedia. Anotei essa frase para me inspirar quando penso em tentar o controlar e catalogar algo enquanto que estar na rede mesmo é esse caos completo.
Abraço!
Às 0:58 em 6 julho 2010, Carolina Sudati disse...
Oi Paulo. Engraçado vc colocar o atrevimento em questão. Gosto de pensar nos sonhos como insights e parto deles para caminhar. Essa rede em especial me instiga constantemente a transformar as quebras em conexões. Bj!
Às 9:46 em 5 julho 2010, Carolina Sudati disse...
Oi Paulo,
que ótimo...
fico muito feliz mesmo,
eu também tenho lido muito e às vezes acabo fazendo uns quadros para separar as informações e depois juntar tudo de novo, com outro entendimento.
Omaterial está compartilhado com todos para edição, então pode colocar idéias, comentários, agir nele e construir também.
Veja se prefere mudar a cor, enfim.
Vamos trocando, a E_R é um espaço maravilhoso,que me faz crescer muito e onde há uma interação em rede que eu só havia sentido na FTO, uma rede da PUCRS que eu integrava presencialmente.
Vamos falando. Abraço!
 
 
 

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