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Investigando redes na Escola de Redes!

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Consegui!!! Fui aceito na Arizona State University. Agora um dos mundos Fluzz, o desenvolvido no meu Projeto de Mestrado, se tornará um Projeto de PhD a ser desenvolvido na Terra do Tio Sam ... Up Fluzz!!!

Minha dissertação de mestrado intitulada: FLUZZ. REDES SOCIAIS: GERAÇÃO, VISUALIZAÇÃO E BUSCAS QUE MAXIMIZAM A PROBABILIDADE DE INFLUÊNCIA ENTRE INDIVÍDUOS, produzida sob a orientação do professor Cedric Luiz de Carvalho foi selecionada no Prêmio SBPC/GO de Popularização da Ciência - 2014. A instituição nos agraciará com um diploma de mérito e a oportunidade de participar de um livro, com um capítulo sobre o tema pesquisado. Up Fluzz!!

FLUZZ. REDES SOCIAIS: GERAÇÃO, VISUALIZAÇÃO E BUSCAS QUE MAXIMIZAM A PROBABILIDADE DE INFLUÊNCIA ENTRE INDIVÍDUOS

Publicado o meu segundo artigo no IEEE, produzido junto e sob a orientação do professor Cedric Luiz de Carvalho. O artigo, intitulado: Search in Social Networks: Designing Models and Algorithms That Maximize Human Influence foi apresentado na Hawaii International Conference on System Sciences (HICSS 2014) no Havaí (Big Island), no hotel Hilton Waikoloa Village em Janeiro de 2014. Up Fluzz!!

Search in Social Networks: Designing Models and Algorithms That Maximize Human Influence

The ease with which people can use today's technology to form connections has generated an unprecedented situation for society: an era of global connectivity. This ease of connecting has increased the number of people using social networks, making the search for connections in this kind of network extremely complex. In this paper, grounded in concepts from Network Science and Artificial Intelligence, we report on models we have constructed and on algorithms aimed at producing a search engine integrated into social networks environments. The contribution of this engine is its ability to evaluate the numerous paths that connect source and target people, opting for the path where the interpersonal influence through the path is maximized. This increases the probability of finding reliable connections. In order to simulate its operation, we implemented this search engine in a multiagent application whose test performance produced results that exceeded expectations.

Publicado o meu primeiro artigo no IEEE, produzido junto e sob a orientação do professor Cedric Luiz de Carvalho. O artigo, intitulado: Small-scale: A new model of social networks foi apresentado na Winter Simulation Conference (WSC 2013) em Washington D.C., no hotel JW Marriott, em Dezembro de 2013. Up Fluzz!!

Small-scale: A new model of social networks

Despite social network analysis has been subject to scientific interest, further study of the dynamics of networks have been recently developed by a new interdisciplinary science, rooted in sociological research and in the evolution of Graph Theory: the Science of Networks. Researches in this area subverted predefined concepts, presenting revelations about the interconnected social universe, highlighting the demystification of six degrees of separation with the confirmation of “small world” phenomenon. Grounded on these findings, we propose in this paper a new model of social networks called small-scale networks, engendered by the improvement of existing models. As a way of validation, we have built the Fluzz application, able to simulate the generation of social networks through this new model, and through other major literature models (random, small-world and scale-free networks), graphing the networks conceived. The simulation results have shown that small-scale networks are a real alternative to the evolution of society.

Publicada minha dissertação de mestrado. Up Fluzz!!

Blog de Ericsson Santana Marin

Como implementar o FLUZZ?

Estou trabalhando no projeto e desenvolvimento de uma plataforma de rede social, concebida em cima dos conceitos e ideias inovadoras, discutidas na Escola de Redes. O foco principal, é o compartilhamento de experiências de toda natureza, sejam acadêmicas, pessoais, profissionais, que de alguma forma contribua para o… Continuar

Postado em 22 junho 2011 às 13:30 — 56 Comentários

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Às 14:40 em 14 janeiro 2012, Augusto de Franco disse...

Como já disse ao Ericsson várias vezes, Gabriel, minha equação tinha propósitos mais demonstrativos do que analíticos. Os problemas detectados pelo Ericsson (e outros, por mim e por mais alguns) são reais. Mesmo assim, as distorções devem ser bem pequenas, se adotarmos o índice de distribuição que propus (o que chega a ser incrível, dado que não se trata de um teorema e sim de uma definição (convenção). Para os propósitos do Ericsson, creio que não fará diferença ponderável. A questão é o conceito: e o conceito está basicamente correto (a resiliência da rede depende da continuidade do fluxo quando nodos e conexões são eliminados), conquanto a fórmula matemática não esteja. Mas tal conceito é bem mais avançado do que os constructs da SNA, a despeito de suas fórmulas serem matematicamente corretas para o que se propõem (o problema é que das variáveis que escolhe não se pode derivar nada tão esclarecedor das relações entre distribuição, conectividade e interatividade).

Às 14:02 em 14 janeiro 2012, Gabriel R. de Andrade Silva disse...

Opa, certamente Ericsson, será um prazer.

Fico feliz que vc também tenha se interessado por esse conceito chave da proposta do Augusto.

Eu não vou me recordar exatamente tudo que eu fiz pq já faz certo tempo, mas até onde lembro também tinha notado alguns problemas nos algoritmos que elaborei para o cálculo do índice, assim como na própria definição.

Talvez a definiçao ainda seja pouco rigorosa matematicamente, por isso podem ocorrer casos ambíguos.

Acho que distribuição tem relação com problema de sincronização em redes, que foi recentemente resolvido por um brasileiro através de uma espécie de desvio padrão dos autovalores da matriz adjacência. Curiosamente me ocorre que um desvio padrão também é bom indicador quando se fala em "distribuição de renda", por exemplo.

As topologias ótimas para conectar nodos a fim de obter sincronia ou "agendas compartilhadas" (como diz Augusto) só ocorrem em certos graus de conexão bem definidos, dado o número de nodos. Isso é quase como uma espécie de ressonância ou "solução quantizada". Entre essas topologias distinguem-se bem dois casos extremos: as que são centralizadas (todos nodos obedecem o comando de um "mestre") e as que são distribuídas (funcionam por auto-organização , possibilitando espontâneo "enxameamento").

O que eu fiz não chegou nesse nível de sofisticação. Estava longe de chegar nisso, mas acredito que estava no caminho. Recorria sempre aos grafos de Baran. Pensando fisicamente as conexões, sem dúvida ele queria uma topologia otimizada, com máxima distribuição usando o mínimo de cabo. Acho que cheguei a escrever algo sobre isso aqui.

Se vc quiser, posso disponibilizar alguns códigos-fonte. Utilizei Matlab, não sei se conhece. É um software de computação científica proprietário, mas existem versões livres compatíveis, como o Scilab e o Octave.

Essa empreitada de construir uma plataforma i-based sem dúvida é um desafio e tanto. Eu não sou nenhum especialista em nada disso, apenas quis dar um suporte científico para a E=R, mas talvez possa expressar algo de minha experiência e opinião.

Para citar os casos mais populares, poderíamos comparar o facebook com o orkut. O primeiro nasceu mais i-based que o último. Tive muito sucesso quando, através do Orkut, me propus a sensibilizar pessoas em relação a políticas de Educacão há alguns anos. A comunidade virtual formada soube fazer ecoar algumas propostas no mundo real. No entanto, acredito que tal abordagem atualmente seria impossível pela mesma plataforma, pois, no fim, a forma egocêntrica de participação do facebook acabou contaminando a proposta mais comunitária vinda do orkut. As interações ficaram travadas quando o orkut passou a adotar os bloqueios e controles que o face criou.

Tenho um amigo que diz essas plataformas servirem na realidade mais à vigilância, fofoca e intriga do que qualquer outra coisa. O fato do face se tornar popular não foi tão espontâneo. Sem dúvida, o facebook cresceu mais pelo "broadcasting" promocional de um controle centralizado, do que pela espontaneidade. E, em se tratando de negócios, trata-se da boa, velha e insaciável ganância. Então o tal Zuchenberg (nem sei se é assim que se escreve), juntamente com a grande mídia, incentiva a escravidão quando promove mais e mais sua plataforma com fins comercias escusos, de exploração e uso de informação alheia, à revelia, e mesmo CONTRA os usuários. Sem dúvida qualquer luta contra esse monstro é inglória. Essa indústria não quer e não pode abrir espaço para mais nada. E nisso vemos a grande mídia brasileira igualmente empenhada, pois fala muito mais sobre twitter e facebook do que jamais falou sobre aquela plataforma que espalhou espontaneamente pelo território nacional em primeiro lugar, visando eclipsar as manifestações que nela se engendravam. Houve vários swarming através do orkut. E talvez a única jornalista que ouvi falar algo sobre isso foi a Lúcia Hipólito, da rádio CBN.

Apesar de tudo, sua proposta chegou ao lugar correto. Talvez não haja lugar mais adequado. Estudiosos de redes sociais certamente se interessariam em conhecer algo assim.

Desejo-lhe sorte, espero que possa ser feliz em seu trabalho acadêmico.

 

Abençoado aquele que estuda, pois permanecerá qual vela acesa na escuridão da noite, uma ilha de verdade em um mar de falsidade.

Evangelho da Paz

Às 17:30 em 16 novembro 2011, Deborah Griebeler disse...

Oi, Ericsson! Tudo bem contigo???

 

Meu nome é Deborah e sou de SP. Vi aqui na rede seu perfil e e, pelo que percebi, tem muita convergência com um encontro que vai acontecer aí em Goiânia no dia 23/11 das 14h às 18h no ACIEG.

 

Trata-se de um encontro para debater sobre as profissões que estão surgindo, especialmente as relacionadas às TIC (Tecnologias da Informação e Comunicação) com pessoas interessadas e líderes digitais.

 

Gostaria de convidá-lo e contar com sua ajuda para identificarmos quem são os líderes digitais aí de Goiânia e outras pessoas que possam se interessar pelo assunto.

 

O encontro é gratuito e você pode conhecer mais das discussões na rede: www.novasprofissoesft.ning.com. No Twitter tbm usamos a  hashtag #cicloFT e vc pode dar uma olhadinha lá tbm nas pílulas de conteúdo de saem das discussões presenciais.

 

Tudo isso faz parte do que chamamos de Ciclo de Novas Profissões. Goiânia é uma das capitais que foram escolhidas para sediar os encontros presenciais.

 

Espero que se interesse e venha compartilhar suas opiniões com a gente.

 

Conto com suas indicações.

 

Abraço e até mais,

 

Deborah

Às 14:44 em 29 setembro 2011, magda aparecida bueno maciel disse...
Oi Ericsson estamos conectados também para estes estudos juntos um abraço
Às 12:22 em 27 julho 2011, Vivianne Amaral disse...
Oi Ericson, estamos mais conectados agora. abraços
Às 13:25 em 17 maio 2011, Jaime Tak disse...

Ericson, a concentração de profissionais e pessoas que vão a fundo no estudo das networks é impressionante aqui na rede social! Tb já tinha adicionado a Maria Thereza do Amaral que é de Piracicaba, a cidade dos fractais. Convido-o a participar do grupo Análise de Redes Sociais

Vamoaeee conversando e tecendo a rede!   

Às 12:06 em 17 maio 2011, Jaime Tak disse...
No momento estou sem tempo e $ para ir a esses eventos. Não são caros mas arranjar tempo, $, transporte e hospedagem acaba ficando. Tem um aspecto das networks, que é a não-localidade, que eu prezo muito e às vezes muitos acabam querendo desvirtuar. Se eu entro em uma network é exatamente para superar custos de transporte e hospedagem e a falta de tempo livre, então essas convenções  e outros eventos presenciais pra mim representam um certo retrocesso. Eu, aqui de Atibaia e vc aí em Goiânia podemos obter informações, assistir vídeos, participar de grupos e interagir on-line sem sair do lugar, isso é que é a essência das networks e não os eventos presenciais! Abraço!   
Às 9:00 em 17 maio 2011, Jaime Tak disse...
Ericson, atualmente estou trabalhando na implantação de um sistema de gestão de escolas operado na rede e o objetivo final é disponibilizar dados sobre atividades escolares e alunos e criar uma rede social para comunicação com os pais. Já entrei em várias networks de educação mas muitas ainda estão na tentativa. Mais tarde eu passo os links dessas redes e dos grupos aqui na E=R que tratam de educação em rede. O grupo Fluzz é mais filosofia, experimentação e criação em rede. Abraço! 
Às 10:39 em 16 maio 2011, Jaime Tak disse...

Ericson, obrigado por me adicionar! Vamoaeee nas networks!!! Convido-o a participar do grupo FLUZZ

Abraço!

 
 
 

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