Escola de Redes

Cynthia Fior
  • 59, Feminino
  • Cuiabá Mato Grosso
  • Brasil
Compartilhar no Facebook Compartilhar

Amigos de Cynthia Fior

  • Dax Faulstich Diniz Reis
  • André Luiz Silva
  • Rosi  Ribeiro
  • David Forli Inocente
  • Lisandro de Castro
  • José Augusto
  • Vinicius Braz Rocha
  • Bosco Carvalho
  • Luciana Faria
  • Marcio Vasconcelos Pinto
  • Amauri Lobo
  • Fernando Viana
  • Wilson Mathias P. Florentino
  • Jorge Augusto Amedi
  • Sergio Storch

Grupos de Cynthia Fior

 

Página de Cynthia Fior

Meu caminho pelas Redes

Meu caminho pelas Redes

“...Mandei plantar folhas de sonhos no jardim do solar... As folhas sabem procurar pelo sol e as raízes procurar, procurar... Mas as pessoas da sala de jantar... Essas pessoas da sala de jantar... São ocupadas em nascer e morrer...” (Panis Et Circenses - Gil e Caetano)
Minha história na formação e participação em Redes foi acontecendo numa seqüência encadeada de encontros de pessoas que estavam em uma mesma sintonia.
Ao nos encontrarmos, em 1996, Eu (consultora) e Ester e a Ivete (Fiscais de Tributos, minhas clientes em um projeto), identificamos que tínhamos em comum uma questão primordial: entender porque o Estado não conseguia cumprir com seu papel e suprir às demandas sociais, apesar de toda a sua estrutura e arrecadação. Todas nós buscávamos oportunidades para adquirir informações que nos levassem a essa compreensão, e a colocar em discussão as idéias que já faziam parte da trajetória de cada uma.
Identificamos uma grande oportunidade de aprendizado e de colocação das idéias em prática e testar o seu funcionamento, no projeto de modernização da administração fiscal do Estado de Mato Grosso, em 1996. E a partir disso, passamos a atuar de forma conjunta. A elaboração do projeto permitiu a inclusão de várias propostas de mudança, com quebras de paradigmas, tanto na área técnico-tributária como na organizacional. Mencionar a necessidade de se colocar o foco no cliente-cidadão, ou no cliente-contribuinte, naquela época, causava reações das mais diversas. A aprovação do projeto pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento – BID, financiador do mesmo, deu respaldo para a continuidade dos trabalhos e facilitou para uma abertura na discussão de novas idéias. O desenvolvimento do projeto, no entanto, não foi de todo exitosa. Se, por um lado, possibilitou a aquisição de mais informações e estudos de casos, dentro de um amplo programa de capacitação e cooperação técnica, o que confirmava e ampliava os conhecimentos originais, por outro lado, a sua execução, paradoxalmente, se afastou da proposta original, que propunha a mudança dos modelos, principalmente, dos modelos mentais, e investiu cada vez mais na consolidação dos modelos antigos.
Dessa forma, além de todo conhecimento técnico adquirido, nosso “insight” foi o de que a mudança só seria possível se partisse de fora para dentro do Estado, pois a correlação de forças na manutenção do status quo era forte o suficiente para o desvio de qualquer projeto com finalidade contrária aos interesses corporativos. Ficaram do projeto também, inúmeras pessoas com potencial para mudanças em nossas redes de contato.
Nessa fase, o Múcio (outro fiscal de tributos) se incorporou ao grupo e, a partir daí, passamos a buscar oportunidades de trabalho com a sociedade. E isso nos deu outro aprendizado: constatamos que a sociedade, de forma geral, não tem conhecimento sobre o papel e o funcionamento do Estado, e por isso, não sabe que tem, ou o que fazer com as oportunidades de atuar na busca dos seus direitos legítimos, limitando-se a pagar seus impostos, sonegar o que for possível, reclamar o tempo todo, e na hora de agir, colocando ingenuamente suas esperanças em salvadores da pátria, num ciclo de esperança-frustração-apatia, que não tem permitido o exercício e o amadurecimento da nossa cidadania.
Por outro lado, o terceiro setor, ao buscar contribuir para as melhorias sociais, o tem feito de forma desarticulada, sem a visão de um projeto de Estado, atuando mais de forma a compensar as deficiências do Estado do que de forma subsidiária a este. Como tínhamos certeza que neste jogo cruel, todos éramos perdedores e o resultado era sempre mais pessoas excluídas, decidimos agir com o que dispúnhamos, o conhecimento adquirido até então.
A primeira coisa que fizemos foi reunir mais forças e criar um espaço de discussão sobre os temas que afligiam a sociedade e que não eram vistos com prioridade pelo Estado. Formamos, então, junto com alguns empresários e profissionais liberais, o INBRACO (Instituto Brasileiro de Pesquisa, Participação Social e Acompanhamento do Orçamento Público). O objetivo principal da instituição era levar o conhecimento sobre o orçamento público - principal instrumento de gestão governamental - para a sociedade.
As coisas estavam se encaminhando, mas ainda nos faltava um espaço mais abrangente e uma sistematização das nossas idéias. Foi então que surgiu um concurso da Empresa de Consultoria Amana-key, dirigida por Oscar de Motomura, denominado Projeto Sete Sigma, publicado em um anúncio na revista Veja.
Foi o Altevir Magalhães, um empresário de destaque em Mato Grosso, que acenando com essa página da revista Veja na mão, nos fez a pergunta: “Porque vocês não participam deste concurso?” Era janeiro de 2002 e estávamos fazendo uma apresentação das nossas idéias sobre reinvenção do Estado a um fórum de empresários de Cuiabá, e de início, custamos a entender o que ele queria dizer com aquele gesto.
Quando verificamos as três perguntas, em destaque naquele anúncio...
“Como a Sociedade realmente funciona?
Como ela deveria funcionar?
Como fazer acontecer esse funcionamento ideal?”

...não entendemos de cara qual a relação que aquelas perguntas teriam com a proposta do grupo sobre reinvenção do Estado. Mas depois de refletirmos um pouco, conseguimos perceber uma conexão muito forte entre os trabalhos que já estávamos envolvidos com aquele desafio lançado para todo o país: “aquelas eram as perguntas que faltavam para as nossas respostas!”. Afinal, os acontecimentos para o nosso grupo sempre foram assim, quase por acaso, mas permeados de questionamentos que nunca nos furtamos em tentar responder.
Podemos dizer que a partir daí passamos a nos constituir, e sermos reconhecidos, como um grupo - com denominação (Raízes e Asas) e um trabalho concreto. A experiência foi impressionante em termos de aprendizado e confirmações. Foram apresentados muitos trabalhos do Brasil todo e dentre eles, apenas 13 foram escolhidos pela Amana-Key, incluindo o nosso (o único grupo de um Estado periférico, grande parte pertencia ao eixo Rio-São Paulo). Durante o desenvolvimento do projeto, que se propunha “reinventar a sociedade”, conhecemos muitas pessoas, formamos uma rede de aprendizado, que ainda hoje se conecta e geramos um livro, com os 13 trabalhos, que foi publicado pela Cultrix com o título “COMO NOSSA SOCIEDADE REALMENTE FUNCIONA?. Foi nesse período que também conhecemos o João de Paula Monteiro (nosso colega de Escola-de-Rede) e seu livro: CINCO ELEMENTOS, que relata a história do Pacto do Ceará.
O projeto acabou, mas nós continuamos nosso caminho. Mas, a segurança que a participação do projeto Sete Sigma nos deu, permitiu que déssemos um salto à frente do que vínhamos fazendo. O nosso grupo não deixou, em nenhum momento, de continuar suas ações, independente do andamento do projeto Sete Sigma, entendendo que ele se tratava de mais uma oportunidade que podíamos aproveitar para desenvolver e levar nossas idéias e formar novas redes de troca de informações. Entendendo que o objetivo das nossas idéias era sempre de “devolver o poder às pessoas”, com base no nosso próprio aprendizado de que toda mudança é uma mudança pessoal.
Essa oportunidade nos abriu espaços fora do Estado para a nossa atuação, mas o respaldo da sociedade para essas idéias foi criando cada vez mais eco junto às autoridades e gestores públicos do nosso Estado, e trouxe novas oportunidades de trabalho para o grupo dentro daquelas instituições públicas que buscam avançar no seu entendimento da necessidade da mudança, no resgate dos papéis de cada setor social na facilitação mútua da sobrevivência da sociedade, única saída para todos.
A partir do momento que grupo “Raízes e Asas” tomou consciência do poder de ser um participante ativo da sociedade, aconteceram tantas ações resultantes do nosso trabalho que já não conseguimos mais controlar o seu fluxo, estamos seguindo o que está sendo possível, conscientes de que criamos um trabalho para a sociedade e não para nós mesmos. Essa atuação caórdica – caos x ordem – passou a funcionar e mesmo sem querer já tínhamos uma rede formada ao redor das nossas idéias.
Contando com as experiências individuais, com o aprendizado adquirido em conjunto e com uma percepção aguçada para perceber as oportunidades, passamos a atuar em diversas frentes de movimentos sociais, elegendo como ponto central, o “Pacto de Cooperação por Mato Grosso”, que é uma Rede formada por um grupo de pessoas (e não uma entidade), que foi criado e articulado pelo nosso grupo inicialmente, inspirado na experiência do Pacto do Ceará. Esse movimento foi sendo incorporado pela sociedade aos poucos, com atuações e debates voltados para a melhoria das relações Estado-sociedade.
É importante frisar que a atuação do Pacto por MT tem foco na busca de propostas de solução aos problemas e na articulação dos setores ou autoridades que sejam responsáveis pela operacionalização dessas soluções. Descobrimos então, que a sociedade tem uma grande capacidade de ajudar nas soluções, seja na formulação de propostas, seja por se dispor a agir e fazer a parte que lhe cabe. O que não há, geralmente, é abertura para essa atuação, pois o Estado detém uma espécie de monopólio do “não-fazer” - não faz e não dá abertura para ninguém mais fazer – mas, quando criamos essas oportunidades de abertura, independente delas nos serem oferecidas pelo Estado, começamos a exercer verdadeiramente a nossa cidadania.
Percebemos, também, que o caminho que foi seguido pelo grupo, e que nos trouxe até o momento presente, dentro de uma determinada circunstância favorável para os trabalhos de mudança, representa um “caminho das pedras” para as pessoas que se interessem em colocar propostas voltadas para a sociedade, em prática, e que são: um esforço individual pela mudança; melhorar a percepção da realidade; buscar respostas sobre o que fazer; se capacitar para saber como fazer a sua parte; se articular e organizar no poder para fazer; identificar e criar oportunidades de mudança; não desperdiçar energia com “falsas oportunidades”. Por fim, buscar o alinhamento do papel da mídia e dos sistemas de recompensas, ao objetivo de transformação dos atuais valores e cultura social, para aqueles coerentes com o nosso discurso de comportamento ideal.
A partir da Rede formada pelo Pacto de Cooperação por Mato Grosso, pela INBRACO e pelo FOREMAT (Fórum de Empresários de Mato Grosso), muitas ações foram efetivadas:
1. O INBRACO está hoje coordenando a implantação de um modelo inovador de Orçamento Participativo, já em uso inicial nas Prefeituras de Cuiabá e Várzea Grande (MT) e em alguns outros municípios de outros estados. Em Cuiabá, inclusive foi feito um movimento da sociedade para a aprovação da Lei do Orçamento Participativo no final de 2007, obtendo sucesso;
2. O Pacto de Cooperação por Mato Grosso é hoje é referência em Mato Grosso quando se trata de mobilizar a sociedade para participar de ações conjuntas com o Estado. O Pacto já está com 6 anos de existência e possui cerca de 300 pessoas conectadas e trocando idéias e informações sobre a sociedade. Seus assuntos referem-se a questões que envolvam a melhoria da sociedade e possuem membros de todo o país e do exterior. Seu formato é tradicional, com um moderador que atua na organização da comunicação da Rede via internet. Sua Rede se multiplica em muitas outras e tem hoje como participantes pessoas dos três setores da sociedade (Estado, Mercado e Sociedade civil);
3. FOREMAT – Fórum de Empresários de Mato Grosso – que abriga os maiores empresários do Estado. Participa e contribui com o Inbraco e Pacto e atua na articulação das empresas com o governo;
4. Lançamento do nosso livro (Ester, Cynthia, Ivete e Múcio): “Como Sair Dessa? - É possível conciliar o nosso viver bem pessoal com um sistema social justo e equilibrado”, que foi patrocinado pela Avina e pelo FOREMAT. Esse livro consolida as nossas idéias de como a sociedade se organizou para atender as suas necessidades e de como as disfunções de cada setor da sociedade foi tornando a sua atuação totalmente ilógica.
Hoje cada um de nós tomou um rumo diferenciado, mas continuamos conectados pelas nossas idéias e pela nossa Rede. Nosso livro foi vendido, doado e distribuído por diversas entidades. Estamos pensando em escrever outro...
Eu continuo consultora e atuo tanto com empresas privadas na área de Responsabilidade Social como nas organizações públicas, na área de Qualidade e também no terceiro setor, na organização das ações e elaboração de projetos articulados com os demais setores. Nesses últimos anos estive envolvida pessoalmente ou profissionalmente com diversas outras redes. Uma delas faço questão de ressaltar, que é o Programa Ciranda Capixaba, que ajudei a construir no estado do Espírito Santo. Trata-se de um projeto da Unidade da Petrobrás local e que reúne projetos sociais em Rede, de tal forma que possam aprender a se auto-gerenciarem, adquirirem sustentabilidade e dar continuidade em seus objetivos. Esses projetos, mesmo depois de deixarem de ser financiados pela Petrobrás continuam se conectando na Rede do Ciranda;
Também continuo fazendo a moderação da Rede do Pacto. Nessa moderação é interessante destacar que a Rede do Pacto, como qualquer outra rede, tem períodos de grande animação e outros nem tanto. Nos período mais agitados, sempre surgem as oportunidades para nos reunimos pessoalmente para troca de idéias. Em outros momentos as pessoas parece que ficam um pouco descrente do que ocorre ao redor e têm dificuldade de se manifestarem até pela internet. É então que se percebe o quanto existe de comodismo na nossa sociedade e muita lamentação sem ação. Às vezes a Rede exige um esforço pessoal meu e de algumas outras pessoas mais comprometida para trazer assunto e foco para o debate.
Sempre temos pessoas novas entrando e algumas saindo. As vezes, pessoas que quase nunca se manifestam, nos surpreende com participações pontuais importantes, demonstrando que estão acompanhando os debates a distância. Percebe-se também que existe um respeito pelos assuntos a serem debatidos na Rede, como por exemplo, os políticos não a utilizam como meio de propagando própria, assim como os empresários não a utilizam para fazer publicidade de suas empresas. As manifestações de pedidos de ajuda pelas Organizações Sociais, também são sempre atendidas e já tivemos ótimos resultados nesse sentido, apenas colocando as pessoas em contato e deixando que elas mesmas se entendam.
Sei que não tenho a dimensão de nossa abrangência, só tenho alguma notícia quando encontro pessoas que me revelam que já me conheciam por mensagens do Pacto que recebeu de outros participantes.
Para os que se interessarem pela Rede do Pacto, Incluo algumas informações a seguir:
O objetivo do Pacto é: Gerar uma sociedade melhor para todos.
As estratégias de atuação do Pacto é: O encontro das idéias com as oportunidades e a articulação entre os setores da sociedade.
Os princípios do Pacto são:
1 - Não temos hierarquia: porque as hierarquias impedem o fluxo das idéias;
2 - Somos adversários: das más idéias, e não das pessoas;
3 - Somos aliados: das boas idéias, estejam com quem estiverem;
4 - Nos reportamos ao passado para aprender com ele. E não para lamentar ou procurar culpados;
5 - Não temos crachá. Representamos a nós mesmos dentro do Pacto.
Como o Pacto atua:
1 Debate idéias ...
2 Articulação entidades e lideranças ...
3 Parcerias e alianças...
4 Promoção, mobilização e participação em eventos ...
Alguns momentos de atuação do Pacto:
• Princípios para Reforma Tributária;
• Movimento “ACorda Brasil”;
• Abaixo assinado para Limite Tributário;
• Feirão dos Impostos;
• Lançamento dos livros: “Pensando o Futuro de MT”; “Que Reforma é essa?”; “Como Sair Dessa?”;
• Mobilização para inúmeros eventos que envolveram a sociedade;
• Manchetes do Pacto. O Brasil em 2022
• Debate com os candidatos a Prefeitura de Cuiabá
O que o Pacto espera de resultado de sua atuação: CAPITAL SOCIAL (conforme aprendemos com Augusto de Franco)
Se alguém quiser participar é só enviar um e-mail para pacto.brasil@terra.com.br

Cynthia Fior
Moderadora da Rede do
Pacto de Cooperação por MT

Caixa de Recados (16 comentários)

Você precisa ser um membro de Escola de Redes para adicionar comentários!

Entrar em Escola de Redes

Às 16:11 em 12 março 2010, Amauri Lobo disse...
ola! estou realmente aproveitando a CIRS. fazer contatos vivenciais com aqueles que so temos contato virtual eh uma coisa forte. muito bom o evento. depois te conto. bj. lobo
Às 15:48 em 12 setembro 2009, Bosco Carvalho disse...
Olá Cynthia,

obrigado pela presteza interativa.

Há braços,

Bosco
Às 21:34 em 3 agosto 2009, Claudio Estevam Próspero disse...
opss again... rs rs

Nossa São Paulo
Rio, como vamos?
Nossa Ilha mais bela (Ilhabela) e outras?

Podem ser encontradas a partir do seguinte site:
http://www.nossasaopaulo.org.br/portal/

Abçs.
Claudio
Às 21:31 em 3 agosto 2009, Claudio Estevam Próspero disse...
A primeira coisa que fizemos foi reunir mais forças e criar um espaço de discussão sobre os temas que afligiam a sociedade e que não eram vistos com prioridade pelo Estado. Formamos, então, junto com alguns empresários e profissionais liberais, o INBRACO (Instituto Brasileiro de Pesquisa, Participação Social e Acompanhamento do Orçamento Público). O objetivo principal da instituição era levar o conhecimento sobre o orçamento público - principal instrumento de gestão governamental - para a sociedade.

Vocês conhecem as iniciativas de cidadânia:

Nossa São Pau
Às 21:28 em 3 agosto 2009, Claudio Estevam Próspero disse...
opss. rs rs

eleitores de Governos ou stakeholders de Organizações privadas.

Parabéns por suas atividades e sucesso em suas iniciativas presentes e futuras.

Um abraço.
Claudio
Às 21:26 em 3 agosto 2009, Claudio Estevam Próspero disse...
Dessa forma, além de todo conhecimento técnico adquirido, nosso “insight” foi o de que a mudança só seria possível se partisse de fora para dentro do Estado, pois a correlação de forças na manutenção do status quo era forte o suficiente para o desvio de qualquer projeto com finalidade contrária aos interesses corporativos. .

Assino embaixo de sua colocação acima e tenho me comportado de acordo com este princípio de ação: as Instituições só mudam por pressão dos que as mantém, sejam financiadores e voluntários de ONG´s, eleitores de Gov
Às 16:07 em 14 julho 2009, Jorge Augusto Amedi disse...
Sim Cynthia, boa tarde. Preciso adaptar horários para este intercâmbio e criar hábitos diários, ou...??? Não sei me ajude. Muito importante. Abração
Jorge
Às 5:13 em 9 julho 2009, Jorge Augusto Amedi disse...
lá Cynthia, bom dia!!! Hoje tive tempo pra mexer nesta rede...vamos nos falando,
Abrção
Jorge de Cáceres
Às 19:41 em 5 junho 2009, João Pedro Torres disse...
Cynthia, li seu comentário no tópico do "Diagnóstico do Padrão Organizacional" do grupo da "Transição Organizacional" e fiquei interessado nestes critérios que você mencionou para identificar se a organização estava sendo gerenciada por processo. Minha razão de estar aqui na Escola de Redes é extrair idéias para o funcionamento do meu escritório de arquitetura, que divido com outros seis sócios e, acredito eu, se organiza de forma horizontal. Enfim, estou curioso, como se define "processo" e "área"? Como abordar estas perguntas em uma organização pequena?
Às 7:03 em 24 fevereiro 2009, Augusto de Franco disse...
Li seu comentário, Cynthia. É isso mesmo. O problema é que precisamos de quantidade para gerar a efervescência capaz de ensejar certos fenômenos das redes distribuída. Mas ao estimular a conexão de uma pequena multidão de pessoas (que alguns estimam em torno de 5 mil) diluímos a importante dimensão think tank de nossa escola. Qual a saída? Só vejo uma: estimular, simultaneamente, a formação de nodos (clusters) territorias ou temáticos que compartilhem agendas sintonizadas com os objetivos da Escola-de-Redes. Forte abraço.
 
 
 

© 2018   Criado por Augusto de Franco.   Ativado por

Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço