Escola de Redes

André Silva
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Minha introdução à teia

Saudações amigos,

Meu nome é André, tenho 25 anos, moro em Belo Horizonte/MG. 
Talvez contar minha relação com redes sociais não seja simples, não pela longa trajetória de experiências (como é o caso aqui pra uma parte das pessoas), mas sim pelo contrário, pela breve experiência. 

Em 2006 ingressei na faculdade onde me graduei bacharel em Administração com habilitação em Marketing. Lá foi onde tudo começou. Posso dizer que foi o primeiro sentimento de que a rede confere aos envolvidos o poder  de fazer acontecer e realizar sonhos. 

A graduação foi uma grande novidade pra mim e logo no princípio, ou melhor, logo no primeiro dia de aula, percebi, pelas experiências compartilhadas de cada um, que eu era também um componente de toda aquela diversidade, embora minha trajetória fosse incomum pelo fato de ser o único no meio a não ter, até ali, alguma experiência profissional. Um "virgem" do mercado me conferia preocupação e não poucos obstáculos (emocionais, psicológicos), mas ao mesmo tempo consistia em uma importante oportunidade.

Oportunidade que se materializou desde o princípio. Especialmente no terceiro semestre do curso quando dei prosseguimento a uma ideia criada em conjunto com caros amigos, ao qual sou grato. 

Um jornal voltado ao público universitário tomou forma em um trabalho comum de faculdade, mas levado muito a sério por nós. E este jornal voltando ao campo das ideias tornou-se uma revista impressa, meu primeiro emprego, primeiro negócio, primeiro sucesso e primeiro insucesso. 

Foi em outubro de 2007 a decisão. Diversos anúncios convocando pessoas, nas ferramentas sociais Orkut (e outras), e estava eu reunido a vários jovens que, como eu, queriam fazer parte de algo mais audacioso.

Foram 2 anos de trabalho, muitas ideias, em paralelo ao aprendizado da graduação, também muitas foram as descobertas. Dizem que na faculdade não se obtém a base prática da realidade do mercado, porém, também essa teoria crua apresenta suas vantagens. 

Meu interesse por redes aí surgiu, do produto das ideias originadas de um projeto que buscava tocar e se integrar por completo à realidade, do conhecimento transmitido na faculdade que me apontava um vasto campo a se desvendar, da vontade e energias latentes de um jovem que salivava por sentir o campo experimental prático da vida no mercado.

As dificuldades de concretizar o sonho me levaram a entender que assim como na vida e na natureza nós não fazemos mal a ninguém além de nós mesmos, também deveria assim funcionar para as organizações. A concorrência só existe para quem vê no outro uma ameaça, quando quem representa ameaça ao futuro de um dado projeto é tão somente os responsáveis por sua condução.

 

Sob esta ideia pensei que talvez pudesse olhar para todas as empresas como uma árvore. São muitas as partes da árvore, desde folhas, tronco, galhos, raízes e frutos. Imagine que cada parte desta árvore são as diferentes organizações que temos no mundo. Hoje somente irei me utilizar de seus frutos como o necessário alimento. Isso não significa que suas folhas, seu tronco, suas raízes, irão interferir na minha existência, também não significa que suas tais partes não tem uma utilidade já que indiretamente, ou diretamente, elas fazem parte do ciclo da vida que fará com que outras árvores nasçam, outros seres sobrevivam e por aí vai.

Enfim, tentei construir relacionamentos com toda organização (empresa, chame como quiser) em que enxergava alguma possibilidade complementar, inclusive com "concorrentes" diretos ou indiretos.

Bom, a revista Novidade foi lançada em agosto de 2009, foram 5 mil exemplares distribuídos gratuitamente em Belo Horizonte. Pretendíamos que a revista sobrevivesse através de patrocínios, que não ocorreram. Penso que o fator inexperiência pesou aqui.

E esta não deixou de ser uma nova experiência: lidar com a perda. O conflito interno íntimo, não menos interessante para um aprendizado.

 

O potencial de conexão tornou-se meu interesse. Minha monografia que, em breve, irei disponibilizar aqui, foi sobre Alianças Estratégicas tendo como base a experiência da revista impressa.

Atualmente estou cursando MBA em Gestão de Projetos e os estudos foram evoluindo sobre essa linha de pensamento, de soluções coletivas, compartilhadas.

Passei a me perguntar se o dinheiro é realmente tão essencial para as relações de mercado e sobrevivência quanto a importância que as vezes damos para ele.

Refleti sobre a posição das organizações, instituições no mundo, como consumidores de "recursos" e produtores de "energia", sistemas que consomem mais do que retornam ao meio.

Pensei sobre a missão e a responsabilidade das empresas para com a humanidade e o planeta Terra. Observei que na natureza a liderança não precisa necessariamente existir, ela é parte de um comportamento isolado de espécie, mas não é crucial à vida.

E assim, cheguei à Escola de Redes. Este será um ponto de partida para um estudo mais profundo sobre um movimento necessário de transformações ao qual quero fazer parte. 

Minha intensão é aprofundar nos estudos aplicando em artigos ou tese de mestrado e pensar na transição da realidade atual para esta tendência, bem como, tanto entender a importância das redes distribuídas, quanto das instituições hierarquizadas para o presente contexto.

Disponho-me a aprender, conhecer e conviver, para ajudar-nos a ser mais para o mundo e para nós mesmos. Obrigado à todos pela oportunidade!

"Dentro de você habita o infinito.

Imagine então o infinito que habita ao redor de você."

Autor Anônimo

 

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Às 3:20 em 17 novembro 2011, Wander Luiz Pio de Sena disse...

Olá André!

Acredito que sua 'linha de pensamento' e as suas reflexões indicam
um potencial em processo de realização. As dificuldades e os erros experimentados, são oportunidades para alguns e ponto final para outros. Tanto os insucessos quanto os sucessos podem ser vistos como parte de um processo de seleção social.

Daí a importância das Redes Sociais.



 

 
 
 

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