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Limitações ao grau de distribuição: geografia de nodos (1)

Limitações do número de conexões (e, consequentemente, do grau de distribuição) parecem surgir naturalmente dos meios físicos de realização/funcionamento de uma rede. Quer dizer, no mundo real, redes estão imersas num espaço físico e tem nodos interagindo durante um tempo físico real, digamos, com certas periodicidades... talvez determinadas acordo com suas agendas...

Mesmo com todo desenvolvimento das telecomunicações atuais há vínculos claros do virtual com espaço e tempo físicos, como mostra este estudo. Tais vínculos parecem ser intrínsecos a redes sociais igualmente, mas, logicamente, mais difíceis de levar em conta do que a metragem de uma rede de cabo ou fibra óptica, são também problemas de sincronização ou agendas compartilhadas, isto é, tem vínculos não apenas espaciais mas também temporais...

Resolvi simular, só para dar uma idéia, um vínculo espacial típico das telecomunicações: a limitação do cabo. Haveria uma quantidade ótima de cabo a ser usada numa rede, de modo a maximizar o grau de distribuição por Km de cabo gasto? Se fosse materializar grafos aleatórios dentro de uma circunferência de raio 1 Km através de 2 tipos de suportes físicos:

1) localizações dos nodos totalmente aleatórias
2) direções aleatórias mas distância ao centro regulada pelo nro de conexões

quanto cabo gastaria em cada caso?

Na figura acima, apenas grafos materializados com o primeiro suporte.

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