Escola de Redes

MEU INTERESSE POR REDES... (LAFETÁ: 2009)

Cristiano Lafetá (2009)

Meu interesse por redes se deu de maneira um pouco forçada, mas logo se tornou uma paixao e um objeto de estudos.

Eu era estagiário na ABDL (Associaçao Brasileira para o Desenvolvimento de Lideranças), estudante de Ciências Sociais e já tinha me graduado em Jornalismo. O ano era 2005. Naquele ano, a equipe ABDL decidiu mudar o formato de seu principal programa de formaçao, o LEAD (sigla em inglês para Liderança para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento). A partir da próxima ediçao, o programa passaria a ser temático e a formar grupos com o próposito da açao e do fortalecimento das iniciativas já em curso para o promoçao do desenvolvimento sustentável. O tema escolhido foi: REDES.

Sim, no ano seguinte, a que foi a 11ª turma do Programa LEAD no Brasil formou integrantes de redes com atuaçao na promoçao do desenvolvimento. Assim foi concebido o Redesenvolvimento (Programa de Formaçao em Redes para o Desenvolvimento).

Eu fui chamado a compor a equipe do programa, que contou, em sua primeira ediçao, com seis diferentes redes: RCA - indígena; AEC - responsabilidade social empresarial; COEP - desenvolvimento local e combate à fome; Cyberela - mulheres comunicadoras sociais; Renove - energias renováveis; RMCH-BR - Recursos hídricos. O programa mescla conteúdos específicos sobre redes e temas relacionados ao desenvolvimento, à comunicaçao e às TICs.

Ao final da primeira ediçao, foi realizado o seminário internacional Redes e Desenvolvimento 2006, em parceria com o Senac Sao Paulo. A segunda ediçao teve algumas mudanças, algumas melhorias e ajustes em funçao da conjuntura do "mundo do social" no Brasil, à época. Ela também terminou com um evento aberto, em julho de 2008, repetindo a parceria com o Senac SP e promovendo o aprendizado coletivo. As duas ediçoes do seminário intl Redes e Desenvolvimento tiverem o prof. Augusto como palestrante de destaque.

Neste périplo, entre 2005 e 2008, aprofundei meus estudos em redes, pricipalmente do ponto de vista sociológico, mas também atraves das visões e pensamentos que têm os administrados, comunicadores e cientistas sociais em geral a respeito das articulaçoes colaborativas. E, de estário fui promovido a técnico e, daí, a coordenador de comunicaçao e redes da ABDL. É preciso dizer que todos os formados pelos programas da ABDL compoem uma comunidade de aprendizagem e troca de informaçoes, chamada Rede LEAD Internacional (hoje com mais ou menos 2mil integrantes).

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