Escola de Redes

HÁ DEZ ANOS TRABALHO COM REDES SOCIAIS DE DESENVOLVIMENTO COMUNITÁRIO

Célia Schlithler (2008)

Sou assistente social e tenho formação e aperfeiçoamento em coordenação de grupos operativos. Há dez anos trabalho com redes sociais de desenvolvimento comunitário.

Comecei em 1998, como consultora do Instituto C&A, que nesta época já incentivava a formação de “grupos associativos” – integrados por OSCs de atendimento a crianças e adolescentes. Na primeira experiência, comecei a capacitar um grupo – escolhido por todos – para exercer o papel de facilitador do processo de formação do grupo associativo. Foi assim que dei início a uma metodologia para a formação de facilitadores de redes, tendo como principal referência a teoria de Pichon-Rivière e a técnica de grupo operativo.

Em 2003 fui trabalhar no IDIS – Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social, onde conheci a visão de Desenvolvimento Comunitário Baseado em Ativos (ABCD), que agreguei à metodologia. Lá assumi a coordenação dos projetos de desenvolvimento comunitário contribuindo para a formação de várias redes intersetoriais, algumas temáticas (educação infantil, juventude) e outras de desenvolvimento comunitário.

Nesses dez anos já trabalhei com a formação de facilitadores de mais de 30 redes sociais. A metodologia que adoto é apresentada no livro de minha autoria “Redes de Desenvolvimento Comunitário – iniciativas para a transformação social”, da Global Editora, publicado pelo IDIS em 2004.

Desde setembro deste ano, voltei a ser consultora independente e estou trabalhando com o desenvolvimento de grupos (equipes de trabalho e outros), redes e comunidades.

Adoro trabalhar com comunidades, com a mediação de processos de construção coletiva, em qualquer tipo de organização, e com o desenvolvimento de profissionais que atuam em desenvolvimento comunitário.

Sou defensora da formação de facilitadores de redes (eles ajudam a rede a não deixar de ser rede) e das estratégias de grupalização. Tenho grande interesse em discutir as redes e sua importância para o desenvolvimento comunitário no Brasil.

Para quem tiver interesse em entender a grupalização, vai aqui um texto, agora mais completo: PROCESSO DE GRUPALIZAÇÃO

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