Escola de Redes

AS 5 TAREFAS INICIAIS SUGERIDAS AOS MEMBROS DA ESCOLA-DE-REDES

Esta página foi publicada em 21 janeiro 2009

1 - Contar um pouco a HISTÓRIA de como você chegou até aqui, ou seja, de como começou a se interessar por redes sociais.

2 - Elaborar o seu próprio ITINERÁRIO DE LEITURAS, listando e eventualmente comentando as publicações que leu e os videos que assistiu sobre o assunto (redes sociais).

3 - Apresentar um resumo da sua BIOGRAFIA e, se for o caso, da sua BIBLIOGRAFIA sobre o tema.

4 - Disponibilizar para download (ou colocar um link para) TEXTOS ou VÍDEOS com resultados de suas investigações ou experiências ou vivências com o tema.

5 - A quinta tarefa caducou (era uma sugestão para entrar em nodos: mas descobrimos ao longo do caminho que as pessoas são os nodos e... que as pessoas são redes!)



Quase tudo isso pode ser feito na sua própria página neste http://escoladeredes.net

Você também pode postar mensagens de BLOG com os conteúdos acima.

Alguns depoimentos de membros da Escola-de-Redes contando a história de como chegaram até aqui, ou seja, de como começaram a se interessar por redes sociais.

Célia Schlithler | HÁ DEZ ANOS TRABALHO COM REDES SOCIAIS DE DESENVOLVIMENTO COMUNITÁRIO (SCHLITHLER: 2008).
Augusto de Franco | MEU CAMINHO PARA AS REDES SOCIAIS: 10 ANOS DEPOIS... (FRANCO: 2008)
Jandira Feijó | E ASSIM EU CAÍ NA REDE (FEIJÓ: 2009)
Clara Alvarez | VOU CONTAR UM POUCO DA MINHA HISTÓRIA... (ALVAREZ: 2009)
Cristiano Lafetá | MEU INTERESSE POR REDES... (LAFETÁ: 2009)
Wiliame Jansen | COMO CHEGUEI À ESCOLA DE REDES (JANSEN: 2009)
Silvio Belbute | UM RESUMO MESCLADO COM UM POUCO DE BIOGRAFIA (BELBUTE: 2009)
Maria Barreto | O QUE TENHO FEITO (BARRETO: 2009)
Cynthia Fior | MEU CAMINHO PELAS REDES (FIOR: 2009)
Lia Diskin | MINHA HISTÓRIA COM AS REDES (DISKIN: 2009)
Fernando Dolabela | MINHA RELAÇÃO COM REDES (DOLABELA: 2009)
Ailton Teixeira | MINHA HISTÓRIA (TEIXEIRA: 2009)
Luiz de Campos Jr | UM POUCO SOBRE MIM E COMO ME ENREDEI... (CAMPOS: 2009)
Cinthia Sento Sé | CAÍ NA REDE... (SÉ: 2009)
Nilton Lessa | PORQUE INGRESSEI NA ESCOLA DE REDES (LESSA: 2009)
João de Paula Monteiro | REDES EM MINHA VIDA (MONTEIRO: 2009)
Marcelo Estraviz | COMO EU VIM PARAR AQUI? (ESTRAVIZ: 2009)
Cintia Alves | MINHA HISTÓRIA COM REDES (ALVES: 2009)
Sergio Storch | ME APRESENTO (STORCH: 2009)
Elisabete Ferrarezi | COMO E POR QUE AQUI CHEGUEI (FERRAREZI: 2009)
Fernando Viana | MINHAS VIAGENS PELAS REDES (VIANA: 2009)
Dalberto Adulis | MINHA TRAJETÓRIA (ADULIS: 2009)
Mario Salimon | MINHA RELAÇÃO COM O TEMA DAS REDES (SALIMON: 2009)
Fabiano Morais | MINHA HISTÓRIA NA REDE (MORAIS: 2009)
Camila Santo | O QUE ME TROUXE ÀS REDES (SANTO: 2009)
João Paulo | EU - APRENDENDO SOBRE REDE (PAULO: 2009)

Confira abaixo (nos comentários) outros depoimentos (e não se esqueça de deixar o seu.

Esta seção está sendo permanentemente atualizada. Se você contou sua história mas ela ainda não foi publicada aqui, mande uma mensagem com o link.

ITINERÁRIOS DE LEITURAS FUNDAMENTAIS

Indicações de livros, artigos e vídeos que constituiram caminhos peculiares de leituras e referências importantes de pessoas e grupos criativos que participaram ou participam da investigação ou da experimentação sobre redes sociais:

David de Ugarte | ITINERÁRIOS DE LEITURAS FUNDAMENTAIS 1: UGARTE (2008)
Carlos Boyle | ITINERÁRIOS DE LEITURAS FUNDAMENTAIS 2: BOYLE (2009)
Carlos Lopes | ITINERÁRIOS DE LEITURAS FUNDAMENTAIS 3: LOPES (2009)
Clara Alvarez | ITINERÁRIOS DE LEITURAS FUNDAMENTAIS 4: ALVAREZ (2008)
Marcelo Estraviz | ITINERÁRIOS DE LEITURAS FUNDAMENTAIS 5: ESTRAVIZ (2009)
Augusto de Franco | ITINERÁRIOS DE LEITURAS FUNDAMENTAIS 6: FRANCO (2006-2009)

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Comentário de ROMUZIA CORADO SETUBAL em 6 janeiro 2016 às 10:49

Olá gente!

Sou uma pessoa que gosta de tudo que esteja relacionado com a melhoria da vida sobre a Terra. Desde criança, conservo vivo o meu desejo de mudar o mundo. E, em cada posição que a vida me coloca, eu procuro colaborar intensamente com meu coração oferecendo o que tenho de melhor. Nesse caminho, desde os nove anos de idade, tenho participado de ações de caridade, ongs ambientalistas, programas de desenvolvimento sustentável, iniciativas voltadas ao desenvolvimento da cultura, cinema, esportes... enfim... Tudo o que vem para melhorar, eu encontro uma forma de participar, apoiar. Conheci mais sobre o pensamento de Augusto de Franco e sobre o movimento de desenvolvimento sustentável, num curso que fiz em 2002 (eu acho) na AED sobre captação de Recursos. Á época fiquei bem impressionada com todo o futuro de que esse movimento era portador. Assim, me comprometi e desde então, informalmente, tenho disseminado essas ideias e buscado trazer para o meu trabalho, atualmente, no CNPq, um pouco dessa filosofia. Estou aqui na E=R porque sou parte dessa mudança que nossa sociedade precisa. Coloco-me à disposição de todos para debater livremente sobre muitos assuntos relacionados a redes!

Comentário de maria clara faria costa oliveira em 27 julho 2015 às 12:55

peço desculpa pelas gralhas, mas estou aprendendo ainda a lidar com esse programa .

Comentário de maria clara faria costa oliveira em 27 julho 2015 às 12:54

falar em pessoalismo saltando por cima do

personalismo, e de toda a controvérsia milenar sobre persona,7

me parece simplista.

Daí que Maturana não use, nos originais (ele esta muito

muito mal traduzido, tanto no Brasil, como em Portugal)

 a palavra «pessoa».

Ele é um biólogo e sem corpo nenhum de nós tem dimesºao

social nem simbólica; então, ou voltamos ao dualismo

ou a complexidade do ser vivo animal humano tem que

encaixar com essa realidade básica.

os organismos de 3ª ordem, na teoria da autopoiesis,

são aqueles que se identificam biologicamente pela sua dimensão

comunitária; ou seja, eu não sei dizer nada de mim, nem

a mim mesma, que não provenha da minha comunidade

Comum idade, em acoplamento estrutural, aqueles cpm quem cosnteuo mundos

de sentido no/com/para o mundo.

O mundo social, para Maturana, é algo diferent3e; é o mundo

que nos impõe regras, às quais até podemos obedecer

, mas com as quais não nos identificamos; se nos

identificarmos, estamos no mundo da comunidade, e não da sociedade.

A comunidade é fechada (não isolada) e se perde a sua dimensãoautopiética entre os váiros dos seus elementos (come les)

então vai se desintegrar.

A aneroxia, por exemplo, é muitas vezes, o triunfo da 7simbologia

social face ao sentido da comunidade (eg: família, amigos)

mas que a pessoa recusa, ficando doente e podendo

até morrer s enão recupera o seu mundo de sentido.

 

Comentário de Arnaldo Henrique de O. Carvalho em 17 julho 2015 às 20:17

Pessoal, tudo bem!

Então, sou professor no Instituto Federal do Espírito Santo, Campus Ibatiba, Licenciado em Ciências Agrícolas pela UFRRJ, mestre em meio ambiente e sustentabilidade e doutorando em Produção Vegetal na UFES,  após assistir uma entrevista de Nicholas Christakis fiquei interessado pelo tema,  comecei a pesquisar, acabei encontrando um vídeo com uma palestra de Augusto de Franco no TEDx Liberdade que me despertou mais pelo tema. Depois de pesquisar um pouco mais encontrei três vídeos de Ivan Illich postados por André Azevedo da Fonseca no site da Escolas de Redes. Serviram como uma luva contribuindo para me levar a pensar numa proposta de mudança. Trabalho com uma proposta pedagógica denominada Pedagogia de Projetos, procurando despertar nos estudantes uma postura mais pró ativa e questionadora. Nesse último semestre despertei para a necessidade de mudar a dinâmica das aulas, os estudantes estão cada vez mais conectados e nossas aulas precisam acompanhar essa dinâmica, não basta somente preparar aulas para transmitir conteúdos, os estudantes tem que sentir que os conteúdos fazem parte do seu cotidiano e que eles são parte fundamental na construção do seu conhecimento. Outro autor que me inspira é Fritjof Capra que nos ensina a enxergar os fenômenos com uma visão sistêmica e que devemos mudar nossa forma de compreender os processos. Vi na Escola de Redes a possibilidade de inovar o processo de ensino aprendizagem com meus estudantes. Após mais estudos e envolver outros colegas espero transitar por esse caminho.

Comentário de Daniele Siqueira em 24 abril 2015 às 11:32

Meu interesse por redes surgiu em 2009 quando descobri uma rede social chamada Second Life, na qual as pessoas construíam avatares e viviam em um universo paralelo, que na época muitos acreditavam ser o futuro das relações sociais via internet. Ao observar como a existência de uma nova forma politica-econômica de interagir influenciava na educação e nas funções sociais dos indivíduos que interagiam nessas rede social comecei a pesquisar sobre o conceito de rede, sua origem e sua independência da internet. No entanto, estive distante dessa reflexão nos últimos anos, me preocupando mais com o sistema social que controla a sociedade na atualidade, o que me gerou certo desconforto e insatisfação com nossa realidade. Ao refletir sobre novas formas de educação e de interação social retornei ao assunto de Redes por indicação de uma professora universitária, e aqui estou...em busca aprender a entender e interagir com o mundo de forma diferente.

Comentário de Ana Maria González Litardo em 9 janeiro 2015 às 16:15

Estou fazendo a inscrição para "100 dias de Verão". Parece um bom começo para uma caminhada....

Comentário de renato pagnano em 23 novembro 2014 às 7:05

Agradeço Augusto de Franco, de um vídeo a outro, cheguei a E=R, suas palestras e entrevistas despertaram, que sei pouco sobre o lado filosófico e social, da palavra rede amplificada e afinada, com o olhar contaminado dos mapas de informações próprias e de aprendizado simples e voltado a produção de comunicação, somado a inquietude de artista. O lado físico da rede moderna, como ela é hoje, do ponto de vista comunicação, tinha certezas, de uns para todos, agora de todos para todos e creio que é justo este desafio de aprender, sem ser ensinado e ensinar, sem que tenham que aprender.     

Comentário de Jorge Marcos Barros em 14 abril 2014 às 21:27

A razão de me interessar por este moderno e democrático tema e incorporar-me a esta Escola de Redes deve-se basicamente a três fatores: 1. Por ser um gestor e pesquisador em políticas públicas de estado, 2.por estar conectado as Redes Sociais em endereços diversos, e portanto necessitar de me aprofundar cognitivamente nesse mais novo instrumento virtual de relacionamento e interação, e por último, 3.Pesquisando os instrumentos modernos de políticas públicas a partir do trabalho do prof. Boaventura de Santos Souza, universidade de Coimbra, denominado "O Estado em novíssimo movimento social", verifica-se que entre os vetores modernos desse estado idealizado pelo prof. em qustão, encontra-se as Redes Sociais como instrumento de participação e controle social no sentido de empoderar a população e a sociedade civil organizada tanto no aparelhamento do Estado moderno, bem como na consolidação do Estado Necessário, aonde o cliente-cidadão é o epicentro das decisões das políticas públicas.

Comentário de Marcia Medeiros em 29 março 2014 às 22:32
Meu interesse pela rede e bem recente. Navegando na minha página do FB, recebi o post de uma amiga sobre o swarming de junho/2013, e logo após um post dizendo: só a paz e revolucionária. Com espírito curioso, cheguei na rede e descobri um mundo que e intrínseco em mim, e que eu não sabia. Com educação de um pai muito democrático, quero aprender sobre a rede. No momento não tenho muito para dar, as vezes tenho medo das palavras e ideias usadas aqui por estudiosos do assunto, mas com a familiarização da ideia e das palavras tenho certeza que vou poder participar, quem sabe opinar também. Tenho formação em biologia, mas nunca exerci a função como profissão, só mesmo no dia a dia, tentando entender as diversidades. Hoje moro em Arraial do Cabo/RJ, por opção. Aliás, morar em Arraial do Cabo e um privilegio. Agradeço ter sido aceita na E=R.
Comentário de Fabio Luis da Cunha Filho em 9 janeiro 2014 às 13:46

http://escoladeredes.net/profiles/blogs/quando-me-interessei-por-redes

Meu depoimento/história, ainda que breve, de como cheguei na E=R e na ciência das redes.

Comentário de Rafa Almeida em 18 julho 2013 às 11:04

Um dia (não faz muito tempo) um amigo compartilhou comigo um vídeo de um estudioso das redes. A cada momento da breve exposição, ia ficando intrigadíssimo, principalmente quando o cara respondeu a uma pergunta sobre a forma de tomar decisão por votação: “Não faz nada”. Pensei: uai sô, como assim? Depois veio a informação de que as atitudes poderiam ser tomadas por emergência e que há uma diferença crucial entre participação e interação.

Tinha a impressão de que a sociedade descentralizada era um negócio interessante e a certeza que a sociedade centralizada era desinteressante. No entanto a idéia de uma sociedade em rede distribuída é negócio muito mais bacana.

Pra mim que vinha de uma formação verticalizada (não tinham me dito sobre o poder das redes sociais distribuídas) e ainda simpatizante do sistema politico partidário foi um mini big bang nas idéias, reiniciando um novo processo mental baseado na lógica da abundância.

Depois vendo aquelas coisas maravilhosas da natureza, como as orquestras sem maestros (peixes e pássaros) aplicando-se às ciências da sociedade em rede, bem como o fato do compartilhamento das informações pelos neurônios... nossa... foi como um estralo (insight).

Muitas coisas estão aqui e agora, frente a nos. Não percebia isso devido aquele sistema verticalizante que fragmenta o pensar e impede da gente ter uma visão global onde possamos conectar as informações, aquele “sistemão” do brodcasting (de um para muitos)... E quando na escola, aquela sempre e velha estrutura de cansar a gente, não fomentando a nossa criatividade.

Bom, continuo seguindo, tentando praticar a “Desobediência”, tentando reprogramar-me e estudando-e-refletindo-e-compartilhando, na medida do possível. E este local “Escola de Redes” é fantástico. Estou num incipiente e deleitoso não-caminho, aprendendo e reaprendendo...

Quais serão as opressões sociais (castigos) que serão afligidos aos desobedientes? Quais serão as libertações mentais e sociais ao se praticar a desobediência? E qual é a estação que podemos sintonizar para superar a sociedade piramidal e viver em uma rede distribuída? Como a sociedade em rede nos influencia e vice-versa (uma das reflexões que dá início no livro “Conexões” de Nicholas e James)?
(18/07/13)

Comentário de Ana Paula Peron em 12 abril 2013 às 10:34

Nem sei ao certo quando ou onde...mas sei que tudo isto é música da melhor qualidade para meus ouvidos... de uma familia de 6 irmãs...absolutamente hierarquizada... minha historia com redes é empírica, intuitiva e com poucos mergulhos teóricos específicos, e muitos afins...até agora... vida profissional oriunda da área da educação... apaixonada, encantada e mergulhada em questões humanas...re-iniciando transformação profissional pelos Jogos Cooperativos, Comunicação não violenta, dinâmica dos grupos... venho experienciando a interação e a participação... hoje, desenvolvo trabalhos com foco em empresas com aplicações de tecnologias de conversação, metodologias "participativas"(só agora entendi melhor a diferença com interação), Pedagogia da Cooperação, liderança conversacional, criação de espaços capacitantes... enfim... eu desafio e interesse maior neste momento é como facilitar a "Transição". Como promover a ampliação do olhar nas empresas... como construir redes distribuídas...Desejo mergulhar e construir...Caminante no hay camino... El caminho se hace al caminar...

Comentário de Hilton Vanderlei Besnos em 20 setembro 2012 às 1:44

Sou Hilton Besnos, 58, gaúcho de Porto Alegre. Meu interesse maior é em Educação, que entendo como uma rede integrada entre conhecimento e cultura. Do ponto de vista formal, sou graduado em Licenciatura Curta de Ciências e Matemática, Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, Advogado, Licenciado Pleno em Pedagogia e pós-graduado em Psicologia da Educação. Cheguei aqui buscando um conceito fundamental: rede. Se social e mesclada com conhecimento e compartilhamento, melhor ainda! Aprendi com alunos em escolas públicas que nada é simples e que nenhum saber é suficiente se não fizermos uma leitura social do que estamos buscando aprender e ensinar. Mergulhei em teorias e vivências, e o resultado disso tudo é um pouco do que sou. Gosto de ler e de me relacionar.  Estou aqui para aprender, compartilhar e para dividir dúvidas e razões com o Outro, sem o que nada -ou quase nada - tem validade. Atualmente estou em vias de aposentadoria, mas isso instiga ainda mais minha vontade de conhecer e dividir. Aprender, conversar, repartir, compartilhar, instigar, criar amizades e ser blogueiro são algumas de minhas paixões. Se, como dizia Sartre, é necessário que um homem tenha projetos, é também necessário, penso, que ele tenha capacidade de interação. Afinal, somos nós distintos, mas todos nós, de uma forma ou outra, estamos em rede. Abraço a todos.  

Comentário de Luana Aparecida Nunes em 13 junho 2012 às 15:27

Olá...sou Luana Nunes, tenho 29 anos e resido em São Paulo Capital. Sou Graduada em Administração de Recursos Humanos e Pós Graduada em Psicoligia Organizacional. Conheci a E=R atraves  do meu Orientador e uma das nossas tarefas  hoje é estar antenados as redes e midias sociais e todos os meios que possasmos de certa forma passar um aprenizado com mais facilidade , praticiadade e rapidez. Atuo em uma empresa que crê nesta interação e que com certeza será muitissimo enriquecedora e possibilitará a novas possibilidades e idéias.

Comentário de GLAUCO CARLOS CAVALCANTE em 9 junho 2012 às 19:51

Sou graduando de Ciências Sociais na UFAM, e conheci a escola de rede agora, via e-mail  me interessei pelo assunto onde posso agregar conhecimentos para estudar mais a sociedade e as redes sociais.

Comentário de Tânia Szucs dos Santos em 25 maio 2012 às 9:05

Olá a todos... sou graduada em Pedagogia, Psicopedagoga, com especialização em Avaliação Educacional e mestrado em Educação. Professora universitária, atuando também com o EAD (Tecnologias Assistivas - Projetos para a inclusão), me interesso por tudo que possa agregar conhecimento e também busco conhecer novos horizontes a todo momento. Conheci a Escola de Redes por meio de pesquisas que realizei para o levantamento bibliográfico do meu projeto de Doutorado, na área de Inclusão e utilização de TAs (Tecnologia Assistiva como ferramenta capaz de contribuir para a construção do conhecimento por parte de alunos portadores de necessidades educacionais especiais- NEE). Acredito que este momento de interação e colaboração possam ser muito enriquecedoras. Quero me inteirar acerca da dinâmica e estrutura dessa possibilidade e quem sabe também contribuir de alguma maneira.

Abraço a todos.


Comentário de Keila da Costa e Silva em 26 março 2012 às 13:41

Bem, penso que tudo começou quando entrei para a faculdade de jornalismo, ressaltando que antes já tinha uma formação na área de ciências biológicas, em veterinária. Meu olhar inevitavelmente mirava os fatos sociais com percepções da biologia. Ao final do curso escolhi trabalhar com a fronteira entre os discursos jornalístico e literário. Assim, por meio da monografia percorri os estudos de Edvaldo Pereira Lima, sobretudo aqueles que discorrem sobre a reportagem enquanto um sistema, com base na Teoria Geral dos Sistemas e referenciando Capra em diversos momentos. Ali, naqueles instantes tudo se clarificou de certa forma, pois deu-me a relativa convicção de que meus estudos caminhavam por uma trilha instigante; nada era realmente separado, tudo se conectava. Adiante conclui o mestrado em linguística, mais precisamente em análise do discurso, quando novamente me debrucei sobre as fronteiras do discurso jornalístico e literário. Atualmente curso uma licenciatura em biologia, a qual novamente me joga nesse espaço caótico, onde as possibilidades inter e transdiciplinares me parecem infinitamente produtivas. Nesse meio tempo conheci várias pessoas envolvidas direta ou indiretamente com esses pensamentos sistêmicos, entre eles Helvécio Rodrigues, que me incentivou a participar da escola, como uma oportunidade de discutir as incertezas sobre os assuntos que envolvem redes. Hoje, há vários autores pelos quais me interesso e sobre quem gostaria de aprender mais e dialogar. Penso nas redes, de fato, como pressupostos de existência. Sempre foi assim, embora hoje isso pareça bem mais evidente em função das novas ferramentas tecnológicas. Mais do que isso, penso que essas evidências podem ser transformadoras, podem impulsionar a sociedade para um lugar melhor, mais colaborativo.

Comentário de Sergio Spritzer em 18 março 2012 às 21:02

Eu fui ao encontro da escola de redes buscando justamente maior conhecimento; algumas pessoas proximas haviam falado a respeito mas não tinha um convite explicito. MInha entrada foi via google mesmo...!! Estou desenvolvendo um trabalho de redes e precisava expandir meus conhecimentos do modelo e da prática de interação em redes e com redes. Ao entrar na "escola" que como diz o Augusto "não é uma escola", é uma rede de pessoas procurando estar em rede, percebi que procurando uma ou outra fonte, encontrei um "fluzz" ( fluxo) de possibildades pouco ou nada usual de se encontrar na internet. Não sei ainda como apresentar meu histórico de "tarefas" como perfil publico.  Venho de diferentes fontes de conhecimento trilhadas muitas vezes de forma simultanea outras vezes sequencial. Passando da neurologia pela psicologia da linguagem e da inteligencia, pela psicanálise e pelo trabalho com grupos e em grupos, acabo me aprofundando no paradigma  sistemico (Bateson em especial)  e da complexidade (Morin em especial) e como muitas pessoas multi-inter e trans-referenciais estou sendo um consultor de pessoas e organizações. Vindo de um ambiente universitário e do mercado hiperestruturado e hieraquizado, é uma sorte a ser fruida estar aqui e agora. Sergio Spritzer

Comentário de Luciane Aparecida Pereira de Lim em 15 março 2012 às 20:53

Ola, conheci a Escola de Redes num momento bem legal! logo contarei mais sobre isso!

tenho que agradecer o colega da redehumanizasus.net pela dica! muito interessante!

Comentário de Helvécio Rodrigues A. Morais em 12 março 2012 às 20:37

Como cheguei à Escola de Redes

Terminei a graduação em filosofia pela UFMG no fim dos anos 90 e tinha a intenção de estudar filosofia política, uma inquietação pessoal com Kant e sua filosofia moral e do direito, mais especificamente o seu conceito formal de liberdade da vontade. A partir de uma palestra do prof. Carlos Cirne-Lima meu interesse se voltou para Habermas e seu conceito de Ação Comunicativa, não por acaso uma tentativa de superar o formalismo do imperativo categórico kantiano. Comecei o mestrado estudando o conceito de identidade coletiva em Habermas. As possibilidades de integração das identidades individuais e sociais nos contextos do capitalismo avançado. Aprofundando o estudo da bibliografia deste eclético autor e temas correlatos me deparei com um universo de novidades e descobertas que me despertaram para um caminho novo, para a possibilidade de uma nova visão de mundo: o questionamento do atual paradigma cultural e científico que moldou nosso mundo como o conhecemos enredando-o para um permanente estado de crise. A partir daí comecei a estudar principalmente Heidegger que foi um dos pioneiros desta linha de pensamento com sua crítica da tradição metafísica cujo fundamento na representação e no projeto da vontade de poder vem marcando negativamente nossa cultura de matriz ocidental desde Platão e Aristóteles.

O interessante é que quando estava no ensino médio eu tinha lido "O ponto de mutação" de Capra. Confesso que me senti muito seduzido pelo seu discurso na época. Principalmente a idéia de que estamos numa crise de percepção e precisamos então de um novo modelo científico e cultural para nossas atividades que substitua a fixação pela produção e pelo crescimento ou continuaremos a marcha em direção a autodestruição. O estudo de Heidegger me fez lembrar de Capra. Daí pra cá (2007) me embrenhei na questão da crise paradigmática que vive a ciência tradicional. Foi aí que redescobri Maturana. Na época da minha graduação eu soube da visita de Maturana na UFMG, muito comentada entre meus colegas mais adiantados no curso de filosofia. Me lembro vagamente do debate que transcorria a respeito de uma lógica não-linear desenvolvida por Maturana. Mas eu ainda era aprendiz de feiticeiro.

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