Escola de Redes

AS 5 TAREFAS INICIAIS SUGERIDAS AOS MEMBROS DA ESCOLA-DE-REDES

Esta página foi publicada em 21 janeiro 2009

1 - Contar um pouco a HISTÓRIA de como você chegou até aqui, ou seja, de como começou a se interessar por redes sociais.

2 - Elaborar o seu próprio ITINERÁRIO DE LEITURAS, listando e eventualmente comentando as publicações que leu e os videos que assistiu sobre o assunto (redes sociais).

3 - Apresentar um resumo da sua BIOGRAFIA e, se for o caso, da sua BIBLIOGRAFIA sobre o tema.

4 - Disponibilizar para download (ou colocar um link para) TEXTOS ou VÍDEOS com resultados de suas investigações ou experiências ou vivências com o tema.

5 - A quinta tarefa caducou (era uma sugestão para entrar em nodos: mas descobrimos ao longo do caminho que as pessoas são os nodos e... que as pessoas são redes!)



Quase tudo isso pode ser feito na sua própria página neste http://escoladeredes.net

Você também pode postar mensagens de BLOG com os conteúdos acima.

Alguns depoimentos de membros da Escola-de-Redes contando a história de como chegaram até aqui, ou seja, de como começaram a se interessar por redes sociais.

Célia Schlithler | HÁ DEZ ANOS TRABALHO COM REDES SOCIAIS DE DESENVOLVIMENTO COMUNITÁRIO (SCHLITHLER: 2008).
Augusto de Franco | MEU CAMINHO PARA AS REDES SOCIAIS: 10 ANOS DEPOIS... (FRANCO: 2008)
Jandira Feijó | E ASSIM EU CAÍ NA REDE (FEIJÓ: 2009)
Clara Alvarez | VOU CONTAR UM POUCO DA MINHA HISTÓRIA... (ALVAREZ: 2009)
Cristiano Lafetá | MEU INTERESSE POR REDES... (LAFETÁ: 2009)
Wiliame Jansen | COMO CHEGUEI À ESCOLA DE REDES (JANSEN: 2009)
Silvio Belbute | UM RESUMO MESCLADO COM UM POUCO DE BIOGRAFIA (BELBUTE: 2009)
Maria Barreto | O QUE TENHO FEITO (BARRETO: 2009)
Cynthia Fior | MEU CAMINHO PELAS REDES (FIOR: 2009)
Lia Diskin | MINHA HISTÓRIA COM AS REDES (DISKIN: 2009)
Fernando Dolabela | MINHA RELAÇÃO COM REDES (DOLABELA: 2009)
Ailton Teixeira | MINHA HISTÓRIA (TEIXEIRA: 2009)
Luiz de Campos Jr | UM POUCO SOBRE MIM E COMO ME ENREDEI... (CAMPOS: 2009)
Cinthia Sento Sé | CAÍ NA REDE... (SÉ: 2009)
Nilton Lessa | PORQUE INGRESSEI NA ESCOLA DE REDES (LESSA: 2009)
João de Paula Monteiro | REDES EM MINHA VIDA (MONTEIRO: 2009)
Marcelo Estraviz | COMO EU VIM PARAR AQUI? (ESTRAVIZ: 2009)
Cintia Alves | MINHA HISTÓRIA COM REDES (ALVES: 2009)
Sergio Storch | ME APRESENTO (STORCH: 2009)
Elisabete Ferrarezi | COMO E POR QUE AQUI CHEGUEI (FERRAREZI: 2009)
Fernando Viana | MINHAS VIAGENS PELAS REDES (VIANA: 2009)
Dalberto Adulis | MINHA TRAJETÓRIA (ADULIS: 2009)
Mario Salimon | MINHA RELAÇÃO COM O TEMA DAS REDES (SALIMON: 2009)
Fabiano Morais | MINHA HISTÓRIA NA REDE (MORAIS: 2009)
Camila Santo | O QUE ME TROUXE ÀS REDES (SANTO: 2009)
João Paulo | EU - APRENDENDO SOBRE REDE (PAULO: 2009)

Confira abaixo (nos comentários) outros depoimentos (e não se esqueça de deixar o seu.

Esta seção está sendo permanentemente atualizada. Se você contou sua história mas ela ainda não foi publicada aqui, mande uma mensagem com o link.

ITINERÁRIOS DE LEITURAS FUNDAMENTAIS

Indicações de livros, artigos e vídeos que constituiram caminhos peculiares de leituras e referências importantes de pessoas e grupos criativos que participaram ou participam da investigação ou da experimentação sobre redes sociais:

David de Ugarte | ITINERÁRIOS DE LEITURAS FUNDAMENTAIS 1: UGARTE (2008)
Carlos Boyle | ITINERÁRIOS DE LEITURAS FUNDAMENTAIS 2: BOYLE (2009)
Carlos Lopes | ITINERÁRIOS DE LEITURAS FUNDAMENTAIS 3: LOPES (2009)
Clara Alvarez | ITINERÁRIOS DE LEITURAS FUNDAMENTAIS 4: ALVAREZ (2008)
Marcelo Estraviz | ITINERÁRIOS DE LEITURAS FUNDAMENTAIS 5: ESTRAVIZ (2009)
Augusto de Franco | ITINERÁRIOS DE LEITURAS FUNDAMENTAIS 6: FRANCO (2006-2009)

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Comentário de Helvécio Rodrigues A. Morais em 12 março 2012 às 20:28

Estava começando a entender Kant que me abria as portas para a política com Hegel e Marx, para a crítica da razão de Nietzsche e Kierkegaard e para a crítica contemporânea da ciência, da técnica, do poder e da democracia com Husserl, Heidegger, Adorno, Foucault, Arendt e Habermas. Com tantas vozes convergindo como nunca visto desde o iluminismo comecei a investigar as afinidades entre Heidegger e Maturana, mas também entre outros como Bateson (antropologia/psiquiatria), Morin (filosofia) e Prigogine (química). Sem falar na física quântica (Heisenberg).

Enfim, ao pesquisar pela enésima vez a bibliografia de Morin pela internet, algumas semanas atrás (fevereiro 2012), "esbarrei" na página da Escola de Redes. Foi um encontro absolutamente vital! Primeiro porque, apesar de saber das inumeras tentativas de muitos colegas nessa direção, me sinto ainda meio que pregando no deserto devido ao déficit de experiências até mais práticas sobre como poderíamos construir uma outra sociedade. E depois porque em muitos pontos percebo que alguns problemas simplesmente deixam de existir sob o conceito de redes sociais distribuídas.

É meu primeiro contato, digamos, mais completo, com a idéia de rede social. Conceito que, acredito, está revolucionando a maneira como entendo a própria filosofia. Espero iniciar minha contribuição com esta comunidade assim que me inteirar das noções básicas e reformular algumas que me conduziram até aqui.

Comentário de Michele Paschoal Coimbra em 22 fevereiro 2012 às 19:29

Olá pessoal. Sou estudante de Comunicação Social – Jornalismo (UCPel), meu primeiro contato com a parte teórica de Redes Sociais foi na disciplina de Cibercultura ministrada pela professora Raquel Recuero. Nesse período estudei o que é uma Rede, os Atores Sociais, Laços Sociais, Capital Social, Tipos de Redes, etc. Descobri que existia um mundo alem de fazer amigos em Sites de redes sociais, pois redes sociais sempre existiram e a internet só facilitou e reestruturou essas organizações de pessoas e tornou a comunicação bilateral, “as pessoas são a rede”. Sou inexperiente neste campo, comparando com os demais membros, que possuem anos de pesquisa nessa área. Descobri a ER por acaso, em uma pesquisa no Google sobre Barabási e outros autores. Atualmente estou pesquisando para o TCC e estudando para prova do mestrado da UFRGS em Informação, Redes Sociais e Tecnologias. Estou lendo sobre REDES SOCIAIS NA INTERNET (RECUERO) Capítulo EXTRA (http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/capitulo_extra_redes_s...) e MÉTODOS DE PESQUISA PARA INTERNET (SUELY FRAGOSO, RAQUEL RECUERO E ADRIANA AMARAL), em breve Raquel Recuero vai lançar o livro, "Conversações em Rede" em que abordará métodos de estudos de redes sociais de forma mais aprofundada.
Espero poder contribuir com a ER através de minhas pesquisas e que os membros da ER tornem essa minha caminhada, cada vez mais cheia de conhecimento.
Abraço!

Comentário de Roque Magno de Oliveira em 9 fevereiro 2012 às 7:03

Sou professor efetivo da Universidade Federal de Brasília e também pesquiso e desenvolvo tecnologias de informação e comunicação (TICs) para Anexar: significado: verbo transitivo: Juntar, ligar, reunir num todo para inclusão digital e social com autonomia do individuo na educação formativa e continuada a distância e com interatividade como se fosse presencial. http://www.anexar.org para o Faça você mesmo

Comentário de Roberto Flavio de Carvalho e Sil em 7 janeiro 2012 às 22:43

Sou Engenheiro Industrial, com experiência de 20 anos como professor da Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro, pesquisador, professor e consultor com 6 livros publicados sobre Estratégia . Negociação, Mobilização do Poder de Realização, Estruturas em Rede e Liderança .

Criei Mobileville , sem nenhum custo, uma cidade virtual do conhecimento , uma fonte de conteúdos que pode ser acessada em http://www.cvmobileville.in

Trabalho na RPB , uma consultoria totalmente virtual que criou uma rádio digital que pode ser acessada em http://webradiotvrpb.com  

Sou o Diretor Geral do GEROI – Grupo de Estudos de Rotary na Internet com  mais de 1000 membros. A RPB numa aliança com o GEROI desenvolve a pesquisa de Engenharia de Redes Sociais e Promove na Universidade de Mobileville o Seminário de Engenharia de Redes Sociais , gratuito que pode ser acessado em  

https://sites.google.com/site/universidadedemobileville/home/semina...

Entrei para a Escola de Rede pelo cuidado de seus fundadores e  para trocar informações sobre esse tema importante para o desenvolvimento sustentado do Planeta. 

Comentário de Giseli Adornato de Aguiar em 5 janeiro 2012 às 21:16

Olá,

Sou graduada em Biblioteconomia pela UNESP de Marília, no momento trabalho como bibliotecária na USP e estou cursando pós-graduação em Ciência da Informação na ECA-USP.

Conheci a Escola de Redes por meio de pesquisas que realizei para o levantamento bibliográfico da minha pesquisa de mestrado em 2010. Aliás, meu tema de mestrado é sobre o uso das ferramentas de rede sociais da internet pelas bibliotecas universitárias, por isso do meu interesse sobre redes sociais e minha associação ao Escola de Redes.

Se for possível, assim que eu defender meu trabalho, será um prazer poder divulgar e disponibilzar minha dissertação aqui no Escola de Redes.

Abraços a todos!

Comentário de lucia cristina em 2 janeiro 2012 às 22:20

Sempre atuei como volúntaria em minha comunidade num trabalho de acompanhamento de crianças e familias pela pastoral da criança, por contas disso participei de dois conselhos municipais em minha cidade adquiri um pouco de conhecimento oque me oportunizou ir trabalhar na secretaria de governo assessorando a então Vice prefeita e secretaria de governo. Voltei para a faculdade e espero concluir o curso de Direito o qual iniciei mas por questões particulares precisei dar uma pausa oa retornar ao mercado de trabalho em 2009  iniciei um curso de Desenvolvimento Local pelo Senac tomei então tomei conhecimento da Escola de Redes. Tenho pesquisado bastante sou uma curiosa de carteirinha atualmente estou graduando do curso de Direito (4º ano). Mas ainda não consegui vencer um desafio pessoal que é sair deste estágio de contemplação, tenho sempre boas idéias, mas não consigo por em prática em meu benefício , acho mesmo que nasci para semear e se algum dia eu conseguir concluir um trabalho e assinar em baixo me dou por satisfeita. Penso que tenho colaborado de uma forma meio reprimida mas tento por fogo nas questões que defendo e se alguem as concluir então penso que consegui superar minhas expectativas.Acredito que um dia ainda vamos contemplar um universo de possibilidades para tod@s e sem deixar ninguem de fora seja pela sua classe social , etnia, religiosidade, gênero ou qualquer outro assunto a diversidade tem que ser inclusiva em todos os sentidos, quando conseguirmos enchergar  nosso próximo como semelhante ai sim vai valer a pena e tod@s sem distinção estarão contemplados no sentido mais amplo.

Minhas saudações a tod@s integrantes desta nova visão de mundo a "ESCOLA DE REDES"

Comentário de Diracy Vieira em 2 janeiro 2012 às 15:31

Desde 2003 que estudo as comunidades virtuais, as interações na rede e em seguidas as redes sociais. Não entrei agora na ER, mas venho acompanhando as discussões e as trocas nesse excelente espaço do pensamento e da criação. 

Comentário de Eliani de Fátima Covem Queiroz em 16 novembro 2011 às 19:51

Olá, moro em Goiânia, sou jornalista com experiência em telejornalismo, mestre em Educação e professora da PUC Goiás e UFG. Além do tema televisão, também me interesso em estudar redes e mídias sociais. Atualmente tenho pouco tempo, mas a partir do ano que vem poderei estudar e contribuir mais com o tema aqui no Escola de Redes. Ainda não pesquisei nem escrevi nada sobre redes, mas em breve o farei e darei minha contribuição aqui. Saudações a todos e todas.

Comentário de André Silva em 4 outubro 2011 às 22:50

Meu nome é André, tenho 25 anos, moro em Belo Horizonte/MG. 
Talvez contar minha relação com redes sociais não seja simples, não pela longa trajetória de experiências (como é o caso aqui pra uma parte das pessoas), mas sim pelo contrário, pela breve experiência. 

Em 2006 ingressei na faculdade onde me graduei bacharel em Administração com habilitação em Marketing. Posso dizer que foi o primeiro sentimento de que a rede confere aos envolvidos o poder de fazer acontecer e realizar sonhos. 

A graduação foi uma grande novidade pra mim e logo no princípio, ou melhor, logo no primeiro dia de aula, percebi, pelas experiências compartilhadas de cada um, que eu era também um componente de toda aquela diversidade, embora minha trajetória fosse incomum pelo fato de ser o único no meio a não ter, até ali, alguma experiência profissional. Um "virgem" do mercado me conferia preocupação e não poucos obstáculos (emocionais, psicológicos), mas ao mesmo tempo consistia em uma importante oportunidade.

Oportunidade que se materializou desde o princípio. Especialmente no terceiro semestre do curso quando dei prosseguimento a uma ideia criada em conjunto com caros amigos, ao qual sou grato. 

Um jornal voltado ao público universitário tomou forma em um trabalho comum de faculdade, mas levado muito a sério por nós. E este jornal voltando ao campo das ideias tornou-se uma revista impressa, meu primeiro emprego, primeiro negócio, primeiro sucesso e primeiro insucesso. 

Meu interesse por redes aí surgiu, do produto das ideias originadas de um projeto que buscava tocar e se integrar por completo à realidade, do conhecimento transmitido na faculdade que me apontava um vasto campo a se desvendar, da vontade e energias latentes de um jovem que salivava por sentir o campo experimental prático da vida no mercado.

As dificuldades de concretizar o sonho me levaram a entender que assim como na vida e na natureza nós não fazemos mal a ninguém além de nós mesmos, também deveria assim funcionar para as organizações. A concorrência só existe para quem vê no outro uma ameaça, quando quem representa ameaça ao futuro de um dado projeto é tão somente os responsáveis por sua condução.

Enfim, tentei construir relacionamentos com toda organização (empresa, chame como quiser) em que enxergava alguma possibilidade complementar, inclusive com "concorrentes".

Bom, a revista Novidade foi lançada em agosto de 2009, foram 5 mil exemplares distribuídos gratuitamente em Belo Horizonte. Pretendíamos que a revista sobrevivesse através de patrocínios, que não ocorreram. Penso que o fator inexperiência pesou aqui.

E esta não deixou de ser uma nova experiência: lidar com a perda. 

 O potencial de conexão tornou-se meu interesse. Minha monografia que, em breve, irei disponibilizar aqui, foi sobre Alianças Estratégicas tendo como base a experiência da revista impressa.

Atualmente estou cursando MBA em Gestão de Projetos e os estudos foram evoluindo sobre essa linha de pensamento, de soluções coletivas, compartilhadas.

Passei a me perguntar se o dinheiro é realmente tão essencial para as relações de mercado e sobrevivência quanto a importância que as vezes damos para ele.

Refleti sobre a posição das organizações, instituições no mundo, como consumidores de "recursos" e produtores de "energia", sistemas que consomem mais do que retornam ao meio.

Pensei sobre a missão e a responsabilidade das empresas para com a humanidade e o planeta Terra. 

E assim, cheguei à Escola de Redes. Este será um ponto de partida para um estudo mais profundo sobre um movimento necessário de transformações ao qual quero fazer parte. 


Disponho-me a aprender, conhecer e conviver, para ajudar-nos a ser mais para o mundo e para nós mesmos. Obrigado à todos pela oportunidade!

"Dentro de você habita o infinito.

Imagine então o infinito que habita ao redor de você."

Comentário de FELIPE FERREIRA DE CASTRO em 29 setembro 2011 às 12:50

Caros colegas,

 

Meu nome é Felipe, sou jornalista e curso pós-graduação em Comunicação Emprearial. Conheci a escola de redes após uma pesquisa sobre cursos voltados para quem pretende trabalhar com análsie de mídias sociais. Estou aqui para aprofundar meus conhecimentos. Atualmente estou lendo http://yearbookblogs.wordpress.com/2011/09/28/para-entender-midias-....

Comentário de Valmaria Lemos da Costa em 30 agosto 2011 às 8:37
Saudações a todos. Meu nome é Valmaria, sou acadêmica do Curso de Pedagogia (monitora PIM e bolsista PIBID), pela UERN. Conheci a Escola de Redes a partir do livro de Franco: Escola de Redes: novas visões. Há um bom tempo venho estudando as redes sociais, por ser um tema atual, que envolve a sociedade, a política e a educação. Tenho algumas publicações referente as TIC´s, dentre elas: "O uso de tic´s na educação escolar"; "OS SOFTWARES EDUCATIVOS: UMA POTENCIALIDADE DOS INTERESSES COMERCIAIS OU UM RECURSO CORRELACIONADO AO SUCESSO EDUCATIVO?". Atualmente, venho tentando desenvolver trabalhos científicos sobre as redes sociais e sua influência no processo de ensino e aprendizagem. Para isto, estou realizando levantamento bibliográfico e lendo obras, tais como: Franco (2008); Illich (1985); Levy (1990, 1999,); Mcluham (2005); Shaff (2007)); Recuero (2009) e outros, como forma de ampliar o conhecimento sobre a "sociedade em rede" e saber discuti-lo. Ademais, fico feliz de fazer parte da E= R, um ambiente que se constitui pela autonomia e compartilhamento de ideias.
Comentário de Marcelle Janine Silva em 21 agosto 2011 às 22:05

Boa noite a todos,
Meu nome é Marcelle, sou psicóloga e resido em São José do Rio Preto/SP.

O caminho que me trouxe até aqui começou a ser traçado ainda na graduação, quando passei a trabalhar com crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade psicossocial. Notei que as propostas de atendimento se encerravam sobre si mesmas de modo que as práticas tinham efeito imediato contudo de curta duração.  Passei então a refletir que a realidade que nos cercava (sócio-economico-cultural) não deveria ser tomada apenas como entrave mas sim enquanto um universo de possibilidades para novas ações, parcerias e acontecimentos. Recentemente tenho amadurecido meu ponto de vista a partir da proposta da 'rede' e reconheci neste site espaço para partilhar experiências e promover a construção de novas formas de pensamento.

Bom diálogo a todos!

Comentário de Debora Bobsin em 20 agosto 2011 às 22:19

Eu sou Doutoranda em Administração, e comecei a estudar redes sociais virtuais para a minha tese, me apaixonei pelo tema. A minha pesquisa é com foco em redes organizacionais. Cheguei até Escola de Redes pesquisando sobre o tema na internet, e fiquei maravilhada com o conteúdo. Muitas das leituras indicadas, eu já tinha lido, o que me fez perceber que estou no caminho certo. Acho que tem muita coisa pata aprender e interagir por aqui, espero poder contribuir com Escola de Redes.

Abraço.

Comentário de magda aparecida bueno maciel em 10 agosto 2011 às 19:17

OI PESSOAL EU SOU UMA PESSOA QUE SETOU SEMPRE APRENDENDO UM POUQUINHO MAIS , GOSTO MUINTO DE TECNOLOGIAS DE COMUNICAÇÃO, PESQUISANDO SOBRE REDES SOCIAIS ENTREI POR CURIOSIDADE NA ESCOLA DE REDES.

SOU PRESIDENTE DE UMA ONG QUE TRABALHA COM DEPENDÊNCIA QUIMICA, BUSCO SEMPRE AS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO PARA PODER CONCORER A PRÊMIOS DE PATROCINIO, ENCONTRO MUINTAS DIFICULDADES PARA ENCONTRAR PARCERIA NO MEU TRABALHO, ENTÃO PESQUISO, MUINTO, SEMPRE MUINTO SOZINHA NAS MINHAS TAREFAS, ENCONTREI NA ESCOLA DE REDES ENTENDIMENTO PARA ADPTAR AOS MEUS OBJETIVOS DE INTERAÇÃO.

Comentário de Maria Izabel de Araujo Leão em 27 julho 2011 às 12:30

Oi pessoal

Estava pesquisando na internet sobre a professora Cristina Bruno, do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP, pois sou repórter e precisava saber mais sobre ela e acabei encontrando o link do Escola de Redes. Sempre curiosa pelos assuntos pertinentes às tecnologias da comunicação, por ser a área que defendi meu mestrado na Escola de Comunicações e Artes da USP, procuro estar atenta a todos os assuntos dessa área. Assim como a Maria de Lourdes Matos, também atuo como capacitadora da Secretaria Municipal de Educação para o uso das tecnologias aplicadas à educação nas escolas municipais de São Paulo, desde 2009. Também sou tutora do curso à distância Midias na Educação do MEC em parceria com o Núcleo de Comunicação e Educação da USP - NCE, pesquisadora deste mesmo núcleo e atuo como jornalista do Jornal da USP, desde 1993.

Comentário de Ericsson Santana Marin em 19 julho 2011 às 14:47

Sou mestrando em Ciência da Computação pela Universidade Federal de Goiás. Inicialmente possuía um projeto de construção de um ambiente virtual de aprendizagem, que fosse capaz de promover interação de alta qualidade entre os alunos do curso de Ciência da Computação, objetivando uma maior e mais eficiente sedimentação do conhecimento adquirido pelos alunos durante as aulas do curso. Meu orientador, professor Dr. Cedric Luiz de Carvalho, me incubiu a tarefa de pesquisar sobre modelos e métodos aplicados de colaboração e interação entre pessoas, para que pudéssemos planejar um ambiente propício e motivador para o compartilhamento e difusão de ideias. Este ambiente deveria favorecer a criatividade, inovação, e permitir que os alunos fornecessemem tempo real, de forma colabrativa, respostas aos problemas e propostas de exercícios, projetos e atividades aplicadas durante o curso.


A medida que aprofundei nos estudos sobre ambientes colaborativos e interativos, fui paulatinamente conhecendo e sendo atraído pela nova ciência, que se consolida de forma plena e duradoura, em um novo modelo de sociedade, a chamada Ciência das Redes. O primeiro livro que li a respeito foi o livro de Raquel Recuero, Redes Sociais na Internet, onde ela apresenta alguns conceitos desta nova ciência. Mas o livro que verdadeiramente me chamou foi o How Everything is Connected to Everything else and what it means for Business, Science and Everyday Life de Albert Barabási, que mostra diretamente como foi a evolução destes estudos, e como os mesmos estão inseridos atualmente na sociedade. Dái então comecei a participar de congressos, workshops, simpósios, e foi em um deles que descobri a Escola de Redes. Minha pesquisa começou a tomar um outro caminho, e saiu da proposta de implementação de um simples ambiente virtual de aprendizagem, para o projeto conceitual e implementação de uma nova rede social. Rede essa, que deveria estar plenamente inserida dentro do contexto debatido no livro Fluzz - Vida humana e convivência social nos novos mundos altamente conectados do terceiro milênio, de Augusto de Franco. Uma rede que respeitasse as situações observadas por Steven Johnson no livro Where Good Ideias Come From, e possibilitasse a emergência de caracterísiticas complexas mencionadas pelo mesmo autor no livro Emergence: The Connected Lives of Ants, Brains, Cities, and Software. Esta rede deveria possibilitar aos seus usuários, uma forma de angajamento que favorecesse o pleno desenvolvimento do conceito de crowdsourcing,  ou inteligência coletiva, muito discutida por autores como Pierre Lévy em Cibercultura e Marcos Cavalcanti e Carlos Nepomuceno em O Conhecimento em Rede. Além de tudo isso, deveria ser um espaço cativante e acolhedor, e que propiciasse a criação de um ambiente inovador, como discutido no livro Colaboração Criativa de Robert Hagrove. Outro livro que está sendo muito importante ,sobre o estudo de técnicas interessantes de promoção de interação, é o Criando Aplicações para Redes Sociais de Gavin Bell, que apresenta várias ideias e sugestões para a criação de uma interessante rede social. No campo da motivação, também tenho estudado alguns autores como Ken Robinson no livro The Element: How Finding Your Passion Changes Everything e Daniel Pink no livro Drive, para entender o que motiva verdadeiramente as pessoas a participarem, a interagirem com outras pessoas e com o ambiente onde estão inseridas.

 

Enfim, é um estudo transdisciplinar, e que no final possibitará a construção de uma rede social própria para a criação e difusão de ideias, projetos, atividades, sempre estimulando a conectividade e a interatividade entre os uauários, respeitando as opiniões, as conclusões e as sugestões de cada um.

 

Foi criado um blog http://migre.me/59NjU para qu

Comentário de rafael ferreira de paula em 19 julho 2011 às 13:45

Vou tentar cumprir a tarefa sugerida.

1. História.

Não me lembro exatamente como cheguei aqui, na escola de redes. Acho que foi através da rede ning. Em tempos de discussão sobre nossa capacidade de lembrar com o advento da internet, chega a assustar o quanto a gente deixa para o exterior nossa própria memória.

Trabalho em uma instituição hierárquica, a Justiça, e participo de uma associação sem fins lucrativos, ou ong, numa cidade pequena. Atualmente fazemos exibições de filmes numa comunidade periférica daqui.

Vejo no cinema uma possibilidade de encontro e talvez aí já haja uma aproximação evidente com o tema das redes. Atualmente faço pós-graduação em mídias, cinema e televisão e começo a trabalhar também com produção audiovisual e temos ideia de interagir com jovens e crianças desta comunidade usando essa ferramenta.

Gosto do tema educação, já trabalhei diretamente com isso, como professor e também na burocracia do estado. Acompanho o trabalho do Zé Pacheco, a inovação da Escola da Ponte e o movimento das ecovilas.

Comentário de Eliana dos S. DAvila Oliveira em 18 julho 2011 às 21:36

Olá!

Sou professora de Ciências de duas prefeituras e em uma delas, exerço o cargo de professora orientadora de informática educativa (POIE). Gosto muito de trabalhar com projetos e desde o ano passado, venho acompanhando de longe a Escola de Redes. Estou fazendo duas especializações: Mídias na Educação Eproinfo/USP) e Design em EaD (UNIFEI). Como estou fazendo dois TCCs ao mesmo tempo, preciso fazevárias leituras e já estava usando os serviços das bibliotecas mesmo sem me associar. Contudo, o tema do meu TCC no curso de Mídias é sobre as Redes Sociais na Educação, ou mais especificamente o uso delas para o ensino de Ciências. E resolvi entrar para esta rede. Primeiro porque gostei da proposta e segundo, porque quero aprender mais. Estou tentando ler os livros recomendados para os iniciantes, mesmo precisando ler tantos outros. Mas, valerá a pena. É isso.

Eliana.

Comentário de Regina Lúcia Alves Costa da Cruz em 17 julho 2011 às 19:59

 

 

Comentário de rafael ferreira de paula em 27 junho 2011 às 23:34
Ando vindo aqui para aprender e desaprender um pouco.

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