A TERCEIRA INVENÇÃO DA DEMOCRACIA

Grupo para escrever interativamente o livro A Terceira Invenção da Democracia. O livro está sendo escrito também em um grupo do Facebook 

  • Augusto de Franco

  • Augusto de Franco

    Mais uma alternativa de capa

  • Claudio Estevam Próspero

    Car@s, boa noite.

         Abaixo referências de postagens de blog relacionadas ao assunto.

          "Internetocracia”, algo como Democracia intensificada pela WEB...

     

    Política 2.0 - Yes, WIKI CAN: A Era que está Nascendo: da Internetocracia (1ª. Parte)...

    3 maio 2012 ... A Era que está Nascendo: da Internetocracia (1a. parte).
    16 de maio de 2012... Um Internetocracia não pode existir em qualquer nação industrializada hoje porque suas constituições não vão apoiá-la. Isso porque a ...
    Política 2.0 - Yes, WIKI CAN:A Era que está Nascendo: da Internetocracia (3a. parte) - Os argumentos contra e suas refutações
    16 de outubro de 2012 A Era que está Nascendo: da Internetocracia (3a. parte).
  • Claudio Estevam Próspero

    Também existe página no Facebook:

    Internetocracia - Brasil | Facebook

    Esta página é um espaço para discussão sobre "Internetocracia" , algo como Democracia intensificada pela WEB...

    www.facebook.com/InternetocraciaBrasil

     

  • Augusto de Franco

    Mais links para não perder: http://www.democraciarealya.es/

  • Augusto de Franco

    Outro link para não perder http://www.facebook.com/roarmag

  • Augusto de Franco

  • Augusto de Franco

    7 TEXTOS SOBRE O JUNHO DE 2013 NO BRASIL

    FRANCO, Augusto (2013): Guerra ou Paz?

    FRANCO, Augusto (2013): Para entender as manifestações de junho de 2013

    FRANCO, Augusto (2013): As multidões de junho diante da bifurcação

    FRANCO, Augusto (2013): O embuste da conspiração da direita

    FRANCO, Augusto (2013): Decifrando a velha política

    FRANCO, Augusto (2013): Cola com nós, mano, que tu brilha

    FRANCO, Augusto (2013): Só a paz é revolucionária

  • Augusto de Franco

    Link para não perder http://vimeo.com/68870462

  • Augusto de Franco

  • taciana carneiro lima assuncao

    As ausências dos poderes legais diante das modificações sociais e históricas não eficazes, bem como, pela desestruturação econômica nas sociedades subdesenvolvidas em termos sociais e humanos tornam estes responsáveis por tal descumprimento dos artigos constitucionais tidos como cláusulas pétreas.. Em geral, as ações públicas voltadas ao combate da pobreza foram, e ainda o são implantadas, levando em conta o viés político das urnas, em detrimento da verdadeira mudança
    social e da visão de uma justiça inexistente, repassada ao povo na figura ausente de seus juízes, que a meu ver, deveriam estar mais presentes junto ao povo, no concretizar do verdadeiro espírito da lei. A democracia, em qualquer tempo e não somente hoje, nada mais é do que a prática da justiça no meio de um povo.

  • taciana carneiro lima assuncao

    O entendimento do clamor das ruas passa por uma visão histórica de nossa cultura. Temos um povo costumizado em vir á terra, enriquecer e voltar para a pátria de origem. Isto, no que tange aos nossos colonizadores. Um povo indígena que via na porfias nacionais dos colonizadores, um forma de ganho e de troca, sempre em constante mudanças. E nos oriundos da África, uma constante saudade de uma terra distante acoplada de um não possuir o que nunca foi seu de fato. Esta miscigenação criou uma cultura difícil de ser reparada, pois ainda se percebe tal atitude nos dias de hoje, mesmo com o imenso clamor , o das ruas, como aqui se denomina, e que denomino como marcha das emoções variadas, já que não existe informação das causas reais, unificada por todos estes manifestantes.

  • Augusto de Franco

    Há uma nova versão do Texto Base A Terceira Invenção da Democracia

  • taciana carneiro lima assuncao

    Evidente que não se poderá interagir de forma a pensar ser a democracia a simples ação de implantação de políticas libertárias ou revolucionárias, quer de pensamento liberal ou de esquerda. A democracia há de ser em nosso novo mundo, um processo construído de forma interior, em um espaço mútuo, onde os valores e seus diferentes aspectos possam ser vividos e ao mesmo tempo libertários, pois não pode haver democracia, sem liberdade! E esta implica em conhecimento!

  • Augusto de Franco

  • Augusto de Franco

  • Augusto de Franco

    PARA QUEM AINDA NÃO VIU OU PERDEU OS LINKS

    Dois programas sobre as manifestações de junho no Brasil 

    Programa Entre Aspas (Globo News com Monica Waldvogel, Augusto de Franco e Marcos Nobre) http://goo.gl/zdrAl

    Programa Democracia Carregando (Band News com Fernando Gabeira, Augusto de Franco e Bruno Torturra) http://vimeo.com/69417938

  • Augusto de Franco

  • Claudio Estevam Próspero

    Um ótimo texto para compreender a MISTIFICAÇÃO dos que se <beneficiam> e, portanto, <defendem> como Único Caminho a Democracia "Representativa". Sacerdotes de seus interesses, demonizam como inviável a Verdadeira Democracia.

    REFLITAM E NÃO SE DEIXEM ENVOLVER PELAS IDEIAS DOMINANTES NOS ÚLTIMOS SÉCULOS:   uma construção intelectual muito bem planejada para DISFARÇAR DOMINAÇÃO E EXPLORAÇÃO.
     
    Algumas frases retiradas do texto  do PDF referenciado abaixo:
     
    Leiam com cuidado o PDF do link:
    http://www.editoranobel.com.br/arquivos/2011506.pdf (20 páginas do livro DEMOCRACIA PURA): sejamos recipientes da sabedoria, em um primeiro passo.

    À seguir sejamos “arautos da Verdade” para limpar o terreno das pragas propagandeadas pelos sacerdotes da DOMINAÇÃO E EXPLORAÇÃO disfarçadas de “Governos do Povo, pelo Povo e para o Povo”.
    Só após esta limpeza poderemos semear a VERDADEIRA DEMOCRACIA onde as pessoas sejam sujeitos e objetos esclarecidos das ações públicas (estatal NÃO É sinônimo de publico!).
    Abraços democráticos e fraternos
    Claudio
  • Claudio Estevam Próspero

     

    Democracia no Trabalho

    Tradução do texto referenciado abaixo.

    Roberta A. Andrade postou um status

    ""Democracy at work": alguém já ouviu falar?http://www.filmsforaction.org/watch/democracy_at_work/…"

    Democracia no Trabalho é um projeto, iniciado em 2010, que visa construir um movimento social. O objetivo do movimento é a transição para uma nova sociedade, cujas organizações produtivas (escritórios, fábricas e lojas) vão ser, maioritariamente, WSDE , uma verdadeira democracia econômica. As WSDEs serão parceiras igualitárias com as comunidades residenciais organizadas de forma semelhante com quem interajam em nível local, regional, nacional (e, esperançosamente, internacional também). Essa parceria deverá formar a base de uma verdadeira democracia participativa.

    Começamos com uma definição de empresas auto-dirigida pelos trabalhadores. De certa forma, eles são semelhantes às cooperativas, empresas possuídas pelos trabalhadores e outras organizações de produção que rejeitam o velho modelo capitalista: top-down, hierárquico. No entanto, em aspectos cruciais, as empresas auto-dirigida pelos trabalhadores são únicas.

    Organizações Auto-Governadas pelos Trabalhadores : WSDE são empresas em que todos os trabalhadores que colaboram para produzir seus resultados também servem juntos, coletivamente, como seu conselho de administração. Cada trabalhador, em qualquer WSDE, portanto, tem duas descrições de trabalho: (1) uma determinada tarefa na divisão do trabalho da empresa, e (2) a participação plena nas decisões de direção que regem o quê, como e onde produzir e como utilizar o excedente da empresa ou lucros.

    Basta colocar, no lugar de uma organização capitalista de produção, antidemocrático, hierárquica, que dá atribuí estas decisões, exclusivamente, a uma pequena minoria - os principais acionistas e o conselho de administração - institucionalizando a democracia do WSDE no trabalho como princípio central da economia e nova fundação da sociedade.

    Nós acreditamos que agora é o momento para uma nova estratégia global e novo movimento para a mudança social. Nós convidamos você a se juntar com a democracia no local de trabalho para trabalhar em direção a esses objetivos.

    Você diz: "Ótimo! Eu adorei a ideia de auto-governo

    dos trabalhadores. Mas o que eu posso fazer?

    Nós dizemos: "MUITO!"

    Considere ações cotidianas como fazer compras em locais de trabalho de propriedade local e auto-dirigida ou ter uma conversa sobre como o mundo seria se os indivíduos tomassem decisões sobre seus próprios locais de trabalho, ou a criação de uma empresa onde os funcionários seriam também os seus próprios diretores coletivos, apenas como exemplos. O ponto é que você tem o poder de contribuir para este movimento. Junte-se a nós!

    Democracy at Work

    http://www.filmsforaction.org/watch/democracy_at_work/

  • Augusto de Franco

    UM EPIGRAMA

    Os problemas da democracia representativa não se resolvem com a abolição da democracia representativa. Os problemas da democracia representativa se resolvem com mais democracia, mas não com mais democracia representativa.

  • Augusto de Franco

    BLACK BOC ESTATAL

    Foto de ontem - 7 de setembro de 2013 - no Rio de Janeiro. Não deixa de ser irônico, não é mesmo? A repressão se mascarando para reprimir os mascarados...

    Em alquimia se chama enantiodromia (a palavra vem do grego ἐνάντιος, enantios, oposto + δρόμος, dromos, pista de corrida). Jung reformulou esse conceito heraclítico (atribuído, pelo menos, a Heráclito), cunhando uma frase que vem a calhar: "A única pessoa que escapa da lei implacável de enantiodromia é o homem que sabe separar-se do inconsciente, não reprimindo-o, pois assim ele simplesmente o ataca por trás, mas colocando-se claramente diante dele como aquilo que ele é." 

    Cf. http://jungiancenter.org/essay/jung-enantiodromia-part-1-definition...

     

    Na verdade é uma compreensão (atribuída à Heráclito) de que uma força aplicada em uma direção gera uma força (análoga) no sentido oposto. Jung captou o sentido alquímico da enantiodromia no paralelo que fez entre consciente e inconsciente como realidades opostas em certo sentido (o que não é tão certo). Eu resumo assim: se você vai lutar com um urso, cria garras de urso. Ou então: a polícia vira bandido. William Irwin Thompson, em Gaia, resumiu bem: "A ideia de enantiodromia que Jung retirou da alquimia... lembra, simplesmente, que cada processo social, para a realização de um valor, transforma-se em seu oposto quando completado integralmente. O Aiatolá Khoumeini torna-se outro Xá. Se o Aiatolá não tivesse tentado materializar o princípio da hierarquia em um estado teocrático, teria descoberto a necessidade dos triângulos duplos [de "A Vison" de Yeats], os quais, ironicamente, estão presentes na filosofia xiita, conforme nos explica Henri Corbin e não se teria transformado, de maneira tão cruel, em seu próprio inimigo".

  • Augusto de Franco

  • Augusto de Franco

    Links para não perder:

    Como a Não-Violência protege o Estado

    Peter Gelderloos


    (Original em Inglês - Versão em Espanhol)

    «...e dizem que a beleza está nas ruas, mas quando olho em volta isso me parece mais com derrota...»
    (Defiance Ohio)

  • Luiz de Campos Jr

    baixei, vamos ver...

  • Lía Goren

    Muy importante esta conversa, voy a ir leyendo.

  • Lúcio dos Santos Ferreira

    Penso que esta discussão sobre a quem serve a violência. Vou sugerir do grupo NEXT Política encampá-la.

    Baixei para ler mais tarde.

  • Augusto de Franco

    No NEXT tudo bem, Lucio. De qualquer modo, acho que devemos preservar a Escola-de-Redes de discussões políticas conjunturais. Foi uma espécie de acordo de convivência que estabelecemos desde a fundação da E=R - há quase cinco anos - e tem dado certo. Aqui neste grupo estamos meio na fronteira. Porque a discussão sobre A Terceira Invenção da Democracia acaba evocando fatos e opiniões sobre as manifestações da sociedade (e aí entraram os Black Bocs como um tipo de manifestação contemporânea). A fronteira é bem estreita e corremos o risco de trazer para cá outras discussões (como as travadas no Facebook). Um militante que bloqueei lá acabou de trazer para cá a mesma prática adversarial. Então penso que devemos manter esse acordo ou regra inicial.

  • Lúcio dos Santos Ferreira

    Entendi Augusto. Parece acertado.