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CO-CRIAÇÃO

Grupo para discutir o draft de Augusto de Franco (29/01/2012): CO-CRIAÇÃO: REINVENTANDO O CONCEITO

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Última atividade: 17 Out, 2016

CO-CRIAÇÃO: REINVENTANDO O CONCEITO

Faça o download do texto clicando aqui

Fórum de discussão

OS PRINCÍPIOS DA COCRIAÇÃO 2 respostas 

PDF em anexo para download free.Continuar

Iniciado por Augusto de Franco. Última resposta de Ricardo Freitas 22 Fev, 2014.

o poder público e as redes reais

Temos uma dificuldade em discernir a ação pela parceria quando o governo local não tem política pública. Tendo um viéz de personalismo e falta de entendimento de gestão ou por descaso, irresponsabilidade pessoal, corrupcao de funcoes.Assim…Continuar

Iniciado por Carlos D'Aguapé 13 Jun, 2013.

PARA CONFIGURAR AMBIENTES DE COCRIAÇÃO INTERATIVA 4 respostas 

  PRONTO! TERMINEI (10h00 DE 09/04/2013) MINHA PRIMEIRA VERSÃO DAS FAQ COM 26 PERGUNTAS E RESPOSTAS:AUGUSTO DE FRANCOPARA CONFIGURAR…Continuar

Iniciado por Augusto de Franco. Última resposta de Maria Thereza do Amaral 9 Abr, 2013.

O QUE ESTAMOS APRENDENDO COM A COCRIAÇÃO INTERATIVA 13 respostas 

Nós não sabíamos bem o que era cocriação interativa até que começamos a não-obstruir a livre-interação. O problema é que nós não sabíamos…Continuar

Iniciado por Augusto de Franco. Última resposta de nedio antonio seminotti 8 Abr, 2013.

O QUE É O FESTIVAL DE IDEIAS EM 2013 1 resposta 

 O Festival de Ideias nasceu em 2011 por iniciativa do Centro Ruth Cardoso (CRC), com o objetivo de articular uma rede de pessoas interessadas…Continuar

Iniciado por Augusto de Franco. Última resposta de Augusto de Franco 8 Abr, 2013.

PRINCÍPIOS DA COCRIAÇÃO 4 respostas 

A ideia de formular alguns princípios da cocriação surgiu na experiência do Festival de Ideias, uma iniciativa do Centro Ruth Cardoso que…Continuar

Iniciado por Augusto de Franco. Última resposta de Augusto de Franco 4 Abr, 2013.

DISTRIBUINDO COCRIAÇÃO 6 respostas 

Uma iniciativa importante do Festival de Ideias e de seus parceiros. Leia para ver se você topa. Estamos multiplicando os lugares de cocriação de sorte a termos cobertos todos os dias da semana com essa atividade em diferentes lugares da capital de…Continuar

Iniciado por Augusto de Franco. Última resposta de Augusto de Franco 3 Mar, 2013.

VAI COMEÇAR O FESTIVAL DE IDEIAS 2013 1 resposta 

Começa agora a cocriação da terceira edição do Festival de Ideias. Muitas novidades neste novo ano! Estamos distribuindo a cocriação por vários lugares de São Paulo.Confirme sua presença clicando …Continuar

Iniciado por Augusto de Franco. Última resposta de Vivianne Amaral 27 Jan, 2013.

NOVA EDIÇÃO DO TEXTO COCRIAÇÃO: REINVENTANDO O CONCEITO

Segue em PDF e Word em anexo.Continuar

Iniciado por Augusto de Franco 2 Out, 2012.

SMALL BANGS O LIVRO 1 resposta 

Vejam em anexo o PDF do Small Bangs, agora em nova edição e em formato de livro.Continuar

Iniciado por Augusto de Franco. Última resposta de Joakim Antonio 23 Set, 2012.

Caixa de Recados

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Comentário de ANTONIA MARIA MARTINS DA SILVA em 4 fevereiro 2012 às 0:11

Concordo com nossos colegas em relação a qualidade da elaboração do texto, foi muito bem explorado o tema.

 Quero refletir sobre o que nosso colega Rafael Eichemberger Ummus falou, quando fez menção do conflito entre as relações de tensão no mundo empírico e a necessidade de acreditarmos que é preciso vivermos juntos e sentirmos as mesmas ansiedades de transformações socioambientais para realizar ou criar em conjunto novos modos de participação.

Acredito que a leitura do texto De onde vem as idéias? Como elas são formadas? precisa ser realizada paralelamente ao texto em discussão. Entendemos como já foi colocado que não há nada de novo no mundo nem na ciência, mas todos as vezes que uma imagem (modelo) é apresentada para observação e debate, novas outras imagens são potencializadas ou mesmo elaboradas, dando um salto para o  desconhecido de cada um de nós.

Penso que esse espaço que tão democraticamente nos foi cedido, no qual pessoas tão comprometidas com a transformação da sociedade atual se propõem a contribuir com suas pesquisas e trabalhos, já denota um novo conceito de co-criação, sem necessariamente deflagrar um confronto com as velhas instituições. Nós somos o que pensamos. Não se pode separar o ser humano do seu pensamento. A qualquer momento esse ser humano starta uma ação inovadora, fruto da liberdade individual inerente ao próprio ser.

Mesmo que sejam poucos os que se afoite em prescrutar novos caminhos para reflexão e liberdade, seremos sim, um povo livre, para ser e estar em todos os ambientes virtual e real se assim quisermos.

A ação coletiva é portanto resultado da imagem do objetivo para que se propõe essa ação. Portanto, no podemos nos distanciar daquilo que já se conhece, porque é referencial para aquilo que almejamos.

Comentário de Augusto de Franco em 2 fevereiro 2012 às 6:25
Comentário de Augusto de Franco em 1 fevereiro 2012 às 13:23

É isso aí, Rafael. Co-creation é isto aqui!

Vou abrir um tópico para esta conversação: clique aqui. Nesta Caixa de Recados o espaço é limitado e incômodo.

Comentário de Rafael Eichemberger Ummus em 1 fevereiro 2012 às 10:41

Mais um belo texto: rico, bem escrito e bem embasado. Algumas considerações:

OK, a i-based co-creation é criar em rede distribuída, de modo aberto, interativo e nao participativo, intermitente, imprevisível. Ou seja, segundo pressupostos ja discutidos na E=R para a emergencia e vida das redes distribuídas.

 Qualquer sistema complexo adaptativo, do qual uma rede de co-criação como imaginamos necessariamente é um exemplo, apresenta critérios para sua viabilidade: manter relações iterativas entre seus elementos, manter interações com o meio, interações estas que devem ser adaptativas no sentido de capturar e processar a energia que viabilize a manutenção de (alg)uma estrutura viável para o sistema,  mantendo minimamente (alg)uma identidade entre as partes, e manter

as inter-relações com os sistemas maiores, da qual o sistema em foco nao pode prescindir sob pena de seu colapso.

 

 No mundo empírico no qual acreditamos viver, grupos humanos emergem e são demandados a emergir em resposta à tensões pré-existentes, problemas, necessidades, que podem ter origem nos elementos que compõe o grupo-sistema ou no ambiente do qual faz parte. Uma outra forma de pensar nas tensões que deflagram a ação coletiva seria pensar nas transformações socioambientais necessárias para transformar esse mundo empírico em um mundo onde vicejem os valores em que acreditamos e que desejamos realizar. Propósito de muitas redes-grupos de ação coletiva.

 Ainda que levando em conta que a suposta escassez de recursos, que como sabemos justifica toda uma série de atrocidadades em vários graus, concordemos que sim, nossos recursos de tempo, energia e informação são limitados. E os problemas, em seus variados graus, prementes.

 Ora, em um contexto como esse e vislumbrando (alg)uma ação coletiva, além de tornar as paredes opacas translúcidas, promover interação legitima, reconhecer e permitir o novo, é preciso fazê-lo de modo a resolver problemas em um contexto de recursos limitados. É preciso sim co-criar para resolver problemas concretos em um contexto discreto e portanto limitado. E nesse ponto aparecem os papéis dos netweavers, hubs, pollinators, etc. Inevitavelmente também dos liderança, em suas variadas materializações. E sim, algum grau de controle, de teleologia, de teleonomia.

 

Ou seja, um equilíbrio delicado entre as funções nefastas dos sistemas que criticamos e a plenitude azul da vida em rede distribuída.

 

Como gerenciar esse equilíbrio ?   Eis a questão que se me coloca o encontro do mundo empírico com a i-based co-creation, ou aplicação dos modelos de redes distribuídas.

 

Comentando de modo mais dirigido o texto-estímulo, reitero sua riqueza, fluência, embasamento, amplitude e profundidade, mas compartilho uma percepção de que de certo modo,  repete-se de modo sutilmente tautológico uma série de elementos que já estão orbitando na E=R há algum tempo.

 Como toda interpretação, esta obviamente é baseada em valores, pontos de vista, e uma assumption implícita acerca dos objetivos a que se propõe, que pode estar equivocada. Em todo caso, co-creation é isso aí.

Comentário de MARIA TEREZINHA OSCAR GOVINATZKI em 31 janeiro 2012 às 20:23

Este ensaio nos dá a perspectiva positiva de como um aprendizado ser constante com redes co-criadoras. Como nele citado, ...pessoas se relacionando segundo um padrão distribuído de organização, aprendendo e criando, aprendendo-criando interativamente: o que a co-criação poderia pretender, além disso? e nós também.

 

 

Maria Terezinha

Comentário de João de Paula Monteiro Ferreira em 31 janeiro 2012 às 8:44

Há muito sabemos que se queremos co-criar, não há como pensar em plataformas tipo FACEBOOK, mas a Folha de São Paulo de hoje, a propósito da abertura do capital desta empresa, traz uma opinião de um analista do ramo que desnuda como poucos o que de fato interessa a essa gente: ""O verdadeiro exercício de ligar os pontinhos é determinar quantos membros eles têm; que profundidade de informação a companhia tem sobre eles; e quantos anos será preciso para que ela compreenda como monetizar plenamente esses fatores, diz Kevin Lands, vice-presidente do Firsthand Value Technology Fund, que tem cotas do Facebook" Que Tal?

Comentário de Augusto de Franco em 30 janeiro 2012 às 4:57

Este Co-Creation Guide - Realising Social Innovation together da SIX - social innovation eXchange / KL e Dialogue Cafe - indicado pelo Vinicius - por si só é uma evidência da necessidade de traduzirmos o Co-criação: reinventando o conceito para o inglês. No mínimo para dialogar com os que estão pensando coisas parecidas. Mas não só por isso, como se pode ver lendo os dois textos.

Os caras avançaram um pouco com a tal Social Innovation, mas ainda é participação, não interação. 

Comentário de André Gustavo de Araujo Barbosa em 29 janeiro 2012 às 21:30

Obrigado pelo convite Augusto. Saudações aos amigos e amigas. Irei ler o texto e em breve volto aqui para nosso debate. Até mais.

Comentário de Lia Medeiros em 29 janeiro 2012 às 20:51
Olá Augusto e todos, hoje acordei pensando neste tema que muito me interessa. E eis a surpresa de encontrar seu convite! Estou aqui e espero ficar por bastante tempo colaborando e aprendendo! :-)
Comentário de Amauri Lobo em 29 janeiro 2012 às 20:46

Olá Augusto. Andei afastado por vários motivos, mas sempre em rede! Alías, meu facebook é Amauri Lobo. Você está nele. Adorei esta temática e resolvi recomeçar por aqui. Com calma, reinicio minhas intervenções. Boa noite e um forte abraço!

 
 
 

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