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Transição Organizacional | A transição da organização piramidal para a organização em rede.

Membros: 231
Última atividade: 22 Set, 2016

QUAL O TRABALHO DESTE GRUPO

Este grupo foi criado para elaborar coletivamente um programa de transição organizacional: da organização piramidal para a organização em rede. O nome provisório deste programa é TRANSIÇÃO. Trata-se de uma experiência inicial - assemelhada, talvez, ao crowdsourcing - que não sabemos ainda como vai funcionar.

Transição é um programa de sustentabilidade para organizações baseado na evidência de que tudo que é sustentável tem o padrão de rede.


O objetivo do programa é criar condições para que empresas e outras instituições hierárquicas encontrem o seu próprio caminho de busca da sustentabilidade (organizacional).


O programa prevê a transição (substituição gradual) dos modelos de gestão baseados em comando-e-controle para modelos de gestão compartilhada visando a construção de sistemas de governança em rede no qual estejam conectados não apenas os colaboradores internos da organização mas também uma parte expressiva de seus demais stakeholders.


Uma vez desenvolvido este programa, ele será de Domínio Público. Isso significa que qualquer pessoa poderá aplicá-lo em qualquer organização, seja por meio de trabalho voluntário ou remunerado, desde que seja preservado o direito moral dos seus autores e da Escola-de-Redes.

Serão considerados autores os que trabalharem no desenvolvimento do programa (propondo elaborações detalhadas para cada uma de suas fases) e não apenas os que se registrarem neste grupo. Só devem se registrar neste grupo os que estiverem dispostos a trabalhar no programa.

Clique AQUI para ver a proposta inicial.

Quem não concordar com este projeto pode abrir outro grupo.

Três leituras importantes sobre o tema deste Grupo:

TASPCOTT, Don & WILLIAMS, Anthony (2006). Wikinomics. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2007.

HOWE, Jeff (2008). Crowdsourcing (O poder das multidões: por que a força da coletividade está remodelando o futuro dos negócios). Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.

FRANCO, Augusto (2008). Tudo que é sustentável tem o padrão de rede: sustentabilidade empresarial e responsabilidade corporativa no século 21. Curitiba: Escola-de-Redes, 2008.

Mais uma referência importante:

BRAFMAN, Ori & BECKSTROM, Rod (2006): The Starfish and the Spider. NY: Penguin Group, 2006 (não está disponível online, mas existe tradução brasileira: Quem está no comando? A estratégia da estrela-do-mar e da aranha: o poder das organizações sem líderes. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007).

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Comentário de MARIA OTÁVIA LIMA EÇA D'ALMEIDA em 2 setembro 2013 às 8:37

Até onde esses tópicos de discussao se manifestam nas empresas pùblicas? Procuro excessoes e nao as encontro. Talvez por isso, as org públicas carecem tanto de viver a mudança...

Comentário de Augusto de Franco em 1 setembro 2013 às 18:03

QUESTÕES QUE ESTOU TRABALHANDO NO MOMENTO

• Por que é inútil estruturar um departamento de inovação na sua empresa

• Por que o crowdsourcing tradicional (chamada centralizada) é um desperdício de recursos

• Por que é impossível ter bons resultados com a inovação aberta (open innovation) enquanto sua empresa continuar fechada

• Por que sua empresa está condenada a inovar permanentemente

• Por que não adianta comprar um novo software de inovação

• Por que estamos medindo errado a inovação? Como medir a inovatividade da sua empresa

• Por que redes de inovação em empresas não costumam dar certo

• Por que as métricas de rede que são comumente adotadas pelas empresas não funcionam

• Como reduzir a vulnerabilidade da sua empresa ao risco sistêmico provocado pelo declínio simultâneo de produtividade e inovatividade, mesmo em situações de alto crescimento 

• Por que é inútil monitorar as redes sociais

• Por que usar as mídias sociais (como Facebook, Twitter, LinkedIn, Google+ etc) para fazer marketing e RP é um desperdício de recursos

• Por que adotar uma plataforma de rede proprietária não resolve o problema

• Se você está tendo que fazer muita reunião (sobretudo de alinhamento), algo está errado. O que está errado?

• Como evitar que sua empresa contraia doenças auto-imunes? Como evitar que os anticorpos corporativos (TI, Jurídico, RH etc.) sejam acionados para destruir os ambientes favoráveis à inovação na sua empresa

• Sua empresa precisa de radiografia ou de endoscopia? Por que não adianta fazer apenas uma análise de redes sociais (SNA ou DNA) na sua empresa

• Por que sua empresa (querendo ou não e mais cedo do que mais tarde) será obrigada a implantar processos de rede no seu ecossistema

• Quais os processos de rede que sua empresa já pode implantar agora - Parte 1: Reconfigurando o ambiente virtual da empresa

• Quais os processos de rede que sua empresa já pode implantar agora - Parte 2: Reconfigurando o ambiente físico da empresa

• Quais os processos de rede que sua empresa já pode implantar agora - Parte 3: Configurando o ambiente de desenvolvimento (ou de inovação) da empresa

• O que é necessário para fazer a transição de uma empresa hierárquica para uma empresa em rede

• Conhecendo exemplos concretos de organização em rede

• Por que as best practices não são muito relevantes quando se trata de implantar processos de rede em uma empresa

• "Onde isso já foi aplicado e deu certo?" Por que esta pergunta recorrente mais atrapalha do que ajuda

• Por que consultorias de inovação que pretendam implantar processos de rede em uma empresa não podem ser feitas apenas como prestação de serviços de consultores externos

Comentário de João Paulo Brandão Barboza em 19 novembro 2011 às 12:08
Comentário de Augusto de Franco em 23 setembro 2011 às 6:03
Comentário de Pedro Caiado Ferrão em 21 setembro 2011 às 22:29

Olá

Tropecei neste artigo: «Wiki Management: Peer to Peer Beats Top Down Hierarchies» que dá conta de um livro de Rod Collins, "Leadership in a Wiki World".

Alguém tem conhecimento deste trabalho e possa comentar?

Obrigado.

PS: o artigo refere: «The book focuses on a new management model that is being practiced in plain sight but is off the radar screen in most companies. It is in plain sight because there are companies such as Google, IBM, Whole Foods, Best Buy, W.L. Gore & Associates, Amazon, and Ebay who are all following a different management model that is much more a form of Peer to Peer, rather than top down. Networked structured organizations do operate more as a Peer to Peer, rather than top down.»

Comentário de Augusto de Franco em 17 abril 2011 às 6:47
Abri um novo tópico com o artigo indicado pelo Fernando (abaixo). Clique aqui
Comentário de Fernando A Domingues Jr em 13 abril 2011 às 20:46

Recentemente li um artigo publicado na Inc. Magazine que me pareceu bem interessante. Retarata uma experiencia de empresa que se não é ainda totalmente em rede, carrega muitos elementos que levam a isto, como o baixo nivel de hierarquia. Acho que vale a pena refletir sobre experiencias concretas que nos tragam alguma luz para promover a transição organizacional.

Leia em Why Run a Flat Company.docx

Comentário de Augusto de Franco em 26 março 2011 às 7:08

Reproduzo aqui trecho de um diálogo mantido por e-mail com uma pessoa que me pedia para apresentar, após exposição sobre Empresas e Redes Sociais, um case sobre uma empresa que está plenamente organizada em rede (para exemplificar).

Minha resposta foi a seguinte:

Temos várias empresas em rede no mundo.

Aqui no Brasil a Empresa Teia http://www.empresateia.com.br

Eu mesmo - juntamente com outros parceiros - acabamos de fundar uma: a Netweaving HCW  www.redes.org.br (não tem nem um mês mas já conta com mais de 20 pessoas, dois produtos para pronta-entrega e mais três em desenvolvimento).

No entanto, as empresas em rede são mais antigas do que pensamos. Uma das pioneiras foi a Tranet (uma rede mundial de especialistas que se propunham a apresentar soluções para problemas difíceis). Depois vieram as modas, da peer production, do crowdsourcing, do crowdfunding, do crowdbuying (compras coletivas)... nem todas organizadas em rede, mas lançando mão de redes para apresentar soluções, como a InnoCentive = http://www.innocentive.com/what-we-do e centenas de outras. As empresas em rede em geral são "nômades", elas se transformam rapidamente em outras empresas e sua sustentabilidade vem dessa capacidade de fluir com o curso (ou de mudar de acordo com a mudança das circunstâncias).
Assim, não há modelo. Cada experiência é original e não pode ser reproduzida. Os conceitos de best practice e de benchmarking não se aplicam bem aqui. E o exemplo de uma empresa que nasceu em rede ou que realizou sua transição para uma estrutura e um funcionamento em rede (mais distribuída do que centralizada) acaba sendo contraprodutivo para as demais. Varia demais com a história da organização, seu ecossistema, ramo de negócio, tipo de atividade. E uma "fórmula" encontrada para uma organização em geral não se aplica a nenhuma outra. É um desafio unique (para cada uma é totalmente diferente).
Estou dizendo estas coisas porque acho que o principal para uma organização é entender as novas exigências que se colocam para as empresas diante da transição glocal em curso para uma sociedade cada vez mais em rede, o que é rede, suas vantagens e dificuldades e os desafios particulares que se colocam em vez de tentar avaliar as próprias possibilidades olhando o que ocorreu nas outras organizações, mesmo nas congêneres.
Comentário de Claudio Estevam Próspero em 30 janeiro 2011 às 23:10
Tradução Google de: http://www.macrowikinomics.com/about/

MacroWikinomics - Reiniciando os negócios e o mundo
O novo livro de Don Tapscott e Anthony D. Williams, autores do best-seller Wikinomics

MacroWikinomics - Rebooting Business and the World - The new book from Don Tapscott and Anthony D. Williams, authors of the bestselling Wikinomics

‎"Tapscott e Williams' 'insights sobre o poder da inovação colaborativa e sistemas abertos, e sua chamada para recriar nossas instituições - de negócios, educação, mídia, governo - não ouviu-se cedo demais. Macrowikinomics nos inspira narrando estes desenvolvimentos, novos caminhos e apontando o caminho a seguir para todos nós. "
Eric Schmidt, CEO do Google

A crise financeira global de 2008 foi uma chamada para o mundo. Mas enquanto muitas pessoas estavam pedindo regulamentação atualizada e até mesmo o rompimento ou a nacionalização dos grandes bancos, tornou-se claro para nós que o restabelecimento da confiança a longo prazo na indústria de serviços financeiros exige mais intervenção do governo e novas regras.

O mundo precisava de uma abordagem profundamente nova da economia global, incluindo um novo modus operandi para os serviços financeiros baseados em princípios de negócios como integridade, transparência e colaboração.

Evidência logo montado que a crise estava se espalhando para outros setores. O derramamento de óleo do Golfo, uma crise de dívida soberana, o fracasso dos líderes mundiais para forjar um acordo significativo sobre a mudança climática em Copenhague. Um evento após o outro ressaltou a impotência das nossas abordagens convencionais para resolver problemas globais. Parece que muitas das instituições que têm nos servido bem ao longo de décadas, até séculos, estão congelados e incapazes de se mover para a frente.

E ainda, através de toda a neblina e da turbulência vemos motivo para otimismo genuíno. Em cada canto do globo, um modelo novo e poderoso da inovação econômica e social está se espalhando em todos os setores, onde as pessoas com uma paixão, gana e conhecimentos tiram proveito das novas ferramentas baseadas na Web para estar mais envolvidos em tornar o mundo mais próspero, justo e sustentável.

E assim como milhões de pessoas têm contribuído para a Wikipedia e milhares continuam a fazer contribuições em curso para colaborações em larga escala como o Linux e o Projeto Genoma Humano, estamos convencidos de que há agora uma oportunidade histórica para empacotar habilidade humana, engenhosidade e inteligência em uma escala maciça, reavaliar e reposicionar muitas das nossas instituições para as próximas décadas e para as gerações futuras.

Dando seguimento a Wikinomics, o livro de gestão mais vendido de 2007, o nosso novo livro Macrowikinomics oferece nada menos que um plano de jogo para todos nós, para consertar um mundo quebrado.

Baseando-se em um novo conjunto de pesquisas originais realizadas com inúmeros colaboradores em áreas como saúde, ciência, educação, energia, governo e da mídia, contamos as histórias de alguns dos inovadores mais dinâmica do mundo, a partir de um movimento cidadão global que está trabalhando para reverter a maré da mudança do clima perturbador para fins lucrativos, as empresas iniciantes que estão transformando indústrias que vão desde a música para o transporte em sua cabeça.

Nós argumentamos que a inovação colaborativa não é apenas transformar a nossa economia, mas toda a sociedade e suas diversas instituições. Agora a responsabilidade está agora com cada um de nós a liderar a transformação em nossos lares, comunidades e locais de trabalho. Afinal, o potencial de novos modelos de colaboração não termina com a produção de software, mídia, entretenimento e cultura. Por que não o governo de código aberto, a educação, a ciência, a produçãode energia e até mesmo serviços de saúde?

Como este livro mostra, estas não são fantasias ociosas, mas também oportunidades reais que o novo mundo da wikinomics torna possível.

Don Tapscott e Anthony D. Williams
Comentário de Claudio Estevam Próspero em 30 janeiro 2011 às 22:10

Don Tapscott - Macrowikinomics

 "Wikinomics heralded a new era of collaboration in business. Now Tapscott and Williams show how business, government and civil society and people everywhere ...
www.macrowikinomics.com/don-tapscott/ 
 
 
 

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