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TECNOLOGIAS DE DIÁLOGO

Grupo para reunir e comentar a bibliografia disponível sobre tecnologias dialógicas

Membros: 22
Última atividade: 31 Jul, 2015

FERRAMENTAS DE DIÁLOGO

Uma lista tentativa feita a partir da Coalición Nacional para el Diálogo y la Deliberación (depois vamos acrescentando mais):

Café mundial (World Café)
Tamaño del grupo: grande, hasta cientos

Café de Conversaciones (Conversation Café)
Tamaño del grupo: un solo grupo o varios grupos pequeños

Tecnología de Espacio Abierto (Open Space Technology)
Tamaño del grupo: desde estándar hasta cientos

Proceso de Círculo (Circle Process)
Tamaño del grupo: pequeño

Proceso Lekgotla (Lekgotla Process)
Tamaño del grupo: de pequeño a estándar

Teatro de los Oprimidos (Theatre of the Oppressed)
Tamaño del grupo: de pequeño a estándar

Diálogo Sostenido (Sustained Dialogue)
Tamaño del grupo: pequeño

Proyecto de Conversaciones Públicas (Public Conversations Project)
Tamaño del grupo: pequeño

Democracia Profunda (Deep Democracy)
Tamaño del grupo: pequeño

Diálogo Intergrupal (Intergroup Dialogue)
Tamaño del grupo: un solo grupo o múltiples grupos pequeños

Escuela de Paz Palestino-Israelí (Israeli-Palestinian School for Pe...
Tamaño del grupo: pequeño

Investigación-Acción Participativa (Participatory Action Research)
Tamaño del grupo: estándar

Consejos de Deliberación Ciudadana (Citizen Deliberative Councils)
Tamaño del grupo: pequeño

Foros Sobre Asuntos Nacionales (National Issues Forums)
Tamaño del grupo: desde varios grupos pequeños hasta cientos

Opciones Ciudadanas (Citizen Choicework)
Tamaño del grupo: desde varios grupos pequeños hasta cientos

Círculos de Estudio (Study Circles)
Tamaño del grupo: desde varios grupos pequeños hasta cientos

Reunión municipal del siglo XXI de AmericaSpeaks (21st Century Town
Meeting)

Tamaño del grupo: de cientos a miles

Encuesta Deliberativa (Deliberative Polling)
Tamaño del grupo: desde estándar hasta cientos

Búsqueda Futura (Future Search)
Tamaño del grupo: 60-80

Indagación Apreciativa (Appreciative Inquiry)
Tamaño del grupo: de estándar a miles

Planificación por Escenarios (Scenario Planning)
Tamaño del grupo: pequeño a estándar

Laboratorio de Cambio (Change Lab)
Tamaño del grupo: estándar

Jornadas de Aprendizaje (Learning Journeys)

Diálogo de Narrativas (Story Dialogue)

Facilitación Gráfica y Diseño de Información (Graphic Facilitation and
Information Design)

Proyectos de Escucha y Entrevistas para el Diálogo (Listening Projects and Dialogue Interviewing)

Herramientas en Internet (Web-Based Tools)

Fórum de discussão

FERRAMENTAS DE DIÁLOGO 2 respostas 

Blogpost originalmente publicado na E=R em 13/06/2009 Trata-se de um apêndice do livro de PRUITT, Bettye y THOMAS, Philip (2008):…Continuar

Iniciado por Augusto de Franco. Última resposta de rafael ferreira de paula 4 Abr, 2012.

OPEN SPACE TECHNOLOGY by Sparxx

OPEN SPACE TECHNOLOGYby …Continuar

Iniciado por Augusto de Franco 21 Fev, 2012.

Open Space Meetings by Kate Burton

Open Space MeetingsSometimes risky, the unscripted format is popular, productive and powerful.By Kate Burton||In 2005, the Girl Scouts of the USA were at a turning…Continuar

Iniciado por Augusto de Franco 21 Fev, 2012.

ESPAÇO ABERTO IberiaWiki

EspaçoAbertoIberiaWikiHome |…Continuar

Iniciado por Augusto de Franco 21 Fev, 2012.

OPEN SPACE: A BRIEF HISTORY by HARRISON OWEN 3 respostas 

Opening Space forEmerging OrderHarrison OwenOpen Space Intro by Harrison Owen from Harrison Owen on Vimeo.||Open Space Technology, as…Continuar

Iniciado por Augusto de Franco. Última resposta de Augusto de Franco 21 Fev, 2012.

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Comentário de Augusto de Franco em 21 fevereiro 2012 às 5:44

O que eu penso de tudo isso. Acho tudo muito legal, muito bacana. Mas, como disse no final do blogpost de 13/06/2009, "só faltou a rede, quer dizer, o netweaving... É sintomático?".

Recentemente (2012) escrevi um texto - "Co-Criação: Reinventando o conceito" - em que voltei ao assunto ao comentar as metodologias de design thinking:

Nada de adotar metodologias com passos orientadores... Tudo isso, que à primeira vista parece ajudar a orientar a atividade co-criativa das pessoas, na verdade atrapalha na medida em que restringe a liberdade de interagir.

As pessoas que vivem inventando processos e métodos para que as outras façam coisas que elas mesmas não fazem – meio na base do “quem sabe faz, quem não sabe ensina” – precisam cair na real. Em primeiro lugar precisam entender que a criação não é bem um trabalho. É a satisfação de um desejo, uma realização pessoal, o exercício de uma arte e a fruição de um prazer. Ninguém cria porque foi mandado, ninguém cria obedecendo, ninguém cria seguindo um caminho pré-traçado. Criar é usufruir a liberdade de deixar-se-ir. Livre como quem não tem rumo, diria Manoel de Barros (2010). É perder-se para inventar caminho, diria Clarice Lispector (1969). Os poetas, que são pessoas-fluzz, conseguem captar essa complexidade da simplicidade (ou seria o inverso?).

Concluindo. O fundamental é a livre interação. Em vez de fazer, não-fazer: não obstruir (fluxos), não separar (clusters), não eliminar (nodos). Ora... isto é rede!

 

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