Escola de Redes


Redes na Política

Nodo para estudar a emergência de novas abordagens na política a partir das redes sociais.

Membros: 90
Última atividade: 16 Fev, 2015

Este grupo está ainda em fase embrionária. Por hora estamos levantando algumas questões que possam ser pertinentes dentro do foco "abordagens emergentes na política a partir das redes sociais", para em seguida estruturar em algumas perguntas de orientação a uma discussão/reflexão mais aprofundada. Sugestões, dúvidas, opiniões, provocações e links são muito bem-vindos.

Fórum de discussão

Castells -Ação em rede social não basta para mobilizar as pessoas! 1 resposta 

Iniciado por Paulo Ganns @pganns. Última resposta de Augusto de Franco 3 Jun, 2013.

O Político e a rede! 2 respostas 

Iniciado por Paulo Ganns @pganns. Última resposta de Augusto de Franco 6 Maio, 2013.

The emerging political force of the network of networks

Iniciado por Augusto de Franco 24 Jun, 2012.

Caixa de Recados


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Comentário de Alan Dubner em 3 fevereiro 2011 às 10:41

Como a Mídia Social acelerou as revoltas no Egito

Artigo interessante da Liza (E.B. Boyd) na Fast Company:

Did Twitter, Facebook, and YouTube send people out into the streets? Of course not. Did they speed up the process of protest? Absolutely.


There’s been some backlash in the last few days against the idea that either Tunisia or Egypt were brought on by Twitter or a “Facebook Revolution.” And certainly, it takes a lot more than the 21st century version of a communication system to persuade people to take to the streets and risk harm, imprisonment, or death.

But that doesn’t mean social media didn’t play a role. It did. Given the magnitude of grievances in each country, revolt would almost certainly have come eventually. But social media simply made it come faster. It did so by playing a role in three main dynamics:

Organizing protests

Before Egypt shut off the Internet and mobile phones, before it even started blocking Twitter and Facebook, those tools were used to coordinate and spread the word about the demonstrations that were scheduled for January 25. Without these mass organizing tools, it’s likely that fewer people would have known about the protests, or summoned the kind of courage that’s made possible by knowing you’re not the only one sticking your neck out. Without them, fewer people might have shown up, and the Egyptian authorities might have more easily dispatched them. Chances are, we'd be waking up to today with last Tuesday’s skirmishes nothing more than a fading headline from a week long gone.

Shaping the narrative

In situations of chaos, the upper hand goes to the group that can shape a narrative and get it to stick. History is written by the victors, after all--now, even in real time. When looting began over the weekend, the narrative could easily have shifted in favor of the government: Hooligans were turning the city upside down. Order needed to be restored. Clamp down.

But word started getting out via Twitter that hastily arranged neighborhood watch groups were apprehending looters who, it turned out, had police IDs on them. This might or might not have been true--it wasn’t possible to confirm the statements--but it certainly shed a different light on the looting. Certainly, other regimes have been known to hire young men to go out and toss a city, to make it look like protesters have turned ugly, giving them an excuse to clamp down.

But the tweets belied that narrative. And indeed, on Saturday, a New York-based Egyptian blogger interviewed by CNN, suggested as much. She “appealed to the media to not fall for what she described as a Mubarak regime plot to make the protests in Egypt seem like dangerous anarchy,” according to the New York Times’ blog The Lede. “I urge you to use the words ‘revolt’ and ‘uprising’ and ‘revolution’ and not ‘chaos’ and not ‘unrest," she said. "We are talking about a historic moment.” The narrative was reset. Soon thereafter, CNN changed its on-screen headlines from “CHAOS IN EGYPT” to “UPRISING IN EGYPT.”

Putting pressure on Washington

Washington presumably found itself between a rock and a hard place last week. The U.S. prefers to fall on the side of freedom and self-determination whenever possible. But Egypt is one of this country’s closest allies in the Middle East. And there certainly must be concern about a domino effect leading to even more instability in the region, should Egyptian president Hosni Mubarak fall. When faced with those kinds of tensions in the past, Washington has not infrequently found it more convenient to spin the narrative in favor of the authority in power, in the interest of maintaining stability--and an ally.

But that wasn’t possible this time. Too much information was escaping the country. Thro

Comentário de Jaime Tak em 3 fevereiro 2011 às 10:20
Acho que as redes interligam toda a insatisfação com a ditadura egípcia. A insatisfação nunca é da rede que é um meio, uma tecnologia, uma ferramenta. A insatisfação é dos egípcios e da civilização árabe ou mulçumana. 
Comentário de Paulo Ganns @pganns em 3 fevereiro 2011 às 9:56



Quanto ao case, pra mim tudo ainda é uma grande:
Em fragmentos, algumas questões:
  • A rede começou isso tudo ou foi uma ação individual que acendeu o pavio e se transformou numa rede?
  • Houve uma liderança tradicional ou multi-lideranças surgiram e surgem em momentos específicos de cada “fase” do ocorrido e do que está ocorrendo?
  • As mídias sociais foram relevantes e sem elas não haveria a revolução?
  • O totalitarismo foi fator condirerável e se sim, mais ou menos importante que a desigualdade social economica?
  • A prescrita geração Y, que deve ter uma idade média de 6 anos e deve representar 0,03% da população das bandas de lá, assumiu algum papel importante na mesma?
  • Os estados democráticos contribuíram de alguma forma para encorajar o povo em seus protestos?
  • As corporações “tradicionais” ajudaram ou não para que tudo isso tomasse forma?
  • As corporações e instituições se aliaram aos estados democráticos neste acontecimento e se sim, com quais interesses?
  • A transição é possível de ser acordada ou é um mera resultante das forças, em rede, que se formaram e continuam se formando?


Uma das perguntas diretas que me fiz no meu twitter e não tive interação nenhuma dos meus “seguidores”:

O Google (via SayNow) e o Twitter assinaram um contrato social com o povo ou simplesmente estão chutando cachorro morto?

Pera aí que tem um cara me oferecendo duas pílulas, uma cinza claro e outra cinza escuro, e só posso escolher uma! (Esse daltonismo me coloca em cada uma!)


Paulo Ganns  


Comentário de Augusto de Franco em 3 fevereiro 2011 às 6:18
E aí pessoal. Tem quase 70 pessoas neste grupo que foi aberto para discutir Redes na política. E a revolução democrática árabe mediterrânea está acontecendo agora e ninguém se anima a dizer nada? Onde poderia se materializar um case mais explícito de redes e política? Alouuu! Acordem! Vocês não estão mais na Matrix! (Ou estão?)
Comentário de Augusto de Franco em 2 fevereiro 2011 às 13:22

How Egyptians Used Twitter During the January Crisis [INFOGRAPHIC]

1 day ago by Jolie O'Dell


Over the past several days, Twitter and other social media platforms have been flooded with links, images and information about the current political crisis in Egypt.

Social media intelligence firm Sysomos has analyzed a lot of the Egypt-related tweets and mined them for important cues, such as keywords and location data, that might show us just how news and information about Egypt are being disseminated via social media.

Twitter has been framed — by its founders, no less — as an important news-bearing medium in this any many other situations of global portent. Even while the service, and in fact, all Internet access, has been intermittently blocked in Egypt during the crisis, news, video clips and images continue to spread around Twitter with the greatest urgency. In fact, Google today launched a voice-to-Twitter service specifically to assist Egyptian Twitter users wishing to act as citizen journalists.

“Given how social media is being increasing leveraged as a real-time reporting tool,” said Sysomos strategist Mark Evans, “we wanted to look at how many people are using Twitter in Egypt, Tunisia and Yemen — places in which there is active political protest.

“We analyzed 52 million Twitter users, and discovered that only 14,642, or 0.027%, identified their location as Egypt, Yemen or Tunisia… It is important to note this number probably doesn’t reflect the number of Twitter users since many users in Egypt, Tunisia and Yemen likely do not provide their location information to protect their identities.”

Still, with all the tweets containing keywords like “Egypt” and “Yemen,” Sysomos had a lot of data to work with. Using the company’s Media Analysis Platform (MAP), Sysomos analysts created the following visual overview of Twitter users’ response to the Egyptian crisis:


Comentário de Augusto de Franco em 2 fevereiro 2011 às 6:03

Evidentemente é um swarming o que está acontecendo no Egito. Ontem houve o maior enxameamento: um milhão de pessoas conseguiram se aglomerar, mesmo com todas as estradas para o Cairo obstruídas, a Internet desligada e a telefonia celular desativada (medidas tomadas pelo ditador Mubarak para tentar conter o que não pode ser contido).


Do ponto de vista das redes sociais este é o assunto mais significativo em um grupo aberto para discutir Redes na Política. Perdão meus amigos e amigas, mas isso é a vida real, a história acontecendo sob nossos olhos. Então o tema é muito mais relevante do que ficar discutindo como vamos tentar instrumentalizar as redes sociais ou usar as midias sociais para eleger alguém ou fazer mudanças cosméticas nos parlamentos...


Vejam as fotos de hoje:


Comentário de Alan Dubner em 1 fevereiro 2011 às 17:22
Essa foto do cartaz "Egypt" é sensacional! Em pouco tempo teremos cartazes com hashtag's e QR codes. Valeu!
Comentário de Paulo Ganns @pganns em 1 fevereiro 2011 às 15:54



Já visto e espalhado na rede: A ignição e o contra-ataque!


Comentário de Augusto de Franco em 1 fevereiro 2011 às 15:35

Vejam aí: publicado agora no blog da Miriam Leitão:


Enviado por Valéria Maniero -


Celular: cresce o número de assinantes no Egito e na Tunísia

Os gráficos abaixo mostram o aumento dos assinantes de celular no Egito e na Tunísia, países que enfrentam protestos da população por mudanças. Nos últimos anos, os aparelhinhos passaram a ser uma arma poderosa na comunicação. Como se vê nesses e em outros episódios, a tecnologia, hoje, é fonte de ampliação da democracia.


Comentário de Augusto de Franco em 1 fevereiro 2011 às 15:16

Outra foto significativa:



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