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ESTUDOS SOBRE REDES COLABORATIVAS VIA CROWDFUNDING E CROWDSOURCING

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ESTUDOS SOBRE REDES COLABORATIVAS VIA CROWDFUNDING E CROWDSOURCING

Grupo de estudos sobre crowdfunding e crowdsourcing no Brasil e no Mundo.

 

Membros: 59
Última atividade: 7 Jul

O QUE É CROWDFUNDING E CROWDSOURCING?

CONCEITO RESUMIDO

 

Crowdsourcing é um modelo de criação e/ou produção, que conta com a mão-de-obra e conhecimento coletivos, para desenvolver soluções e criar produtos.

 

crowdfunding  - Ação de cooperação coletiva realizada por pessoas que contribuem financeiramente, usualmente via internet, para apoiar iniciativas de outras pessoas ou organizações.

 

Conceito via wikipédia:

http://en.wikipedia.org/wiki/Crowd_funding

http://pt.wikipedia.org/wiki/Crowdsourcing

Fórum de discussão

Mapeamento de Plataformas Digitais 10 respostas 

Meus caros, A idéia aqui desta discussão é mapearmos as plataformas de crowdfunding, crowdsourcing e troca social existentes no Brasil e no mundo: Crowdfunding Brasil…Continuar

Tags: crowdfunding, crowdsourcing, plataformas

Iniciado por Luis Fernando Guggenberger. Última resposta de Vivianne Amaral 9 Dez, 2011.

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Comentário de Claudio Estevam Próspero em 1 março 2011 às 23:40

Assunto: Banco Comunitário União Sampaio - Jd. Maria Sampaio (comunidade quem cria o banco, tornando-se gestora do mesmo por meio de uma associação local / Fomenta o desenvolvimento do comércio local e da economia popular / ...)

http://bancocomunitariosampaio.blogspot.com/

O que é um Banco Comunitário

São serviços financeiros e bancários gerenciados pela comunidade, fazendo com que estes serviços além de mais acessíveis sejam um instrumento de organização e estímulo ao desenvolvimento local. 

A atuação do banco se dá de forma integrada com a produção e o consumo local, pois é formulado a partir de linhas de crédito produtivo e de consumo, levando em consideração critérios de análise de crédito que contemple a realidade local. 

Os créditos em consumo são concedidos em moeda social sem juros, de forma a propiciar uma sinergia entre os créditos produtivos concedidos e os créditos de consumo. 

A aprovação dos créditos solicitados ao banco ocorre com o aval das pessoas da comunidade, que conhecem quem está solicitando o crédito, e com a participação dos trabalhadores do banco no Conselho de Análise de Crédito (CAC). 

Os trabalhadores do banco são integrantes da própria comunidade ou vivem na localidade, o que gera uma outra forma de atendimento, mais humana e pessoal, diferente do atendimento dos bancos convencionais. 

Um diferencial destes bancos comunitários é que a gestão é feita por uma associação local conjuntamente com a comunidade, por meio da criação de um conselho gestor e da realização de fóruns periódicos. 

Características do Banco Comunitário: 

1. É a própria comunidade quem cria o banco, tornando-se gestora do mesmo por meio de uma associação local. 

2. Financia a produção e o consumo local, promovendo o desenvolvimento da comunidade. 

3. Fomenta o desenvolvimento do comércio local e da economia popular. 

4. Atua em territórios caracterizados pelo alto grau de exclusão social. 

Está voltado para público caracterizado pelo alto grau de vulnerabilidade social

 

 

 

Comentário de Claudio Estevam Próspero em 1 março 2011 às 23:39

(cont.)

Emergência

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Emergência é um fenômeno ou processo de formação de padrões complexos a partir de uma multiplicidade de interações simples. O conceito de Emergência é normalmente associado às teorias dos Sistemas Complexos.

Pode ser um processo diacrônico (ocorrendo através do tempo), como a evolução do cérebro humano através de milhares de gerações sucessivas; ou pode ser um processo sincrônico (ocorrer simultaneamente) em escalas de tamanhos diversos, como as interações microscópicas entre um número de neurônios produzindo um cérebro humano capaz de pensar (mesmo pensando que neurônios individuais não tem consciência própria). Geralmente, no nível imediato das interações simples, o fenômeno emergente não existe ou existem apenas alguns traços. Assim, um fenômeno direto como a probabilidade de achar uma uva seca em uma fatia de bolo geralmente não requer a teoria da emergência para ser explicada. Pode ser no entanto útil considerar a emergência da textura do bolo como um resultado complexo do processo de cozimento e mistura dos ingredientes.

Não há consenso entre os cientistas sobre como a emergência deve ser utilizada como explicação. No entanto, a explicação dos fenômenos através da emergência caracterizou o advento do pensamento científico moderno, quando as explicações teológicas e teleológicas foram deixadas de lado.

Índice

 [esconder]

Comentário de Claudio Estevam Próspero em 1 março 2011 às 23:36

---------- Mensagem encaminhada ----------

De: Claudio Estevam Prospero Data: 17 de fevereiro de 2011 15:48

Assunto: Banco Comunitário União Sampaio - Jd. Maria Sampaio (comunidade quem cria o banco, tornando-se gestora do mesmo por meio de uma associação local / Fomenta o desenvolvimento do comércio local e da economia popular / ...)

Para: 

 Mercado Financeiro: a competição que esta EMERGINDO nas sociedades, de baixo para cima. 


Junho de 2008 | 12/06/2008 - 12:17

 Em que bancos os nativos digitais vão ter conta? 


Jovens e crianças nascidos na era web são muito mais exigentes, plugados, menos fiéis a marcas e totalmente familiarizados com tecnologia 
Katia Militello 


Qual será o principal desafio de gestão dos bancos daqui a 15 anos? Experimente fazer essa pergunta a estudiosos da evolução do mercado financeiro, e a resposta seguirá por um único caminho: atender (e fidelizar) um cliente totalmente diferente daquele que os bancos têm hoje. Em 2023, a maioria dos correntistas será formada pelos chamados nativos digitais, uma geração que nasceu na era da internet e do celular.

 

Eles são muito mais exigentes, plugados, menos fiéis a marcas e totalmente familiarizados com tecnologia. Isso significa que o banco que não abrir os olhos para esse novo perfil de cliente pode se dar muito mal. 


“Essa geração já tomou conta da indústria da música e vimos o que aconteceu: uma implosão do modelo tradicional de negócios”, afirmou Gary Curtis, chief technology strategist da consultoria americana Accenture, em palestra no Ciab, o maior evento de tecnologia para o mercado financeiro do país, que ocorre até amanhã (13/6), em São Paulo. 


Os nativos digitais, afirmou Curtis, interagem de forma diferente com os prestadores de serviços, querem feedbacks constantes, interfaces intuitivas para os serviços online e móvel, como as do iPhone e do iGoogle, e não ligam a mínima para privacidade. “Os bancos vão ter trabalho para atendê-los. Precisam abrir os olhos já”, disse Curtis. 


Segundo Boxley Llewellyn, executivo da IBM especializado no mercado financeiro, a vida dos bancos no século 20 sempre foi muito fácil, porque os clientes eram iguais, e as instituições financeiras os atendiam com serviços também muito parecidos. “Num futuro bem próximo, os bancos terão de investir em serviços e atendimento personalizados, porque os clientes serão muito diferentes. Quem disse que uma família tradicional será formada por marido, mulher e dois filhos? Hoje já não é assim." 


Llewellyn deu exemplos de bancos que já estão caminhando para nichos específicos de mercado, como o indiano Icici Bank, focado em empréstimos de baixo custo; ou para novos serviços, como fizeram o sul-africano Standard Bank e o americano Wells Fargo, que têm modelos exemplares de uso do celular para todas as transações. “Isso só aconteceu porque esses bancos investiram em inovação e tecnologia”, disse Llewellyn. 


Outra demanda urgente dos clientes, segundo ele, é o investimento em sustentabilidade. “Ser verde e se preocupar com fatores sociais é prioridade e oportunidade”, disse Llewellyn. “Os clientes vão exigir cada vez mais que seus bancos sejam genuinamente preocupados e os CEOs já sabem disso”. Segundo ele, uma pesquisa recente da IBM com 1.130 presidentes de bancos mostrou que nos próximos três anos, os investimentos em sustentabilidade devem aumentar, porque ter boa imagem vai fazer a diferença para conquistar esse novo consumidor digital. 

 

Mais informações relacionadas ao assunto:

 

http://www.portalsbgc.org.br/sbgc/portal/    

Todos os Fóruns >> [Fóruns de GC em áreas de aplicação] >> GC na área de TI >> Modelo teorico base para "ERP" Financeiro  

 

Emergência

Comentário de Claudio Estevam Próspero em 1 março 2011 às 23:28
---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Claudio Estevam Próspero <prosperoclaudio1@gmail.com>
Data: 15 de fevereiro de 2011 00:32
Assunto: Moeda social movimenta economia de cidades e ajuda moradores - Por que as instituições financeiras falham e o financiamento pela multidão vai funcionar.



Edição do dia 11/02/2011

11/02/2011 23h16 - Atualizado em 11/02/2011 23h17


Moeda social movimenta economia de cidades e 

ajuda   moradores

Silva Jardim (RJ) virou a cidade do desconto. Na maioria das lojas, paga-se menos se tiver Capivari no bolso. A clientela que gastava nas cidades vizinhas está voltando a comprar e a acreditar no comércio local.

Renata CapucciSilva Jardim (RJ) e Vitória (ES)

Uma vida pacata como a de qualquer outra pequena cidade do interior: um menino empina pipa, outro corta o cabelo, a artesã faz bijuterias na feirinha da praça. Mas, em Silva Jardim, uma novidade está mexendo com a rotina dos 22 mil moradores.

Capivari é a nova moeda de Silva Jardim, que tem também um banco comunitário onde o dinheiro é emprestado, a juros bem baixos, ou trocado. Um Capivari vale R$ 1.

O Capivari é a primeira moeda social do estado do Rio de Janeiro e começou a circular há apenas três meses em Silva Jardim. Tem muita gente empolgada, mas há também quem ainda espere para ver se a novidade vai mesmo movimentar a economia do município.

Nós revolvemos fazer como os moradores da cidade. A repórter Renata Capucci trocou R$ 40 por capivaris. Com o dinheiro na mão, ela vai dar uma volta pelo comércio para conferir a adesão dos lojistas.

"Aqui no nosso supermercado, você economiza muito mais pagando em Capivari", anuncia um lojista. Ao ouvir o anúncio do locutor, a aposentada Maria Aparecida Domingues andou o sobrinho ir ao banco rapidinho trocar reais por capivaris. “No mês passado, por exemplo, eu economizei R$ 200”, revela.

Silva Jardim virou a cidade do desconto. Na maioria das lojas, paga-se menos se tiver Capivari no bolso. Na loja de roupa, a redução no preço chega a 15%. A vendedora acha que a moda já pegou: “Eu também estou gostando, porque tem mais vendas, é muito bom”.

Ficou bom para os dois lados. A clientela que gastava nas cidades vizinhas está voltando a comprar e a acreditar no comércio local.

Encontramos a professora Marinez da Silva no banco. Ela foi trocar R$ 10 por capivaris.

A vantagem parece pequena, mas outro tipo de lucro também está fazendo a diferença na cidade. “Há uma prosperidade em outros aspectos, sociais, como a auto-estima das pessoas que melhorou muito”, ressalta o presidente da Associação Comercial, Aulus M

Comentário de Claudio Estevam Próspero em 1 março 2011 às 23:25
---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Claudio Estevam Prospero 
Data: 2 de fevereiro de 2011 11:40
Assunto: Why financial institutions fail and crowdfunding will work - Por que as instituições financeiras falham e o financiamento pela multidão vai funcionar.
Para: 


 

Por que as instituições financeiras falham e  o financiamento pela multidão vai funcionar. 


POR
DAVID GERNAAT
  - 01 de fevereiro, 2011

 

POSTED EM: NEGÓCIO BANCÁRIO, FINANCIAMENTO PELA MULTIDÃO, EMPRÉSTIMOS P2P


HTTP: / WWW.SMARTERMONEY.NL / P = 662?

 


O recente colapso econômico tem explicações numerosas e complexas. 

 

Variando de má regulação política (Governança) até comportamento de excessivo de exploração dos banqueiros. 

 

Eu tenho uma argumentação muito simples que acredito resolver o problema no próprio núcleo, que tem a ver com a maneira de gastar dinheiro e sua relação entre qualidade e preço.

 

 

Em geral, existem quatro maneiras de gastar dinheiro, cada um tendo uma influência diferente sobre as decisões que nós tomamos quando vamos comprar algo.


# 1 Você compra algo para si mesmo com seu próprio dinheiro. Você cuida da qualidade e do preço do produto ou serviço que você compra.


# 2 Você comprar algo para si mesmo com o dinheiro de alguém. Neste caso você preste atenção especial à qualidade do produto ou serviço, e nem tanto ao preço.


# 3 Você compra alguma coisa para alguém com seu próprio dinheiro. Neste caso, você prestar especial atenção ao preço do produto ou serviço, e nem tanto na qualidade.


# 4 Você compra alguma coisa para alguém com dinheiro de outra pessoa. Neste caso, e você provavelmente já adivinhou, nem o preço nem a qualidade é algo considerado importante.


Esta última forma de gastar dinheiro é exatamente o que acontece nas instituições financeiras. 

 

No momento em que você coloca dinheiro em uma conta bancária, você deixa outras pessoas decidirem o que fazer com ele. No final, uma pessoa comum como eu e você, com fio para os mesmos princípios evolutivos, tem que decidir o que está sendo comprada por que preço. E, como uma “cereja de completo absurdo em cima do bolo”, a pessoa recebe um bônus de altos lucros!


Regulamenção é uma forma de restringir, de alguma forma, essa indiferença inerente de pessoas quanto a qualidade / preço e forçar a prestar atenção a ambos. Mas eu acredito que a natureza da besta é muito difícil de ser regulada. Especialmente quando a cultura de bônus encoraja as pessoas a concentrar-se em lucros a curto prazo.


O princípio e a revolta em todos os tipos de serviços financeiros públicos, baseados na internet, tais como: o empréstimo p2p, investimento da multidão e negócio bancário comunitário traz a nossa maneira de gastar dinheiro de volta ao # 1 e permite que os indivíduos tenham o controle sobre a qualidade e preço, porque agora eles comprar algo para si com seu próprio dinheiro.


Esta indústria está ainda na sua infância e ainda vai levar algum tempo para amadurecer e se desenvolver, o que significa que ainda temos que aturar as instituições financeiras tradicionais por um bom tempo. No entanto, este desenvolvimento baseado na multidão faz sentido e é algo para ser acompanhado.


SOBRE O AUTOR
Co-fundador CrowdAboutnow / Co-fundador Evendimmen / Mestrado e Innovationmanagement / Master Energy Science / Kauffman Global Scholar

 

De: Claudio Estevam Prós

Comentário de Claudio Estevam Próspero em 1 março 2011 às 23:22

Lais Coutinho posted in ATIVISMO CULTURAL.

 

Lais Coutinho 8:17pm Jan 16
Faça acontecer os projetos em q vc acredita: 1ºsite brasileiro de crowdfunding, cadastre-se!
catarse.me
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Comentário de Claudio Estevam Próspero em 1 março 2011 às 23:20


---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Epoca <boletim@newsletter.edglobo.com.br>
Data: 18 de dezembro de 2010 21:22
Assunto: Patrocine o show da sua banda preferida
Para: prosperoclaudio1@gmail.com
Comentário de Claudio Estevam Próspero em 1 março 2011 às 23:17
---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Claudio Estevam Prospero 
Data: 16 de novembro de 2010 18:11
Assunto: Crowdfunding Brasil: quando a gente fala de iniciativas de financiamento colaborativas - internet tem proporcionado novas formas de as pessoas alocarem seu capital.Diferenças e semelhanças entre Crowdfunding, Peer-to-peer lending e Microfinanças
Para: 


Crowdfunding Brasil

 

Blog do grupo brasileiro de crowdfunding. Este é um grupo aberto. Nosso objetivo é difundir este modelo de financiamento pelo Brasil. Se você quer contribuir de alguma maneira, junte-se a nós! 

Participe no Google Groups.

 

http://crowdfundingbr.com.br/

 

 

Kickstarter made in Brasil 

A revista Exame, do dia 3 de novembro, trouxe uma reportagem sobre o site Kickstarter. Para quem não conhece, esse é hoje o melhor expoente sobre o fenômenocrowdfunding no mundo. Em pouco mais de 1 ano no ar, já foram mais de 20 milhões de dólares arrecadados pra fazer inúmeros projetos criativos saírem do papel.

A lógica do site é bem simples. Qualquer um pode enviar seu projeto. O pessoal do Kickstarter avalia a qualidade e vê se ele se encaixa no perfil criativo dos projetos que vão para o site. Se sim, é definida uma quantidade de dinheiro, o prazo (de 1 dia até três meses) e recompensas para os doadores, e o projeto vai ao ar. Se for levantada toda a grana pedida dentro do prazo, o dono da ideia fica com ela, se não, ele não leva nada e o dinheiro não é debitado da conta dos incentivadores.

O Estadão, no caderno link – que fala sobre cultura digital – publicou uma reportagem hoje sobre crowdsourcing e crowdfunding . O Kickstarter foi um dos temas, com destaque para o seu mais famoso projeto bem sucedido até então. O Diaspora, uma rede social com a proposta de deixar a privacidade no controle do usuário, levantou mais de US$ 200mil, junto a mais de 6000 pessoas – e isso que eles haviam pedido US$ 10 mil.

Não é à toa que esses dois grandes veículos de mídia tem falado sobre o assunto. Cada vez mais as pessoas vêm descobrindo que as iniciativas crowdfunding são muito consistentes – afinal, pra um projeto ser financiado ele tem a aprovação de todos aqueles que investiram na idéia – e democráticas, já que o poder de decisão pra definir que idéia deve ir pra frente ou não é da própria multidão.

Ou seja, já tá mais do que na hora de surgirem iniciativas assim no Brasil, não?

Por essas e outras que até o final do ano,  confeccionado pelos mesmos apaixonados por crowdfunding que iniciaram este blog, será lançada uma plataforma de código aberto para impulsionar projetos criativos tupiniquins. A idéia é promover uma avalanche de projetos criativos, impulsionar o trabalho de artistas e empreendedores e dar uma chacoalhada na forma que as coisas são feitas hoje.

Sabe de algum outro projeto no Brasil? Está pensando em criar algo?

Vamos fazer crescer a discussão do assunto no Brasil. Deixe um comentário!


 

 

Chamada à ação

 

 http://crowdfundingbr.com.br/post/1493580044/chamada-a-acao

 

Buenas

Comentário de Claudio Estevam Próspero em 1 março 2011 às 23:10
Car@s, boa noite.

Copio, iniciando com esta algumas mensagens sobre o assunto, em minhas mensagens para listas pessoais.

---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Claudio Estevam Próspero
Data: 11 de novembro de 2010 23:19
Assunto: A Internet tem proporcionado novas formas de as pessoas alocarem seu capital. - Diferenças e semelhanças entre Crowdfunding, Peer-to-peer lending e Microfinanças
Para:


Crowdfunding Brasil
Diferenças e semelhanças entre Crowdfunding, Peer-to-peer lending e Microfinanças

É um fato que a internet tem proporcionado novas formas de as pessoas alocarem seu capital. O crowdfunding é uma dessas maneiras, mas ele não está só nesse processo. Nesse post vou explorar um pouco mais como ele se relaciona com seus dois irmãos: o peer-to-peer lending (algo como empréstimos pessoa a pessoa) e a microfinanças.

Um primeiro ponto é que todos eles se encaixam em um mesmo conceito chave, baseado na ideia de crowdsourcing – onde a inteligência, o conhecimento ou os recursos coletivos ajudam a resolver algum problema. Isso porque a fonte para proporcionar a alocação do capital é a multidão. O que vai dar uma cara diferente a eles é, na verdade, o propósito e a implementação de cada um.

Pra facilitar a visualização dessas diferenças, vamos à definição deles.

Crowdfunding
Mesmo já definido e redefinido neste amistoso blog, eu, fanático pelo tema, me empolgo toda vez que tenho que definir o conceito. Então, vamos lá. A ideia do crowdfunding é que a multidão se reúna e, de forma colaborativa, dê o suporte financeiro para um projeto (e.g. um filme) ou uma iniciativa (e.g. uma startup) acontecer.

Pra gente não falar só do Kickstarter, outra empresa de sucesso no cenário crowdfunding é a growvc. Ela tem como objetivo ser um Vale do Silício virtual, fazendo o meio campo entre os investidores e os empreendedores, e focando em ajudar startups de tecnologia a conseguirem o suporte financeiro.

Peer-to-peer lending
No peer-to-peer lending, o foco são os empréstimos, que irão ocorrer de pessoa para pessoa, ou seja, não haverá um intermediário financeiro – o banco – entre quem quer emprestar dinheiro e quem precisa dele. Um dos grandes trunfos do modelo é possibilitar aos tomadores um empréstimo com juros mais baixos do que os das instituições financeiras e para quem empresta, um retorno superior à poupança e alternativas de renda fixa. Outro ponto é que o emprestador não precisa financiar todo o empréstimo do tomador, mas sim que várias pessoas deem uma quantia para financiar esse total.

Nos Estados Unidos, o Lending Club, desde 2007, é quem lidera a modalidade. Ele já proporcionou mais de 170 milhões de dólares com esses empréstimos pessoais e só em outubro foram pagos mais de $12 milhões em juros. Já no Brasil, o Fairplace, que começou a atuar esse ano, é o site que deu o primeiro passo nesse mercado.

Microfinanças
O objetivo aqui é o de oferecer uma ajuda financeira a microempreendedores de baixa renda„ que geralmente não tem acesso a empréstimos através de bancos. O mecanismo nesse tipo de plataforma possibilita que investidor escolha em quem e o quanto quer investir. O empreendedor receberá, então, uma quantia de vários investidores.

O Kiva é a instituição mais conhecida mundialmente que trabalha com microfinanças em uma plataforma baseada na web. É interessante a maneira como seu presidente, Premal Shah, descreve o que é microfinanças: “a maneira de empoderar outros a saírem por conta própria da pobreza.”

No Brasil, a iniciativa pioneira é a da IMPULSO, integrante da Aliança Empreendedora, que tem dado apoio a diversos microempreendedores desde 2006, e está na web desde 2009.

Aí estão as três definições que, se olhadas de forma abrangente, parecem muito semelhantes, mas ao se ajustar o foco, vê-se diferenças fundamentais.

Você definiria algum deles de outra forma? Acha que tem algum irmão faltando na família? Deixe seu comentário
Comentário de João Paulo Brandão Barboza em 1 março 2011 às 20:50

Valeu mesmo Vinicius,

 

Certamente sua cooperação será bem valida! Como tenho, ainda, um inglês 'capenga" para poder dar um comentário com uma base mais clara sobre o slide "SELF CROWDFUNDING", Verei o mesmo com um colega, daí sim comentarei!

 

Vamos que vamos!

 

Saudações virtuais,

 

J.P

 

 

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