Escola de Redes

PENSANDO UMA PLATAFORMA DE NETWEAVING

Informação

PENSANDO UMA PLATAFORMA DE NETWEAVING

Grupo para descrever as características de uma plataforma de articulação e animação de redes sociais mais adequada à Escola-de-Redes e a outras redes

Membros: 189
Última atividade: 6 Ago

O QUE FARÁ ESTE GRUPO

Este grupo nasceu dos comentários ao blogpost NING PASSARÁ A SER COBRADO.

Começamos a colecionar indicações sobre alternativas ao Ning (ver abaixo). Mas, talvez, não para escolher uma nova plataforma neste momento para a Escola-de-Redes e sim para examinar as características das alternativas apresentadas. Um de nossos objetivos (da E=R) é criar tecnologias de netweaving. Então estamos diante de um desafio: pelo menos descrever o que deveria conter uma ferramenta virtual de articulação de redes sociais.

UMA LISTA NÃO-ORGANIZADA DE PLATAFORMAS MAIS OU MENOS INTERATIVAS

 

Plataforma FLUZZ (em discussão aqui na E=R)

 

https://lorea.org/index.html.es e https://n-1.cc/pg/expages/read/About/

 

http://sneer.me/

 

Sua rede


Ning

Elgg

BuddyPress

Noosfero

Drupal

Diaspora (em construção) => Foi desenvolvido http://diasporafoundation.org/

Boonex

A.m.i.g.o.s

Meezoog

Wackwall

Bubbl.us

Socialwok

Yuku

Grouply

Sugarlabs

Groupsite

CubeTree

Jabbster

ShoutEm

Edmodo

Kunigo

People Movers

Confluence ((wiki, que pode ter plugins: um deles é "Community Bubbles")

Junto (em projeto)

Lovd By Less

SocialGO

Spruz

Stoa

Grou.ps

Wikimedia Brasil

ColaboraCom

Posterous

Google Docs

Google Groups

Google Sites

Linked In

Facebook

MySpace

Orkut

Fórum de discussão

A PRÁTICA DO NETWEAVING 1 resposta 

Hoje cedo tive um problema com a plataforma Ning da Escola-de-Redes. Deu um pau…Continuar

Iniciado por Augusto de Franco. Última resposta de José Gilberto Formanski 27 Jan, 2014.

INDICADORES DE INTERATIVIDADE 38 respostas 

Resolvi abrir mais este tópico motivado por uma pergunta do Dirceu Melo em uma conversa que mantivemos no tópico…Continuar

Iniciado por Augusto de Franco. Última resposta de Flavia Amaral Rezende 2 Jun, 2012.

PLATAFORMA JUMO - ABRE O CÓDIGO - Co-fundador do Facebook cria rede social exclusiva para quem quer mudar o mundo.

Co-fundador do Facebook cria rede social exclusiva para quem quer mudar o mundo.WWW.JUMO.COM Abra JumoAs coisas aqui no Jumo estão se movendo rapidamente…Continuar

Iniciado por João Paulo Brandão Barboza 4 Jan, 2012.

HYPOTHES.IS

Hypothes.is - Taking peer review to the Internet.An Open…Continuar

Iniciado por Augusto de Franco 2 Jan, 2012.

Evgeny Morozov: o Facebook está contra a alegria

evgeny morozov28/11/2011 - 07h00Fonte: …Continuar

Iniciado por Augusto de Franco 28 Nov, 2011.

MEDINDO A INTERATIVIDADE NO TWITTER 4 respostas 

Isto aqui, pessoal, é apenas um exercício de provocação.Muita gente anda construindo indicadores para o Twitter. Todos são muito ruins, tentam, via de regra, captar o que chamam de 'influência' a partir de dados como: número de seguidores, número de…Continuar

Iniciado por Augusto de Franco. Última resposta de Augusto de Franco 4 Set, 2011.

Projeto Google+, a nova "rede social" do Google 13 respostas 

InícioLabsLiveFórum…Continuar

Iniciado por Augusto de Franco. Última resposta de Augusto de Franco 4 Set, 2011.

MULTRIBUIÇÃO 18 respostas 

RECIIS – R. Eletr. de Com. Inf. Inov. Saúde. Rio de Janeiro, v5, n.1, Mar., 2011[www.reciis.cict.fiocruz.br] e-ISSN 1981-6278* Artigo originalMultribuição: interação e colaboração em pesquisas em…Continuar

Iniciado por Augusto de Franco. Última resposta de Augusto de Franco 24 Ago, 2011.

SOBRE A QUESTÃO DA TELA

Apple Reveals Big Plans to Integrate Projectors into iOS Devices +…Continuar

Iniciado por Augusto de Franco 13 Ago, 2011.

Caixa de Recados

Comentar

Você precisa ser um membro de PENSANDO UMA PLATAFORMA DE NETWEAVING para adicionar comentários!

Comentário de Eric Kureck em 24 julho 2013 às 22:59

O Facebook tem esse problema mesmo. Não há como recuperar o histórico de eventos/notícias de forma fácil. Tudo parece ser muito efêmero por lá já que a vida útil de um post é curta. A construção de uma rede que possibilite ter uma memória, ao meu ver, parece ser complicada por lá.

Comentário de Augusto de Franco em 24 julho 2013 às 16:19

Acho que é o seguinte, caro Gilberto. Plataformas de rede não são mesmo mecanismos de participação e sim de interação. Sim, existem mecanismos mais interativos.

Comentário de Gilberto Fugimoto em 24 julho 2013 às 15:21

Caros,

Articulo algumas Redes de caráter profissional na Internet.

A discussão normalmente gira em torno da queixa pela falta de participação. Engraçado como o inferno são "os outros".

Diante de tanta mobilização frustrada tipo:

1) "queremos mudar mas não sei como" ou 

2) "queremos mudar num click de mouse"..

Eu aqui fico aqui pensando: há algum mecanismo digital de interação e aglutinação que todos se sintam participantes? Algum mecanismo que possa produzir algum resultado sensível e prático que seja construído de forma participativa / colaborativa?

Fico pensando em algo como um "Abaixo Assinado", mas será só isso?

Me faltam ideias.

Grato pela atenção!

Comentário de Augusto de Franco em 18 maio 2012 às 10:39
Comentário de Sergio Venuto Magalhaes em 24 outubro 2011 às 6:54
Galera, seguindo a dica do Augusto/Marcelo sobre o Lorea.org , inscrevi-me numa das redes lá instaladas: redesenred   Aqui o link pra vcs se inscreverem se quiserem: redesenred.net
Seria legal ter algumas pessoas lá pra explorar o uso que parece bem interessante!~
Abs
Comentário de Augusto de Franco em 24 outubro 2011 às 4:12

O Marcelo Estraviz me mandou o link. Sei que ele já estava aqui na 
E=R em algum lugar, mas não consigo encontrar (alguém lembra?). De todo modo, vale a pena fuçar: 

https://lorea.org/index.html.es e

https://n-1.cc/pg/expages/read/About/

Comentário de Augusto de Franco em 12 outubro 2011 às 16:36

O pessoal da Diáspora parece que desencantou. Vejam abaixo:

http://diasporafoundation.org/

Comentário de Raciel Gonçalves Junior em 1 setembro 2011 às 19:41

Augusto,

Apresento-lhe um garoto que devia ser convidado pra pensar "conosco" uma plataforma de Netweaving... "Jovem de 13 anos melhora captação solar em até 50% usando Fibonacci". Sugiro dar uma olhada na IDEIA dele.

[ ]'s,

 

Jovem de 13 anos melhora captação solar em até 50% usando Fibonacci


Esboço do espiral de folhas com sequencia de Fibonacci

Células solares são legais mas pouco eficientes. Aidan Dwyer, com apenas 13 anos, parece ter descoberto uma forma de melhorar issoem 50% e tudo começou com uma simples caminhada pela floresta.


Aidan medindo o padrão espiral

Aidan notou que as folhas das árvores seguiam um certo padrão de orientação e ângulo, e imaginou que isso se devia a uma organização otimizada para o aproveitamento dos raios solares, afinal, a seleção natural fez seu trabalho ao escolher as melhores.

O jovem começou então a fazer calculos para tentar entender a sequencia e deve ter se surpreendido, ou surpreendeu aos seus professores, quando notou que era nada menos que asequência de Fibonacci, criada pelo matemático italiano Leonardo Pisano no século XIII, e que justamente é usado descrever diversos padrões encontrados na Natureza.


Diagrama do modelo árvore desenhado por Aidan no computador

Nosso pequeno Aidan resolveu experimentar: com um número igual e células solares ele as montou de duas formas, uma do modo tradicional, e outra segundo a sequencia de Fibonacci que ele identificou nas árvores, em um padrão de espiral. Vamos aos resultados:

A disposição a lá árvore teve aproveitamento 20% superior ao tradicional, em média, e os resultados ficaram ainda mais interessantes em dezembro, no inverno do hemisfério norte, quando o Sol está mais baixo no céu – nessas circunstâncias a melhora foi de 50%, e ainda conseguiu coletar energia solar por mais tempo ao longo do dia.


Estrutura tradicional versus posicionamento inspirado em árvores e sequencia de Fibonacci

Graças a sua descoberta o pequeno Aidan recebeu o prêmio de jovem naturalista do Museu Americano de História Natural (onde você pode ver todo o detalhamento do estudo) e está em vias de patentear o invento, o que pode ser bom para ele, afinal é justo que ganhe pela ideia, mas pode encarecer e dificultar a difusão do formato.

De toda forma, é um tanto vergonhoso para as empresas e estudiosos do setor verem um jovem de 13 anos conseguindo tamanha proeza, mas a sociedade agradece.

AMNH via Rotina Digital || valeu @alinelemos

Fonte: EcoPlanet.com

 

Comentário de Raciel Gonçalves Junior em 1 setembro 2011 às 19:33

Caros Colegas Aprendizes,

 

Divido com vocês... Augusto, entendo que tem "pedigree" para ser incluído na lista aí em cima.

+++

Annotator

Open-Source Annotation Toolkit for Inline, Online Web Annotation

Simple javascript (+backend) library for web-annotation. Main goals were and are:

  • Annotation of arbitrary text ranges
  • Annotate any web (html) document
  • Easy to use — 2 lines of javascript to insert this in your web page/app etc
  • Well-factored and library-structured — easy to integrate and easy to extend

Screenshot

http://openshakespeare.org annotation


Project Info


Source code


Features

  • Open JSON-REST annotation protocol – simple JSON and REST-based
  • Javascript (jquery-based) library for inserting inline annotations in a given document supporting this protocol
  • One or more backends implementing this protocol (emphasis on backends that are easy to deploy using standard tools e.g. using sql database or couchdb)
  • Really simple: just do (jquery-esqe) $(‘myelement’).annotator() to get up and running
  • Fast even on large documents
  • Support of multiple users
  • Pluggable backends

+++

[ ]'s,

 

Comentário de Julia Andrade Ramalho Pinto em 1 setembro 2011 às 18:41

Meninos, o que acaharam deste projeto?  http://tech.chambana.net/projects/commotion

 

http://www.lemonde.fr/technologies/article/2011/08/30/commotion-le-...

 

Commotion, le projet d'un Internet hors de tout contrôle

LEMONDE | 30.08.11 | 17h28   •  Mis à jour le 30.08.11 | 18h44

Une vingtaine de jeunes gens finalisent un logiciel permettant la création de réseaux sans fil à haut débit 100 % autonomes, qui fonctionneront sur les fréquences Wi-Fi, sans s'appuyer sur aucune infrastructure existante.

Une vingtaine de jeunes gens finalisent un logiciel permettant la création de réseaux sans fil à haut débit 100 % autonomes, qui fonctionneront sur les fréquences Wi-Fi, sans s'appuyer sur aucune infrastructure existante. Conspiritech / Wikimedia commons

 

Un immeuble confortable et anonyme, au cœur de Washington, à quelques rues de la Maison Blanche. Dans une enfilade de bureaux au fond du 5e étage, une vingtaine de jeunes gens, surtout des garçons, travaillent discrètement, dans une ambiance à la fois studieuse et décontractée. Cette petite équipe, composée d'informaticiens, de juristes et de sociologues, est en train de réaliser l'utopie suprême des hackers et des militants libertaires du monde entier : un logiciel permettant la création de réseaux sans fil à haut débit 100 % autonomes, qui fonctionneront sur les fréquences Wi-Fi, sans s'appuyer sur aucune infrastructure existante – ni relais téléphonique, ni câble, ni satellite. Ils seront mouvants, horizontaux, entièrement décentralisés et échapperont à toute surveillance, car le trafic sera anonyme et crypté.

Ce projet ambitieux – nom de code Commotion– est dirigé par Sascha Meinrath, 37 ans, militant de longue date de l'Internet libre et précurseur des réseaux citoyens – au sein du collectif de journalistes en ligne Indymedia, puis à l'université d'Urbana-Champaign (Illinois), un des berceaux du logiciel libre, et dans diverses start-up et ONG d'action sociale : "J'ai bricolé mon premier réseau autonome il y a dix ans. Les antennes étaient faites avec des boîtes de conserves." Depuis ces temps héroïques, Sascha Meinrath a fait du chemin. Dans sa version actuelle, Commotion est un projet très officiel. Il est hébergé et financé par l'Open Technology Initiative (OTI), département high-tech de la New America Foundation, organisme prestigieux consacré à l'étude des grands problèmes de la société américaine, et présidé par Eric Schmidt, l'un des patrons de Google.

Grâce à cette tutelle, Sascha Meinrath dispose d'un budget annuel de 2,3 millions de dollars (1,6 million d'euros), auxquels est venue s'ajouter une subvention exceptionnelle de 2 millions, octroyée par le département d'Etat. En effet, les diplomates américains s'intéressent de près à la technologie des réseaux sans fil autonomes, légers et faciles à installer. Ils espèrent les déployer bientôt sur le terrain dans diverses situations d'urgence : dans des zones dévastées par une guerre ou une catastrophe naturelle ; dans les régions les plus déshéritées de la planète, où les populations sont privées de moyens de communication modernes ; et, enfin, comme "outil de contournement" dans des pays dictatoriaux, pour aiderles dissidents politiques à communiquer entre eux et avec le reste du monde, en déjouant la surveillance policière et la censure. "Fin 2010, se souvient Sascha Meinrath, j'ai appris un peu par hasard que le département d'Etat avait décidé d'aider ce type de recherches. Nous avons déposé un dossier, en concurrence avec d'autres organisations, et nous avons été choisis. Les autres projets s'appuyaient en partie sur les infrastructures existantes, alors que Commotion les court-circuite entièrement."

"LE SEUL OUTIL À APPORTER SUR LE TERRAIN, C'EST UNE CLÉ USB"

La subvention fédérale n'a pas suffi à transformer l'équipe de Commotion en fonctionnaires. Josh King, 28 ans, le responsable technique, a gardé son look très rebelle – vêtu de noir de la tête aux pieds, avec chaîne, piercing et cheveux en bataille... Son bureau est encombré d'appareils de toutes sortes, sur lesquels il fait des tests approfondis, car Commotion doit pouvoir fonctionner avec un assemblage hétéroclite. Ses logiciels transforment un routeur Wi-Fi ordinaire, un simple PC ou un smartphone en relais intelligents, capables de connaître en temps réel la configuration du réseau, et de trier les données pour les envoyer vers leurs destinataires, ou vers un autre relais, plus proche du but. Par ailleurs, Commotion peut être facilement raccordé au reste du monde : il suffit qu'un seul des appareils soit connecté à Internet pour que tous les autres profitent de l'accès. "En fait,résume Josh King, le seul outil indispensable à apporter sur le terrain, c'est une clé USB contenant les logiciels, qui doivent être installés sur chacun des appareils appelés à faire partie du réseau." Depuis le printemps 2011, OTI propose des éléments de Commotion en téléchargement libre sur Internet. Une version de travail complète sera disponible en septembre, afin que des experts de tous les pays puissent l'étudier et faire des suggestions. Sascha Meinrath ne sait pas exactement qui télécharge quoi, car il ne garde aucune trace des internautes venant sur le site :"Si nous conservions une liste de nos visiteurs, nos serveurs pourraient êtrepiratés par différents gouvernements – y compris le nôtre."

Récemment, OTI a reçu des messages de militants du "printemps arabe", vivant en Egypte, en Syrie, en Libye, à Bahreïn et au Yémen : "Ils veulent se procurerCommotion, mais nous essayons de les dissuader. C'est trop tôt, il n'est pas sécurisé, ce serait risqué de s'en servir contre un régime répressif. Cela dit, si ça se trouve, des groupes clandestins utilisent déjà des versions provisoires, sans nous le dire. Certains interlocuteurs sont peut-être des agents au service des dictatures, mais peu importe, nous montrons la même chose à tout le monde."

Sascha Meinrath se donne jusqu'à fin 2012 pour produire une version utilisable par le grand public. Pour aller plus vite, OTI s'approprie des systèmes mis au point par d'autres équipes. Pour la sécurisation, Commotion va intégrer les programmes du projet TOR (The Onion Router), inventé par une bande d'hackers allemands et américains pour circuler sur Internet en évitant d'être repéré. TOR a notamment été utilisé pour protéger les communications du site WikiLeaks –qui a divulgué en 2010 des masses de documents secrets appartenant au gouvernement des Etats-Unis. L'un des créateurs de TOR, l'Américain Jacob Appelbaum, fut un temps très proche de l'équipe de WikiLeaks. A deux reprises, en 2010, il a été arrêté par la police américaine, qui l'a interrogé sur ses activités au sein de WikiLeaks et a saisi ses téléphones et ses ordinateurs. Or, Jacob Appelbaum est aussi un ami personnel de Sascha Meinrath, qui fait appel à lui comme conseiller pour la mise au point de Commotion.

Pour expliquer cette situation paradoxale, Sascha Meinrath évoque la"schizophrénie" du gouvernement fédéral : "Parmi les responsables de Washington, il y a encore des gens formés pendant la guerre froide, qui rêvent de tout bloquer et de tout surveiller, mais il y a aussi des jeunes arrivés avec Obama, qui sont partisans de la transparence et de la liberté d'expression. En privé, de nombreux fonctionnaires du département d'Etat étaient en colère de voir leur hiérarchie critiquer WikiLeaks aussi violemment. Selon eux, l'affaire aurait pu êtrel'occasion de montrer au monde que les Etats-Unis savent défendre la liberté d'expression et la transparence, en toutes circonstances."

A présent, Jacob Appelbaum participe à un vaste projet baptisé Freedom Box – un ordinateur basique et bon marché transformé en serveur crypté et sécurisé pour le grand public. Sascha Meinrath envisage d'intégrer Freedom Box au réseau Commotion, notamment pour bénéficier d'une fonction dite de "connexion différée" :"Par exemple, lors d'une manifestation réprimée par la police, un manifestant prend une photo avec un smartphone connecté à Commotion. Internet a été coupé ce jour-là dans le quartier par les autorités, la photo ne peut pas sortir du pays, mais grâce à Commotion, elle est stockée à l'abri, sur une freedoom box locale. Puis, dès qu'Internet est rétabli, la box envoie automatiquement la photo dans le monde entier."

 LES ENTREPRISES DE TÉLÉCOMS, ENNEMIS POTENTIELS

OTI songe à intégrer d'autres appareils expérimentaux, qui permettront aux utilisateurs de partager des masses de fichiers lourds, de faire transiter sur Commotion des appels téléphoniques passés avec des mobiles ordinaires, detransmettre des données dans toutes les gammes de fréquences, et même d'interconnecter plusieurs réseaux voisins : "En juillet, raconte Sascha Meinrath, une équipe d'hackers en camionnette a monté un réseau éphémère, couvrant une zone de 60 km sur 30, à cheval sur l'Autriche, la Croatie et la Slovénie. C'est la preuve qu'on peut fournir une connexion Internet à toute une zone frontalière, sansêtre physiquement présent dans le pays." Commotion n'est pas prêt pour un déploiement dans les zones à risque, mais il peut déjà être testé aux Etats-Unis – par exemple, dans les quartiers pauvres des grandes villes, dont les habitants ne peuvent pas se payer d'abonnement Internet classique. A Washington, à Detroit, et dans une réserve indienne californienne, l'OTI est entré en contact avec des associations de quartiers et des groupes militants qui avaient entrepris de créerdes réseaux sans fil sauvages, pour offrir aux habitants des accès Internet gratuits. Grâce à son expertise et à son carnet d'adresses, l'équipe d'OTI a fourni à ces amateurs une aide technique et financière décisive.

Cette fois, les ennemis potentiels sont les entreprises de télécoms, qui pourraientfaire pression sur les autorités, pour qu'elles tuent ces initiatives citoyennes à coups de lois et de restrictions bureaucratiques. Sascha Meinrath est conscient de la menace : "Notre technologie va bousculer pas mal de choses, y compris aux Etats-Unis. Si les gens se mettent à construire leurs propres réseaux, le business model des groupes de télécoms va s'effondrer. Il faut s'attendre à ce qu'ils contre-attaquent brutalement." Commotion devra aussi affronter l'hostilité des majors d'Hollywood, car il peut faciliter le piratage des œuvres sous copyright. Sascha Meinrath est à la fois fataliste et optimiste : "Que ce soit aux Etats-Unis, au Moyen-Orient ou ailleurs, qui va mettre en place ces réseaux alternatifs ? Pas des vieux, on le sait. Ce sont les ados qui vont s'en emparer. Ils s'en serviront pour contesterl'ordre établi et aussi pour partager leur musique et leurs films. Ce sera peut-être négatif pour les détenteurs de droits, mais le bilan global sera très positif."

Yves Eudes
Article paru dans l'édition du 31.08.11

 

 

Membros (189)

 
 
 

© 2015   Criado por Augusto de Franco.

Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço