Escola de Redes

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O MELHOR LUGAR DO MUNDO

Um social game para promover o desenvolvimento da sua localidade transformando-a em seu próprio país.

O jogo está sendo desenvolvido por Augusto de Franco e Cacau Guarnieri, duas pessoas físicas e não pertence a nenhuma organização.

Membros: 91
Última atividade: 24 Jun, 2016

O MELHOR LUGAR DO MUNDO

 

Este jogo está sendo desenvolvido por Augusto de Franco e Cacau Guarnieri, duas pessoas físicas. Ele não pertence a nenhuma organização governamental, empresarial ou social.

Estagio atual do desenvolvimento do game (em 21/09/2011):

Veja abaixo o conceito, os fundamentos e outras características do social game O Melhor Lugar do Mundo:

Um jogo que revoluciona o conceito de social game. É uma espécie de SimCity de verdade. As coisas só valem se acontecerem na vida real.

Um jogo lírico, não épico, totalmente baseado nos desejos das pessoas comuns. E onde pessoas comuns se transformam em netweavers (articuladores e animadores de redes sociais). Mas é um jogo para construir interfaces para conversar com a rede-mãe (aquela verdadeira rede social que existe independentemente de nossos esforços conectivos).

Um jogo que capta a secreta magia dos pequenos atos cotidianos.

Um jogo que introduz no século 21 as antigas metodologias de indução do desenvolvimento local.

Acompanhe o fluxo de criação do game.

 

O Melhor Lugar do Mundo: uma sinopse

Pessoas criam o seu próprio país social, escolhendo e demarcando como território sua rua, sua quadra, seu conjunto habitacional, seu bairro, seu município. Começam então a propor os seus desejos a outras pessoas, formando com elas comunidades de vizinhança – de aprendizagem, de projeto e de prática – a partir da aglomeração dos que têm os mesmos desejos ou desejos congruentes. Na medida em que esses desejos são realizados na vida real, o novo país social configurado vai se transformando, para as pessoas envolvidas, no melhor lugar do mundo: porque elas vão gostando mais da sua localidade, vão ficando mais satisfeitas com sua própria vida ao viverem a sua convivência, vão aprendendo coisas novas e adquirindo mais habilidades e competências. Consequentemente, a localidade vai se desenvolvendo: o ambiente vai ficando mais favorável aos empreendimentos sociais e empresariais, surgem novos projetos e novas oportunidades de negócios, aumenta o valor das empresas e de outras propriedades locais, espaços urbanos deprimidos são revitalizados e novas atitudes políticas democráticas ou pluriárquicas, de caráter público, são estimuladas. As pessoas passam a se identificar com seu país e a apostar e investir no seu futuro, a confiar mais nas outras pessoas e a colaborar com elas em prol da realização de seus sonhos individuais e coletivos. Tudo isso ocorre em uma ambiente lúdico, de jogo e brincadeira, onde não são exigidos compromissos com tarefas repetitivas ou comparecimento a reuniões, vocação especial para o trabalho comunitário, para a benemerência ou a filantropia ou para o serviço público, nem se cobra das pessoas qualquer tipo de militância social ou alinhamento a ideais político-ideológicos de transformação da sociedade. Em vez de luta e sacrifício pelo bem-comum, o jogo é movido pela descoberta prazerosa de que é possível, sim, a qualquer pessoa comum, viver a sua vida social na linha do Samba da Bênção de Vinícius de Moraes: “É melhor ser alegre que ser triste, alegria é a melhor coisa que existe, é assim como a luz no coração”.

Veja detalhes do lançamento do social game.

 

Fórum de discussão

O MELHOR LUGAR DO MUNDO NO FESTIVAL DE IDÉIAS INOVAÇÕES PARA O DESENVOLVIMENTO SOCIAL 2 respostas 

O jogo foi apresentado em 20/092011 no #festideias. Houve uma chamada para colaboração e integração emergente.…Continuar

Iniciado por Augusto de Franco. Última resposta de Augusto de Franco 25 Set, 2011.

CRIAÇÃO 8 respostas 

Eis a apresentação inicial, com algumas telas (provisórias ainda) do jogo:…Continuar

Iniciado por Augusto de Franco. Última resposta de Fabio Luis da Cunha Filho 5 Ago, 2011.

DESENVOLVIMENTO LOCAL 6 respostas 

O Melhor Lugar do Mundo ("Um País Chamado X") é a primeira modificação radical (na verdade, uma reinvenção) das metodologias de indução do desenvolvimento local que foram aplicadas nas últimas quatro ou cinco décadas.Foram detectados diversos problemas práticos e teóricos com tais metodologias. Alguns desses problemas foram superados com a criação de novas tecnologias sociais e com as várias versões de cada metodologia que se sucederam. De modo geral, entretanto, essas tecnologias ou…Continuar

Iniciado por Augusto de Franco. Última resposta de Augusto de Franco 28 Jun, 2011.

LANÇAMENTO

O Melhor Lugar do Mundo foi lançado na CICI2011 - Conferência Internacional de Cidades Inovadoras, em Curitiba, no dia 20 de maio de 2011.O desenvolvimento do conceito - feito por Augusto de Franco e Cacau Guarnieri - foi apoiado pela Rede de Participação Política, uma iniciativa da FIEP - Federação das Indústrias do Estado do Paraná.O sotp motion O Melhor Lugar do…Continuar

Iniciado por Augusto de Franco 6 Jun, 2011.

PEQUENOS ATOS COTIDIANOS

Quando vivemos nossa convivência (social) produzimos um novo tipo de vida (humana): essa é a idéia básica do jogo O Melhor Lugar do Mundo. Assim, aqueles desejos – mesmo individuais, tanta vez incorretamente considerados egoísticos – capazes de ser recompensados pela própria interação, serão estimulados no jogo. Desejos tão simples como: brincar e jogar; cantar, tocar instrumentos e dançar; comer e beber (compartilhar alimentos e bebidas); celebrar e comemorar (festejar); compartilhar…Continuar

Iniciado por Augusto de Franco 6 Jun, 2011.

LÍRICO, NÃO ÉPICO

Trata-se de um game lírico, não épico, baseado no desejo, em que a competição (agôn) é substituída pela emulação e a simulação (mimicry) tende a converte-se rapidamente em ação (para além do âmbito do jogo); a sorte (alea) não é artificialmente promovida para incidir com uma frequência maior do que na vida cotidiana e a…Continuar

Iniciado por Augusto de Franco 6 Jun, 2011.

SOCIAL GAME

O Melhor Lugar do Mundo (“Um País Chamado X”) é um processo de incentivo ao desenvolvimento local baseado em comunidades (de aprendizagem, de projeto e de prática, que se configuram em vizinhanças) organizadas em rede voluntariamente articuladas. O país chamado ‘X’ pode ser a rua, o conjunto habitacional, o bairro, uma região (de um ou vários municípios) ou um pequeno município.É uma tecnologia social inovadora instalada por meio de um social game. Mas o jogo reconceitualiza - na verdade,…Continuar

Iniciado por Augusto de Franco 6 Jun, 2011.

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Comentário de Diego Gazola em 8 dezembro 2011 às 6:17

FYI

http://www.springwise.com/gaming/social-game-rewards-users-performi...

Much the way GreenGoose turns everyday activities into a game through its dedicated sensors, we recently came across another platform based on a similar principle. French Onefeat is a social game that rewards users for performing and photographing specific offline activities.

Users of Onefeat begin by signing up via Facebook, Twitter or their email account. They then browse the site for a “mission,” or challenge. Thousands are currently listed — “ride a roller coaster,” “visit your grandma” or “find the best Happy Birthday cake,” for example — or users can create their own. Either way, to win the points assigned to the challenge, they perform the task in question and take a photo to prove it — a free iPhone app is available to facilitate that. Once the photo is uploaded, users earn points and trophies based upon the number of users who like their photo, allowing them eventually to progress on to the next level of the game.

Paris-based Onefeat has already attracted users from Brazil, France and the US, it says, and it’s on the verge of launching internationally. Game mechanics have already shown their potential to motivate users when it comes to exercise, money saving and healthy eating. How could they work for you?

Website: www.onefeat.com

Comentário de Paulo Ganns @pganns em 28 setembro 2011 às 18:47

De capivari pra bono, é um passo!

In Pockets of Booming Brazil, a Mint Idea Gains Currency

Towns Issue Their Own Money, Which Brings Local Discounts; Rodent on the Bills

[SB10001424053111904836104576562513501483764]

Comentário de Augusto de Franco em 28 setembro 2011 às 17:57
Acho que cabe sim - e muito - programas de livre aprendizagem (quer dizer, de desensino) no game, mas como iniciativa dos players.
Comentário de Benedito Nelson Rovida em 28 setembro 2011 às 10:57
òtimo, desculpe-me pelo erro em bonus , BONO - pelo bem!!!! muito legal....junte-se a eles, mas não seja um deles...eheheh. Perfeito entendimento. Mas voltando à educação no Game, tudo é aprendido e acho que o produtor é o próprio produto, ( Edgar Morin). Desta forma produzamos aprendizagem ...
Comentário de Paulo Ganns @pganns em 28 setembro 2011 às 10:48

Benedito,

 

Dentro do escopo do desenvolvimento deste game social, nesta fase de criação da mesma, eu particularmente acho difícil abordar o tema de educação sem escolas, como estruturante da sua construção e/ou codificação. Porém, se entendi direito a proposta maior do game, nada impedirá que se utilize da plataforma para propostas como esta, pois "Lírico, não épico", "Pequenos atos cotidianos", "Desenvolvimento local" tem tudo a ver com o seu desejo.

 

No tocante ao bono(s), derivado de "pro bono", que no latim significa algo como "pelo bem", e não bônus, que tem um significado atrelado ao ganho pela produtividade, que não condiz com a minha proposta, minha visão é que a mesma seria uma moeda representativa de valores não alcançados pela tecnologia da economia, sendo uma alternativa para dar sentido monetário ao trabalho, ou melhor, ao esforço humano, aproveitando-se do conceito coletivo de que "não existe almoço grátis". 

Parece uma chatice minha (e deve ser mesmo), mas é fundamental sentir a diferença (pelo menos eu acho).

Então, a produtividade estaria atrelada aos conceitos da moeda tradicional e ficariam assim, sem querer ir além dos significados de produtividade, bônus, bonificação e semelhantes. 

 

Mais ou menos na linha do: "Se não pode vencê-los, junte-se a eles, mas não seja um deles"

 

hehehe

 

Respondido! :>) 

 

[]s

 

Paulo Ganns

Comentário de Benedito Nelson Rovida em 28 setembro 2011 às 9:27
Acho que podemos tentar fazer a discussão fluir em torno da disseminação do conhecimento para todos, e o bonus seria um bom recurso para isso, não acham? por favor respondam mesmo que me mandem calar....obrigado
Comentário de Benedito Nelson Rovida em 28 setembro 2011 às 9:25
olá , excelente a idéia do Bonus, mas ainda acho que temos que propor a forma de educação sem escolas, no lugar delas, propor tutores e mestres virtuais...sei lá se falei besteira!!!!
Comentário de Paulo Ganns @pganns em 28 setembro 2011 às 6:05

Bom,

 

Se houver disposição ou interesse em continuar o desenvolvimento da ideia, estou por aí, na rede! 

 

[]s

 

Paulo Ganns

Comentário de Paulo Ganns @pganns em 27 setembro 2011 às 13:55

Cacau,

 

Me preocupa a adoção no concreto da moeda (na localidade física), coisa que eu e o Augusto já debatemos por ocasião da criação do game.  
 
Também me preocupa, mas não é crítico. Já existem experiências de adoção de moedas afins espalhadas pelo mundo e também no Brasil. É um conhecimento disponível e, muito provavelmente, imaginando uma linha de ação, ou um enredo do game, aonde a moeda sai do virtual para físico (o ideal em termos de custos), em uma etapa posterior, não atrapalha em nada a experimentação. Na linha do alfa, beta, r1 , rn... Então, pode ser até mais divertido, receber parte do seu saldo em espécie, após uma vivência determinada no game. (meio Matrix :>) )
 
No mais, como consolo, vendo a história do desenvolvimento caótico das moedas tradicionais, com suas várias inovações e falcatruas, no decorrer de sua instituição, tenho que, mais importante do que ela existir concretamente, é a conquista do significado dela, no virtual ou no físico.  

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Pensando no MLM, como vc pensaria uma estratégia de adoção do Bono de forma factível?

Bom, a pergunta me caiu meio vaga, mas acho que entendi.

Pelo que li e consegui captar do que foi exposto nos tópicos que considerei estratégicos, “Lírico, não épico”, “Desenvolvimento Local”, “Pequenos atos cotidianos” e “Social Game”, não encontrei conflitos ou incongruências com o discurso. Achei mesmo é que são propostas sinérgicas, mas eu posso estar enganado. Talvez minha primeira resposta complemente essa, mas já no nível tático do game.

 

[]s

 

PGC

Comentário de Pedro Aquino em 27 setembro 2011 às 10:11

BADGES :: competição Badges for Lifelong Learning

 

Acho que este jogo MLM tem tudo a ver com o propósito desta competição: criar um sistema de badges pra validar a aprendizagem ao longo da vida. Alguém está acompanhando?

 

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