Escola de Redes

A discussão do TED e Pós-TED ocorrida na noite de sábado (06/08/11), no Terceiro Simpósio de Inverno na Escola-de-Redes, desencadeou uma proposta que estou fazendo para a CICI2012 e para a CIRS3. Mas que também pode ser usada em outras iniciativas. Publico abaixo alguns slides do processo de elaboração que ainda está em curso.

 

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Respostas a este tópico

Augusto !


Interessante o paralelo estabelecido com o status quo ainda predominante, contudo, percebi ainda um certa carga de pré-estruturação ou carregamento no estímulo para que a interação, ou a nova tecnologia/plataforma que se busca, promova a interação - digo isso, pois se formos radicalizar na conceituação do que entendemos como netweaving - a ignição espontânea, caótica dos encontros acaba esbarrando em alguma convenção consequentemente produzindo alguma escassez.

Talvez esteja sendo um tanto "purista" na minha crítica, mas da forma como vivo e me vejo distribuído por entre redes, o driver que gera ignição é justamente a possibilidade não visualizada ou induzida do não-encontro - é assim, por exemplo, que na rede VR Self Media são temporalmente formadas as worknets para através do co-working-creation buscar a viabilização de projetos diversos, inclusive eventos.

Outro dia postei sobre a troca que estamos fazendo com o pessoal do http://www.bestiario.org/ um dos tópicos é justamente a tentativa de visionar " novas tecnologias interativas para encontros " e, invariavelmente, esbarramos na dicotomia tecnologia X acessibilidade  que até mesmo os processos de gamificação social esbarram quando numa ótica mais aberta na questão da língua & cultura conectiva.

Neste sentido, estamos agora trabalhando numa iniciativa chamada "desmapa" , ou seja, a busca do encontro que transforma, inventa e/ou inova através da tentativa-erro dos desencontros - em breve compartilharemos com a ER.

 

@VRSS 

Sim, é verdade, Vinicius. Mas o exercício acima não tem a ver diretamente com plataforma Fluzz e sim com a transição de um padrão de encontro tradicional (como a CICI) para um novo padrão. Nessa transição, o velho e o novo conviverão por um tempo, inexoravelmente.

Mesmo assim, algumas inovações que avançamos poderão ser usadas com mais liberdade em outros encontros (como a CIRS3, por exemplo).

No caso da CICI, temos que considerar que um encontro promovido por uma Federação de Indústria, uma organização do Sistema das Nações Unidas e uma Prefeitura da Capital (como anfitriã). Não dá para desmontar de uma vez os esquemas antigos.

Muito bom Augusto! Conseguiu repassar de forma surpreendente todas as considerações e ideias que borbulharam naquela noite. Que muitos eventos possam caminhar naturalmente para este novo padrão, ensejando as pessoas novas formas de interação e criação colaborativa de ideias.

Bem... todo esse exercício avançou e deveremos ter novidades em breve em relação à CICI2012 e à CIRS3. Ainda não está certo se, no novo modelo, a CIRS vai novamente ser feita junto com a CICI. A CIRS é um evento simbiótico, não precisa estar necessariamente ligado a um evento determinado. Pode se ligar a outros. É simbiose mesmo: a CIRS fornece modelos em rede e agentes: hubs, inovadores e netweavers - além de divulgação P2P - e o parceiro fornece a infraestrutura. Ambos ganham. Ou, como se diz em tempos de Twitter, #TODOSGANHA hehe

Mas este comentário agora é para dizer que uma velha idéia de criar um espaço físico de co-creation também avançou em virtude da presente reflexão. Um espaço permanente, de responsabilidade de pessoas da Escola-de-Redes (e não da E=R, é claro).

A idéia básica é a seguinte: seções regulares de co-creation e design project (que podem ou não estar associadas ou ser combinadas com jornadas de aprendizagem, que podem então ajudar a viabilizar economicamente o empreendimento).

Isto muito me interessa.

Augusto de Franco disse:

Bem... todo esse exercício avançou e deveremos ter novidades em breve em relação à CICI2012 e à CIRS3. Ainda não está certo se, no novo modelo, a CIRS vai novamente ser feita junto com a CICI. A CIRS é um evento simbiótico, não precisa estar necessariamente ligado a um evento determinado. Pode se ligar a outros. É simbiose mesmo: a CIRS fornece modelos em rede e agentes: hubs, inovadores e netweavers - além de divulgação P2P - e o parceiro fornece a infraestrutura. Ambos ganham. Ou, como se diz em tempos de Twitter, #TODOSGANHA hehe

Mas este comentário agora é para dizer que uma velha idéia de criar um espaço físico de co-creation também avançou em virtude da presente reflexão. Um espaço permanente, de responsabilidade de pessoas da Escola-de-Redes (e não da E=R, é claro).

A idéia básica é a seguinte: seções regulares de co-creation e design project (que podem ou não estar associadas ou ser combinadas com jornadas de aprendizagem, que podem então ajudar a viabilizar economicamente o empreendimento).

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