Escola de Redes

Conforme combinamos em nosso encontro presencial de 12/09/2009, fica criado esse espaço, para que cada um, a seu tempo e critério próprio, possa inserir comentários, impressões, sentimentos, críticas, sugestões, relatos, depoimentos, propostas...etc... etc etc... oriundos a partir do encontro.
Penso que, dependendo do que possa surgir aqui, num futuro próximo possamos fazer um resumo e/ou síntese e apresentar a todos os membros do Nodo SP e da Escola de Redes como um todo

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Respostas a este tópico

Quase 3 da madrugada mas não resisto: Prefiro escrever algo agora antes que minha amiga procrastinação me impeça. Farei duas colocações suscintas: a primeira é que, apesar de termos usado basicamente quase todo o tempo para apresentações, o encontro me pareceu muito positivo. O motivo é óbvio: É muito gostoso ouvir boas historinhas de vida. Me sinto honrado de poder compartilhar esse tempo e espaço com cada um dos que ali estiveram. Que ocorram outros encontros! E daí chegamos a minha segunda colocação: que um novo encontro ocorra justamente para realizarmos algo. É o que chamei de Ação Demonstrativa. Essas coisas são igual sangue de jesus: tem poder! :)

abraços do estraviz

ps1: assim que descobrir como se faz, crio o nodo lapa-sp. estão todos convidados. reitero que não se trata de discidência ou divisão, e sim multiplicação!
ps2: reforço o convite a que criem seus textos de apresentação em suas páginas como o Augusto sugere. Histórias de vida e bibliografias são bons mecanismos de ativação de entrelaçamento!
Nasceu de parto normal, as 4:28 da madrugada: http://escoladeredes.ning.com/group/nodolapasp

:)
Gente, foi ótimo, ótimo...
Não imaginei encontrar tantas pessoas tão preciosas. Vou procurar uma a uma para podermos conversar sem a pressão da roda em que temos que racionar o nosso tempo de trocas. Vi em vários e várias de vocês o nascimento de vínculos que serão certamente muito duradouros e profundos. Para mim, foi o suficiente, e o extraordinário. Um momento de semeadura. As colheitas virão, não eram para acontecer ontem...
Para mim, alguns próximos passos são:

5/3 - lançamento do núcleo SBGC Ribeirão Preto. Conto com a presença do Renato, e convido a Cíntia, de Catanduva, para que possamos aprender com RP e criar um na região de SJRP.

Papos pessoais com cada um, para investigarmos interesses e paixões comuns.

E conto com todos para a construção do KM-SP, que mencionei ontem, e detalharei mais aqui um pouco mais pra frente.
Como disse ontem, é muito bom encontrar um bando de gente louca que acredita ser possível construir um mundo melhor, mais justo e com relações horizontais (vou manter o duplo sentido).
Dando a minha contribuição quanto à proposta, feita pelo Marcelo, de articularmos ações demonstrativas, acredito que não precisamos esperar pelo nosso próximo encontro presencial, mas podemos inicia-las por aqui.
Quero colocar um assunto, que ocupou os jornais dessa semana, que diz respeito à violência nos trotes universitários. Lembro-me de um movimento, feito na USP no inicio dos anos 90, de repúdio a esse tipo de prática.
Como poderíamos agir em rede para transformar esse "rito de passagem" em algo que contribua com o desenvolvimento comunitário ao invés de estimular o preconceito, a humilhação e o desejo de vingança? Será que por meio de ações simples, usando as muitas ferramentas tecnológicas que temos à disposição, além de nossa criatividade, conseguimos trazer um ambiente mais saudável nessas instituições? Certamente esse comportamento agressivo dos universitários é apenas a "ponta do iceberg".
Estou me sentindo um pouco romântica dizendo tudo isso, mas acredito estar falando grego para gregos.
Olá pessoal, achei bem legal o encontro, valeu maesmo! Refletindo na madrugada no blog, as principais lições que tive foram:
- Para uma rede ser realmente uma rede, são necessários propósito, confiança e reciprocidade. Se estes três elementos existirem, os processos de realização e auto-regulação surgirão naturalmente (polêmico hehe);
- Redes fluem quando ocorre uma alquimia natural entre seus integrantes. A reunião da escola proporcionou o ambiente de rede, mas somente as interações pessoais é que produzirão redes verdadeiras.
- As redes podem ser organizadas para gerar sustentabilidade na sociedade. Um exemplo simples é a rede de taxistas que informa a rádio sobre as condições do trafego.
- Não é fácil a libertação de modelos mentais tradicionais. Por exemplo: podemos achar que uma reunião deva sempre convergir para uma ação estruturada.
Será mesmo?
Um abraço, vamos em frente!
Renato
Bom dia! Pelo visto temos alguns notívagos no grupo... Eu, ao contrário, confesso que saí da Fecomércio no horário em que, usualmente, começo a me preparar para dormir. Diversidade é isso aí!

Sobre o encontro, gostei bastante de conhecer todos e cada um. E concordo com o Estraviz: o tempo dedicado às apresentações foi precioso! Mas ficou claro que também foi curto, que há muito a trocar. Saímos por conta do horário e mais da metade da mesa nem teve oportunidade de fazer suas considerações! Por isso mesmo, creio (e proponho) que os encontros presenciais não sejam trimestrais e, sim, bimensais. Aliás, nos primeiros meses, poderia ser até mensal!

Claro que muito do que queremos pode e deve ser feito/pensado/articulado aqui no "ning"! Mas é na presença - seja ao redor de uma mesa, seja com a vassoura na mão limpando uma praça - que a "liga" se estabelece, que a confiança entre as pessoas e o sentimento de pertencimento à rede se consolida.

Por fim, quero dizer ao Sergio que fiquei curiosíssima em relação o KM. Já entrei no site da SBGC para pesquisar mais sobre o assunto e agradeceria se você pudesse sugerir alguma leitura fundamental na área de gestão do conhecimento.

É isso gente! Valeu muito! E já sugiro que a próxima aconteça, no máximo, até a primeira semana de abril.

Abraços e beijocas!
Caras pessoas,

Ficou-me forte a fala de algumas pessoas perguntando "como é que se conta para alguém que se está em rede"? Na hora não tive a oportunidade de responder, mas sugiro algumas coisas:
1. Pergunte: "com quem vc costuma conversar?" essas são as pessoas da sua rede.
2. Papel em branco, peçam às pessoas para escreverem seu nome no meio do papel fazendo um círculo em volta. Peçam para que as pessoas se lembrem das suas relações e que vão colocando o nome das pessoas, fazendo círculos em volta e ligando-os ao círculo que contém o seu nome, no centro. Assim cada um vai ter a visão do que se chama de "egonet", sua rede pessoal.
3. Pode-se pedir que o grupo construa uma rede coletiva apontando quem conversa com quem dentro do grupo. Colam-se na parede umas 4 cartolinas juntas (pra dar bastante espaço) e cada um vai lá e cria suas linhas de ligação de tal forma que quando todos acabarem o que fica é um desenho da estrutura coletiva da rede que pode ser estudada por todos.

Penso que essas são ações bem simples que podem trazer a percepção clara de se estar/viver em rede e de como nossas ações tem impacto no coletivo e também são por ele (o coletivo) cerceadas.

Entendo e concordo com a necessidade de traduzir o "conhecimento e terminologias técnicas" para uma linguagem que seja mais palatável para as pessoas. Mas, penso que isso vai acontecer com todos nós à medida que formos lendo sobre o assunto e adequando a linguagem aos nossos interlocutores. Então, volto a bater na tecla em sintonia com o Augusto: é preciso ler, muito.

Achei muito interessante ouvir as histórias de todos e agradeço ao Carlos por estimular e criar condições para que este encontro tenha acontecido. Tenho um bocado a aprender com todos vocês e terei prazer em compartilhar o que sei.

Abraços


Clara
Pessoas queridas, foi muito bom estarmos reunidos ontem. Um agradecimento ao Carlos e Célia pelo espaço e acolhimento.
Hoje, minha impressão dominante sobre a reunião é de riqueza de possibilidades de conexões e o desafio da auto-articulação de expectativas (e necessidades pessoais) tão diversas em relação ao tema redes sociais. O desafio não é do tipo alinhar expectativas, criar consensos, privilegiar ações concertadas, fazer aproximações conceituais. Mas exatamente não fazer nada disto.
abraços
Vivianne
Olá, Sérgio,

Obrigada pelo convite. Se possível estarei em Ribeirão no dia 5.
Estou com a outra Cinthia do grupo e quero saber mais sobre o Km-SP.
Beijos.

Sergio Storch disse:
Gente, foi ótimo, ótimo...
Não imaginei encontrar tantas pessoas tão preciosas. Vou procurar uma a uma para podermos conversar sem a pressão da roda em que temos que racionar o nosso tempo de trocas. Vi em vários e várias de vocês o nascimento de vínculos que serão certamente muito duradouros e profundos. Para mim, foi o suficiente, e o extraordinário. Um momento de semeadura. As colheitas virão, não eram para acontecer ontem...
Para mim, alguns próximos passos são:

5/3 - lançamento do núcleo SBGC Ribeirão Preto. Conto com a presença do Renato, e convido a Cíntia, de Catanduva, para que possamos aprender com RP e criar um na região de SJRP.

Papos pessoais com cada um, para investigarmos interesses e paixões comuns.

E conto com todos para a construção do KM-SP, que mencionei ontem, e detalharei mais aqui um pouco mais pra frente.
Oi, David,

Obrigada por responder, só esse seu ato demonstra que existe alguma conexão.

David Jaime Ferreira disse:
OLá Cintia, achei muito interessante a sua proposta de uma atuação-já, mas na minha opinião precisamos desenvolver mais o grupo, divulga-lo entre os universitários e se preciso panfletar nas universidades para trazê-los para nossa rede (literalmente), quanto maior o grupo mais efetivas serão nossas ações. Mas se decidirem agir eu tô dentro, rsrs.

Cintia Alves disse:
Como disse ontem, é muito bom encontrar um bando de gente louca que acredita ser possível construir um mundo melhor, mais justo e com relações horizontais (vou manter o duplo sentido).
Dando a minha contribuição quanto à proposta, feita pelo Marcelo, de articularmos ações demonstrativas, acredito que não precisamos esperar pelo nosso próximo encontro presencial, mas podemos inicia-las por aqui.
Quero colocar um assunto, que ocupou os jornais dessa semana, que diz respeito à violência nos trotes universitários. Lembro-me de um movimento, feito na USP no inicio dos anos 90, de repúdio a esse tipo de prática.
Como poderíamos agir em rede para transformar esse "rito de passagem" em algo que contribua com o desenvolvimento comunitário ao invés de estimular o preconceito, a humilhação e o desejo de vingança? Será que por meio de ações simples, usando as muitas ferramentas tecnológicas que temos à disposição, além de nossa criatividade, conseguimos trazer um ambiente mais saudável nessas instituições? Certamente esse comportamento agressivo dos universitários é apenas a "ponta do iceberg".
Estou me sentindo um pouco romântica dizendo tudo isso, mas acredito estar falando grego para gregos.
Sou inábil com esta ferramenta, pensei que já tinha enviado o comentário,não encontrando recoloco aqui novamente:

1.Congratulo Carlos, Célia e Marcelo pela iniciativa produtiva de aproximar fisicamente os diversas unidades – isoladas como disse Clara – que estão em processo de formação de uma rede de autoformação. Isto já é muito positivo.

2.Uma percepção que tive sobre este conjunto, o que parece obvio, é que cada uma destas unidades isoladas possuem conhecimentos, habilidades, inserções em estruturas, sistemas ou redes com objetivos interesses ou focos específicos, mas estão com disposição aberta de compartilhar. Isto é nova qualidade nova.

3.Diria que entre os participantes temos duas linhas ou canais de interesses comuns (que me identifico): um, o de aprender usar a tecnologia e ferramentas de redes via internet, especialmente a plataforma NING visando criar ou potenciar suas redes específicas e outro, é a identidade grupal para desenvolver ações em prol do bem comum, ou seja, como potenciar esta ferramenta para mudanças socioculturais sistêmicas. Isto deveria merecer espaço em uma próxima agenda.

4.Um aspecto pragmático. A aproximação de talentos e especialidades individuais, tanto na rede virtual como na rede presencial potencia uma rede e as relações pessoais e profissionais para gerar trabalho & renda. Como alguém disse, se posso “ganhar a vida” fazendo com prazer e útil, muito melhor.

5.Para mim interessaria aprofundar e explorar aqueles na linha das intervenções, entre outros, de Marcelo, Sergio e Carlos sobre como incidir com esta tecnologia e conteúdos diferentes no campo político social e de politicas publicas agora e do futuro.

6.Meu interesse, alem de aprender e conviver com pessoas interessantes e criativas, é motorizar o eixo do desenvolvimento local em Parelheiros e Mananciais de Águas. Se alguém tiver sugestões bem vinda?
Oi, Clara,

Comecei a fazer minha egonet e surgiu uma dúvida:
1. Há pessoas que tenho uma ligação mais próxima ou mais frequente que outras. Na construção da minha rede, essa distância altera a "qualidade" do impacto, como uma explosão, por exemplo, ou não?
2 Represento essa ligação mais próxima de maneira diferente ou isso não importa neste primeiro momento?

Clara Pelaez Alvarez disse:
Caras pessoas,

Ficou-me forte a fala de algumas pessoas perguntando "como é que se conta para alguém que se está em rede"? Na hora não tive a oportunidade de responder, mas sugiro algumas coisas:
1. Pergunte: "com quem vc costuma conversar?" essas são as pessoas da sua rede.
2. Papel em branco, peçam às pessoas para escreverem seu nome no meio do papel fazendo um círculo em volta. Peçam para que as pessoas se lembrem das suas relações e que vão colocando o nome das pessoas, fazendo círculos em volta e ligando-os ao círculo que contém o seu nome, no centro. Assim cada um vai ter a visão do que se chama de "egonet", sua rede pessoal.
3. Pode-se pedir que o grupo construa uma rede coletiva apontando quem conversa com quem dentro do grupo. Colam-se na parede umas 4 cartolinas juntas (pra dar bastante espaço) e cada um vai lá e cria suas linhas de ligação de tal forma que quando todos acabarem o que fica é um desenho da estrutura coletiva da rede que pode ser estudada por todos.

Penso que essas são ações bem simples que podem trazer a percepção clara de se estar/viver em rede e de como nossas ações tem impacto no coletivo e também são por ele (o coletivo) cerceadas.

Entendo e concordo com a necessidade de traduzir o "conhecimento e terminologias técnicas" para uma linguagem que seja mais palatável para as pessoas. Mas, penso que isso vai acontecer com todos nós à medida que formos lendo sobre o assunto e adequando a linguagem aos nossos interlocutores. Então, volto a bater na tecla em sintonia com o Augusto: é preciso ler, muito.

Achei muito interessante ouvir as histórias de todos e agradeço ao Carlos por estimular e criar condições para que este encontro tenha acontecido. Tenho um bocado a aprender com todos vocês e terei prazer em compartilhar o que sei.

Abraços


Clara

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