Escola de Redes

A situação atual dos ambientes educativos e as suas defasagens com a nova dinâmica social emergente.

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Respostas a este tópico

Olá! Este primeiro módulo foi muito instigador! Já adorando o curso. Gostaria de deixar duas perguntas que me fiz ao refletir sobre o conteúdo do vídeo e textos para começarmos uma boa discussão:

1.Como garantir uma formação adequada se os alunos escolhem seus próprios caminhos investigativos? Teriam maturidade para isso? Chegariam a uma aprendizagem efetiva no final? Já existem estudos que demonstrem essa efetividade?

2. O papel do professor passaria a ser o de provocador, motivador, preparador de descobertas em espaços que hoje são preparados para a transmissão do conhecimento. Que mudanças na estrutura curricular e no ambiente de aprendizagem devem ser realizadas para a efetiva prática da aprendizagem em rede nas instituições?

Olá, Priscilla e demais colegas!

Assim como você, também estou bem animada com o curso.

Bem, após conferir os vídeos e fazer a leitura do texto de referência, fiquei pensando em muitas coisas...

Sobre as dúvidas, especificamente, gostaria de compartilhar com o grupo algumas das minhas inquietações:

1) Morin, em suas reflexões, recuperou a máxima de Montaigne: entre os estudos, devemos começar por aqueles que nos façam livres. Por esse motivo, “uma cabeça bem-feita vale mais do que uma cabeça cheia”.

Concordo, mas fico pensando: para haver uma cabeça bem-feita, deve ser cheia de algo. Obviamente, os conteúdos não são suficientes, daí estarmos, na Pedagogia, às voltas com as competências que envolvem conteúdos, atitudes, habilidades e valores. No entanto, sua importância não pode ser minimizada.

Assim, como você, Priscilla, fica pra mim a pergunta:

Como articular as necessidades de ensino (currículos formais que pretendem sistematizar os conhecimentos produzidos pela humanidade)  às necessidades de aprendizagem? Quem não consegue nem seguir rotas conseguiria construir redes?

2) Como implementar propostas inovadoras em instituições altamente hierarquizadas?

No meu caso, especificamente, esse é um enorme desafio, pois sou professora/pesquisadora nas Forças Armadas.

3) Será mesmo que não temos que aprender o que nos querem ensinar? 

O x da questão não seria outro, isto é, como despertar nos alunos o interesse por aquilo que necessitam aprender para que possam, então, desenvolver projetos próprios? 

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